Mais flagrantes do meu quintal em Janeiro
Final de tarde
Quem se lembra do presente de Natal que a vida me deu? A gatinha, a quem chamamos Felícia (irmã do Félix) e cuja história de sobrevivência contei aqui.
Pretendíamos doá-la, pois a população animal tá crescendo demais por aqui
Mas não apareceu nenhum pretendente
O problema é que a Gata (esse é o nome da outra gata), que já está idosa, não admite novidades e vive a atacá-la, apesar de nossos cuidados em mantê-las separadas.
Um dos arranhões resultantes desses ataques cicatrizou na superfície, mas desenvolveu uma infecção interna, que não notamos até que rompeu a pele. Ela agora está com uma cratera horrível, temos levado diariamente à veterinária para aplicar antibiótico e anti-inflamatório, além de fazer a limpeza do local.
Pior é que temos que bancar os enfermeiros e limpar a ferida várias vezes ao dia com iodo, aplicando pomada. E tem que remover todo tecido novo que se forma, pois a cicatrização tem que ocorrer de dentro para fora, sob o risco de acontecer o mesmo novamente. É de virar o estômago, não sei se por causa do procedimento em si, ou porque ficamos nervosos por ter que, literalmente, cutucar sua ferida.
É, mãe de gato também é mãe! As noites mal dormidas que o digam!
Agora descobrimos uma nova: se deixamos a luz do banheiro acesa (é lá que ela está confinada à noite), ela fica quieta e não se debate com o colar elizabetano que precisa usar.
Será que a gatinha tem medo do escuro?????