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16 fevereiro 2011

A Fonte das Sereias em destaque no brasão

... e num belo enquadramento verde, quem diria que é de Carrazeda de Ansiães que falamos.
Já que o tema é de  fontanários e brasões, cá fica, para tirar teimas e para que se faça luz, nos  autores dos rápidos comentários defendendo que quem o referia não sabia do que estava a falar..., a quem desconhecia o facto de a Fonte das Sereias ter direito, e bem achamos nós, ao privilégio de um símbolo em brasão.


Muito belo, só revela interesse de quem tal decidiu, respeito pelo património real com tradição, outros há que valorizam lendas e ficam felizes, como se entende em comentários deixados nas anteriores postagens.
Que vivam as realizações que defacto espelham as vivências e a identidade das povoações e concretamente o património comum.
At Ento

15 fevereiro 2011

Brasões com fontanários e outros elementos representativos

Já tínhamos tratado este tem, mas achamos interessante o interesse despertado pelos postais do Fontanário do Chôpo. o que prova que essa atitude de criar devia ter envolvido toda a população para que todos se sentissem identificados com o símbolos, coisa que é difícil alguém se identificar com ferraduras...


se clicar aqui  Brasões, acede às postagens sobre o tema neste. blog.
Deixamos aqui uma pequena amostra de como todos os "fontanário"  cabem nos brasões ou outros elementos por mais estranhos que possam parecer, basta serem representativos



e as torres também podem ser trabalhadas, pois são vários os modelos que se podem ver.
Mas criar dá trabalho e saber escolher requer sensibilidade e muito diálogo com as pessoa que irão usufrui do fruto dessa escolha... alguns acham que é mais fácil chamar "quem sabe" paga uma receita que serve para qualquer um, mas perde-se identidade.




 Esperamos que estes exemplos sirvam para ver como é bonita a diversidade criativa.

At Ento

23 novembro 2006

O BRASÃO de Parambos. Estudos que andam por aí

Olá meus caros Conterrâneos Bloguistas.


Sobre o tema em questão, impõe-se umas palavras justificativas.
Segundo as nossas fontes bem colocadas:

O tema tratado em qualquer estudo do brasão aqui representados, é a Água, o Vinho, o Azeite e Património/Tradição.

As regras da Heráldica, diz-nos que para uma freguesia o brasão é encimado por 3 Torres, concelho 4 e Distrito 5.

O autor achou por bem glosar de forma criativa as 3 torres valorizando-as pela simbologia que está ligada ao Fontanário, sendo uma homenagem ao dito monumento e à Água, dai o destaque encimando o escudo e simbolizando as 3 torres que a freguesia tem direito, a própria forma do escudo é baseado nas forma do Fontanário.

O vinho está representado pela uva nuns estudos, e pela folha de videira noutros, tem a ver com soluções gráficas, mas a significação é a a mesma.

O azeite é representado pela Árvore/Oliveira que pretende ser a representação de uma Oliveira secular. Ou pode ser o lendário negrilho no entendimento de algumas pessoas. Embora o azeite esteja ligado à luz, do sacrário, das casas e era ofertado como "esmola" pelos que partiram, isto só faziam os mais ricos. O azeite sempre foi considerado factor de riqueza e as oliveiras tinham um valor tão grande que se hipotecavam ou transaccionavam-se apenas oliveiras sendo que a terra não tinha tanto valor.
A tradição é representada pelo santo Padroeiro, pois à volta dele e na sua "casa" que é património digno de realçar e do qual devemos ter orgulho. Aí, na igreja, se desenrolaram todos os actos festivos e de cimentação de laços sociais que fazem, parte da nossa cultura de crentes. Casamentos, baptizados, Bodas de Ouro, encontros dominicais, festas sacra e convívios...

A diferença do nº3 para o nº 4, Como estão classificados no video que pode ser observado mais abaixo, é que o Fontanário está representado a um terço dentro do escudo e no outro está representado simbolicamente nas torres.

Cada elemento destes estudos ocupa um terço do espaço interior do escudo. Este assentará num pano Verde, cor dos campo e das montanhas e das nossa expectativas, que se deve reflectir na cor da bandeira de Parambos. O fundo do interior do escudo pode ser Ouro, amarelo significando o nossa riqueza e antiguidade, Prata, prateado segnificando os nosso invernos rigorosos promessa de boas primaveras , ou Azul, significando o nosso céu transmontano como promessa de que o futuro se concretiza

Num outro estudo é tratada a localização, Alto Douro, assim é representado no terço inferior do escudo o nosso Cabeço, ou Trás Os Montes, e o rio Douro, do qual enquanto região, ainda temos beneficio no vinho.

Claro que estes são estudos. A sua publicação pretende lançar o debate. Pois Parambos merece ter as suas armas talhadas na pedra.
Estes estudos foram elaborados, já lá vão três legislaturas atrás, vamos na quarta. Quando foram apresentados, o presidente dessa altura não avançou com o projecto porque não tinha 30 contos, quantia necessária para abrir o processo...

Aqui fica o nosso contributo para ver se agora a coisa anda.
Atentamente.
At Ento