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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Diferenças Gripe normal e Gripe A

Bem, e com a loucura que anda por aí com a gripe A, aqui fica um pequeno quadro feito pela Organização Mundial de Saúde, para que consigam reconhecer os sintomas e se deixem de entupir as urgências e linhas de saúde - sim, porque a gripe (dita "normal") continua por aí...
Espero que ajude a tranquilizar os mais hipocondríacos!Está em espanhol porque o site tem francês, inglês e espanhol (ainda não existe versão portuguesa), mas acho que será acessível para todos nesta língua "irmã"....

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

O gajo da informática (ou gaja)

Uma mensagem muito gira, cheia de humor e que envio para todos os meus amigos e amigas ligadas ao mundo da informática, para que possam enviar aos seus chefes e colegas!

COISAS QUE TODOS PRECISAM DE SABER SOBRE O GAJO DA INFORMÁTICA

1) O GAJO DA INFORMÁTICA dorme. Pode parecer mentira, mas O GAJO DA INFORMÁTICA precisa de dormir e descansar como qualquer outra pessoa. Esqueça que ele tem telemóvel e telefone em casa; ligue só para o escritório ou para o telemóvel entre as 09h00m e as 12h30 (manhã) ou entre as 14h00 e as 18h00 (tarde) de Segunda-feira a Sexta-feira. O GAJO DA INFORMÁTICA também precisa de descansar aos Sábados, Domingos, feriados e NOS DIAS QUE INDICOU DE FÉRIAS.

2) O GAJO DA INFORMÁTICA come. Parece inacreditável, mas é verdade. O GAJO DA INFORMÁTICA também precisa de alimentar-se e tem horas para isso, TODOS OS DIAS.

3) O GAJO DA INFORMÁTICA pode ter família. Esta é a mais incrível de todas. Mesmo sendo um GAJO DA INFORMÁTICA, precisa de descansar no fim de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar em informática, impostos, formulários, reparações e demonstrações, manutenção, vírus e etc.

4) O GAJO DA INFORMÁTICA, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro. Por esta você não esperava, ah? É surpreendente, mas O GAJO DA INFORMÁTICA também paga impostos, compra comida, precisa de combustível, roupas e sapatos, e ainda consome xanax para conseguir relaxar. Não peça aquilo pelo que não pode pagar ao GAJO DA INFORMÁTICA.

5) Ler e estudar também é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada. Quando um GAJO DA INFORMÁTICA está concentrado num livro ou publicação especializada ele está a aprimorar-se como profissional, logo, a trabalhar.

6) De uma vez por todas, vale reforçar: O GAJO DA INFORMÁTICA não é vidente, não faz tarôt e nem tem uma bola de cristal para adivinhar o que as outras pessoas pensam ou fazem. Se você julgou que era assim, demita-o e contrate um PARANORMAL, um BRUXO ou um DETECTIVE. Ele precisa de analisar, planear, organizar-se e que lhe expliquem DETALHADAMENTE o que é pretendido para assim ter condições de fazer um bom trabalho, seja de que tamanho for. Prazos são essenciais e não um luxo. Se você quer um milagre, ore bastante, faça jejum, e deixe o pobre do GAJO DA INFORMÁTICA em paz.

7) Em reuniões de amigos ou festas de família, O GAJO DA INFORMÁTICA deixa de ser O GAJO DA INFORMÁTICA e reassume o seu posto de amigo ou parente, exactamente como era antes dele ingressar nesta profissão. Não lhe peça conselhos ou dicas. Ele também tem o direito de divertir-se.

8) Não existe apenas uma 'listagemzinha', uma 'rotininha', nem um 'textozinho', um 'programinha muito fácil para controlar isto e aquilo', um 'probleminha, que a máquina não liga', um 'sisteminha', uma 'visitinha rápida (aliás, conta-se de onde saímos e até chegarmos)'. Assim, esqueça os inha e os inho (programinha, textozinho, visitinha)', pois os GAJOS DA INFORMÁTICA não resolvem este tipo de problemas. Listagens, rotinas e programas são frutos de análises cuidadosas e requerem atenção, dedicação. Planear, organizar, programar com concentração e dedicação, pode parecer inconcebível a uma boa parte da população, mas serve para tornar a vida do GAJO DA INFORMÁTICA mais suportável.

9) Quanto ao uso do telemóvel: o telemóvel é uma ferramenta de trabalho. Por favor, ligue apenas quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você ainda duvide, O GAJO DA INFORMÁTICA pode estar a fazer algumas das coisas que você nem pensou que ele fazia, como dormir ou namorar, por exemplo.

10) Pedir a mesma coisa várias vezes não faz O GAJO DA INFORMÁTICA trabalhar mais rápido. Solicite. Depois, aguarde o prazo dado pelo GAJO DA INFORMÁTICA.

11) Quando o horário de trabalho do período da manhã vai até 12h30m, não significa que você pode ligar às 12:28 horas. Se você só se lembrou do GAJO DA INFORMÁTICA a essa hora, azar o seu, espere e ligue após o horário do almoço (lembra-se do item 2?). O mesmo vale para a parte da tarde: ligue no dia seguinte.

12) Quando O GAJO DA INFORMÁTICA estiver a apresentar um projecto, por favor, não fique bombardeando-o com milhares de perguntas durante a reunião. Isso tira a concentração, além de dar-lhe cabo da paciência. ATENÇÃO: Evite perguntas que não tenham relação com o projecto, tipo "Quanto custou o seu portátil?" ou "O que acha que devo comprar para o meu filho jogar em casa, um portátil ou um desktop?.

13) O GAJO DA INFORMÁTICA não inventa problemas, não faz actualizações automáticas de Windows piratas, não tem relação com vírus, em resumo, NÃO É CULPADO PELO MAU USO DE EQUIPAMENTOS, INTERNET E AFINS. Não reclame! O GAJO DA INFORMÁTICA com certeza fez o possível e dentro da legislação em vigor para você pagar menos. Se quer fazer upgrades de borla, instalar programinhas giros, etc., faça-o, mas antes demita O GAJO DA INFORMÁTICA e contrate um PICHELEIRO.

14) Os GAJOS DA INFORMÁTICA não são os criadores dos ditados 'o barato sai caro' e 'quem paga mal paga a dobrar'. Mas eles concordam.

15) Informática é referente à computadores (HARDWARE OU SOFTWARE e muito raramente, os dois ao mesmo tempo), e não TVs, telemóveis e electrodomésticos, etc. Portanto, O GAJO DA INFORMÁTICA não vai ensinar-lhe a mexer no telemóvel, reparar a sua TV, etc.


16) Existem vários tipos de GAJOS DA INFORMÁTICA e cada um tem a sua especialização. Se você parte uma perna não vai ao oculista, pois não?. Assim, se o GAJO DA INFORMÁTICA é especialista em software e programação poderá não estar muito à vontade sobre HARDWARE ou REDES e vice-versa para realizar um trabalho de qualidade, portanto não lhe peça para executar trabalhos nos quais não é especialista dizendo "você consegue fazer, para quê chamar outra pessoa se você é mesmo bom nisto da informática"

Há sempre uma boa desculpa adicional: Comprem um Macintosh, e depois já serve a desculpa "Tens Windows? Epá, não percebo nada disso, só trabalho com macintosh..."

LawRD - Muchbeta ao ataque

E aí está, mais um caso de sucesso na família!
Desta vez, o meu primo João (Braz Pereira).
Como se não bastasse ser filho de uma mulher como a minha madrinha, pai de duas meninas lindas como a Alice e a "minha" Clarinha, é sócio de uma nova empresa que promete já ser um caso de sucesso!!!
A MuchBeta lançou agora um conceito inovador (LawRD) e no própria dia de lançamento foram logo notícia de destaque num blog com grande visibilidade.
Aqui vos deixo a notícia:


O LawRD é um dos mais recentes e entusiasmantes projectos que tive oportunidade de observar nos últimos tempos. É, de forma sucinta, “uma ferramenta de apoio à gestão de escritórios de advogados, capaz de proporcionar aos seus responsáveis acesso à informação mais relevante e crítica para a performance do seu negócio”.

Está a ser desenvolvido pela MuchBeta, está a dar os primeiros passos em termos de exposição realmente pública mas já “circula” por aí, em situações de utilização bem real, há algum tempo.

A receptividade tem sido a melhor e a aposta no conceito de SaaS (Software as a Service) comprovou-se (como é esperado) uma excelente solução e orientação em termos de modelo de distribuição e rentabilização de um produto online.

Também com a intenção de lhe disponibilizar o melhor “serviço” possível, estive à conversa com o João Lopes Martins, CEO da MuchBeta, S.A. e uma das faces visíveis de um projecto empresarial do qual, aposto, ainda muito vamos ler e ouvir.

[2.0WM] Esta ideia do LawRD surgiu de onde? Como perceberam que o mercado tinha abertura suficiente para um produto desta natureza? Como perceberam que isto “estava a dar”?

[JLM] A nossa ideia inicial era fazer bons Serviços (SaaS desde o inicio). Os “advogados” surgiram pela necessidade de nós próprios virmos a ter a necessidade de ter bons serviços de apoio jurídico, que como sabes são muitos caros ! Nesse momento percebemos que o mercado não tinha uma ferramenta simples e dedicada de timetracking e report … começamos por aí !

[2.0WM] Quando é que iniciaram então o verdadeiro desenvolvimento do LawRD?

[JLM] O desenvolvimento do LawRD, propriamente dito, pode dizer-se que terá começado no último quadrimestre de 2008. A visão do futuro do nosso negócio passa pelo desenvolvimento de uma framework proprietária sobre a qual faremos todos os desenvolvimentos e o seguimento dos diferentes Serviços (internos e externos ) que possamos vir a criar.

[2.0WM] Dispuseram então de apoio /consultadoria técnica da parte de advogados ou outros profissionais da Justiça?

[JLM] Foi a partir do primeiro contacto com o potencial apoio jurídico futuro que decidimos criar o produto. Assim, foi com o apoio de duas excelentes sociedades de advogados do Porto que fizemos o levantamento de necessidades, o desenho da aplicação e mesmo um primeiro protótipo que uma dessas sociedades usa actualmente.

[2.0WM] Quais foram os maiores obstáculos e dificuldades com que se depararam ao longo do processo?

[JLM] Questão delicada ;) Apesar de 6 de nós já termos trabalhado juntos, de nos conhecermos bastante bem e estarmos alinhados na generalidade dos objectivos propostos: montar uma nova estrutura, com novos e grandes objectivos, novas responsabilidades e novos métodos, tem sido um processo de crescimento ex novo. Montar uma empresa que quer ser uma máquina estruturada, oleada, ágil e flexível … todo este processo está já identificado como o grande desafio !

O primeiro resultado está à vista: temos o LawRD online … continuaremos a aprender e a melhorar processos!

[2.0WM] Sentem que o target a que se destina o produto está receptivo a este tipo de tecnologia, i.e., o software já assusta muita gente, o software online não assusta ainda mais?

[JLM] Estamos certos que SaaS fará parte do futuro do software e da Internet ! E nós queremos lá estar !

A adopção do novo modo de fazer não será Universal, não será para todos, não será sequer, de inicio, uma facilidade, mas temos sinais que as vantagens apresentadas ultrapassarão muitas das dúvidas que vão surgir e que os testemunhos de ganhos de produtividade e rentabilidade irão quebrar muitas barreiras !

[2.0WM] E quanto ao modelo de comercialização? As pessoas entendem bem o “aluguer” de uma aplicação na web?

[JLM] A comercialização ainda vai começar. Optamos por não badalar, não ir falando antes de termos um bom produto para oferecer. Fomos sondando, e as perspectivas são animadoras, a principal critica até tem sido em relação ao preço (mensalidade): têm-no achado muito baixo !

Acredito que há já muitos profissionais à procura deste tipo de solução … iremos ter com eles, com estes early-adopters!

[2.0 WM] Tive oportunidade de reparar que o LawRD está muito bem organizado em termos da distribuição da informação. O acesso directo e cruzado a essa mesma informação parece ter sido umas das vossas preocupações. É assim? Houve uma preocupação especial que se prende de alguma forma com o target a que se destina? É essencial ter a informação à “mão-de-semear”?

[JLM] O LawRD foi pensado não para gerir processos judiciais mas como “produto anti-crise”! Para uma gestão efectiva das sociedades de advogados como negócio, para dar relatórios de situação de produtividade e rentabilidade. É claro que acaba por oferecer muito mais do que isso mas, essencialmente, está pensado para ser usado pelo utilizador médio de informática, altamente user-friendly, “sem instalações, formações ou outras confusões”, mas nem este público deixa de ser muito exigente.

Já fizemos de tudo para Internet! Sabemos que usabilidade e acesso imediato à informação são factores chave de sucesso para a utilização destas ou quaisquer outras ferramentas web. O LawRD está desenhado e arquitectado para ser intuitivo e agradável! O factor critico são os dados! Se não os inserirem não têm output!

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[2.0WM] Expectativas em termos de utilizadores para o primeiro ano do LawRD?

[JLM] A nossa perspectiva passa por atingir um número próximo dos 5 000 utilizadores no primeiro ano de LawRD online.

[2.0WM] Quanto à segurança? Estão preparados para lidar com a responsabilidade que virá do facto de serem (até determinado ponto) os responsáveis pela salvaguarda do tipo de informação que os V/ clientes poderão vir a confiar ao LawRD?

[JLM] Estamos preparados e apostados em fazer desse factor crítico uma das maiores vantagens da nossa oferta. Temos competência interna a esse nível, trabalhamos “em cima” dos servidores da Amazon, assim como apostamos na certificação dos serviços por entidades externas internacionais, idóneas e reconhecidas.

[2.0WM] O vosso esforço de divulgação irá localizar-se apenas em Portugal ou já olham para outras terras?

[JLM] Para nós não faz sentido desenvolver este tipo de serviços SaaS exclusivamente para Portugal. Estamos certos que teremos por cá um bom território de teste e aprendizagem de mercado inicial, é, sem dúvida, o nosso mercado preferencial mas … estamos na Internet!

De início, lançámos o LawRD em 2 idiomas: português e inglês, mas brevemente apresentaremos maior oferta, a seguinte será por certo em castelhano. Temos como mercado alvo, de maior esforço comercial inicial, a Europa e a América Latina.

[2.0WM] Quantas pessoas são a MuchBeta e o que fazem por aí?

[JLM] Somos 9. Jogamos em 4×2x3 ;)

Na Pole-position o Nuno Santos (CTO), Jorge Oliveira (CISO), Nelson Teixeira (CDO) e o Fernando Martins (COO);

Na Linha Criativa: Luís Vaz (Creative Director) e Dionísio Souto Abreu (Copy).

Linha de Ataque: João Braz Pereira (CCO), Daniel Nunes (CFO) e João Lopes Martins (CEO)

[2.0WM] Têm já mais algum projecto “no molde” ou vão agora dedicar algum tempo exclusivamente ao LawRD e admirar a obra feita?

[JLM] O LawRD é “só” o primeiro projecto da mB, outros virão! Por agora vamos acompanhar o crescimento do LawRD, finalizar todo a sua estrutura de seguimento, facturação, feedback, gestão de “Afilliates”, e arrumar a nossa própria Intranet.

Mais informação em Bloguite.com

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Quidam

Hoje fui ver um espectáculo BRILHANTE.
Desde criança que DETESTO circo mas a verdade é que não podemos, de forma nenhuma, chamar Circo (no sentido convencional da palavra) ao Cirque du Soleil.
É um espectáculo de teatro, dança, números circenses e muito mais, executados de formas diferentes e insólitas... mas seguramente não é o que se entende por Circo.

Para além da organização extrema (tudo está cronometrado ao segundo e sem falhas), os artistas são magníficos, as luzes, o espectáculo, a fantasia, imaginação, criatividade, roupas, etc. - tudo é pensado ao pormenor.

Era um espectáculo de 2 horas, mas o tempo parece ter passado a voar, pois não há pausas nunca.
Entre a dança, acrobacias, mímica... tudo segue de forma ininterrupta, fazendo com que o público sonhe por mais.
E não se nota o mínimo esforço, artificialidade - tudo é feito com um sorriso e de uma forma tão natural que até parece fácil fazer. E mesmo as falhas mínimas desaparecem, disfarçadas na representação, como se fizessem parte do acto.

Não há palavras para descrever a admiração, os risos, tudo o que senti (eu, que nunca bato palmas, houve momento em que não podia evitar aplaudir actuações brilhantes e divertidas).

E o "palhaço"?
Incrível. Esqueçam a ideia de palhaço que tinham (eu ODEIO palhaços) - não vão conseguir de parar com este e com a interacção com o público.

Não me parece ter visto um ou dois dos actos anunciados (Statue Vis Versa e Hand Balancing - este último substituído por uma versão de contorcionismo com mistura de Hula-Hoops), mas acreditem que não me senti minimamente lesada com isso (opinião partilhada com quem partilhou comigo o espectáculo).

Aconselho que todos os que tenham possibilidade para isso o vão ver.
E, não se assustem - a tenda é pequena e tem excelente visibilidade, por isso podem escolher bilhetes de qualquer preço.
Se conseguirem ficar de frente para o "palco" (não posso dizer arena, pois não é), mesmo que seja nas filas superiores, devem aproveitar.
E se tiverem filhos e forem como eu (que não gosto do circo tradicional), tenho a certeza que vão adorar - não aconselho a crianças muito pequenas (menos de 5 ou 6 anos), que não vão perceber, nem a adolescentes que não largam o telemóvel, como a jovem que estava ao meu lado, que até a bateria do telefone da mãe queria para poder continuar a enviar mensagens (1 hora com o telefone desligado e já dizia que parecia que tinha morrido).

Aqui fica o que está no site do Cirque du Soleil como apresentação do espectáculo (passem lá e vejam também as fotos e vídeos):

Quidam: um transeunte sem nome, uma figura solitária numa esquina da rua, uma pessoa a passar apressadamente. Podia ser qualquer um. Alguém a chegar, a partir, a viver na nossa sociedade anónima. Um elemento na multidão, um entre a maioria silenciosa. Aquele dentro de nós que grita, canta e sonha. É este o "quidam" que o Cirque du Soleil celebra.

Uma jovem rapariga enfurece-se; ela já viu tudo o que há para ver e o seu mundo perdeu todo o significado. A sua raiva despedaça o seu pequeno mundo e ela encontra-se no universo do Quidam. A ela junta-se um companheiro alegre, assim como outra personagem, mais misteriosa, que vai tentar seduzi-la com o maravilhoso, o inquietante e o aterrador.

Com mais de 50 artistas de mais de dez países, esta produção é uma excitante combinação de arte acrobática, mestria técnica, criações extravagantes e uma inspiração musical excepcional, harmoniosamente entrelaçadas por um fio emocional dramático. Quidam apresenta a German Wheel, Banquine, Spanish Webs, Diabolos, Aerial Contortion in Silk, e, obviamente, os aclamados Crazy Clowns. Uma impressionante banda sonora tocada ao vivo, resulta de misturas culturais eclécticas, instrumentos de corda clássicos e sintetizadores, misturadores e guitarras.

Apresentado sob o ambiente único do Grand Chapiteau, Quidam é verdadeiramente uma experiência única do Cirque du Soleil.

“Quidam é o espectáculo que mudou a minha vida pela carga criativa que carrega em si. Todos nós somos pessoas anónimas na multidão que nos engole, mas todos nós temos a capacidade de encontrar a esperança e felicidade na vida.Quando virem Quidam, não pensem demais: apenas sintam e apreciem.”, Lyn Heward, ex-Presidente e CO da Divisão Criativa do Cirque du Soleil.

Os Actos:

  1. Roda Alemã
  2. Diabolos
  3. Contorsão aérea em seda
  4. Super salta cordas
  5. Aro Aéreo
  6. Handbalancing (ato em rotação)
  7. Redes espanholas
  8. Malabarismo/Manipulação (acto em rotação)
  9. Vice-Versa (ato em rotação)
  10. Nuvem osciladora
  11. Banquine
  12. Encerramento

[não serão obrigatoriamente por esta ordem]

Horário dos espectáculos:
3ª a Sábado às 21h30 Sábados também às 17h30
Domingos às 16h30 e 20h30

Preços:
de 30€ a 95€ (pacote VIP que inclui acesso aos melhores lugares, um passe VIP, uma bebida e um programa do espectáculo)

Informações e reservas:
www.cirquedusoleil.com ou pelo telefone 217616066

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