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domingo, 5 de abril de 2020

Portas Abertas lança campanha #UmComEles - Participe!



Seja ‘um’ com os cristãos perseguidos
Portas Abertas lança campanha #UmComEles para impactar na vida de sobreviventes e famílias das vítimas do ataque na última Páscoa, no Sri Lanka
A Páscoa é um período de tensão para cristãos que vivem em países perseguidos. Isso porque com a data vêm as possibilidades de ataques, tornando nossos irmãos e irmãs ainda mais vulneráveis.
Para incentivar o cristão brasileiro a se lembrar, se engajar e ser ‘um’ com os cristãos perseguidos, a Portas Abertas lançou a campanha #UmComEles .
“Queremos convidar a todos durante este mês da Páscoa a promover um grande impacto e ajudar aqueles que seguem a Jesus custe o que custar. Para isso lançamos ações de oração, de compartilhamento nas mídias sociais e de doação para projetos de ajuda emergencial da Portas Abertas no Sri Lanka”, afirma Marco Cruz, secretário-geral da organização.
O ataque ocorrido no domingo de Páscoa de 2019 no Sri Lanka foi considerado o maior e mais violento dos últimos tempos.
No total, 259 pessoas foram mortas e outras 500 ficaram feridas nos ataques a igrejas cristãs e hotéis no país. O grupo extremista Estado Islâmico assumiu a responsabilidade pelo atentando causado por 7 homens-bomba, três deles em igrejas. Apesar disso, a pressão e o trauma influenciaram de forma positiva a vida dos sobreviventes e familiares das vítimas. Eles perceberam que, mesmo em meio a tragédia, o Senhor continua fiel e no controle de todas as coisas. 

Você pode participar
A melhor forma de auxiliar cristãos que enfrentam ataques violentos é oferecendo ajuda durante o tempo que for preciso. Por isso sua doação faz diferença, com ela, você permite que um cristão afetado pelos ataques no Sri Lanka receba ajuda rápida durante 5 meses. O valor escolhido pode ter um impacto extraordinário na vida dos cristãos perseguidos afetados por ataques. 

A Cruz de Cristo
Além disso, a Portas Abertas lançou uma ação nas mídias sociais, para que todos se envolvam e compartilhem causa. “A Páscoa fala sobre a ressurreição de Jesus após sua morte na cruz. Por isso, convidamos você a desenhar uma cruz no pulso e publicar em suas redes sociais com a #UmComEles”, explica o secretário-geral.
Segundo ele, a cruz foi escolhida porque, além de ser uma marca da vitória de Cristo sobre a morte, ainda hoje, é um sinal que faz com que muitos cristãos perseguidos sejam feridos e mortos pela fé em Jesus. As imagens podem ser publicadas durante todo o mês de abril.
Para saber mais sobre a Campanha acesse o vídeo #UmComEles :



quarta-feira, 15 de novembro de 2017

Quanto tempo leva para discipular uma nação?


Pera lá. Quantos anos de vida possuímos? Nos meus quarentinha (e um!) vejo que já 18 anos se passaram desde que saí do Brasil para a Ásia Central. Os melhores da minha vida. O cara sai de uma equipe de evangelismo do Rio para um sonho de ver um Afeganistão transformado. Mas como assim? O que isso significa? Transformado? Naquela época eu só conhecia a palavra “impactado”. A ideia de um reino moldado na terra por valores que se traduzem em realidade, de maneira incorruptível e eternamente duradouro, não me alcançava ainda.
É interessante uma comparação que penso, há anos, no que diz respeito ao entendimento do meu entendimento enquanto brasileiro sobre a missão transformacional. Uma vez me vi numa sala de aula estudando com outros alunos de países sem a tradição protestante que outros como muitos da América do Norte e Europa têm. Estávamos cursando um mestrado da Universidade das Nações e debatendo o último livro do Vishal Mangalwadi, “O Livro que Fez o seu Mundo: Como a Bíblia criou a Alma da Civilização Ocidental”. O material contém muitos exemplos de como nações a partir da época de Lutero, que possuíram a Bíblia traduzida para a língua do seu povo, começaram a aplicar e transformar suas instituições gerando incrível desenvolvimento humano. Debatíamos e apreciávamos a história, até que nos surpreendemos pelo fato de que nenhum de nós tinha visto até hoje, nos nossos próprios países, a realidade do que significava uma nação transformada.
Muitos ali tinham saído das ilhas do Pacífico e América Latina, onde apesar de terem passado por incrível avivamento missionário, continuavam com seus países infestados de pobreza e iniquidade. Ainda assim, ali todos éramos missionários chamados por Deus e comprometidos a construir o reino de Deus em nações não alcançadas, que apesar de invisível se expressa visível, mas que nós mesmos não entendíamos como trazer à realidade, sem possuir o exemplo de nossos próprios países.
Não é verdade que os países desenvolvidos do mundo sejam a mais pura evidência do que é o Reino de Deus. Porém, é verdade que os países de origem protestante, e isso é fato, criaram sistemas diferentes valorizando a vida humana de tal forma que hoje todos possuem altos índices de desenvolvimento humano. E que esses países possuem uma tradição missionária de séculos, onde pessoas como William Carey saíam com ardor e entendiam que valorizar o indivíduo num sistema de vida e cultura pagão significava montar uma fábrica nova na sociedade geradora de ondas transformacionais que seriam capazes de refletir então o próprio céu na terra. E para onde iam começavam projetos com uma longevidade tal que lhes era necessário entregar todos os anos de suas vidas. Visões como a implantação de universidades, construção de hospitais, fundação de meios de mídia, tradução das Escrituras e o desenvolvimento de outros setores diversos da sociedade que vinham a modificar comportamento e alterar cultura.
Quando cheguei na Ásia Central no final dos anos ’90 pela primeira vez, uma sensação interessante de me sentir em casa tomava conta de mim. Eu havia ido morar no Uzbequistão para aprender a língua e me mudar então para o norte do Afeganistão, onde moravam cerca de 2 milhões de uzbeques que jamais haviam ouvido da Bíblia.
O Uzbequistão, como o Tadjiquistão e a maioria dos países da nossa região, é uma nação fechada, pós-soviética onde suas milhões de pessoas haviam recentemente se libertado do regime totalitário implantado por Lênin e Stalin há mais de 70 anos. Seu povo é relacional, tradicionalmente religioso e pacífico. O seu presidente é até hoje respeitado como alguém que foi contra a ditadura soviética, bradando independência e liderando a transição da criação de sua nova nação. Me lembrava do PT e de outros partidos do qual participei dos comícios desde a minha infância, ouvindo de todos que lutaram contra a ditadura militar e que trouxeram ao país o movimento das Diretas Já.
Eu vejo hoje que o meu país, assim como outros sul-americanos, é muito semelhante aos países da Ásia Central. Os altíssimos impostos, o controle da economia, a manipulação da política, o populismo de nossos líderes, a decadência da saúde e educação e o enorme estado que facilita tanto a imensa corrupção. Me parece que se tivesse que me referir ao meu país, como os colegas americanos e ingleses e alemães fazem, como exemplo do que o deles deveria se parecer, não teria a mínima chance. Na Ásia Central eles ganham de mil ainda de nós no setor segurança, onde não há sequer crime nas ruas. Hoje, alguns de nós brasileiros nos encontramos ameaçados de não voltar ao país se formos ao Brasil, porque eles pensam que irão contrair zika se nos permitirem em seus países.
A que posso me referir para trazer transformação aos setores da sociedade de outros países? Que presunção é a minha de achar que posso sonhar em consertar o país dos outros enquanto o meu anda tão desconstituído? Seria eu impossibilitado de discipular as nações?
É verdade que não possuímos uma matriz a que nos referir. Afinal, nosso país tem sido sempre e é até hoje uma colônia de exploração de commodities, onde hoje nós brasileiros somos os colonos. Isso porque nunca paramos para fundar uma nação com os valores do reino, de maneira totalmente atruísta. A igreja ainda não gerou líderes governamentais com chamado para construir um legado de nação política que reflita o céu na terra. Temos feito isso de maneira indireta, à medida que a igreja se multiplica. E muitas vezes nos contentamos com isso. Porém, salvo em alguns poucos quesitos, o Brasil não é modelo para replicarmos fora. Mas será que isso importa?
“E ele disse-lhes: Por isso, todo escriba instruído [discipulado] acerca do Reino dos céus é semelhante a um pai de família que tira do seu tesouro coisas novas e velhas.” Mateus 13:52
Digamos que, como é o caso de muitos, como foi o meu, nós tenhamos que começar uma família sem entender muito o que família significa. Nós geralmente buscamos alguém que respeitamos como pai/mãe de família e fazemos várias perguntas, nos aconselhamos e damos início na prática à nossa própria família. A graça de Deus manifesta o poder do evangelho na nossa história nos fazendo completamente livres. Em Tito 2:11, vemos que a graça tem poder soteriológico (de salvação) mas também pedagógico (de educação). Por isso, possuímos, nesse processo de sermos discípulos, instrução que nos dá o poder de constituir novas gerações com uma cosmovisão completamente diferente da de quando éramos do mundo. Então agora nos encontramos como pais de família. Assim como um dia aconteceu com Abraão.
Abraão se tornou o pai de uma nação através da qual todas as famílias da terra seriam abençoadas. Famílias. Eu posso analisar as atuais diferenças do Brasil com o mundo o quanto eu quiser, e sempre me sentir incapaz de montar uma nação transformada baseado naquilo que eu sei de desenvolvimento. Mas de uma coisa fomos todos feitos capazes. Gerar família. Eu posso sonhar o quanto eu quiser com a transformação do Afeganistão, mas enquanto eu não formar uma família, me casando com a terra e gerando nela filhos, eu não conseguirei perpetuar a vida do Reino naquele lugar.
Para se discipular nações é necessário ir em busca de filhos e filhas em quem você irá entregar todos os seus anos, trazendo à vida, alimentando, vigiando, pagando, dispostos a tudo para buscar o melhor, compartilhando com eles o nosso tesouro, as pérolas que obtemos do Senhor, antigas e novas. Mesmo quando eles andarem em busca da herança que o Pai celestial tem para eles. Sempre os promovendo, acolhendo, buscando, e ensinando a fazer o mesmo, entregando os nossos anos no altar do Senhor como oferta agradável para vê-los fazer coisas maiores que nós. Sei que valerá a pena, e será a chave para ver a história alterada. Essa micro-nação chamada família será a matriz na qual iremos nos basear para buscar a transformação do lugar para onde formos e de todo o mundo. E quanto mais filhos que geram filhos, mais rapidamente veremos que “o reino deste mundo se tornou no reino do Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos.” (Ap. 11:15)
E quanto tempo isso levará? Pergunta pro seu pai e sua mãe!
A.P.P.*
*Missionário e mobilizador para Missões na Ásia Central

domingo, 25 de junho de 2017

Apresentando as boas novas para os hindus


Como evitar que o pacote se perca, seja roubado ou danificado

O hinduísmo afirma possuir 900 milhões de seguidores em todo o mundo, o que o tornaria a terceira maior religião mundial depois do cristianismo e do islamismo. A grande maioria, mais 827 milhões, vive na Índia.
O evangelho tem contribuído para o bem estar e o desenvolvimento holístico de comunidades marginalizadas, disseminação da educação e da saúde e crescimento de comunidades que cultuam Cristo entre os hindus. Em muitos lugares, porém, os que levam as Boas Novas falham na encarnação do evangelho, de modo que a comunidade não tem oportunidade de investigar a autenticidade das Boas Novas.
Hoje, quando oferecemos as Boas Novas a comunidades dentro do mundo hindu, não somos capazes de separá-las das embalagens culturais do Ocidente. Assim, o que oferecemos é rejeitado porque as Boas Novas ou ficaram perdidas ou danificadas sob as embalagens de uma cultura estranha ou foram roubadas, de modo que tudo o que realmente entregamos é a embalagem.
Infelizmente, ficamos mais confortáveis com símbolos e rituais ocidentais. Nós nos apegamos a eles como se fossem mandamentos bíblicos e somos menos tolerantes com expressões hindus de fé. Comunidades hindus baseiam-se em famílias e comunidades muito bem entrelaçadas. É comum dizerem para os jovens que as práticas da família e da comunidade são más e precisam ser renegadas, de modo que precisam optar entre a família e a fé. A vida deles fica dilacerada por questões de cultura, não de Cristo. O medo de serem extirpados da família é um dos obstáculos para pessoas de formação hindu seguirem Jesus.
A ênfase na conversão cultural em lugar da verdadeira transformação espiritual interior tem prejudicado o evangelho. Temos transportado o evangelho com toda sua embalagem cultural e esperamos que uma civilização antiga, com uma profunda consciência de Deus e fundamentação filosófica e teológica, jogue fora sua identidade, cultura e valores para ficar com nosso pacote. Precisamos nos fazer vulneráveis, atrevendo-nos a desembrulhar as Boas Novas e oferecê-las para que as comunidades possam inspecionar, alterar, aceitar ou rejeitar.
Quando estendemos essa graça a eles em oração, podemos ter a certeza de que o evangelho também irá inspecionar e transformar os hindus, sua cultura e comunidades de maneira singular que talvez nem imaginemos. Relacionamentos profundos caracterizados por aceitação incondicional, interesse genuíno e atitudes não condenatórias levarão as pessoas a examinar melhor as Boas Novas.
O caminho do progresso é o caminho do diálogo em que estamos primeiramente prontos a ouvir, aprender, nos humilhar e a sermos acessíveis; e a partir disso apresentar nossa vida e palavras para serem contempladas por nossos amigos hindus. Nosso envolvimento em diálogo e missão é uma aventura, antevendo surpresas à medida que o Espírito nos guia a um entendimento mais profundo. A beleza do evangelho é que se apresenta de novas maneiras em cada situação, quando permitimos que o Espírito Santo nos dirija.
O caráter maravilhoso do mundo hindu é que a maioria das pessoas acredita profundamente em Deus e está tentando relacionar-se com ele, conhecê-lo, agradá-lo e receber sua ajuda. Deus está empenhado em alcançar os hindus, apesar dos erros que nós, seus seguidores, cometemos em nossas ações missionárias. Como um mestre tecelão, ele é capaz de tecer desenhos grandiosos, se estivermos dispostos a lhe devolver o controle, fazendo-nos vulneráveis, saindo de nossa área de conforto, e lhe permitir que nos corrija, nos ensine e nos mantenha humildes. 
Traduzido por: Lucy Yamakami

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Revista Passatempos Missionários 5: Ásia Central - Baixe o seu exemplar!


Olá amigos, aqui estamos novamente! Chegamos a mais um número de nossa revistinha Passatempos Missionários. 
Esta edição é dedicada a uma região relativamente bem pouco conhecida entre nós: a Ásia Central. Um lugar de grande beleza e importância geopolítica, principalmente em virtude de sua localização estratégica e seus recursos naturais.  Uma região também profundamente carente da presença do Evangelho, onde o Islamismo predomina e a pequena igreja existente tem enfrentado perseguição (haja vista que quatro dos cinco países da região encontram-se na lista dos 50 países que mais perseguem cristãos, elaborada pela Missão Portas Abertas). Uma região do mundo que necessita de nossas orações intercessórias e de missionários capacitados que levem até eles a verdadeira luz do Evangelho.
Além dos tradicionais Caça-palavras, a revistinha traz ainda Quiz, Palavras cruzadas, Labirinto e Jogo dos sete erros.
Aprenda e se divirta com esse material gratuito. Tire cópias e distribua entre seus irmãos e igreja!

Para baixar a revista pelo site Google Drive, CLIQUE AQUI.
Para baixar a revista (ou ler online) pelo site Scribd, CLIQUE AQUI.
Para baixar a revista (ou ler online) pelo site Issuu, CLIQUE AQUI.

Caso não consiga realizar o download, solicite-me o envio por e-mail: sreachers@gmail.com

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Programa Povos e Línguas: Nepal



Assista a estes dois programas missionários Povos e Línguas, onde são abordados diversos temas, mas com foco especial no Nepal.

Mas você já conhece o Programa Povos e Línguas?

O programa

O programa de TV tem o objetivo primeiro de despertar a igreja brasileira para que ela envie os seus missionários ao campo. A partir daí mostrar a todos como acontece o processo de envio para o campo, da mesma forma como alguns missionários convivem com suas famílias e ministérios nos mais variados países em volta do mundo.
Basicamente o programa é dividido em três tempos:
(1°) O que missionários brasileiros estão fazendo em volta do mundo? Como é conhecer um determinado país com um ponto de vista missionário? Como vivem suas famílias? Como lidam com as dificuldades e privações? Como educam seu filhos em meio a outras culturas? Como é a relação entre os missionários e suas igrejas que os envia? Como funcionam os grupos de apoiadores? Tudo isso é exibido neste primeiro tempo.
(2°) Como lidar com os vocacionados à missões? Qual são os passos que se deve tomar após identificado o chamado missionário? Como funciona o processo de envio? Como enviar ou ser enviado? Existem agências missionárias que se ajustam a cada chamado? Existem algumas dicas que vocacionados devem considerar durante o despertamento para missões?
(3°) O terceiro e último tempo do programa o telespectador recebe uma palavra de encorajamento de homens e mulheres que vivem e apoiam missões em todo mundo. E também uma chamada para a nossa agenda de eventos onde apresentamos os principais seminários/oficinas e congressos realizados pelo POVOS E LÍNGUAS.
O programa é apresentado semanalmente na Rede Super de Televisão, com duração de 30 minutos, procura criar uma ponte entre agências missionárias, centros de treinamentos para vocacionados e igrejas engajadas na Grande Comissão do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
O apresentador dessa temporada é nosso amigo e querido Jeremias Pereira, pr. da Oitava Igreja Presbiteriana de BH. Equipe da Objetiva Produções: Douglas Paulino, Kalley Beatrice, Breno Vieitas, João Costa e Liza Chalub.

 



domingo, 19 de janeiro de 2014

25 artigos de interesse para Missões - Confira!


Embora seja uma rica fonte de informação geral e cultura, de valor para qualquer pessoa, o blog Equattoria reúne principalmente notícias, informações e dicas práticas sobre viagens, culturas, aprendizado de línguas, e outros temas de interesse direto ou indireto para missionários e pessoas envolvidas em Missão.
De tempos em tempos listamos aqui no Veredas Missionárias os últimos posts do blog Equattoria, para que você possa conferir se deixou passar alguma informação relevante e de seu interesse. 
Convidamos-lhe ainda a divulgar e também a assinar o blog Equattoria, para receber diretamente em seu e-mail as postagens semanais do blog.
Clique sobre os títulos para ler as postagens:

Curiosidade: As 116 cidades mais baratas para mochileiros

Como planejar as despesas em moeda estrangeira depois da alta do IOF




























quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Uma igreja que investe de 60% de seu orçamento em Missões. Conheça a visão da Igreja Presbiteriana Antioquia da Coréia do Sul (vídeo)


No total ela investe 70% de sua arrecadação mensal em projetos missionários, sustentando integralmente, 400 missionários com suas famílias e 150 missionários de forma parcial. Uma igreja modelo de missões.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Filmes evangelísticos em diversas línguas para download gratuito



O Ministério Indigitech é um ministério especializado em oferecer recursos contextualizados para apoiar a obra missionária.
Eles disponibilizam filmes evangelísticos em diversas línguas, e em diversos formatos, para download gratuito.
Mas não apenas isso: o site oferece ainda muitos outros recursos para download e dicas de utilidade missionária, como listas de links por temas, e muito mais.


Visite a página principal para explorar os recursos disponíveis: http://www.indigitech.net/

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Uma avaliação da Igreja brasileira



David Botelho

Em 20 anos a igreja quase quadruplicou em tamanho, prosperou em finanças, junto com o Brasil que se tornou a sexta economia mundial, será a quinta até o final do ano que vem e a quarta em 2020. Em 10 anos o salário mínimo saiu de 75 dólares para cerca de 300 dólares. O resultado de tudo isso é que nos tornamos um dos mais consumistas do mundo. Os EUA pretende liberar os vistos para os brasileiros e os demais países tem facilitado os vistos para nós, isto não é porque somos bonzinhos, mas por causa do nosso dinheirinho que valorizou muito e que o custo de vida no Brasil se tornou um dos mais caros do mundo.
Em 2005 fizemos um planejamento estratégico de 10 anos para avaliar a igreja brasileira em 2015. Este foi coordenado pelo engenheiro Mateus Nápoli, filho de pastor e líder de missões. Para isto usamos os fatos listados que afetaria na conclusão. 
 
• Vida Espiritual 
• Discipulado 
• Denominacionalismo 
• Visão Missionária 
• Economia Brasileira 
• Renda per Capita e Distribuição de Renda 
• Indústria 
• Relações Internacionais do Brasil 
• Inclusão Digital 
 
Ao final do planejamento escolhemos duas tendências para 2015 e uma delas foi denominada: Igreja de Laodicéia. Avaliem vocês essa conclusão minuciosamente. Até parece profético, pois a economia na época não tinha a perspectiva do que é hoje o Brasil e a igreja. O Cenário estudado e mostrado abaixo sobre o Planejamento Estratégico de 2005 na Horizontes mostra o exemplo denominado "Laodicéia" 
 
"m 2015, 1/4 da população brasileira é evangélica e é superficial na vida cristã, a igreja se tornou rica e abastada, mas sem visão.A mídia evangélica tem influenciado com a teologia da prosperidade, formando uma mentalidade materialista e mundanista, aumentando a estrutura de poder das denominações. O discipulado é fraco e não atende a todas as necessidades da igreja, que tornou-se intelectualizada voltada para os seus próprios interesses. A falta de espiritualidade resultou no desinteresse e falta compromisso com missões. Os missionários têm sido negligenciados em todas as áreas de apoio. 
 
A economia do país está em alta com crescimento da indústria e serviços. Mesmo com este crescimento, não há investimento da igreja na obra missionária. As organizações missionárias e juntas denominacionais lutam bravamente por recursos e missionários para serem enviados. A estrutura de envio missionário foi afetada resultando no interesse de pequenos grupos e  
empresários, a igreja ignorou a sua responsabilidade de envio, sustento e cuidado missionário. 
 
No cenário internacional também crescemos, devido ao investimento no agro negócio e outras tecnologias que aumentaram a exportação. A nossa imagem melhorou diante das comunidades internacionais, assistimos ao estabelecimento de parcerias nas áreas de esportes, cultura e negócios. Hoje em dia, a maioria das parcerias missionárias é nessas áreas, pois, com a decadência da igreja brasileira, há um desinteresse da igreja internacional  
em apoiar o movimento missionário brasileiro. 
 
Há uma diminuição considerável pela procura de treinamento missionário por duas razões: a zona de conforto e a falta de sustento. O treinamento tornou-se a curto prazo e com procura por cursos a distância. Esta situação tem limitado o número de candidatos e obreiros de base nas agências missionárias causando um aumento no custo de formação. Há menor busca por  
especialização, literaturas bíblicas e cursos de missões, afetando o ministério de mobilização e investimento missionário. 
 
A adoção à internet cresceu com o incentivo a cursos de informática. Devido à concorrência houve uma queda nos preços de produtos comercializados virtualmente. Novas estratégias missionárias são dirigidas a programas de televisão, grupos de comunicação e à própria internet."


Chamemos um Auditor
Imagine o que ocorreria se contratássemos um auditor de planejamento para analisar e dar seu parecer sobre a Igreja e para onde ela deveria ir, a fim de cumprir o seu propósito máximo. Ele nos faria algumas perguntas com o objetivo de chegar a uma conclusão. Sua primeira pergunta talvez seria: Qual é a tarefa principal da igreja?
Responderíamos que é tornar Cristo conhecido por toda criatura, em todo o mundo.
E, para isso, com quem a igreja conta atualmente?
Responderíamos que a igreja possui mais de 800 milhões de cristãos verdadeiros. Ele ficaria surpreso!
A terceira provável pergunta seria: Quais são os recursos com os quais contamos hoje?
Responderíamos que mais de 50% dos cristãos no mundo são classificados como ricos e que somente 13% são verdadeiramente pobres. Temos todas as estratégias e os melhores treinamentos para evangelizar todos os povos, tribos, e nações. Temos métodos de tradução da bíblia para as línguas que nada têm do livro sagrado e condições de terminar a tarefa em nossa geração. Sua admiração seria ainda maior.
Uma última pergunta: Vocês sabem onde se encontram as pessoas não seguidoras de Cristo, alvos da pregação?
Orgulhosos, responderíamos com riquezas de detalhes que a maioria delas, ou 95% dos menos alcançados da terra, está concentrada numa região do mundo que denominamos Janela 10-40. Lá estão aproximadamente 2.3 bilhões de pessoas que chamamos de os menos alcançados, pelo evangelho, da terra.
Nosso interlocutor a essa altura estaria em êxtase com grande admiração pelo conhecimento demonstrado, recursos financeiros e pessoal que possuímos.
E sua conclusão seria: Vocês não são sérios naquilo que creem e fazem. 
 
Tenho tido pena dos nossos jovens que vão a algumas conferências missionárias e saem entusiasmados, mas depois que chegam em suas igrejas são esfriados por seus pastores que não tem visão missionária.

No momento temos 45 jovens se preparando para ir a Ásia e estão levantando recursos para tal tarefa e não tem sido fácil. Cada um deles está buscando 40 investidores mensais com R$ 30.00 para complementar o sustento. Além de que precisa de recursos para as passagens, vistos, seguro de vida com direito a repatriamento em caso de morte, aluguel de casa e o mobiliário.
Que o Pai tenha misericórdia de nós e nos perdoe dessa realidade mostrada dois anos antes do cumprimento do CENÄRIO 2015.

David Botelho
Missão Horizontes - Bradesco - Agência 1020 - Conta 3111-9

sábado, 13 de outubro de 2012

Informações Missionárias: Os últimos posts do blog Equattoria



O Equattoria é um blog auxiliar do Veredas Missionárias. Leia os últimos posts publicados no blog:

O consumo de Noz de Areca ou Bétele - Um vício disseminado por grande parte de Ásia e África



















































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