Como mero exemplo, um "kit" de remoção da válvula EGR completo, destinado aos motores Td5, tem um preço que, incluindo IVA e portes, começa perto dos 17 Euros, enquanto o muito mais dispendioso regulador de pressão de gasóleo, que no mercado ultrapassa os 200 Euros, custa perto de 60 no Aliexpress, com modelos distintos para os motores 10P e 10P/16P.
Um dispositivo que temos utilizado é o conhecido comando 3TXB, difícil de encontrar no mercado, mas que, em estado novo e com os mesmos integrados do original da Land Rover, custa perto de 12 Euros no Aliexpress, sendo a única diferença detectável o toque dos botões, mais suave, mas sem que disso decorra qualquer inconveniente.
Tal como com as várias unidades deste tipo de comando que adquirimos, também os rádio e outros dispositivos electrónicos demonstraram ter uma qualidade idêntica à de produtos de outras proveniências, que, na sua origem, quase certamente terão as mesmas fábricas, o que nos deixa tão seguros como recorrendo a peças ou componentes OEM de outros fornecedores.
Obviamente, pela experiência que temos na aquisição de peças na Ásia, incluindo de electrónica, como comandos, a funcionalidade é idêntica à dos equipamentos originais, tendo apenas algumas questões quanto à resistência física de peças específicas, concretamente as que necessitam de ser em metal com elevado nível de dureza, sendo patente que uma das formas de poupar no fabrico é temperar o aço durante menos tempo.
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quarta-feira, maio 20, 2026
segunda-feira, maio 18, 2026
Regulador de pressão e válvulas para Td5 no Aliexpress - 2ª parte
Se as válvulas são idênticas para os vários Td5, a junta é diferente para os motores 10P e 15P/16P, o que decorre das diferenças entre os reguladores de pressão presentes nos motores, que, sendo funcionalmente idênticos, são fisicamente distintos, o que implica uma atenção especial na altura da compra.
A válvula, adquirida separadamente, tem um preço a partir dos 5.50 Euros, incluindo IVA e portes grátis, caso o total da encomenda exceda os 10 Euros, enquanto se for acompanhada pelo "kit" de reparação o valor atinge perto dos 25 Euros, igualmente com IVA e portes, sendo este um valor muito mais baixo do que o praticado via outras lojas ou no eBay.
Para quem pretender o regulador completo, e não apena a válvula, com ou sem o "kit" de reparação, este também está disponível, para motores 10P e 15P/16P, tendo, neste caso, um preço que ronda os 60 Euros, igualmente com IVA e portes incluídos, sendo esta uma opção mais rara, dado que as falhas tendem a verificar-se na válvula, "o-rings" e vedantes ou juntas e não nas restantes peça do regulador.
Tendo em conta que esta pequena válvula e dispositivos acessórios tendem a ser propensos a falhas, dispor deste tipo de peças num pequeno "stock" doméstico pode fazer todo o sentido, podendo, em caso de necessidade, evitar a imobilização do veículo ou a necessidade de efectuar uma compra em condições menos favoráveis para apressar a reparação.
A válvula, adquirida separadamente, tem um preço a partir dos 5.50 Euros, incluindo IVA e portes grátis, caso o total da encomenda exceda os 10 Euros, enquanto se for acompanhada pelo "kit" de reparação o valor atinge perto dos 25 Euros, igualmente com IVA e portes, sendo este um valor muito mais baixo do que o praticado via outras lojas ou no eBay.
Para quem pretender o regulador completo, e não apena a válvula, com ou sem o "kit" de reparação, este também está disponível, para motores 10P e 15P/16P, tendo, neste caso, um preço que ronda os 60 Euros, igualmente com IVA e portes incluídos, sendo esta uma opção mais rara, dado que as falhas tendem a verificar-se na válvula, "o-rings" e vedantes ou juntas e não nas restantes peça do regulador.
Tendo em conta que esta pequena válvula e dispositivos acessórios tendem a ser propensos a falhas, dispor deste tipo de peças num pequeno "stock" doméstico pode fazer todo o sentido, podendo, em caso de necessidade, evitar a imobilização do veículo ou a necessidade de efectuar uma compra em condições menos favoráveis para apressar a reparação.
sábado, maio 16, 2026
Peças para Land Rover no Aliexpress - 1ª parte
No seguimento de alguns textos anteriores, continuamos a pesquisar produtos destinados aos Land Rover mais antigos, a terminar na geração dos Td5, em "sites" que agregam numerosos vendedores baseados na Ásia, tornando-se óbvio que muitos dos produtos vendidos na Europa como OEM são os mesmos, com preços inflacionados.
A variedade é francamente superior ao que podiamos antever antes de efectuar as pesquisas, e podem ir desde peças ou acessórios simples, como o popular "kit" que permite remover a válvula EGR, uma opção muito popular entre os proprietários deste tipo de veículo, até peças ou conjuntos muito mais sofisticados, como direcções assistidas ou reguladores de pressão de combustível completos.
Imediatamente chama a atenção o valor médio dos preços praticados, várias vezes inferiores aos que são anunciados em muitas lojas "online" conhecidas ou no próprio eBay, não sendo impossível encontrar escalas de valor da ordem dos 4 para 1, desde que a pesquisa seja extensa e se proceda a uma longa comparação de preços.
Naturalmente, para além da comparação de preços, é absolutamente essencial verificar a adequação da peças ou acessórios, com base em referências e não apenas nas descrições dos produtos, que podem ser demasiadamente genéricas, ignorando que, para um mesmo modelo de veículo, dependendo do ano de fabrico, podem existir componentes diferentes que têm, obviamente, de ser substituídos por peças idênticas.
A variedade é francamente superior ao que podiamos antever antes de efectuar as pesquisas, e podem ir desde peças ou acessórios simples, como o popular "kit" que permite remover a válvula EGR, uma opção muito popular entre os proprietários deste tipo de veículo, até peças ou conjuntos muito mais sofisticados, como direcções assistidas ou reguladores de pressão de combustível completos.
Imediatamente chama a atenção o valor médio dos preços praticados, várias vezes inferiores aos que são anunciados em muitas lojas "online" conhecidas ou no próprio eBay, não sendo impossível encontrar escalas de valor da ordem dos 4 para 1, desde que a pesquisa seja extensa e se proceda a uma longa comparação de preços.
Naturalmente, para além da comparação de preços, é absolutamente essencial verificar a adequação da peças ou acessórios, com base em referências e não apenas nas descrições dos produtos, que podem ser demasiadamente genéricas, ignorando que, para um mesmo modelo de veículo, dependendo do ano de fabrico, podem existir componentes diferentes que têm, obviamente, de ser substituídos por peças idênticas.
sexta-feira, maio 15, 2026
Regulador de pressão e válvulas para Td5 no Aliexpress - 1ª parte
Muito do que compramos hoje, pelo menos fora dos circuitos mais oficiais, é proveniente da Ásia, na sua maior parte da China ou da Coreia, onde se podem encontrar diversas peças e acessórios para veículos, inclusivé para modelo com alguns anos e que, para muitos fabricantes, podem ter um menor interesse comercial.
Uma peça que encontramos no Aliexpress foi o regulador de pressão de combustível de 4 bar presente nos motores Td5 da Land Rover, utilizados nos Defender e nos Discovery 2, e que pode ser fornecido isoladamente ou com um "kit" completo de reparação, com os "o-ring" e juntas, incluindo aqui duas peças distintas, já que existem variantes nos modelos originais.
Estão disponíveis diversas variantes desta válvula, com configurações ligeiramente distintas, e com pressões que vão desde os 3 bar aos 4 bar, sendo estas últimas as padronizadas pela Land Rover, pelo que convém verificar com atenção se a válvula a adquirir é idêntica, inclusivé funcionalmente, com a instalada no motor.
O processo de substituição é relativamente simples e não implica ferramentas apenas disponíveis numa oficina, mas deve ser efectuado por quem conheça o funcionamento do regulador de presão e num local onde não existam problemas com o inevitável escorrer de algum combustível, inevitável quando o circuito é interrompido.
Uma peça que encontramos no Aliexpress foi o regulador de pressão de combustível de 4 bar presente nos motores Td5 da Land Rover, utilizados nos Defender e nos Discovery 2, e que pode ser fornecido isoladamente ou com um "kit" completo de reparação, com os "o-ring" e juntas, incluindo aqui duas peças distintas, já que existem variantes nos modelos originais.
Estão disponíveis diversas variantes desta válvula, com configurações ligeiramente distintas, e com pressões que vão desde os 3 bar aos 4 bar, sendo estas últimas as padronizadas pela Land Rover, pelo que convém verificar com atenção se a válvula a adquirir é idêntica, inclusivé funcionalmente, com a instalada no motor.
O processo de substituição é relativamente simples e não implica ferramentas apenas disponíveis numa oficina, mas deve ser efectuado por quem conheça o funcionamento do regulador de presão e num local onde não existam problemas com o inevitável escorrer de algum combustível, inevitável quando o circuito é interrompido.
domingo, fevereiro 22, 2026
Reparação de tejadilho em Discovery 1 - 3ª parte
Sabendo, de antemão, que uma finalização perfeita é impossível de obter seguindo este método, encomendamos um autocolante destinado ao para-brisas, mas que será colocado sobre este, o que implica cortá-lo de forma a seguir os contornos da parte superior do para-brisas, o que pode ser feito recorrendo a um molde em papel, evitando danificar o autocolante.
Depois de cortar o autocolante, de acordo com o molde, este deve ser colado de modo a cobrir a união entre o tejadilho e a borracha do para-brisas, podendo-se dar um ligeiro aquecimento, muito suave, e pressionar o autocolante com uma esponja, de modo a que adira da melhor forma possível, contribuindo para proteger a zona reparada e fazer deslizar a água da chuva directamente para o para-brisas.
Dependendo das características do autocolante, pode ser possível usar um secador de cabelo para que este siga melhor os contornos da zona da ligação entre o tejadilho e a borracha, podendo-se aplicar mais um pouco de resina epoxi nas extremidades, junto da borracha, de modo a prevenir possíveis infiltrações.
Caso as dimensões do autocolante sejam insuficientes para abranger toda a zona reparada, será de considerar adicionar um pouco mais de autocolante, do mesmo tipo, mesmo que inteiramente transparente, aplicado da mesma forma, entre o autocolante central e as calhas de água laterais, o que contribui para um maior isolamento, após o que se pode dar início a alguns testes, deitanto água sobre a zona reparada, de modo a verificar se ainda surgem infiltrações que seja necessário corrigir.
Depois de cortar o autocolante, de acordo com o molde, este deve ser colado de modo a cobrir a união entre o tejadilho e a borracha do para-brisas, podendo-se dar um ligeiro aquecimento, muito suave, e pressionar o autocolante com uma esponja, de modo a que adira da melhor forma possível, contribuindo para proteger a zona reparada e fazer deslizar a água da chuva directamente para o para-brisas.
Dependendo das características do autocolante, pode ser possível usar um secador de cabelo para que este siga melhor os contornos da zona da ligação entre o tejadilho e a borracha, podendo-se aplicar mais um pouco de resina epoxi nas extremidades, junto da borracha, de modo a prevenir possíveis infiltrações.
Caso as dimensões do autocolante sejam insuficientes para abranger toda a zona reparada, será de considerar adicionar um pouco mais de autocolante, do mesmo tipo, mesmo que inteiramente transparente, aplicado da mesma forma, entre o autocolante central e as calhas de água laterais, o que contribui para um maior isolamento, após o que se pode dar início a alguns testes, deitanto água sobre a zona reparada, de modo a verificar se ainda surgem infiltrações que seja necessário corrigir.
segunda-feira, outubro 06, 2025
Reparação de tejadilho em Discovery 1 - 2ª parte
Dependendo da extensão da zona a reparar, pode ser necessário ir aplicando esta resina de forma faseada, progredindo das bordas para o centro, até que todo o espaço esteja preenchido e se possa proceder à regularização da superfície, que é trabalhada como metal normal, recorrendo ao mesmo tipo de lixa e lixadoras ou ferramentas rotativas do tipo "dremel", que aconselhamos sinceramente face à dureza do produto utilizado.
Seguidamente, usamos uma cola específica para selar infiltrações entre a borracha do para-brisas e a chapa, e que iremos descrever em textos separados, e que é aplicada ao longo de toda a extensão superior da borracha, independentemente de a zona onde as infiltrações se verifiquem serem muito específicas, já que é necessário assegurar uma boa continuidade, sem correr riscos de se verificarem infiltrações entre os extremos da cola aplicada e a borracha original.
Depois de isolar a zona, recorre-se a um "spray" para pintura auto da cor do veículo para conferir um aspecto mais uniforme a toda a zona reparada, sendo certo que, a menos que se tenha um "spray" com a cor afinada, de modo a aproximar-se da cor do veículo no estado em que este se encontra, a cor agora aplicada será mais viva e intensa do que a do veículo, esta já desgastada pela exposição aos elementos da Natureza.
Sabendo, de antemão, que uma finalização perfeita é impossível de obter seguindo este método, encomendamos um autocolante destinado ao para-brisas, mas que será colocado sobre este, o que implica cortá-lo de forma a seguir os contornos da parte superior do para-brisas, o que pode ser feito recorrendo a um molde em papel, evitando danificar o autocolante.
Seguidamente, usamos uma cola específica para selar infiltrações entre a borracha do para-brisas e a chapa, e que iremos descrever em textos separados, e que é aplicada ao longo de toda a extensão superior da borracha, independentemente de a zona onde as infiltrações se verifiquem serem muito específicas, já que é necessário assegurar uma boa continuidade, sem correr riscos de se verificarem infiltrações entre os extremos da cola aplicada e a borracha original.
Depois de isolar a zona, recorre-se a um "spray" para pintura auto da cor do veículo para conferir um aspecto mais uniforme a toda a zona reparada, sendo certo que, a menos que se tenha um "spray" com a cor afinada, de modo a aproximar-se da cor do veículo no estado em que este se encontra, a cor agora aplicada será mais viva e intensa do que a do veículo, esta já desgastada pela exposição aos elementos da Natureza.
Sabendo, de antemão, que uma finalização perfeita é impossível de obter seguindo este método, encomendamos um autocolante destinado ao para-brisas, mas que será colocado sobre este, o que implica cortá-lo de forma a seguir os contornos da parte superior do para-brisas, o que pode ser feito recorrendo a um molde em papel, evitando danificar o autocolante.
quinta-feira, outubro 02, 2025
Reparação de tejadilho em Discovery 1 - 1ª parte
Um problema que parece ser comum nos Discovery 1, porque conhecemos vários casos em que tal acontece, é o apodrecimento da chapa do tejadilho junto da borracha do para-brisas, tendo como consequência a entrada de água para o interior o que, para além de todos os incómodos para os ocupantes, irá danificar a instalação eléctica.
Naturalmente, existem métodos profissionais para resolver este problema, que passam pela desmontagem do para-brisas, recuperação da chapa, o que requer um trabalho moroso realizado por um especialista, seguindo-se a pintura, instalação de uma nova borracha e do respectivo para-brisas ou a troca do tejadilho, um trabalho igualmente moroso e que também implica borrachas novas e pintura.
Em qualquer dos casos, estamos a falar de um trabalho de várias centenas de Euros, sendo certo que qualquer das soluções mencionadas será duradoura, desde que correctamente executada, mas o seu preço e o período de imobilização do veículo pode não ser compatível com as necessidades do proprietário ou utilizador da viatura, pelo que se pode equacionar uma solução temporária mais rápida e muito menos dispendiosa.
Em primeiro lugar, deve-se usar lixa ou uma ferramenta adequada que remova a ferrugem, na medida do possível, elimimando zonas podres e sem solidez, e preparando a superfície para a aplicação de uma resina para metal, descrita em textos anteriores, e que irá substituir a zona de onde o metal for removido.
Naturalmente, existem métodos profissionais para resolver este problema, que passam pela desmontagem do para-brisas, recuperação da chapa, o que requer um trabalho moroso realizado por um especialista, seguindo-se a pintura, instalação de uma nova borracha e do respectivo para-brisas ou a troca do tejadilho, um trabalho igualmente moroso e que também implica borrachas novas e pintura.
Em qualquer dos casos, estamos a falar de um trabalho de várias centenas de Euros, sendo certo que qualquer das soluções mencionadas será duradoura, desde que correctamente executada, mas o seu preço e o período de imobilização do veículo pode não ser compatível com as necessidades do proprietário ou utilizador da viatura, pelo que se pode equacionar uma solução temporária mais rápida e muito menos dispendiosa.
Em primeiro lugar, deve-se usar lixa ou uma ferramenta adequada que remova a ferrugem, na medida do possível, elimimando zonas podres e sem solidez, e preparando a superfície para a aplicação de uma resina para metal, descrita em textos anteriores, e que irá substituir a zona de onde o metal for removido.
quarta-feira, outubro 01, 2025
Oficinas auto em garagens de prédios - 2ª parte
É de notar que podem surgir surpresas, tal como aconteceu connosco, ou seja, ao usar uma ferramenta para remover a ferrugem, o que pode parecer meramente superficial pode revelar-se bem mais extenso, mas este tipo de cola, que funciona como uma espécie de solda, tem a densidade e a viscosidade adequadas para este tipo de reparação, mesmo que os danos sejam significativos.
O custo total, cuja maior parte do valor recaiu sobre o tubo substituido, ficou a perto de um terço do que teria custado numa oficina mais convencional, tendo sido efectuada com a rapidez possível, com a demora a recair, essencialmente no período necessário para o fornecimento do tubo, feito à medida, como cópia do original, sendo o restante trabalho efectuado num par de dias.
Por razões óbvias, não vamos partilhar aqui os dados referentes à oficina em que esta reparação foi efectuada, podemos apenas adiantar que fica na linha de Sintra, mas temos conhecimento de várias outras, quase sempre nos arredores de Lisboa, onde pequenas garagens de prédios permitem a antigos mecânicos continuar a trabalhar, suprindo uma falta que se faz sentir cada vez mais num sector onde as oficinas independentes têm vindo a desaparecer ou ser absorvidas pelas grandes cadeias de reparadoras ou de serviços rápidos.
Infelizmente, com o desaparecimento de muitas pequenas oficinas, onde a relação entre o proprietário e o cliente era mais próxima e cada veículo reparado era conhecido, os serviços de mecânica não apenas tiveram uma subida de preço substancial, como muitas das reparações, por vezes simples, mas um pouco trabalhosas, a passarem a ser meras substituições de peças, com todos os encargos e desperdícios que tal implica.
O custo total, cuja maior parte do valor recaiu sobre o tubo substituido, ficou a perto de um terço do que teria custado numa oficina mais convencional, tendo sido efectuada com a rapidez possível, com a demora a recair, essencialmente no período necessário para o fornecimento do tubo, feito à medida, como cópia do original, sendo o restante trabalho efectuado num par de dias.
Por razões óbvias, não vamos partilhar aqui os dados referentes à oficina em que esta reparação foi efectuada, podemos apenas adiantar que fica na linha de Sintra, mas temos conhecimento de várias outras, quase sempre nos arredores de Lisboa, onde pequenas garagens de prédios permitem a antigos mecânicos continuar a trabalhar, suprindo uma falta que se faz sentir cada vez mais num sector onde as oficinas independentes têm vindo a desaparecer ou ser absorvidas pelas grandes cadeias de reparadoras ou de serviços rápidos.
Infelizmente, com o desaparecimento de muitas pequenas oficinas, onde a relação entre o proprietário e o cliente era mais próxima e cada veículo reparado era conhecido, os serviços de mecânica não apenas tiveram uma subida de preço substancial, como muitas das reparações, por vezes simples, mas um pouco trabalhosas, a passarem a ser meras substituições de peças, com todos os encargos e desperdícios que tal implica.
segunda-feira, setembro 29, 2025
Oficinas auto em garagens de prédios - 1ª parte
Quem tem um Land Rover, ou outro veículo com alguma idade e muitos quilómetros, sabe que, inevitavelmente, irá ter que proceder a algumas reparações, algumas mais complexas, ou que envolvam equipamentos ou ferramentas específicas, outras de menor monta ou mais genéricas.
Para os que possuem um espaço próprio, estas pequenas reparações podem ser efectuadas pelo proprietário, mas para quem não possui um local onde fazer estes pequenos trabalhos, recorrer a uma pequena oficina menos formal pode ser a solução mais adequada, desde que o trabalho seja entregue a um mecânico competente e honesto.
No caso do Discovery 300 Tdi, um veículo que tem pouca electrónica e cuja mecânica oferece poucos mistérios, a opção por uma oficina deste tipo, que, tipicamente, são instaladas em garagens de prédios, o que implica que, na maior parte dos casos, apenas podem trabalhar num único veículo de cada vez, pode fazer sentido, desde que não se trate de uma reparação urgente.
No nosso caso concreto, era necessário substituir um tubo da direcção assistida, o que implicou a respectiva fabricação, bem como pequenas reparações eléctricas, com os danos a terem sido provocados por infiltração de água pelo tejadilho, um problema comum neste modelo e que, na maior parte dos casos, resulta do apodrecimento da chapa circundante, do que resulta uma reparação dispendiosa.
Para os que possuem um espaço próprio, estas pequenas reparações podem ser efectuadas pelo proprietário, mas para quem não possui um local onde fazer estes pequenos trabalhos, recorrer a uma pequena oficina menos formal pode ser a solução mais adequada, desde que o trabalho seja entregue a um mecânico competente e honesto.
No caso do Discovery 300 Tdi, um veículo que tem pouca electrónica e cuja mecânica oferece poucos mistérios, a opção por uma oficina deste tipo, que, tipicamente, são instaladas em garagens de prédios, o que implica que, na maior parte dos casos, apenas podem trabalhar num único veículo de cada vez, pode fazer sentido, desde que não se trate de uma reparação urgente.
No nosso caso concreto, era necessário substituir um tubo da direcção assistida, o que implicou a respectiva fabricação, bem como pequenas reparações eléctricas, com os danos a terem sido provocados por infiltração de água pelo tejadilho, um problema comum neste modelo e que, na maior parte dos casos, resulta do apodrecimento da chapa circundante, do que resulta uma reparação dispendiosa.
sexta-feira, setembro 26, 2025
Arrancador multi-funcional por 30 Euros - 2ª parte
A saída USB é de 5V/2A, permiting carregar a maioria dos dispositivos USB do mercado, sendo este arrancador muito fácil de utilizar, com cinco botões para navegação e um écran onde facilmente se visualizam as informações mais importantes, o que permite monitorizar o dispositivo e saber quando este pode ser utilizador ou deve ser carregado.
Encher pneus é, igualmente simples, começando-se por conectar a mangueira ao arrancador, ligá-lo e pressionar o botão de modo para escolher a bomba de pressão, após o que se escolhe qual a pressão que se pretende atingir, com o processo a ser automático e a bomba a desligar quando a pressão defenida é alcançada.
Este modelo é extremamente compacto, muito fácil de acondicionar, seja dentro da bolsa fornecida, caso se pague um pequeno acréscimo no preço, seja num espaço interior do veículo, suporta um período longo antes de uma nova carga ser necessária, tem uma operação simples, ao alcance de qualquer um, e inspira confiança, o que é essencial quando se trata de um dispositivo que efectua descargas eléctricas substanciais.
O preço da versão mais potente, incluindo IVA e portes a partir de Espanha, o que garante uma entrega muito rápida, ronda os 30 Euros, um valor bastante baixo e competitivo face a outras alternativas e que pode justificar uma aquisição a ser efectuada antes do Inverno que se avizinha, sendo certo que o tempo frio é penalizador para as baterias dos veículos.
Encher pneus é, igualmente simples, começando-se por conectar a mangueira ao arrancador, ligá-lo e pressionar o botão de modo para escolher a bomba de pressão, após o que se escolhe qual a pressão que se pretende atingir, com o processo a ser automático e a bomba a desligar quando a pressão defenida é alcançada.
Este modelo é extremamente compacto, muito fácil de acondicionar, seja dentro da bolsa fornecida, caso se pague um pequeno acréscimo no preço, seja num espaço interior do veículo, suporta um período longo antes de uma nova carga ser necessária, tem uma operação simples, ao alcance de qualquer um, e inspira confiança, o que é essencial quando se trata de um dispositivo que efectua descargas eléctricas substanciais.
O preço da versão mais potente, incluindo IVA e portes a partir de Espanha, o que garante uma entrega muito rápida, ronda os 30 Euros, um valor bastante baixo e competitivo face a outras alternativas e que pode justificar uma aquisição a ser efectuada antes do Inverno que se avizinha, sendo certo que o tempo frio é penalizador para as baterias dos veículos.
quarta-feira, setembro 24, 2025
Arrancador multi-funcional por 30 Euros - 2ª parte
O arrancador, com corrente de pico de 1200A, destina-se a fazer arrancar veículos com corrente de 12V, com cilindradas que, tipicamente, serão de até 6.0 litros para motores a gasolina e 4.0 litros para motores a diesel, podendo operar com temperaturas que vão desde os -20º aos +60º, adequado para a maioria dos climas, embora se possa verificar alguma degradação de desempenho quando a temperatura se aproxima dos limites.
Existe um conjunto de procedimentos para utilizar este tipo de arrancador, sendo de o descarregar após a recepção, ligando a lanterna e, quando completamente descarregado, proceder a uma carga completa, até atingir os 100%, sendo que, mesmo que não seja utilizado, se deve recarregar a bateria interna a cada três meses, como forma de prolongar a longevidade.
Também são feitos alguns avisos, como o não carregar e descarregar a bateria em simultâneo, recordar que a função de banco de energia não é prioritária e não está optimizada, e que o nível da bateria cai de forma muito substancial sempre que é usada como arrancador, devendo ser recarregada após cada arranque proporcionado.
A operação é extremamente simples, bastando ligar os cabos ao arrancador, conectar os grampos à bateria do veículo, ligar o arrancador e, seguidamente, ligar o motor do veículo, que deve pegar imediatamente, caso não tenha outros problemas, sendo então de desconectar os grampos da bateria e desligar o arrancador.
Existe um conjunto de procedimentos para utilizar este tipo de arrancador, sendo de o descarregar após a recepção, ligando a lanterna e, quando completamente descarregado, proceder a uma carga completa, até atingir os 100%, sendo que, mesmo que não seja utilizado, se deve recarregar a bateria interna a cada três meses, como forma de prolongar a longevidade.
Também são feitos alguns avisos, como o não carregar e descarregar a bateria em simultâneo, recordar que a função de banco de energia não é prioritária e não está optimizada, e que o nível da bateria cai de forma muito substancial sempre que é usada como arrancador, devendo ser recarregada após cada arranque proporcionado.
A operação é extremamente simples, bastando ligar os cabos ao arrancador, conectar os grampos à bateria do veículo, ligar o arrancador e, seguidamente, ligar o motor do veículo, que deve pegar imediatamente, caso não tenha outros problemas, sendo então de desconectar os grampos da bateria e desligar o arrancador.
segunda-feira, setembro 22, 2025
Arrancador multi-funcional por 30 Euros - 1ª parte
Os arrancadores para motores a explosão são cada vez mais acessíveis, como consequência da evolução da tecnologia das baterias, hoje possíveis de adquirir por preços cada vez mais baixos, estando disponíveis inúmeros modelos com multiplas funcionalidades, o que permite escolher um modelo adaptado às necessidades específicas de cada utilizador por um valor bastante acessível.
É de notar que existem várias variantes deste modelo, com capacidades distintas, pelo que nos iremos centrar na que oferece uma maior capacidade, pela simples razão de que é o único que se destina a arrancar motores diesel com mais de 2.0 litros e que os Land Rover de que dispomos têm motores que, sendo diferentes, têm ambos cilindrada de 2.5 litros.
Este é um dispositivo de arranque com múltiplas funcionalidades, sendo a principal, naturalmente, a de arrancador, com uma potência de pico de 1200A, ou CCA, a que acresce um compressor de ar de 150 PSI, um banco de energia e uma lanterna LED.
Estão presentes diversos sistemas de segurança, contra tensão ou corrente excessivas ou insuficientes, inversão de polaridade ou excesso de temperatura, tornado o uso muito seguro, com o arrancador a desligar após um determinado período sem ser utilizado.
É de notar que existem várias variantes deste modelo, com capacidades distintas, pelo que nos iremos centrar na que oferece uma maior capacidade, pela simples razão de que é o único que se destina a arrancar motores diesel com mais de 2.0 litros e que os Land Rover de que dispomos têm motores que, sendo diferentes, têm ambos cilindrada de 2.5 litros.
Este é um dispositivo de arranque com múltiplas funcionalidades, sendo a principal, naturalmente, a de arrancador, com uma potência de pico de 1200A, ou CCA, a que acresce um compressor de ar de 150 PSI, um banco de energia e uma lanterna LED.
Estão presentes diversos sistemas de segurança, contra tensão ou corrente excessivas ou insuficientes, inversão de polaridade ou excesso de temperatura, tornado o uso muito seguro, com o arrancador a desligar após um determinado período sem ser utilizado.
sexta-feira, setembro 12, 2025
A culpa é do protocolo? - 4ª parte
O próprio protocolo, que admitimos ser razoável há alguns anos, antes do grande afluxo de turistas a Lisboa, devia acompanhar a nova realidade do elevador da Glória, cuja utilização mudou de forma muito substancial, sendo um dos ícones da cidade, com todas as consequências que daí resultam em termos do desgaste dos componentes submetidos a um maior esforço.
Nestes últimos anos, a utilização do elevador da Glória alterou-se substancialmente, com mais de 3.000.000 de passageiros por ano, correspondendo a quase 10.000 por dia, o que representa um aumento do número de passageiros transportados, com os elevadores a transitarem com a lotação perto do máximo durante toda a extensão do horário, algo que não sucedia há um par de décadas, altura em que apenas no início da manhã e final da tarde havia um grande fluxo de passageiros.
Acompanhar as mudanças com mudanças no protocolo, introduzir novas verificações, mudar componentes, facilitar acessos ao sub-solo, adicionar novos componentes a nível de segurança, é absolutamente essencial, não apenas no conjunto de elevadores de Lisboa, mas de um conjunto de meios de transporte antigos que, por questões relacionadas com o turismo e a imagem da cidade, continuam a operar.
Quase certamente, o elevador da Glória, renovado e com outras condições de segurança, voltará a circular, uma vez terminadas as reparações, mas esta cicatriz irá demorar a sarar, e, dependendo das conclusões da investigação, será um símbolo da incapacidade de adaptar um meio de transporte clássico à realidade moderna, implementando as alterações necessárias e assegurando a segurança de passageiros e de todos quantos circulam nas proximidades.
Nestes últimos anos, a utilização do elevador da Glória alterou-se substancialmente, com mais de 3.000.000 de passageiros por ano, correspondendo a quase 10.000 por dia, o que representa um aumento do número de passageiros transportados, com os elevadores a transitarem com a lotação perto do máximo durante toda a extensão do horário, algo que não sucedia há um par de décadas, altura em que apenas no início da manhã e final da tarde havia um grande fluxo de passageiros.
Acompanhar as mudanças com mudanças no protocolo, introduzir novas verificações, mudar componentes, facilitar acessos ao sub-solo, adicionar novos componentes a nível de segurança, é absolutamente essencial, não apenas no conjunto de elevadores de Lisboa, mas de um conjunto de meios de transporte antigos que, por questões relacionadas com o turismo e a imagem da cidade, continuam a operar.
Quase certamente, o elevador da Glória, renovado e com outras condições de segurança, voltará a circular, uma vez terminadas as reparações, mas esta cicatriz irá demorar a sarar, e, dependendo das conclusões da investigação, será um símbolo da incapacidade de adaptar um meio de transporte clássico à realidade moderna, implementando as alterações necessárias e assegurando a segurança de passageiros e de todos quantos circulam nas proximidades.
quarta-feira, setembro 10, 2025
A culpa é do protocolo? - 3ª parte
Aparentemente, o cabo deveria ser trocado a cada 600 dias, tendo a ruptura ocorrido quando ainda faltavam mais de 250 dias para a substituição, o que significa estar perto de metade da sua vida útil, mas podem ter havido falha a nível de outros componentes, eventualmente no sub-solo e cuja inspecção seja complexa, sendo duvidoso que uma inspecção visual possa detectar qualquer problema nesses componentes.
O cabo usado é composto por múltiplos filamentos enrolados, sendo sempre possível que alguns destes possam ter cedido, e para que tal aconteça basta que exista um esforço excessivo, atrito com um objecto que ficou em contacto, como uma pedra, ou, mesmo falta de qualidade do material utilizado, sendo que o apuramento cabe aos investigadores da Polícia Judiciária.
Quase certamente, a causa do acidente será identificada com alguma facilidade, muito provavelmente as inspecções e manutenções foram efectuadas de acordo com o protocolado e, como consequência, haverá lugar apenas a um processo civil, visando o pagamento de indemnizações, sem que exista um responsável pelo ocorrido, dado que os responsáveis pelo estabelecimento do protocolo que rege inspecções e manutenções dificilmente será responsabilizado.
Admitimos que este protocolo siga normas e padrões internacionais, mas estes dificilmente serão adequados para um elevador com quase 140 anos, com muitas especificidades, pelo que seriam necessárias extensas adaptações, que contemplassem as exigências inerentes e que vão muito para além das de um equipamento recente, construído numa época em que as normas de segurança implicam a presença de um conjunto de dispositivos destinados a prevenir acidentes.
O cabo usado é composto por múltiplos filamentos enrolados, sendo sempre possível que alguns destes possam ter cedido, e para que tal aconteça basta que exista um esforço excessivo, atrito com um objecto que ficou em contacto, como uma pedra, ou, mesmo falta de qualidade do material utilizado, sendo que o apuramento cabe aos investigadores da Polícia Judiciária.
Quase certamente, a causa do acidente será identificada com alguma facilidade, muito provavelmente as inspecções e manutenções foram efectuadas de acordo com o protocolado e, como consequência, haverá lugar apenas a um processo civil, visando o pagamento de indemnizações, sem que exista um responsável pelo ocorrido, dado que os responsáveis pelo estabelecimento do protocolo que rege inspecções e manutenções dificilmente será responsabilizado.
Admitimos que este protocolo siga normas e padrões internacionais, mas estes dificilmente serão adequados para um elevador com quase 140 anos, com muitas especificidades, pelo que seriam necessárias extensas adaptações, que contemplassem as exigências inerentes e que vão muito para além das de um equipamento recente, construído numa época em que as normas de segurança implicam a presença de um conjunto de dispositivos destinados a prevenir acidentes.
segunda-feira, setembro 08, 2025
A culpa é do protocolo? - 2ª parte
Assim, o protocol de inspecção, ganha uma especial importância, dado que irá estabelecer os vários procedimentos, tendo em conta a complexidade do equipamento, dada a sua idade e acessibilidade de alguns componentes, devendo estabelecer a forma como as inspecções de elementos críticos, alguns de acesso difícil, deve ser efectuada e com que periodicidade, assumindo que tal implica uma interrupção do serviço.
Estes elevadores funcionaram a água, enchendo o reservatório do elevador que descia, de modo a que o maior peso fizesse subir o outro relevador, o que permitia algum tipo de regulação, passou para o vapor e, finalmente, para a electricidade, sem que, durante os processos de conversão, fossem melhorados de forma significativa os sistemas de segurança.
Não foram adicionados sistemas automáticos, que, face a um conjunto de factores, como a velocidade excessiva, travassem automaticamente os elevadores, nem redundâncias que evitassem um acidente sério caso componentes do sistema de tração, que inclui o cabo e acessórios conexos, tivessem uma falha crítica, sabendo-se que esta teria consequências desastrosas.
Uma verificação adequada tem que passar, necessariamente, pela inspecção de tudo o que está sob o sub-solo, onde se encontram cabos e componentes associados, algo que implica um conjunto de trabalhos morosos e que, inevitavelmente, implicam a imobilização dos elevadores durante esse período, com o prejuízo inerente a um equipamento imobilizado.
Estes elevadores funcionaram a água, enchendo o reservatório do elevador que descia, de modo a que o maior peso fizesse subir o outro relevador, o que permitia algum tipo de regulação, passou para o vapor e, finalmente, para a electricidade, sem que, durante os processos de conversão, fossem melhorados de forma significativa os sistemas de segurança.
Não foram adicionados sistemas automáticos, que, face a um conjunto de factores, como a velocidade excessiva, travassem automaticamente os elevadores, nem redundâncias que evitassem um acidente sério caso componentes do sistema de tração, que inclui o cabo e acessórios conexos, tivessem uma falha crítica, sabendo-se que esta teria consequências desastrosas.
Uma verificação adequada tem que passar, necessariamente, pela inspecção de tudo o que está sob o sub-solo, onde se encontram cabos e componentes associados, algo que implica um conjunto de trabalhos morosos e que, inevitavelmente, implicam a imobilização dos elevadores durante esse período, com o prejuízo inerente a um equipamento imobilizado.
sexta-feira, setembro 05, 2025
A culpa é do protocolo? - 1ª parte
Muito se tem discutido, a propósito do trágico acidente com o elevador da Glória, que lamentamos profundamente, enviando aos sobreviventes, e aos familiares e amigos de todos os envolvidos no acidente, a expressão do nosso pesar e solidariedade, a questão da manutenção e de quem a efectua, procurando encontrar uma causa antes de terminadas as investigações.
Segundo as declarações prestadas por diversas entidades, todas as inspecções e manutenções foram efectuadas de acordo com o protocolado, com uma inspecção visual a ter ocorrido no próprio dia do acidente, mas o facto é que uma falha técnica, concretamente a quebra de um cabo ou componente associado ocorreu, com as consequências que conhecemos.
Mais importante do que manutenções ou inspecções, que admitimos terem sido efectuadas de acordo com o protocolado, interessa-nos saber o que consta do protocolo que estabelece os procedimentos inspectivos e a forma como cada manutenção periódica e excepcional é efectuada, dado que este documento valida toda a actividade conducente à manutenção destes elvadores.
Num equipamento com quase 140 anos, concebido numa época em que as tecnologias eram distintos e as normas de segurança seriam virtualmente inexistentes em termos de padronização, o tipo de inspecção e manutenção assume complexidades excepcionais, sobretudo quando, ao longo de quase século e meio, foram introduzidas numerosas alterações funcionais.
Segundo as declarações prestadas por diversas entidades, todas as inspecções e manutenções foram efectuadas de acordo com o protocolado, com uma inspecção visual a ter ocorrido no próprio dia do acidente, mas o facto é que uma falha técnica, concretamente a quebra de um cabo ou componente associado ocorreu, com as consequências que conhecemos.
Mais importante do que manutenções ou inspecções, que admitimos terem sido efectuadas de acordo com o protocolado, interessa-nos saber o que consta do protocolo que estabelece os procedimentos inspectivos e a forma como cada manutenção periódica e excepcional é efectuada, dado que este documento valida toda a actividade conducente à manutenção destes elvadores.
Num equipamento com quase 140 anos, concebido numa época em que as tecnologias eram distintos e as normas de segurança seriam virtualmente inexistentes em termos de padronização, o tipo de inspecção e manutenção assume complexidades excepcionais, sobretudo quando, ao longo de quase século e meio, foram introduzidas numerosas alterações funcionais.
domingo, agosto 17, 2025
Eliminar o imobilizador nos Discovery 300Tdi - 2ª parte
Os três cabos ligam os pinos 2 e 3, ligados à bomba de combustível, 4 e 8, referentes ao corte de combustível, e o 6 e 10, ligados ao "starter", o que vai estabelecer directamente as conexões que o imobilizador interrompe e que impedem o funcionamento do motor, sempre tendo em conta que um destes circuitos abertos resulta na imobilização do veículo.
Também será de ressalvar que a imobilização pode decorrer de outras causas, ou seja, o imobilizador permite a passagem de corrente, mas um dos integrados que ficam na cablagem entre o imobilizador e o orgão mecânico conectado pode estar avariado, o que significa que mesmo fazendo uma ligação entre os pinos, o problema se irá manter.
Existe, naturalmente, a possibilidade de recorrer a uma Nanocom, ou equipamento similar, para eliminar o imobilizador ou para codificar novas chaves, do tipo 3TXB, que, no Aliexpress, têm um valor que começa perto dos 14 Euros, repondo assim a situação de origem, assumindo que o problema não é no imobilizador e sim a nível de comandos.
Nos Discovery, o imobilizador fica sob o porta-luvas, sendo simples localizar e aceder, pelo que colocar uma ficha pronta fica ao alcance da maioria dos proprietários, mas, obviamente, após esta alteração, o veículo fica muito mais vulnerável, pelo que deve ser adicionado um sistema de alarme com a brevidade possível.
Também será de ressalvar que a imobilização pode decorrer de outras causas, ou seja, o imobilizador permite a passagem de corrente, mas um dos integrados que ficam na cablagem entre o imobilizador e o orgão mecânico conectado pode estar avariado, o que significa que mesmo fazendo uma ligação entre os pinos, o problema se irá manter.
Existe, naturalmente, a possibilidade de recorrer a uma Nanocom, ou equipamento similar, para eliminar o imobilizador ou para codificar novas chaves, do tipo 3TXB, que, no Aliexpress, têm um valor que começa perto dos 14 Euros, repondo assim a situação de origem, assumindo que o problema não é no imobilizador e sim a nível de comandos.
Nos Discovery, o imobilizador fica sob o porta-luvas, sendo simples localizar e aceder, pelo que colocar uma ficha pronta fica ao alcance da maioria dos proprietários, mas, obviamente, após esta alteração, o veículo fica muito mais vulnerável, pelo que deve ser adicionado um sistema de alarme com a brevidade possível.
sábado, agosto 16, 2025
Manutenção e reparação de veículos todo o terreno na Pro TT
Numa altura em que muitas empresas encerram para férias, ou a disponibilidade para atender diminui de forma muito substancial, face a uma maior afluência de clientes que necessitam dos seus veículos todo o terreno e a férias do pessoal, não podemos deixar de agradecer à Pro TT, e especialmente ao Nuno, a disponibilidade para resolver um problema resultante da avaria do comando do Defender.
A Pro TT está aberta durante os dias de semana e ao Sábado de manhã, prestando serviços de manutenção, reparação e preparação de veículos todo o terreno, inclusivé para competição o expedições, tendo uma equipa técnica complementada por elementos externos capazes de responder a situações diversificadas e complexas.
A Pro TT situa-se na Rua dos Selões, Parque Industrial 1, Armazém 7, na Terrugem, sendo possível aceder, para quem venha de Lisboa, percorrendo o IC 19 até ao fim, entrando na A16, saindo na N9 e virando à esquerda na rotunda que fica a seguir à Controlauto, entrando na Rua da Aviação Portuguesa e saindo desta, virando à direita, a seguir ao parque de caravanas.
Para quem precise de serviços para veículos todo o terreno, embora não se excluam outros, esta é mais uma alternativa, sobretudo para quem resida na zona de Sintra, particularmente bem fornecida no respeitante a empresas a operar nesta área, e onde os Land Rover são particularmente bem vindos.
A Pro TT está aberta durante os dias de semana e ao Sábado de manhã, prestando serviços de manutenção, reparação e preparação de veículos todo o terreno, inclusivé para competição o expedições, tendo uma equipa técnica complementada por elementos externos capazes de responder a situações diversificadas e complexas.
A Pro TT situa-se na Rua dos Selões, Parque Industrial 1, Armazém 7, na Terrugem, sendo possível aceder, para quem venha de Lisboa, percorrendo o IC 19 até ao fim, entrando na A16, saindo na N9 e virando à esquerda na rotunda que fica a seguir à Controlauto, entrando na Rua da Aviação Portuguesa e saindo desta, virando à direita, a seguir ao parque de caravanas.
Para quem precise de serviços para veículos todo o terreno, embora não se excluam outros, esta é mais uma alternativa, sobretudo para quem resida na zona de Sintra, particularmente bem fornecida no respeitante a empresas a operar nesta área, e onde os Land Rover são particularmente bem vindos.
quinta-feira, agosto 14, 2025
Eliminar o imobilizador nos Discovery 300Tdi - 1ª parte
Eliminar o imobilizador dos Discovery 300Tdi ou dos Defender com o mesmo motor, tipicamente um AMR4956, habitualmente designado por "spider", pode ser feito recorrendo a uma ficha, que estabelece um conjunto de ligações, enquanto mantém funcional o sistema de tranca centralizada das portas.
A peça que faz estas ligações pode ser adquirida devidamente acabada, sob o formato de uma ficha, com as ligações feitas, algo que se aconselha, mas também pode ser o proprietário, em caso de emergência, a efectuar um conjunto de ligações que permitem eliminar o imobilizador, recorrendo a ligações com fios e conectores.
Em primeiro lugar, convém preparar os cabos para ligação, de boa qualidade e que convém que estejam bem isolados e que os conectores se fixem bem nos pinos do imobilizador, já que conseguir numa loja e electrónica a ficha adequada completa pode não ser fácil numa situação de alguma emergência.
Convém examinar adequadamente a numeração do conectir, sendo que em baixo à esquerda está o pino 1, com o 2 em cima, seguindo-se o 3, em baixo, o 4 em cima e sucessivamente até terminar no pino 10, à direita em cima, e ter três cabos, com perto de 10 centímetros de comprimento e os respectivos conectores instalados.
A peça que faz estas ligações pode ser adquirida devidamente acabada, sob o formato de uma ficha, com as ligações feitas, algo que se aconselha, mas também pode ser o proprietário, em caso de emergência, a efectuar um conjunto de ligações que permitem eliminar o imobilizador, recorrendo a ligações com fios e conectores.
Em primeiro lugar, convém preparar os cabos para ligação, de boa qualidade e que convém que estejam bem isolados e que os conectores se fixem bem nos pinos do imobilizador, já que conseguir numa loja e electrónica a ficha adequada completa pode não ser fácil numa situação de alguma emergência.
Convém examinar adequadamente a numeração do conectir, sendo que em baixo à esquerda está o pino 1, com o 2 em cima, seguindo-se o 3, em baixo, o 4 em cima e sucessivamente até terminar no pino 10, à direita em cima, e ter três cabos, com perto de 10 centímetros de comprimento e os respectivos conectores instalados.
segunda-feira, agosto 11, 2025
Fogão portátil a gás - 2ª parte
A ignição piezoelétrica é eficaz e ao sistema integrado de prevenção de fugas de gás permite uma utilização em interiores, sem correr riscos, tendo uma construção robusta de queimador de braço único, sendo bastante estável quando colocado numa superfície plana e suportando bem o peso das panelas, mesmo que de dimensões razoáveis.
As dimensões são de apenas de 33.5 x 25.5 x 5.99 milímetros, estando disponível, por uma diferença de preço mínima, uma versão com caixa de transporte em plástico resistente, com fecho, sendo mais do que justificável pagar este pequeno acréscimo, que fica em perto de 3 Euros, para dispor de um armazenamento muito mais prático e seguro.
Para refeições rápidas, pré-cozinhadas ou conservadas em frio, este fogão é extremamente prático, sobretudo se complementado por um pequeno frigorífico portátil, sendo muito fácil de acondicionar ambos dentro de uma viatura, seja um todo o terreno, seja uma viatura de bombeiros que vá permanecer num local remoto durante um período prolongado. O preço da versão mais económica fica um pouco acima da dúzia de Euros, incluindo portes e IVA, mas sem incluir as botijas de gás, algo que faz todo o sentido, dado que o seu transporte tem implicações de segurança, podendo o cliente optar por um modelo em negro, pelo que estamos diante de um produto com uma relação muito favorável entre o preço e a qualidade, sendo uma solução a ter em conta para quem necessite de cozinhar em locais mais remotos.
As dimensões são de apenas de 33.5 x 25.5 x 5.99 milímetros, estando disponível, por uma diferença de preço mínima, uma versão com caixa de transporte em plástico resistente, com fecho, sendo mais do que justificável pagar este pequeno acréscimo, que fica em perto de 3 Euros, para dispor de um armazenamento muito mais prático e seguro.
Para refeições rápidas, pré-cozinhadas ou conservadas em frio, este fogão é extremamente prático, sobretudo se complementado por um pequeno frigorífico portátil, sendo muito fácil de acondicionar ambos dentro de uma viatura, seja um todo o terreno, seja uma viatura de bombeiros que vá permanecer num local remoto durante um período prolongado. O preço da versão mais económica fica um pouco acima da dúzia de Euros, incluindo portes e IVA, mas sem incluir as botijas de gás, algo que faz todo o sentido, dado que o seu transporte tem implicações de segurança, podendo o cliente optar por um modelo em negro, pelo que estamos diante de um produto com uma relação muito favorável entre o preço e a qualidade, sendo uma solução a ter em conta para quem necessite de cozinhar em locais mais remotos.
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