A Foggy Day - Ella Fitzgerald
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sábado, 15 de novembro de 2014
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
O fascínio do Chalet Biester
Chalet Biester - Sintra, Estrada da Pena
The Ninth Gate Theme - Sumi Jo
Cerca de 1890, Ernesto
Biester, rico comerciante de origem alemã e desde há muito radicado em
Portugal, elegeu para edificar a sua mansão uma propriedade em Sintra (Estrada
da Pena). A execução do chalet – que tomou o nome do proprietário – revelou-se
eclética tendo inclusive recebido a colaboração de Rafael Bordalo Pinheiro
(azulejos da lareira).
O Chalet Biester apontado frequentemente como sede de vários lendas e mistérios (há quem refira uma ligação subterrânea para a Quinta da Regaleira) foi um dos vários cenários do filme The Ninth Gate (A Nona Porta), dirigido por Roman Polanski e onde o actor principal é Johnny Depp, no papel de um compulsivo caçador de livros raros.
O Chalet Biester apontado frequentemente como sede de vários lendas e mistérios (há quem refira uma ligação subterrânea para a Quinta da Regaleira) foi um dos vários cenários do filme The Ninth Gate (A Nona Porta), dirigido por Roman Polanski e onde o actor principal é Johnny Depp, no papel de um compulsivo caçador de livros raros.
Transcrevemos do nº 4 da
revista “A Architectura Portugueza, de 1908”:
“Em detalhe, toda a construcção é um mimo. Exteriormente, o arco abatido que emmoldura a porta dupla de entrada, arco em que se ergue um balcão coberto, constitue, no seu conjuncto, um motivo delicioso em que [José Luís] Monteiro affirma, simultaneamente, o seu valor de constructor e de artista. D’uma grande simplicidade, casando-se admiravelmente com a restante fachada de que esse motivo é a parte central e principal, as columnas que, n’elle, entram, sem deixarem de representar a sua funcção structural, de supporte, são d’uma graça e leveza incomparáveis, e a maneira como Monteiro deu a máxima cor, sem volumes excessivos, a esse detalhe da fachada, é tambem uma affirmação, e boa, da sua valia.
Internamente, se Monteiro teve a collaboração de Manini e Leandro Braga que, sobretudo na sala de jantar, mostrou quão grande era o seu valor de technico e artista, a sua direcção adivinha-se em toda a parte, ainda mesmo n’um ou n’outro ponto em que a phantasia de Leandro Braga, sentindo-se mais à vontade, se expandiu por isso tambem mais livre e acentuadamente. Desenhador d’um valor que, ainda hoje, é lembrado como tal pelos seus companheiros do atelier Pascal, Monteiro, sem prejudicar a visão de Leandro Braga que era o primeiro a respeitar, detalhou até à ultima, sempre que o julgou necessario, qualquer pormenor em que Braga interveio e que Monteiro entendia estar dentro da sua alçada. No resto, Braga, subordinando-se ao plano geral, fez só o que a sua consciencia de artista lhe ditou. E assim, a obra dos dois, se por vezes se funde, funde-se sempre em virtude do esforço consciente de ambos, não trazendo por isso prejuizo a um ou a outro, mas antes dando-lhes mais lustre e gloria.
“Em detalhe, toda a construcção é um mimo. Exteriormente, o arco abatido que emmoldura a porta dupla de entrada, arco em que se ergue um balcão coberto, constitue, no seu conjuncto, um motivo delicioso em que [José Luís] Monteiro affirma, simultaneamente, o seu valor de constructor e de artista. D’uma grande simplicidade, casando-se admiravelmente com a restante fachada de que esse motivo é a parte central e principal, as columnas que, n’elle, entram, sem deixarem de representar a sua funcção structural, de supporte, são d’uma graça e leveza incomparáveis, e a maneira como Monteiro deu a máxima cor, sem volumes excessivos, a esse detalhe da fachada, é tambem uma affirmação, e boa, da sua valia.
Internamente, se Monteiro teve a collaboração de Manini e Leandro Braga que, sobretudo na sala de jantar, mostrou quão grande era o seu valor de technico e artista, a sua direcção adivinha-se em toda a parte, ainda mesmo n’um ou n’outro ponto em que a phantasia de Leandro Braga, sentindo-se mais à vontade, se expandiu por isso tambem mais livre e acentuadamente. Desenhador d’um valor que, ainda hoje, é lembrado como tal pelos seus companheiros do atelier Pascal, Monteiro, sem prejudicar a visão de Leandro Braga que era o primeiro a respeitar, detalhou até à ultima, sempre que o julgou necessario, qualquer pormenor em que Braga interveio e que Monteiro entendia estar dentro da sua alçada. No resto, Braga, subordinando-se ao plano geral, fez só o que a sua consciencia de artista lhe ditou. E assim, a obra dos dois, se por vezes se funde, funde-se sempre em virtude do esforço consciente de ambos, não trazendo por isso prejuizo a um ou a outro, mas antes dando-lhes mais lustre e gloria.
O parque que, como já
dissemos, é obra de Nogré, é uma maravilha. Como Polixénes do “Conto d’Inverno”
de Shakespeare, que dizia que “a arte que ajuda a natureza é a arte superior
porque é, por assim dizer, ainda a natureza”, o sr. Nogré fez o seu jardim
Biester no estylo da paysagem, limitando-se sempre que lhe foi possivel, acabar
a obra principiada pela natureza, e isso sem esquecer a casa que o jardim tinha
de enquadrar. N’esta orientação, traçou-lhe todas as ruas e alamedas de forma a
fazer valer, de todos os lados e o melhor possivel, a silhueta geral do
edificio. Ora avultando em pittorescos maçissos, ora ondulando, naturalmente,
sem outra cobertura além da que lhe dá a herva cuidadosamente aparada, o parque
valorisa-se assim com o mesmo principio de sobriedade que caracterisa, na
alternação dos espaços nus e decorados, o estylo romanico. E, correndo em todos
os sentidos, ao longo das três faces posteriores da casa, que umas vezes quasi
desapparece sob a massa dos seus tufos, outras surge desafogada, e ainda outras
apparece enquadrada e recortada da folhagem, esta oferece-se, por esta fórma,
continuamente, a quem a olha de fóra, como um elemento sempre original e novo.
Notas: Na casa Biester,
collaboraram as seguintes pessoas: mestre Costa, tendo por encarregado de
carpinteiros seu sobrinho Carlos da Costa Soares, ambos de Cintra. Este ultimo,
quando aquelle se impossibilitou por doença, substituiu-o como mestre da obra
até final, mostrando a sua muita competência. Os estuques são de Domingos
Antonio da Silva Meira; a esculptura em madeira de Leandro Braga e a pintura
decorativa de Luigi Manini, excepto o arauto que se vê na entrada que é de
Baeta, tambem distincto pintor. A guarnição de ferro forjado da grande chaminé
da sala de jantar é de José da Quinta, artista serralheiro de grande valor.”
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Crystal Silence
Crystal Silence - Chick Corea and Gary Burton
Sometimes we live a very rare moment in time.
Everything is beautiful. Everything is right.
We have all the time in the world and we sit before a wonderful landscape or seascape.
We feel there´s a new mood for Love rising all around from the crystal clear atmosphere.
Time to understand for the first time the beauty of some moments we have lived.
Only now we realize how important they really were.
So, now we know, we can understand and feel more deeply.
Now we have that special time with ability to create and to enjoy different times, fantastic times…
We can do Magic…
A time also to see also we have only a short time to share this new kind of Love.
We are sitting before the sunset of our life.
It could be a perfect time if we were not alone.
Sometimes we live a very rare moment in time.
Everything is beautiful. Everything is right.
We have all the time in the world and we sit before a wonderful landscape or seascape.
We feel there´s a new mood for Love rising all around from the crystal clear atmosphere.
Time to understand for the first time the beauty of some moments we have lived.
Only now we realize how important they really were.
So, now we know, we can understand and feel more deeply.
Now we have that special time with ability to create and to enjoy different times, fantastic times…
We can do Magic…
A time also to see also we have only a short time to share this new kind of Love.
We are sitting before the sunset of our life.
It could be a perfect time if we were not alone.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
segunda-feira, 10 de junho de 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Dettagli
Detalhes
Fugazes
Descobertos
Clareiras de vento e luz
Milagres do quotidiano
Princípio e fim
Milagres do quotidiano
Princípio e fim
Harmonia bem perto
A Beleza do universo
Num relance
Grandioso
Sempre
Sempre
Dettagli - Ornella Vanoni
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
From my window
Anoitece e a chuva cai no
cinzento que sobe lá fora na melancolia de Domingo.
Tempo parado no silêncio da
casa onde caiem as notas de uma velha melodia.
E as notas e as gotas cá
dentro rimam na maré do dia adormecido nos meus braços.
My Melancoly baby - Ella
Fitzgerald
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quarta-feira, 27 de junho de 2012
sexta-feira, 25 de maio de 2012
sexta-feira, 2 de dezembro de 2011
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
On the rocks II
Foto colhida junto do rochedo da "Papoa" em Peniche
Where we can hear the sound of wind and the sea passing between strange rocks - looking statues of ancient Gods.
Feeling the Divine
Where we can hear the sound of wind and the sea passing between strange rocks - looking statues of ancient Gods.
Feeling the Divine
Sanskrit Chant - Gayatri Mantra
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
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