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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Girl at Sewing Machine (1921), Edward Hopper

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Deixar entrar a luz...

Morning Sun (1952), Edward Hopper

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Thought worm/ Ear worm

True Detective mexeu comigo. De tal forma que ainda sou assolada por  imagens, diálogos e ambientes três dias depois de ter terminado de ver. E a música não me sai da cabeça.

domingo, 13 de abril de 2014

Uma pequena história sobre uma orquídea

Há alguns dias atrás, de manhã, quando me aproximei do meu carro, estava uma orquídea presa no limpa para-brisas. Peguei nela, e guardei-a dentro do carro, junto às mudanças. Andou ali uns dias a alimentar a imaginação de uma mulher que há muito se tornou desencantada.
 
Como é que ela teria lá ido parar? Foi uma coincidência, um simples acaso ou um engano?  Foi propositado? Foi um presente de um admirador?
Se sim, quem?

 

Não sei, mas alguém me disse que mesmo que não saiba o quem, como ou porquê da situação posso sempre encará-la como um presente da vida, um presente que devo agradecer. Acho que sim. Obrigada vida, pela orquídea e por tudo o resto.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

É tempo de fazer balanços. De analisar o ano que termina e de nos prepararmos psicologicamente para o ano que aí vem. Dizem que vai ser mau, que vai ser de crise, mas eu não quero entrar no ano novo pessimista. Tirem-me tudo, mas não me tirem a esperança.

O ano de 2012 não foi mau a nível pessoal. Sinto que foi um ano de progressos, foi um ano de mudanças positivas e de conquistas, por isso sinto-me confiante nesta entrada em 2013.

Acabei de ouvir no rádio a seguinte frase: O segredo para ter um ano novo maravilhoso é não ter medo de nada. Gostei. Na verdade, não ter medo de nada liberta-nos. E livres somos mais capazes.

Hoje à noite festejem bastante. Façam loucuras. Bebam o que quiserem do recipiente que quiserem. Ou não. Façam o que vos apetecer, mas entrem no ano novo com ânimo para o enfrentar.
Bom ano 2013.

(Bem, eu continuo a preferir uma flute, ou mesmo um copito de plástico, ou mesmo o gargalo da garrafa.)

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Quero ser livre


E perder o medo do que a vida trouxer.

domingo, 18 de novembro de 2012

...


O Que Se Quer, Marisa Monte e Rodrigo Amarante

"Eu pago p'ra ver
qual o meu lugar,
que a vida é um dia,
um dia sem culpa,
um dia que passa aonde a gente está"

domingo, 30 de setembro de 2012

Mudança IV


E lá vou eu de armas e bagagens para o trabalho novo. Desejo a mim própria uma boa viagem e uma ótima estadia.

sábado, 29 de setembro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Mudança II

Por esta altura do ano costumo estar deprimida com o fim do Verão, mas felizmente este ano estou em modo mudança e estou a adorar a chegada do Outono. Existe coisa mais linda que a mudança das estações? Cada uma com as suas cores e sabores. Adoro.

terça-feira, 25 de setembro de 2012


And I'm trying to escape.

sábado, 22 de setembro de 2012

A memória

A memória é uma das coisas mais importantes na definição de um ser humano. As nossas vivências, experiências, gostos e hábitos formam a nossa memória e ajudam a definir quem somos. Quando isso desaparece o que fica de nós?


O meu pai tem essa terrível Doença de Alzheimer. A sua memória, tanto de longo como de curto prazo, já falha muito. Já não conta as histórias da sua juventude que costumava contar. Talvez elas já nem existam na sua cabeça. Já não tem certos hábitos que faziam dele quem ele era. Talvez o seu cérebro já seja a maior parte do tempo uma manhã de denso nevoeiro. Por enquanto ainda nos conhece a nós e esse é talvez o momento mais temido, o momento em que o nevoeiro se instale permanentemente naquela cabeça e ele deixe de reconhecer a família.
Nesse momento teremos que nos agarrar à nossa memória para continuar.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Mudança


As mudanças sempre me assustaram. Muito. Por isso, é com prazer que vejo que eu própria começo a mudar e a não ter tanto medo da mudança. As mudanças chegam e eu consigo encará-las com otimismo. Algumas sou eu própria que vou na direcção delas, enfrentando-as com naturalidade. E vejo que a mudança é um pouco como esta imagem, um portão aberto e um caminho longo, mas cheio de possibilidades.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Vidas Inspiradoras


Sempre gostei de ler biografias. Gosto de me inspirar em vidas interessantes e ricas de pessoas que de algum modo admiro.

Acabei agora de ler o livro "A Infanta Rebelde" de Raquel Ochoa, uma biografia da Infanta Dona Maria Adelaide de Bragança Van Uden, que faleceu em Fevereiro deste ano com a linda idade de 100 anos.
Eu diria que ela aproveitou bem os 100 anos que lhe foram dados.
Que vida extraordinária teve esta princesa no exílio que passou por duas guerras mundiais, fez parte da Resistência, foi presa, esteve à beira da execução, passou fome e ajudou a salvar vidas e a melhorar as condições de vida de centenas de pessoas.
No dia em que foi condecorada com a Ordem de Mérito Civil
Esta senhora, apesar da origem real, era completamente desapegada dos bens materiais. Era uma pessoa simples e corajosa, aprendeu a lutar pela sobrevivência desde cedo. As dificuldades por que passou durante a 2ª Guerra Mundial ajudaram a fortalecer ainda mais o seu carácter. Tornou-se uma verdadeira mulher de armas e nunca baixou os braços em qualquer situação. Sempre pronta a judar os outros, a frase que ela mais repetia era: " Não ligue às coisas, ligue às pessoas."

Uma vida verdadeiramente inspiradora.



segunda-feira, 4 de junho de 2012

Para sempre



Para sempre é muito tempo, eu sei. Principalmente nos dias de hoje. Mas eu amo ver um casal que ao fim de 30, 40, 50 anos ainda se ama. Não aqueles que estão juntos por comodismo ou por questões práticas. Falo daqueles que realmente encontraram um companheiro para a vida e que ao fim de tantos anos se amparam, se apoiam, se amam. Companheiros de verdade e para sempre. Acho lindo, lindo. E queria muito isso para mim.


quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Exótico Hotel Marigold

Ontem vi um filme bonito e enternecedor, daqueles que nos fazem sair do cinema bem dispostos e de bem com a vida. O Exótico Hotel Marigold (The Best Exotic Marigold Hotel no original), um filme com actores maravilhosos que dão vida a personagens riquíssimas.
Um grupo de reformados ingleses decide ir para a Índia passar a sua idade de ouro na tranquilidade do Exótico Hotel Marigold. Alguns chegam desiludidos, outros desanimados, outros ainda querendo provar que nada mudou nas suas vidas, mas as experiências por que vão passar fazem com que percebam que a vida ainda tem muito para lhes dar, mesmo que seja de forma diferente do que eles estavam à espera.


O filme brinca com os estereótipos sobre os britânicos e os  indianos e provoca-nos uma boas gargalhadas, mas tem também muitos momentos que convidam à reflexão, principalmente sobre o envelhecimento. Estar vivo nem sempre é sinónimo de sentir-se vivo e uma coisa é certa e comum a todos os seres humanos, todos nós nos queremos sentir vivos, seja qual for a nossa idade.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Não guardem tudo aí dentro


Quando guardamos ideias ou sentimentos cá dentro por muito tempo e não os partilhamos com ninguém, essas ideias ou sentimentos podem ganhar um poder desmesurado sobre nós. Podem ficar maiores do que realmente são. Podem ganhar forma de monstro de duas cabeças. Às vezes basta dizê-lo a alguém que nos ouça e essa coisa que era enorme e ocupava muito espaço na nossa cabeça fica pequena e sem importância. Falar, partilhar, combater a vontade de se fechar sobre si próprio pode ser muito libertador e pode também trazer muita paz.

"-Sou a Ren... lembras-te? Só quero que saibas que me partiste o coração, mas, seja como for, estou feliz por estares vivo.
Agora que o disse, há alguma coisa pesada e sufocante que sai de cima de mim, e sinto-me verdadeiramente feliz."

Margaret Atwood, O Ano do Dilúvio

sexta-feira, 30 de março de 2012

Ela e ele...


Não consigo compreender as mulheres que cada vez que mudam de namorado, mudam a sua fotografia do facebook. Mas não porque mudam de visual ou porque lhes apetece mudar a foto, é simplesmente porque mudaram de namorado: antes era ela com o "João" agora é ela com o "Pedro" e amanhã vai ser ela com o "Eduardo".  Vejam se me entendem, não questiono o facto de mudarem de namorado, isso só diz respeito à vida de cada um, mas sim a nunca conseguirem colocar uma foto delas próprias sozinhas. Afinal a página do facebook é individual, certo?
Juro que não consigo entender, mas parece-me falta de auto-estima.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Fun is not overrated




Não, não estou a incentivar o uso de drogas leves, estou só a concluir que preciso de me divertir.