Desde o dia em que nasceste
Que temo não segurar a tua mão!
Releio a dedicatória que escrevi no último livro que te ofereci:
"...gostaria de te construir um mundo de betão, onde a injustiça e a tristeza não entrassem"...
Este mundo de betão para o qual te preparamos, tem fissuras como anomalia de construção.
A argamassa dilatou e cedeu às externalidades. Por isso, tento todos os dias transmitir-te os mais importantes valores do ser humano para que, em confronto com o que o mundo te reserva (de bom e mau), saibas enfrentar e reagir.
Dar-te-ei sempre a mão, mas também saberei deixar-te seguir o teu caminho.
Amar é também libertar...
Voa meu pássaro veloz. Alcança tudo o que desejas que eu estarei cá para te ver voar!