Trazem açucar polvilhado, num toque suave, amigo...
Aparecem e são minhas, partilhadas com outro alguém,
Com seres especiais, e não as conto a ninguém!
Um amigo, que partiu, não lhe chamou "coincidências"!
Apertou-me as mãos e disse: "São de Deus!Dele diligências!"
Vejo-as algumas vezes e lembro-me de si, sempre!
Nos trilhos que percorro, e que defino como meus,
procuro não as esconder,prefiro olhá-las e dizer:
Eis aqui as mãos de Deus!