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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Ancoradouro...de amor














Sublime delicadeza dos gestos
Do olhar que se lança no outro
Da transmissão de calma no tumulto
Da dádiva serena de paz.
Tenho-te visto preocupado
Ancioso por soluções de problemas não por ti criados
Mas em ti firmados pela tua verticalidade pessoal
Finalmente senti que o porto ancoradouro do teu barco é igual ao meu.
É um porto onde vemos os barcos sair e entrar, com toda a dádiva que nos assiste dar.
Um porto seguro nos afectos, com barcos de âncoras firmes e robustas,
Mas que não está preparado para o tsunami da falta de seriedade.
Neste porto,ancoramos os botes, damos a mão e apreciamos a paisagem.
Vemos uns entrar, outros a sair e alguns, os bons, a permanecer...E nós, estaremos aqui, sempre firmes, sempre ouvintes, sempre falantes, sempre nós.
Contigo, morarei neste ancoradouro, enquanto o sol brilhar.
Assistirei ao poisar das gaivotas, sentirei o vento que de leve ondula nas águas do rio...
Continuaremos a receber os barcos no ancoradouro e a agradecer a sua visita por nos ajudarem a firmar a nossa âncora!
Na despedida, sentimos sempre vontade do regresso, da visita renovada, do riso e da alegria de vos sentir por perto. Sempre no ancoradouro...

Olha...sente

Vi-te doce Vi-te d'alma Vi-te dono de mim e em mim vi-te doçura! Bebi-te intenso, Vivi-te pensamento, reflexão! E, no relógio que o te...