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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

A Fé




A Fé é um processo que vem sendo determinado e medido inclusive pela ciência através de experiências feitas em inúmeros países. A fé e o poder da oração feita com fé já foram testados em casos de saúde e demonstraram sua efetividade. A fé, no entanto, não pode se confundir com ansiedade. Muitos dizem ter fé, mas na verdade estão ansiosos, desejosos, torcem para que aquilo que desejam ocorra, mas não com fé, com desejo, vontade, etc.

Quantos, na demora no atendimento à sua vontade, emitem conceitos negativos (do tipo, somente eu não consigo, acontece somente comigo, como sou infeliz, etc.) Que vão para o espaço, e retornam à mesma pessoa, seja pela emissão de vibrações negativas. Tudo isso acontece pela falta de fé, confundida com a ansiedade que tem na busca de solução para seus problemas pessoais.

A fé não é crer em Deus. É saber que Ele existe e está presente em nossa vida todo o tempo. Deus não se afasta de nós, nós é que nos afastamos dEle, através da desarmonia de ações, de energia e de valores. Aquele que realmente tem fé treme e balança, mas não cai: “filho de umbanda balança, mas não cai”. Essa frase de um ponto histórico, conhecido por, provavelmente, todos os terreiros existentes no Brasil, dá uma demonstração do que significa a fé para um umbandista. Mesmo nas horas mais difíceis da vida ele se vale de suas entidades e, sobretudo, de deus (olorum, zambi, obatalá, tupã) e quando percebe já ultrapassou aqueles momentos que considerava impossíveis de superar. Essa é a fé que diferencia e que resguarda dos malefícios do mundo.

Por Pai Solano de Oxalá.

terça-feira, 16 de julho de 2013

O Poder da Fé


A utilização de amuletos e elementos naturais reforça a prática das benzedeiras “modernas”, inclusive atuando na saúde pública.


O Brasil é rico por sua diversidade, pela cultura, a música e a mistura de povos. Com tanta influência e mescla cultural, as religiões desenvolvem papel importante na vida do povo brasileiro. O sagrado e o místico se fundem em rituais, práticas e dogmas, passados de geração a geração. De igrejas evangélicas, que utilizam simbologias, como cruzes, flores, amuletos a centros místicos que se armam de recursos materiais, a transferência de fé para “amuletos” é constante. Dentro deste contexto destacam-se as benzedeiras, mulheres que conseguiram manter a tradição e juntam fé e misticismo como aplicação prática de curas. Além disso, passaram a ser utilizadas como auxiliadoras da Saúde Pública, no Ceará.

Os amuletos representam hábitos antigos e que se renovam a cada dia, de acordo com alternâncias culturais e geográficas. Presos em cordões de couro, correntes e nos mais diversos materiais e cores, esses objetos são considerados itens da moda e representam as crenças e superstições de várias religiões. Tem para todos os gostos. Do crucifixo cristão à Estrela de Davi. Dos búzios do candomblé às moedas chinesas. Mudam-se as formas, os tamanhos e até as cores, mas os objetivos continuam os mesmos e com uma finalidade em comum: afastar a inveja, renovar as energias, trazer boa sorte e proteção.
D. Maria Antonieta de Camargo, 46 anos, é vendedora em uma loja de artigos religiosos na zona norte de São Paulo e afirma que as mulheres entre 30 e 50 anos são as compradoras mais assíduas. “O público é bem variado. Vêm mulheres católicas, gente da umbanda e até evangélicos”, revela rindo. A loja chama atenção pelas cores vibrantes e pelo forte cheiro de incenso. Abarrotada de objetos fica difícil de escolher entre tantos protetores.

Maria acredita no poder dos talismãs, mas salienta que “é preciso ter fé naquilo que você acredita, pois nada é inatingível.” A vendedora que também freqüenta um centro espírita, conta que muitas pessoas procuram os artigos com a intenção de prejudicar alguém, porém garante que a vida é como um espelho, “Tudo volta para você. Hoje ou amanhã. Um dia volta”.

Unção natural

"Com dois eu te vejo, três eu quebro encanto, a palavra de Deus e a Virgem Maria é quem cura quebranto, mau-oiado e zóio ruim.” Com galhinhos de arruda e pinhão roxo na mão e o terço em outra, Dona Maíta Sanches benze mais um consulente que se queixa de enxaqueca e dor no corpo. “Chegou aqui com dor de cabeça, corpo dolorido, já sei que é mau olhado.” Então ela começa seu ritual de benzedura e aconselha um banho de sal grosso com manjericão e andar sempre com uma pimentinha. “Isso aí é tiro e queda, acaba com qualquer olho grande.” Outras doenças também podem ser curadas com tratamentos que foram passados a D. Maíta por suas antepassadas.

Segundo a benzedeira, diabetes é tratada com chá de folhas de pata de vaca com insulina e pau ferro e a gastrite desaparece com infuso de casca de jatobá. A mais pedida pelas mães que a procuram é a simpatia para bronquite, uma mistura de várias ervas que deve ser distribuído na semana santa. “Quem já tomou ou vai tomar não pode saber o que vai no chá, senão adoenta de novo ou não cura.” A curandeira ressalta que é necessário um ritual para benzer alguém. “Bem estar e saúde é condição fundamental”. As ervas tem que passar por um processo especial, sendo apanhadas frescas e banhadas em óleos. Muito importante também é sempre aproveitar a energia solar para a benção. E, principalmente, é preciso ter fé. “Benzer alguém é ser um canal de cura, é preciso acreditar no poder do Criador”.

A atendente Andrea Careira, de 34 anos, de família kardecista costuma ser benzida desde criança. Na infância procurava para tratamentos de vermes, "bucho virado" (dor de barriga) e outros. Como adulta procura as benzedeiras para tratar de mau olhado, stress e diz ter sempre bons resultados. "A ciência não consegue explicar tudo, mas nunca deixei deter a cura quando tratada por benzedeiras" diz Andrea.

O uso da fé

“A pessoa tem que ter muita fé naquilo que faz e em que acredita”, diz dona Vilma da Silva Ferreira, 73 anos de idade e benzedeira há mais de quarenta. Curar, segundo ela, é um dom que Deus deu para que possa fazer o bem às pessoas que tem problemas de dores nas costas, quebrante, olho gordo, indisposição e por ai vai. Ela aprendeu a benzer com uma senhora que morava em sua rua chamada Lucinda e a única coisa que usa para ajudar a curar irritações na pele, causadas por picadas de insetos, ou cobreiro, como prefere chamar, são três matinhos verdes e óleo. Após passar a mistura na pele do paciente, ela queima e joga fora.

Vilma nunca acreditou no poder de talismãs, ou pimenta para tirar o mal olhado, ou banho de sal grosso. Ela conta que quando era nova, descobriu que havia uma benzedeira próxima de sua residência. Com toda fé ela decidiu ir conhecer a mulher que cobrou um valor de quase seu salário inteiro. Vilma perguntou a mulher o que ia fazer para que seu marido curasse, a benzedeira respondeu que não ia curá-lo e sim ia arranjar outro marido a Vilma, ela revoltada pegou seu dinheiro de volta e disse à mulher que outro marido ela pode arranjar em qualquer lugar e que não queria isso, a benzedeira disse a Vilma que ela ia sofrer muito dali em diante na sua vida.

E foi o que aconteceu Vilma não dormia e sua vida piorou. Mas as coisas melhoraram depois que começou a benzer outras pessoas por gratidão a Deus. Ela conta que por diversas vezes teve dúvidas se sua reza curaria uma doença, mas mesmo assim manteve a fé - como ela diz – e sempre deu certo.

“Não cobro nada e nem gosto de ganhar presentes, se Deus me deu esse dom vou usá-lo para o bem. Pretendo ensinar minha filha mais nova a benzer e tenho certeza que ela irá ajudar muita gente assim como ajudei”, finaliza Vilma.

Crença e saúde pública

O Posto de Saúde da Família, PSF de Sobral no estado do Ceará, inovou com o tratamento de Hanseníase, diminuindo a mortalidade e qualificando seu atendimento na rede pública., A contratação e o treinamento de 200 benzedeiras age como interface para as populações mais carentes.

A medicina moderna agregada ao catolicismo popular ajuda as benzedeiras a identificar doenças e encaminhar as crianças adoentadas para o tratamento. "Elas aprendem, por exemplo, a reconhecer manchas que podem ser de hanseníase, e encaminham o paciente ao posto de saúde. Também fazem isso quando recebem uma criança que acreditam não poder tratar", Diz o médico, Luiz Odorico Monteiro de Andrade.

A pesquisadora Elisabeth Parente, mestranda em Antropologia Social da Universidade Mackenzie de São Paulo, afirma que a prática mágico-religiosa desenvolvida pelas benzedeiras de tradição católica continua latente e resiste às transformações culturais. “Há casos em Sobral de benzedeiras que são evangélicas. A população não distingue suas crenças e a fé facilita a comunicação e o aceite para o tratamento", diz Elizabeth.

O modelo está sendo seguido por outros estados como o Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo. Nestas regiões, os resultados alcançados também foram satisfatórios. “As pessoas tanto utilizam os serviços de saúde da medicina ‘popular’ quanto da medicina ‘oficial’ - estabelecendo uma complementaridade. Nesta perspectiva, buscamos fazer uma análise antropológica tendo como viés as práticas das rezadeiras e as políticas do Programa de Saúde da Família (PSF).” Afirma a pesquisadora Elizabeth.

terça-feira, 28 de agosto de 2012



          Fé não é uma questão de conveniência. Fé não é uma muleta milagrosa. Fé não é satisfação de caprichos, mas “um meio de demonstrar as realidades que não se vêem”.
          A fé a qual se referia Jesus Cristo é aquela que vibra no coração das criaturas que acreditam que Deus tudo vê e provê. Essa fé verdadeira, que respeita os ritmos e os ciclos naturais da vida, considera que tudo está certo e nada está fora dos domínios da Ordem Providencial.
          Ter fé é aceitar a dor e a dificuldade em nossas vidas como pedidos de renovação. Ter fé é perceber as nossas limitações e, da mesma forma, as dos outros e perdoar sempre.
          Nossa consciência de vida é diminuta e frágil. Como esperar que um paralítico possa caminhar por uma ladeira íngreme, repleta de fendas e pedregulhos, com precisão e agilidade, sem vacilar? É óbvio que o erro traz conseqüências para quem errou, mas a Vida Maior não tem como método de educação punir ou condenar. Ela visa apenas transformar a “energia do ato” na “consciência do ato”. Em outras palavras, quer que a criatura possa extrair do erro ensinamentos e que fique cada vez mais atento às leis que regem sua existência. Portanto, ter fé é aprender a nos perdoar e aos outros, para que possamos ser perdoados.
          Ter fé é entender que não se consegue paz meramente pedindo, e sim fechando as portas das sensações exteriores a fim de penetrar no sentido interior – a intuição sapiencial.
          Enfim, ter fé é compreender que “Deus está em tudo, e tudo está em Deus”, conforme legitimou Jesus Cristo: “Quem me vê, vê o Pai. Como podes dizer: Mostra-nos o Pai? Não crês que estou no Pai e o Pai está em mim?”. Ou mesmo, quando asseverou “Em verdade vos digo: cada vez que o fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizeste”.
          Sobre isso também escreve Paulo de Tarso em I Coríntios, 15:28: “para que Deus seja tudo em todos”, pois, na realidade, o Criador Excelso está em todas as criações e criaturas, mas não se confunde com nenhuma delas, nem nelas se dissipa.


          Francisco do Espírito Santo Neto - Ditado por Hammed, do livro Um Modo de Entender, uma Nova Forma de Viver.



quarta-feira, 11 de julho de 2012

Em Busca de Uma Fé Racional



O tema pode parecer contraditório, pois por definição, fé ou crença é aquilo em que se acredita, enquanto, em contrapartida, a racionalidade é algo pensado, deduzido da razão.

Apesar de toda contrariedade das duas palavras, a fé racional norteia os fundamentos de religiões como a Umbanda ou de doutrinas como o Espiritismo.

Umbandistas e Espíritas acreditam que a fé não deve ser constituída de uma necessidade sem que haja uma razão para tal. É como se pelo fato de não poder ver é que não se acredita, ora, pois, não vemos o ar e ele é tão necessário para nossa vida como nossa fé o é.

Nossa fé está pautada na existência de um Deus, e isso é ponto comum a todas a religiões, porém a racionalidade que nos guia, é movida pelo sentimento de que ser racional é não estar constituído de dogmas (algo indiscutível), de coisas irracionais (que não tem explicação), e que toda criação divina está diretamente ligada ao Criador.

Assim, a fé que nos move, move também a nossa racionalidade, pois ser racional é deduzir pela razão, é discutir através de um espírito crítico à luz de uma discussão com outros sobre as mudanças de nossas idéias.

Hoje, no mundo, somos quase 7 bilhões de pessoas, com hábitos diferentes, costumes diferentes, culturas diferentes, cores diferentes e por conseqüência religiões diferentes.

Nossa religião, não deve ser considerada melhor que outras, pois nossa fé também não é, da mesma forma que nossa religião não deve ser considerada pior que as outras, pois nossa fé também não é.

A prática religiosa que temos pode ser diferente, porém nem melhor nem pior, é simplesmente pautada numa racionalidade que em via de regra deve ser respeitada como tal, e respeitar as demais religiões como estas são.

Nossa busca pela fé racional, deve ser de simplesmente observar, questionar, ponderar e vigiar, para que não sejamos objeto de pessoas mal intencionadas nem tão pouco de um fundamentalismo exacerbado.

Somos praticantes de uma religião que deve manter seu vinculo restrito entre fé e razão, pois, não temos dogmas, somos capazes de explicar e temos consciência de nossa divindade, pois somos ligados ao criador.

Por outro lado, se você insistir em argumentar que a Umbanda é uma religião dos mistérios, eu argumentarei que mesmo os mistérios da Umbanda podem não ser de conhecimento nosso, mas que existe um certo racionalismo, uma certa lógica ou uma certa coerência nestes mistérios.

Assim, peço aos irmãos que ao lerem este artigo, pratiquem sua fé dentro de uma razão, de uma coerência e dentro de uma lógica, pois, somente com este procedimento teremos como buscar uma fé racional, pautada no conhecimento, na coerência de raciocínio e de idéias, no respeito ao próximo, afastando dela os enganadores, os de índole duvidosa, os fundamentalista e principalmente aqueles que abusam da “cega” fé alheia.
  

Por Jairo Pereira Jr. 

quinta-feira, 15 de março de 2012

A Fé é o Detonador Psíquico das Curas "milagrosas"



A fé que, em certos casos, os enfermos depositam sinceramente nos seus curandeiros hirsutos e desasseados é, justamente, o detonador psíquico que lhes desata as próprias forças vitais latentes, desentorpece-lhes os músculos atrofiados ou renova-lhes os tecidos enfermos, assim como a corrente elétrica ativa as funções das células nervosas na conhecida neuroterapia dos "choques elétricos". É desse modo que se processam as curas de Fátima, de Lourdes, e os milagres das promessas ao Senhor do Bonfim, de Iguape, a Nossa Senhora da Penha, de Guadalupe ou do Rocio, inclusive nos tradicionais lugares santos, imagens que choram e as estampas que piscam ou se movem.

 Assim é que, diante das estátuas, das imagens mudas ou nos lugares santos e miraculosos, os aleijados abandonam as muletas, os cegos vêem, os surdos tornam a ouvir e desaparecem as doenças mentais atrozes, embora os enfermos não tomem qualquer contacto direto com criaturas vivas. Eles alimentam em si mesmo o clima energético espiritual que os torna hipersensíveis e dinâmicos; ou então absorvem os fluidos curadores dos espíritos terapeutas que ali atuam em favor da saúde humana.

Aliás, a verdadeira fonte oculta e sublime das energias curativas encontra-se na própria intimidade espiritual da criatura, restando-lhe apenas saber mobilizar essas forças através da vontade e da confiança incomuns para então ocorrer o sucesso terapêutico, que posteriormente é levado à conta de admirável milagre contrariando as próprias leis do mundo.

Em conseqüência, desde que existem estampas, fontes de água, túmulos, imagens ou relíquias sagradas que podem servir de estímulo à fé humana e produzir as curas incomuns, por que, então, o curandeiro sujo e ignorante também não pode servir de alvo para essa mesma fé despertar as energias curativas do espírito imortal? Porventura o corpo físico, como um dos mais impressionantes reservatórios de forças criadoras, já não é um autêntico milagre da vida?

A sua capacidade de gerar-se e desenvolver-se no ventre materno, em seguida vir à luz do mundo, crescer e consolidar-se como abençoado instrumento de trabalho e aperfeiçoamento do espírito é a prova mais evidente desse milagre estupendo da Natureza! Quer provendo-se de alimentos ou sob a ação dos medicamentos da medicina do mundo, o organismo físico é quem realmente substitui, por outras revitalizadas, as células exauridas, modifica os tecidos decrépitos, consolida fraturas ósseas, cicatriza lesões e recompõe cabelos e unhas, enquanto fabrica toda espécie de sucos, hormônios e líquidos necessários às diversas funções do metabolismo vital.

Em sua capacidade e inteligência instintiva e oculta, o corpo mantém a pressão, a circulação, a temperatura ou o tônus cardíaco que se fazem necessários para mater em equilíbrio o ser, no meio em que se manifesta. Apenas o homem fere uma falange do seu dedo mínimo, já a sua prodigiosa maquinaria de ossos, nervos e músculos mobiliza "cimento, cola", minerais e antissépticos carreando-os para o local acidentado, a fim de evitar a hemorragia fatal ou debelar a infecção perigosa.

Nos primeiros meses de vida, a criança é alimentada preferencialmente com leite materno ou leite artificial em pó; mas, para espanto dos observadores, em troca desse líquido de cor branca e inodoro, miraculosamente, ela produz cabelos louros, ruivos ou pretos; o sangue vermelho, a bílis esverdeada, os olhos azuis, marrons, verdes ou negros; as unhas rosadas, a pele amorenada, preta ou branca; a carne, os ossos, os nervos, os dentes! Sem dúvida não é a substância alimentícia do leite, propriamente dita, o que permite tal milagre, mas é a energia atômica, a força nuclear as moléculas e dos átomos que a compõem, os recursos de que o organismo da criança lança mão e com eles constrói o seu edifício celular e vivo.

Na intimidade do homem, portanto, a sabedoria divina opera mobilizando todas as forças ocultas da vida superior e materializando à luz do mundo planetário o espírito lançado na corrente evolutiva da angelitude!


Ramatís - do livro MEDIUNDADE DE CURA
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Ouça os Pontos da Linha de Esquerda da Umbanda

Luz Crística

"Estudo, requer meditação. A meditação leva a conclusões. E as conclusões fazem com que as pessoas modifiquem os seus hábitos e suas atitudes" – Dr. Hermann (Espírito) por Altivo Pamphiro (Médium)

Positivismo

Tal como são nossos pensamentos é nossa consciência: e tal como é nossa consciência, é nossa vida.

Se plantarmos uma semente de pensamento limpo e positivo e nos concentrarmos nele, damos a ele energia, tal como o sol dá energia para uma semente na terra. E tal como a semente na terra acorda, move-se e começa a crescer, os pensamentos nos quais nos concentramos acordam, movem-se e começam a crescer.

Então, vamos semear pensamentos positivos.

A cada manhã, antes de começarmos a jornada de nosso dia, sentemo-nos em silêncio e semeemos a semente da paz.

Paz é harmonia e equilíbrio. Paz é liberdade - liberdade do peso da negatividade e do desperdício. Deixemos que a paz encontre sua morada dentro de nós. A paz é a nossa força original, nossa eterna tranquilidade de ser.]

Permita que seu primeiro pensamento do dia seja de paz. Plante essa semente.

Regue-a com atenção e você atingirá a calma.

Por Antony Strano

Obras Básicas da Doutrina Espírita - Pentateuco Espírita

O Livro dos Espíritos - Contendo os princípios da Doutrina Espírita sobre a imortalidade da alma, a natureza dos Espíritos e suas relações com os homens, as leis morais, a vida presente, a vida futura e o porvir da humanidade – segundo o ensinamento dos Espíritos superiores, através de diversos médiuns, recebidos e ordenados por Allan Kardec. O Livro dos Médiuns - Contendo os ensinamentos dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo. Em continuação de "O Livro dos Espíritos" por Allan Kardec. O Evangelho segundo o Espiritismo - Com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o Espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida por Allan Kardec. Fé inabalável só é a que pode encarar a razão, em todas as épocas da Humanidade. Fé raciocinada é o caminho para se entender e vivenciar o Cristo. O Céu e o Inferno - Exame comparado das doutrinas sobre a passagem da vida corporal à vida espiritual, sobre as penalidades e recompensas futuras, sobre os anjos e demônios, sobre as penas, etc., seguido de numerosos exemplos acerca da situação real da alma durante e depois da morte por Allan Kardec. "Por mim mesmo juro - disse o Senhor Deus - que não quero a morte do ímpio, senão que ele se converta, que deixe o mau caminho e que viva". (EZEQUIEL, 33:11). A Gênese - Os milagres e a predições segundo o Espiritismo por Allan Kardec. Na Doutrina Espírita há resultado do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência é chamada a constituir a Gênese de acordo com as leis da Natureza. Deus prova a sua grandeza e seu poder pela imutabilidade das suas leis e não pela ab-rogação delas. Para Deus, o passado e o futuro são o presente.
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