Eis do que trata o Blog: "Encontros e desencontros na vida cotidiana de uma mae expatriada, com 3 filhos pequenos do Brasil para a Tailandia! Da Tailandia para os EUA, desde 2009."
Foi muito bom voce ter vindo!
Aqui vou partilhar coisas que ja' escrevi e que vou ainda escrever sobre esse incrivel Mundo de "SER MAE" e "SER EXPATRIADA"... AO MESMO TEMPO... por ai afora!
E, claro, postar sobre PLANEJAMENTO DE FESTAS & EVENTOS, ja' que depois que me tornei UMA MAE EXPATRIADA, descobri este incrivel Mundo pelo qual me apaixonei!
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terça-feira, 29 de janeiro de 2013

#CULPA ZERO (RC) - republicação

TEXTO INICIALMENTE PUBLICADO EM SEXTA-FEIRA, 8 DE ABRIL DE 2011.


* Organizadoras listadas no FINAL DESTA POSTAGEM *
Bem, ando (e corro) tanto de um lado para o outro que ja' nem sei te dizer onde vi primeiro a historia das meninas que, conversando no Twitter, acabaram por desenvolver essa BLOGAGEM COLETIVA para falar sobre "CULPA ZERO".
Estou um pouco atrasadinha com esse Texto (pois aqui ja' e' dia 08! kkkkkk!)... mas sabe? #CULPA ZERO! kkkkkk! Não deu pra fazer antes... e não fiz!
Também não quis ler as BLOGAGENS "ANTES" de escrever a minha... leio depois, OK?

Mas desconfio que vão falar de "CULPA"... mas eu, desde o principio da ideia, pensei: #CULPA ZERO!
Sim, Verdade! Não sei quando "isso" começou, mas acho que foi assim... naturalmente: "EU NÃO TENHO CULPA! TENHO #CULPA ZERO!"

 Não! Não sou "insensível"!, posso ficar "arrependida"... ou "triste"... de alguma forma por algo que fiz, causei ou pensei.
Mas isso e' diferente de "sentir Culpa"...
Acontece por conta do meu MODO DE VIDA: "VIVER UM DIA DE CADA VEZ E FAZER O MELHOR POSSÍVEL NESSE DIA, AFIM DE QUE, SE EU MORRER HOJE NINGUÉM CHORE, RIA - DE ALEGRIA POR TER ME CONHECIDO UM DIA" (sim, esta e' minha "Filosofia").

Outro dia uma amiga me disse "eu não te liguei porque achei que você estava muito ocupada, fazendo mil coisas" (mas eu estou SEMPRE ocupada e fazendo MIL COISAS!) e eu respondi imediatamente: "largo tudo, para os amigos sempre tenho tempo". E e' outra Verdade.

Sim, tenho algumas facilidades como AJUDANTE DOMESTICA (ela cuida "de mim", se e' que me entendem), confortos extras, motorista... Bem esse ultimo item não e' "facilidade" mas ABSOLUTA NECESSIDADE, posto que A ÚNICA CERTEZA QUE TENHO E' QUE ESTOU NA TAILÂNDIA-PATTAYA: CENSO DE DIREÇÃO #ZERO!

Mas também tenho TRÊS FILHOS e MARIDO, mais FAMÍLIA DE LONGE PARA ADMINISTRAR! kkkk! E isso e' igual pra todo mundo, ou não e'?

Decidi publicar esta BLOGAGEM COLETIVA aqui, nesse "anexo" do UMA ESPOSA EXPATRIADA porque o "ponto" que queria explorar esta' mais desse lado de ca'. Explico: acredito que um mal das MÃES de um modo geral e' sentir "Culpa": ate' se esqueceu de colocar o lanchinho preferido na maleta do menino antes dele ir pra escola... pronto! ja' tem o dia perdido em pensamentos de Culpa! Se prometeu busca-lo na Escola e NÃO DEU (SIMPLESMENTE NÃO DEU, FAZER O QUE?) - e ele vem de ônibus escolar ou de carona - quando ele chega, a mãe-culpa o "enche de agrados extras" para "dirimir" a tal Sentimento??? Basta "explicar".
Claro que existem situações graves como ver um filho doente ou vitima de uma tragedia, em que naturalmente a pergunta e' "por que?". Mas, ainda assim, qual e' a mãe que quer ver seu filho doente, que "Culpa" pode ter (exceto aquela Síndrome de Munchausen , horrorosa!)?

Ja' disse aqui e repito mil vezes: OS FILHOS PRECISAM SABER QUE OS PAIS SÃO "DE VERDADE", que tem problemas como eles (sim, no mundinho deles eles ja' tem "os problemas deles"), que também sentem dor, frio, amor, calor, etc! Que choram por emoção ou tristeza, que também se magoam e que também se surpreendem positivamente com o alheio!

Assim, não ha' porque sentir Culpa: SE VOCÊ ESTA' SEGURO DE QUE TEM FEITO O "SEU MELHOR", O "MELHOR POSSÍVEL", que você - mais que tudo - deseja o melhor e que "SE" FALHAR, tera' tempo para corrigir, tera' tempo para se redimir, para limpar, arrumar, organizar - o que seja! E se não houver Tempo, pois o Tempo e' mesmo IMPLACÁVEL, "PACIÊNCIA".

Alias, a PACIÊNCIA deve ser o "INIMIGO NUMERO 1" DA CULPA!

EU NÃO TENHO CULPA!
E SE TE CHATEEI, TE MAGOEI, TE IRRITEI, ME PERDOE. ME AJUDE A MELHORAR. MAS CULPA? NÃO, ESSA NÃO MORA AQUI EM CASA! PASSA MAIS TARDE! QUANDO EU NÃO ESTIVER MAIS POR AQUI!

Mil beijos a todas e obrigada, mais uma vez, por me provocarem a escrita!
(RC)

Ah! So' a título de "exemplo" olha o "estado" do meu "quartinho da bagunça": UM HORROR, NE'?

Imagem: Arquivo Pessoal
Mas ele pode esperar eu arrumar devagar... bem devagar... pois eu primeiro tenho que tomar banho, escovar meus cabelos, meus dentes, passar cremes (um saco, ne'?), dar atenção aos meus filhos, marido, amigos. Ta' dai eu dou um pulinho la' e ajeito. Prometo. Me da' uma semana?
****

Organizadoras dessa POSTAGEM COLETIVA:
- Tays Rocha @taysrocha - Tays Rocha
- Iara Gonçalves - @iarapoesia - Iara Poesia
- Ana Paula Santiago @anapaulassg - Inventando Casa
- Simone Teixeira @simoneteixeiraa - Flor de Nina
- Marcia B. - @meusonhodecasa - Meu Sonho de Casa
- Carine Gimenez @carinegimenez - Coisas da Carine
- Lola Sciwinzki @LolaSciwinzki - Mulheres em Conflito
- Adriana Balreira - @adrianabalreira - Adriana Balreira
- Luci Cardinelli- @LuciCardinelli
COORDENADO POR: Eliane Gaspareto, do UM POUCO DE MIM.

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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

VOSSOS FILHOS...

Imagem: GOOGLE


"Vossos filhos não são vossos filhos. 
São os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. 
Vêm através de vós, mas não de vós. 
E embora vivam convosco, não vos pertencem. 
Podeis outorgar-lhes vosso amor, mas não vossos pensamentos, 
Porque eles têm seus próprios pensamentos.
Podeis abrigar seus corpos, mas não suas almas;
Pois suas almas moram na mansão do amanhã,
Que vós não podeis visitar nem mesmo em sonho.
Podeis esforçar-vos por ser como eles, mas não procureis fazê-los como vós,
Porque a vida não anda para trás e não se demora com os dias passados.
Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas.
O arqueiro mira o alvo na senda do infinito e vos estica com toda a sua força
Para que suas flechas se projetem, rápidas e para longe.
Que vosso encurvamento na mão do arqueiro seja vossa alegria:
Pois assim como ele ama a flecha que voa,
Ama também o arco que permanece estável."

KHALIL GIBRAN


(Texto belissimo, compartilhado no Facebook, por Monica P., um doce (de sabor forte) de mulher)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

FOTO DO DIA (RC)


Essa e´ uma imagem antiga, mas ando re-organizando meus arquivos no PC e achei! 
Dai... pra vir parar aqui foi ´´um pulo´´! kkkkkk!
Beijos e OTIMA SEMANA A TODOS (RC)

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sexta-feira, 19 de outubro de 2012

PARA REFLETIR...

Respira. Serás mãe por toda a vida.
Ensine as coisas importantes. As de verdade. A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes. Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu.
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele. As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas. Os gritos da mãe doem pra sempre.
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
...
Ele não precisa de tantos brinquedos.
Trabalhe menos e ame mais.
E, acima de tudo, respire.
Serás mãe por toda a vida.
Ele será criança só uma vez" (Anonimo)

sexta-feira, 29 de junho de 2012

BULLYING "O pior é que os pais são cúmplices", Revista Veja


A escritora americana especialista em bullying diz que crianças e adolescentes que agridem e humilham colegas são acobertados em casa - e que as escolas em geral se omitem

02/03/2012 17:43
Texto Monica Weinberg

"É preciso de uma vez por todas tirar os jovens da posição de comando"
Faixa-preta no caratê, a americana Rosalind Wiseman dava aulas de defesa pessoal para garotas em Washington, capital dos Estados Unidos, quando se impressionou com as conversas das adolescentes sobre os constantes abusos físicos e psicológicos que sofriam ou infligiam a colegas na escola, o bullying.
Interessou-se pelo assunto, aprofundou as conversas e hoje é uma das maiores especialistas nesse triste fenômeno. Em 2002, escreveu Queen Bees and Wannabes (Abelhas-Rainhas e Aspirantes, em tradução literal), um guia para pais, educadores e alunos sobre como lidar com a crueldade com que as meninas populares da escola (as "abelhas-rainhas") tratam as colegas que aspiram a ser como elas. Best-seller instantâneo, o livro serviu de base para o enredo do filme Meninas Malvadas.
Aos 42 anos, mãe de dois filhos, Rosalind, formada em ciência política, dedica-se a escrever livros e colunas e a dar palestras em que expõe, com exemplos muito concretos e didáticos, a prática do bullying e ensina a prevenir e atenuar seus efeitos. Preparando-se para sua primeira viagem ao Brasil - onde fará palestras na Escola Americana, em São Paulo, entre 12 e 14 de março -, ela falou a VEJA.
 bullying está fugindo ao controle dos pais e das escolas?
Rosalind Wiseman: Conflitos em que ocorre abuso de poder e força para demarcar território são tão antigos quanto a própria espécie humana. Não estamos, portanto, diante de um fenômeno moderno, como alguns apregoam.

Por outro lado, há, sim, certos aspectos da sociedade em que vivemos que conferem ao bullying feições particularmente cruéis, e é isso que o torna mais difícil de ser controlado.

A principal mudança está na internet, com a qual a atual geração de crianças e adolescentes mantém uma relação quase que visceral. É justamente ali, onde constroem sua identidade e seus laços de amizade, que eles começam a se ver alvo de humilhações capazes de se difundir por toda a escola em questão de horas. O problema passa a ganhar uma escala que nunca teve antes, enchendo a vítima de vergonha, solidão e medo.

Os pais e os educadores, por sua vez, são frequentemente tomados de um sentimento de profunda impotência que os mantém paralisados.

PARA LER A MATÉRIA COMPLETA, CLIQUE AQUI, E VÁ DIRETO A FONTE.
BOA LEITURA!
(RC)

sexta-feira, 25 de maio de 2012

ADOÇÃO (RC) - REPUBLICADO NO UMA ESPOSA EXPATRIADA

Este é um POST REPUBLICADO, a fim de participar da BC da VERSOS ECT que visa celebrar e DIVULGAR o DIA DA ADOÇÃO no Brasil: 25 de maio.


Imagem: DAQUI

ADOÇÃO, sob meu ponto de vista:
A ADOÇÃO e’ (ou deveria ser) um ato de amor tão natural quanto o de gerar um filho.

Em ambos os casos o “motivo” pelo qual muitas pessoas os tem (filhos adotivos ou paridos) e’ que o cerne da questão e sua própria “critica”.

Senão vejamos:

Por que se decide ter um filho? Porque você o deseja por simplesmente amar o objeto de um amor que ainda nem brotou... ou você...
- “precisa” cumprir o ritual social de casar e ter filhos, ou se não “conseguiu” casar, “ao menos” conseguir ter um filho!
- quer “segurar o homem/marido”?
- quer mostrar-se “potente”?
- quer deixar descendentes herdeiros?
- desconto no Imposto de Renda? Benefícios fiscais, bolsas-auxilio, e afins?

E por que se decide adotar um filho? Porque você o deseja por simplesmente amar o objeto de um amor que ja’ brotou... ou você...
- quer se mostrar “moderno” como os “famosos”?
- não quer “estragar o corpo”?
- ja' gastou todas as suas economias (vendeu carro, casa, etc) tentando engravidar por inseminação artifical e afins e não conseguiu?***
- e por todos os motivos acima destacados na questão “ter um filho”?

Mas quando se adota, por que tanto medo – sim, esse medo ainda existe - quando o assunto e’ assumir publicamente uma adoçao (excetuando o caso de “parecer moderno como os famosos”)?
- rejeição social?
- rejeição filial?
- um dia “ele vai descobrir” e vai te culpar? Ou pior: vai querer descobrir seus pais “verdadeiros” e vai te deixar e correr para os braços da “genitora” caso seja possível encontra'-la?
- ao adotar você “assina um documento” comprovando sua “incapacidade” de procriar? Ou sua “vaidade com o corpo”?

E quando algo “da’ errado” na adoção educação? Todas as escusas são possíveis?
Explico:
- quando um filho parido e’ grosseiro, tem mal carater (a gente ja’ nasce com ele, não nasce?), ou e’ feio, por exemplo, socialmente, costuma-se logo “justificar” o fato com “ah! Ele não tem culpa de ser assim... ele puxou o avo! Ou o bisavo! Nos não somos assim! Ah! Nos, os pais? Não!”
- mas se o filho adotivo e’ rebelde ou revoltado, ou tem as mesmas caracteristicas dantes citadas... "Ah! Ele e’ assim porque “descobriu” sobre a adoção! Ou porque provavelmente a mãe que o pariu ou o pai que o abandonou eram viciados-bebados, ou criminosos fugidos da policia!", “Ninguem e’ desse jeito na Família... ele e’ assim porque a gente não conhece o DNA dele” (no filho “parido”... os defeitos desaparecem... todo mundo fica caladinho...)!


A Mídia também não ajuda. Quando acontece algum crime escandaloso, alguma barbárie como no caso do assassino psicopata de Realengo, que saiu atirando em criancinhas, vem logo a Manchete Jornalistica: “Fulano, filho adotivo, atira em criancinhas...” ou “A Família adotiva não quer falar sobre o assunto...”.

Mas e aqueles tantos outros monstros que sequelam seu pares, quando matam, esquartejam, etc? E a centena de casos Richthofen que nem vem a tona porque não envolvem Grandes Fortunas, e Bairros Finos da Capital Paulista? Filhos “de sangue”... de sangue derramado...

NINGUÉM VEIO AO MUNDO A TOA E NINGUÉM O DEIXA TAMBÉM SEM UM MOTIVO.

Minha explicação para a adoção e’: a mãe biológica foi o envolucro necessário para trazer “aquele exato ser humano” a esta Terra, da maneira que foi, exatamente como foi. E a mãe adotiva precisava também passar por aquele Processo, DAR A LUZ (literalmente) “A” ALGUÉM, e aceita’-lo como seu, ainda que pudesse não ser seu, ou que alguém pudesse imaginar que algum dia não o tivesse sido, desde o começo.

O Cosmos sabe o que faz.

E tenha sido por motivo nobre, generoso, amoroso, caridoso ou pobre, mesquinho, interesseiro ou torpe, UM TINHA QUE SER DO OUTRO e ponto.


Termino, pois, com o que me contou a amiga Adriana: “meu irmão adotivo e’ a minha cara!”. CLARO! E PODIA SER DIFERENTE?

Beijos cheios de amor a todos que conseguiram chegar ate’ aqui (sem fazer “leitura dinamica”, espero), agradeço sinceramente, pois sei que o POST ficou longo demais. Mas não conseguiria fazê-lo de outra forma...
(RC)

* Antes que algum desavisado não entenda leia o POST, sou 100% A FAVOR DA ADOCAO, como ato pleno de AMOR.

** Este POST e' uma homenagem a todas as mães, de filhos paridos e adotivos.

*** Muita gente (especialmente expatriados que não acompanham a Midia Brasileira) não esta' sabendo do caso alarmante do "Dr." Roger Abdelmassih, foragido da policia, condenado a 278 anos de prisão pelos abusos e estupros sistemáticos de dezenas de pacientes. Ele era considerado o mais renomado especialista em reprodução humana do Brasil e subiu ao banco dos réus em 2008. Agora, a REVISTA ÉPOCA publica uma matéria especial (LEIA AQUI) onde destaca: "Pais descobriram que os bebês concebidos com a ajuda de Roger Abdelmassih não eram seus filhos biológicos".
E eu pergunto: "E ai Jose'?"



ADITADO: Vejam esta CARTILHA DA ADOCAO, ON LINE.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O SEXO TRISTE DOS JOVENS, por Lya Luft e outras matérias MAIS...

TEXTO INICIALMENTE PUBLICADO NO UMA ESPOSA EXPATRIADA, EM 19/09/10.
(Lya Luft)



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EXCESSO DE PROTEÇÃO FAZ MAL AO SEU FILHO,por Daniela Macedo e Gabriella Sandoval
Boa parte das crianças e adolescentes brasileiros vive como dentro
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As crianças não são adultos em miniatura. São seres especiais com sensibilidade exacerbada aos sinais emitidos pelo mundo a sua volta. Cada fase da vida de uma criança exige um tipo de atenção capaz de satisfazer necessidades mentais, orgânicas e emocionais específicas. Essas demandas precisam ser atendidas a tempo e a hora para que a criança cresça sadia e equilibrada. As janelas cognitivas já são bastante conhecidas, e os pais aprendem a aproveitá-las com as brincadeiras e os estímulos adequados a cada idade. Os pediatras alertam também para o fato de que a carência de proteína de qualidade na quantidade correta até os 2 anos de idade dificilmente poderá ser compensada com uma boa alimentação nos períodos subsequentes de crescimento. A falta de carinho, o abuso e os maus-tratos, no entanto, respondem pelos danos mais incanceláveis que os adultos podem infligir a uma vida em formação.

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DOR PARA SEMPRE:

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AS RAZÕES DO MAL:

Nota (RC): Sobre esse tema, UMA MATÉRIA complementa a outra, infelizmente... Essa é a ´´verdadeira BRUXA MÁ´´ dos tempos atuais! 

Em tempo (RC): para ler a matéria toda que a cada destaque corresponde, é só clicar sobre eles, OK?

Fonte: Revista Veja (Editora Abril)

sábado, 21 de janeiro de 2012

FALA SÉRIO!??? QUEM É MÃE E NUNCA VIVEU ISSO???

Imagem: Facebook

Bem... o Maridão que o diga, já que eu adoro ser CUTUCADA a noite toda! kkkkk!
Beijos, bons sonhos, e bom sono, se possiveis! kkkkk!
(RC)

domingo, 15 de janeiro de 2012

FILHOS - um pouco de tudo, matérias publicadas por ai... e uma diquinha minha (RC)...

Inicialmente publicado no UMA ESPOSA EXPATRIADA em 12/09/10.

Como contei outro dia, descobri mexendo nos meus alfarrábios* que tinha muitas pequenas (mas grandes, se é que me entendem) notas e notinhas com esse incrível tema (que já trouxemos de muitas formas por aqui, especialmente por ocasião do DIA DAS MÃES): FILHOS.
E decidi, permitam-me, nesse domingão, publicar um pouco de tudo aqui e nos POSTS seguintes deste dia.
Bjs!
(RC)

´´ensinem os filhos a falhar”
Estudioso das relações familiares, o pisicanalista belga Jean-Pierre Lebrum diz que aprender a lidar com o insucesso e fundamental para livrar-se de apuros na vida adulta.
Ele diz: hoje os pais precisam discutir, negociar o que antes eram ordens definitivas. Isso nao e necessariamente negativo, desde que fique claro que, depois de discutir, trocar ideiais, sao eles que decidem.
Fonte: Entrevista Jean-Pierre Lebrun a Revista Veja, 09 de dez de 2009
********
“Uma criança saudável emocionalmente tende a se tornar um adulto autoconfiante, independente e capaz de lidar com as frustrações”.
Fonte: Revista Veja, 11 de nov de 2009.
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PEQUENOS IMPERADORES
“Uma mãe que nunca briga, que sempre se submete à vontade dos filhos, que vive para eles única e exclusivamente acaba por se tornar uma fonte de culpa para a criança, que se sentirá um monstro diante daquela pessoa tão irritantemente boa.
Ser mãe é a dificil arte de se fazer desnecessária”.
(Psicoterapeuta Maria de Melo)
Fonte: Revista Claudia, Editora Abril – Mar/06
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Nota (RC): esta é a capa de uma Revistinha que vem junto ao Bangkok Post aos domingos: BRUNCH. Não consegui encontrar a matéria pela web, mas só a foto e o texto incial já são bastante emblemáticos, não?
Fonte: Bangkok Post.
*********



DICA (RC): Imprimi a PIRÂMIDE DOS ALIMENTOS e colei no azulejo da cozinha, bem na altura dos olhos das crianças. Volta e meia, durante a refeição elas levantam e vão correndo até lá e dizem: ´´mamãe, quero ver se essa comida é ´´healthy´´ (saudável) ou não!´´ - assim mesmo: misturando o português com o inglês! rsrsrs!
(RC)

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

VIDEO DO MES, do YouTube



Originalmente publicado no UMA ESPOSA EXPARIADA, em 01/10/10.

Ser mãe especial, por Maria Alice, em Mulher 7X7 (Editora Época)

Texto originalmente publicado no UMA ESPOSA EXPATRIADA, em 12/09/10.

Descobri que estava grávida pela quarta vez… Entrei em pânico, pois tinha perdido um bebê seis meses antes. A gravidez não foi fácil e meu casamento estava em frangalhos. Estava triste e relutei em aceitar a situação de ter mais um filho. Já tinha um casal com seis e sete anos.
Aos seis meses de gestação, entrei em trabalho de parto e fui internada. Tentamos segurar o bebê por cinco dias, mas no dia 8 de agosto de 1988 minha terceira filha nasceu, depois de um parto complicado com teste de Apgar 3, e a noticia de que, no máximo, teria 48 horas de vida. Não vi minha filha. Tivemos septicemia e ela precisou ser encaminhada a uma UTI Neonatal em outro hospital. Eu tive eclampsia e quase morri.
Três dias depois, superando as expectativas médicas, consegui vê-la e recebi informações que me assustaram muito. Em resumo, eu tinha comprado passagem para a Itália e fui parar na Holanda.
Foram 84 dias até que ela saísse da UTI. E tive que brigar muito por isso. Eu achava aquele lugar frio demais, desprovido de calor humano e sol. Até hoje ainda estremeço ao ouvir um toque de telefone igual ao de lá, ou ao ouvir uma bandeja caindo, ou mesmo o choro insistente de um bebê. Por diversas vezes me recomendaram “não saia daqui, pois de hoje ela não passa”.
Graças a Deus, não levei isso a sério. E graças a Ele apareceu uma fantástica neuropediatra em nosso caminho.
Depois de muitas idas e vindas, suspensão da urina, crescimento inadequado do cérebro, fixou-se um diagnóstico: microcefalia com paralisia cerebral grave. Mas o que isso significava? Eu não fazia a menor idéia… Nem ninguém…Ouvi apenas que ela não “iria” muita coisa já que apresentava deficiência motora e mental. Disseram-me uma vez “ela não será normal. Não vai sentar, não vai falar, não isso, não aquilo, será muito internada e vai viver pouco. As 48 horas iniciais passaram para uma semana, para um mês, para um ano, e resolvi definitivamente filtrar o que ouvia e seguir meu coração. Queria meu bebê!
No primeiro momento, muita revolta, muita dúvida, buscando um culpado e com muito medo de amá-la já que ia perdê-la. Até que caiu a ficha. Pensei em sentar no meio fio e chorar até resolver. É isso que vou fazer, pensava. Mas como não acreditava nesta hipótese, e minha história de vida não me permitia lamentações, resolvi ir à luta. Busquei e procurei fazer tudo que eu pudesse com um objetivo único: permitir que minha filha fosse feliz. Em nenhum momento busquei a cura ou a “normalidade”. Assim fui amando cada vez mais. Tracei uma única expectativa (a única que eu pensava ser viável): minha filha vai ser feliz apesar de qualquer limitação! E o que depender de mim, será feito!
No dia 8 de agosto deste ano, ela completou 22 anos.´´

Fonte: BLOG MULHER 7X7, Editora Época.

Todo mundo fala ´´Ah! O Amor de mãe é incondicional!´´… e é mesmo! Eu já até contei aqui um pouquinho sobre esse  sentimento, não foi? Pois é...
Parabéns a essa mãe que percebeu e pode usufruir desde sempre o contado especial com sua filha tão especial!
Aliás… mais uma vez:

´´Quanto sabereis o quanto ele pode ser amado, se tentais pesar-lhes as qualidades e defeitos?´´, nos pergunta um pensador hindu.

Parece que Maria Alice tem a resposta.
(RC)

O TEXTO QUE CONTA A HISTÓRIA DE ALINE, NÃO TERMINOU!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Natascha Kampusch vai contar em livro o horror de seus 3096 dias de cativeiro, por Leticia Sorg

Texto inicialmente publicado em 08/09/2010, no UMA ESPOSA EXPATRIADA.

No BLOG MULHER 7x7, há um POST sobre a menina que fora sequestrada e mantida em cativeiro por mais de oito anos, tendo conseguido fugir em agosto de 2006, e quando seu algoz se suicidou logo em seguida. No texto que pode ser lido na íntegra você clicar no trecho destacado a seguir o que me impressionou e quis compartilhar com vocês é algo que pode passar ´´desapercebido´´:


´´A narrativa começa do dia em que a jovem foi sequestrada e Natascha conta que há pouco tempo havia convencido a mãe a deixá-la ir sozinha para a escola. Queria mostrar que já era grande o suficiente e sabia se cuidar. Naquele dia, antes de sair, tinha tido uma discussão por causa do pai e saiu sem se despedir. Diz no livro: "Na porta da frente do meu apartamento, hesitei, pensando em algo que ela [a mãe] havia me dito dezenas de vezes antes: 'Você não deve nunca sair com raiva. Você nunca sabe se vamos nos ver novamente!'"A poucos metros de casa, viu o homem de olhos azuis que a pegou e colocou dentro de uma van. Não se lembra de ter gritado, mas talvez tenha resistido, porque no dia seguinte estava com o olho roxo. Tudo muito rápido.´´

Que mais posso dizer?
(RC)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Mães Cibernéticas OU Mães Internéticas? (RC)

Post inicialmente publicado em UMA ESPOSA EXPATRIADA, em 18/08/2010.
Imagem: Google

Como prometido, esse POST é para comentar um fato inquestionável sobre o que chamo de ´´a nova geração de mães´´: são as mães cibernéticas. Aliás, este não seria o nome correto para o que quero dizer a respeito, pois ´´mães cibernéticas´´ - até onde eu sei – são consideradas aquelas que expõem (não há crítica aqui) sua ´´maternidade´´, digamos assim, na web: com blogs, fotos, twiter, orkut, tudo que for possivel, para contar ´´ao mundo´´ o quão maravilhoso é ´´essa vida de mãe´´, embora dura – ninguém pode negar.


Então, ORA RETIFICO  essa ´´nova geração de mães´´  PARA : ´´mães internéticas´´ porque não é no mundo exatamente ´´cibernético´´ que elas vivem: essa geração de que falo tenta viver a vida ´´real´´ e ´´atual´´ mas recorre o tempo todo a ´´internet´´ para ´´tirar dúvidas´´ de todo tipo e genero: coisa que a pouquissimo tempo atrás a gente (eu me incluo nessa) perguntava para o médico, pegava um bom (e antigo) livro, ou procurava a ajuda de algguma amiga mais experiente.


Hoje, as ´´mães internéticas´´ procuram saber até a ´´melhor marca de fralda´´ pela INTERNET PRIMEIRO, DEPOIS CONFIRMAM - ou ´´confrontam´´? - com a opinião DAS AMIGAS.


A primeira vez que vivenciei isso foi recentemente quando uma adorável amiga espanhola teve ´´geminhas´´ lindas e – como mãe de primeiira viagem – sempre recorria a ´´internet´´ para saber se ´´o bebe babava, como dormia, se fazia barulho ou não, etc. Claro que estou exagerando. Ela (elas) são adoráveis, como eu disse. E na verdade, fiquei muito feliz (e honrada) quando nas primeiras semanas de vida das meninas ela me permitiu ajudá-la... dando na verdade mais um apoio ´´logístico´´ e ´´emocional´´ doque qualquer outra coisa.


E essa experiência teve uma sabor absolutamente especcial para mim, posto que como sabem sou gêmea também, e nasci apenas com 1,5 Kg! (minha irmã... com 2,5 Kg!). Então, foi como´´retribuir ao Cosmos´´ a ajuda que minha mãe recebeu também naqueles primeiros dias da gente!





Depois foi outra amiga, novata na Tailândia, que perguntou das tais fraldas: quando eu respondi ela me disse ´´Ah!! É essa mesma que a internet disse ser a melhor!!!´´


E... a terceira foi recentemente: ela me perguntava qualquer coisa... não lembro agora... e me disse: ´´Ah... eu estava procurando a resposta sobre isso na internet...´´.

Então, VIVA A INTERNET! VIVA AS MÃES INTERNÉTICAS E AS CIBERNÉTICAS TAMBÉM!´´ Sejamos todas, felizes e realizadas com nossos pimpolhos! E as que preccisarem de ajuda especial, ou o que o valha, que possam contar não tão somente com os fios, fontes, telas, e máquinas afins; mas que possam ter sempre por perto ao MENOS UMA PESSOA em quem confiar ou se apoiar!


Nota (RC):
- Para ´´ajudar´´ no que me é possível, as ´´novatas´´ também vou publicar aqui DICAS PARA CONTRATAR BABÁ e recomendar o Livro ´´Sebastiana Quebra O Galho´´ QUE AJUDA A TODAS NÓS MULHERES MODERNAS e ANTENADAS (ui!).


- Ah! Nada li a respeito na ´´net´´ antes escrever o que se pode ler aqui! Nem mesmo ´´ouvi´´ a matéria que acabou ´´saindo publicada´´ incompleta... sem as minhas letrinhas... hoje pela manhã... donde eu retirei a imagem que encabeça esse POST! A seguir:


´´Mães na Rede, Revista Pais & Filhos
Blogs, Twitter, Facebook, fóruns de bate-papo... Veja como a internet pode ser uma aliada e conheça histórias de mães cibernéticas.
Entrevistados: * Patrícia Broggi´´


Para ´´OUVIR O PROGRAMA´´ de uma olhadinha no site, clicando AQUI.
E, já terminado o que queria escrever fui saber mais, por pura curiosidade, e fui olhar o que diz a WIKIPÉDIA a respeito de: Cibernética e administração e  Cibernética; e Informática; e Internet.


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segunda-feira, 19 de setembro de 2011

OS 7 ERROS MAIS COMUNS COMETIDOS NO FACEBOOK, via U.E.E.

NAO DEIXEM DE LER A MATERIA PUBLICADA NO "UMA ESPOSA EXPATRIADA". E' de grande interesse para todas nos, maes zelosas; e para a populacao em geral, que utiliza comumente as Redes Sociais e a Internet!

(RC)


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quarta-feira, 20 de julho de 2011

MÃE MÁ, por Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra

Texto originalmente publicado no UMA ESPOSA EXPATRIADA, em 09/05/2010.

´´Um dia, quando meus filhos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães, eu hei de dizer-lhes:
- Eu os amei o suficiente para ter perguntado aonde vão, com quem vão e a que horas regressarão.

- Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.

- Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram do supermercado ou revistas do jornaleiro, e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".

- Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês, duas horas, enquanto limpavam o seu quarto, tarefa que eu teria feito em 15 minutos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.

- Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.

- Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até odiaram). Essas eram as mais difíceis batalhas de todas. Estou contente, venci... Porque no final vocês venceram também! E em qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entender a lógica que motiva os pais e mães; quando eles lhes perguntarem se sua mãe era má, meus filhos vão lhes dizer:

- "Sim, nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo...". As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos que comer cereais, ovos, torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvetes no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas.

E ela nos obrigava a jantar à mesa, bem diferente das outras mães que deixavam seus filhos comerem vendo televisão. Ela insistia em saber onde estávamos à toda hora (ligava no nosso celular de madrugada e "fuçava" nos nossos e-mails). Era quase uma prisão! Mamãe tinha que saber quem eram nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia, que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos apenas uma hora ou menos.

Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela "violava as leis do trabalho infantil". Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e fazer todo esse tipo de trabalho que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer.

Ela insistia sempre conosco para que lhe disséssemos sempre a verdade e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela conseguia até ler os nossos pensamentos. A nossa vida era mesmo chata! Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que saíssemos; tinham que subir, bater à porta, para ela os conhecer. Enquanto todos podiam voltar tarde da noite com 12 anos, tivemos que esperar pelos 16 para chegar um pouco mais tarde, e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar). Por causa de nossa mãe, nós perdemos imensas experiências na adolescência:

- Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, em roubo, em atos de vandalismo, em violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime.

FOI TUDO POR CAUSA DELA! Agora que já somos adultos, honestos e educados, estamos fazendo o nosso melhor para sermos "PAIS MAUS", como foi nossa mãe.

EU ACHO QUE ESTE É UM DOS MALES DO MUNDO DE HOJE: NÃO HÁ SUFICIENTES MÃES MÁS! ´´ (Dr. Carlos Hecktheuer, Médico Psiquiatra)
Nota (RC): texto recebido por email, de autoria não confirmada.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

DENTRE O UM MILHAO DE COISAS QUE EU FIZ EM UM MILHAO DE COISAS QUE EU COSTUMO FAZER... (RC)

POST inicialmente publicado no UMA ESPOSA EXPATRIADA em 06/02/2011.

Alguém percebeu que eu MUDEI (e retirei) UM MONTE DE "PEQUENAS COISINHAS" AQUI NO BLOG?

Isto tem se dado no afa de tentar fazer a pagina ficar "mais leve", para que ela "carregue mais fácil" e que você não fique "muito tonto" com tanta coisa ao mesmo tempo.

Se bem que eu sou assim mesmo; e a "meta desta vez" e' tentar não deixar meus amigos tão tontos...
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Bem, pra quem achou que as ideias para o NOVO QUARTO DE BRINQUEDOS acabaram, aviso: enganou-se. E essa todo mundo pode fazer/ter em casa. Olha so': PARA BRINCAR DE TEATRINHO COM AS CRIANÇAS!

- Em cima do batente da porta (no meu caso e' de uma portinha que vai para uma salinha onde guardo minhas coisas de Atelier e as coisinhas de Teatro das crianças), instalei um daqueles "canos" para pendurar CORTINAS. Essa dai, inclusive, eu JA' TINHA, e estava "encostada" sem uso ja' ha' algum tempo.



Simples, ne'?

- No meio eu coloquei um "ganchinho" para por e tirar o "Teatro de Marionetes" que comprei no CAMELO DA FEIRA LIVRE DE IPANEMA (na Praça Nossa Senhora da Paz, as sextas-feiras tem), no Rio, nas ultimas ferias que passei por la'.




Imagens: ARQUIVO PESSOAL

- As crianças se "preparam" no backstage e a gente senta na salinha "de leitura" que eu mostrei pra voces AQUI, e pronto! O Show pode começar! Ah... não era de puppet show? Então, "despedura" o "teatrinho" e abrem-se as cortinas para um NOVO ESPETACULO! Bem... meus filhos AMAMMMMM brincar disso!

Ah! Esse material e' o mesmo dessa FOTO DA SEMANA, quando fiz uma PECA (escrita por mim... abafa!) na SALA DA MINHA FILHA!
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Estou preparando com a amiga Janaina a festinha de 1 ANO DAS GEMINHAS! aquelas que me deu tanto gosto ajudar quando nasceram. Incrível, ne'? Passou um ano assim: RAPIDINHO! O pior disso e' que - como na VIDA DA MAIORIA DAS EXPATRIADAS - o pai das crianças tera' que regressar a Terra Natal logo-logo e... a gente vai sentir muita falta de toda a Família! Sao as perdas de que falava na semana passada...

E' o APÊNDICE QUE DÓI na vida expatriada, como também ja' falei aqui no Blog...
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Ah! O LIVRO POP-UP DO "O PEQUENO PRÍNCIPE", soube que ja' saiu no Brasil. Acredito que em todo o Mundo. Aqui logo que chegou corri para comprar. Não, não foi barato não... Mas e' um Sonho...
Olha so':



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Ah!
Agora e' OFICIAL: VAMOS AO BRASIL EM JULHO-AGOSTO! UM MÊS!
Assim, alem do Rio de Janeiro, vou conseguir passar 4 dias inteirinhos com TODA A FAMÍLIA curtindo SAMPA!!!!!
Legal, ne'?

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Meus amigos todos... hoje to mole-mole, meio cheia de preguiça, sabe? Vou tentar "acordar" para a semana, JURO!

Mil bjs!
(RC)

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