sábado, 13 de julho de 2013
Anselmo Borges: "A última encíclica de Bento XVI"
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Quem escreveu isto?
Os feitos se Sócrates, dos quais ninguém duvida, estão menos provados do que os de Jesus Cristo.
a) Tomás de Aquino
b) Jean Jacques Rousseau
c) Alfred Loisy
d) Rudolf Bultmann
Resposta (selecione): Jean-Jacques Rousseau. Nunca imaginava, mas dei agora mesmo com essa afirmação do filósofo genebrino.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Juan Jacobo Rousseau
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Rousseau e a mudança de mentalidades na Europa - o caso do paraíso
De um livro de três entrevistas sobre a felicidade que li há pouco, no dia em que Rousseau faz anos (nasceu há 298 anos), realço isto:
"Após a revolução científica, não foi a revolução das mentalidades que transformou a representação do paraíso?
Jean Delumeau – A segunda revolução é, com efeito, a dos sentimentos, que se pode datar, em França, pelo menos, da publicação d’A Nova Heloísa, de Rousseau. Nessa obra, um pastor protestante pede a Júlia, que está a morrer, que se desprenda dos bens deste mundo, do rosto dos seres amados, pois no além já não há marido nem esposa. Júlia contesta que, pelo contrário, espera poder amar no além aquele a quem não teve o direito de amar na Terra. A Nova Heloísa de Rousseau corresponde a uma mudança das mentalidades que atingia não só a França mas a Europa: a felicidade definitiva foi, desde então, cada vez mais identificada com a ideia de reencontrar aqueles que amámos e que nos amaram. O paraíso tornou-se assim – e continua a ser hoje – o lugar do reencontro com os entre os entes queridos. No entanto, esse tema do reencontro não é novo no cristianismo e não esperou pela revolução dos sentimentos e pela época moderna para ser realçado. Um jesuíta do século XIX, F. R. Blot, retomando uma obra dominicana anterior, esforçou-se por recensear todos os textos cristãos antigos nos quais tinha sido desenvolvido o tema do reencontro dos entes queridos no paraíso. O título da sua obra é significativo: Au ciel, on se reconnaît (1863). De facto, a aspiração a reencontrar no além os entes queridos perpassou toda a história cristã".
André Comte-Sponville, Jean Delumeau e Arlette Farge, A mais bela história felicidade, Texto & Grafia, páginas 72-73.
28 de Junho de 1712. Nasce Jean-Jacques Rousseau
Retrato de Rousseau em 1766, por Allan Ramsay
Jean-Jacques Rousseau nasceu no dia 28 de Junho de 1712, em Genebra, na Suíça. E morreu no dia 2 de Julho de 1778. Foi levado para o Panteão Nacional, em Paris, em 1794.
Amado e odiado tanto por causa das suas ideias educativas, que enformaram correntes pedagógicas, como pelo contrato social, que influenciou política, economia e sociedade, Rousseau escreveu umas “Confissões” (publicadas em 1782), que são a primeira autobiografia moderna no sentido estrito da palavra. Antes disso, dentro do género, só havia as de Agostinho de Hipona.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Rousseau, o cristianismo e a Europa
“Todas as potências da Europa formam entre si um sistema que as una através de uma mesma religião. Não se pode negar que é sobretudo ao cristianismo que a Europa deve a espécie de sociedade que se perpetuou entre os seus membros”.
Rousseau, in “Deus e a Europa”, de Jean Boissonnat (Gráfica de Coimbra – 2), 62
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Karl Rahner Quem acompanha este blogue sabe que tem andado por aqui e aqui uma discussão sobre o diabo e outras questões diabólicas. ...