segunda-feira, 11 de março de 2013
Efeito Bento XVI no meu blogue
O mês de janeiro tinha sido razoável, com cerca de 10500 visitas mensais (o que dá mais de 300 por dia), mas o mês de fevereiro estava a ser mais fraquinho. Certamente ficaria abaixo das 10 000 visitas se não fosse Bento XVI. Acabou por ficar nas 11 524. No gráfico nota-se bem como este blogue foi mais procurado de 11 de fevereiro em diante.
O melhor mês de sempre, contudo, continua a ser o de março de 2012. Pelo que vou vendo, há quatro meses em que este blogue é mais consultado: março, maio, outubro e novembro, meses sem férias escolares (março, em 2013, tem).
sábado, 5 de maio de 2012
Anselmo Borges: Ética de mínimos e ética de máximos
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
Anselmo Borges: Menos católicos mais católicos?
segunda-feira, 23 de abril de 2012
sábado, 21 de abril de 2012
Vasco Pulido Valente: Desventuras da Igreja
Opinião de Vasco Pulido Valente no "Público" de hoje. Onde estão as opiniões crentes, por exemplo de teólogos, padres e bispos, sobre o tal inquérito?
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Não católicos já são três milhões
terça-feira, 26 de abril de 2011
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Católicos suíços suicidam-se menos
39 suicídios por 100 000 pessoas sem ligação a igrejas;
28,5 suicídios por 100 000 protestantes;
19,7 suicídios por 100 000 católicos.
A notícia pode ser lida aqui (obrigado, FCO, pelo alerta).
Seria interessante perceber por que é mais baixa entre os católicos, num país onde o suicídio assistido é legal. Será porque a doutrina católica é mais dura na condenação do suicídio e da eutanásia? Será porque as igrejas criam laços humanos que tendem a prender mais as pessoas à vida? Será porque os crentes têm outro acompanhamento nos últimos anos?
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Números e tendências católicas nos EUA e na Itália
Quatro estudos sobre a Igreja católica e os católicos. A revista “Il Regno”, dos dehonianos, diz que os católicos podem vir a ser uma minoria na Itália, “de católica a genericamente cristã”. Isso nota-se com a ténue identificação dos nascidos após 1981 com a Igreja católica.
Um outro estudo, nos EUA, da Associated Press-Univision, diz que os latinos mais jovens dos Estados Unidos, e aqueles que falam mais inglês do que espanhol, são menos propensos a se identificar com a Igreja Católica, enquanto os dados do Pew Forum diz que em 2030 os brancos não serão uma maioria estatística da população católica dos EUA.
Por fim, a Thomson Reuters, “uma fonte de dados empresariais e profissionais laica e com fins lucrativos, revela que os sistemas de saúde católicos são os melhores nos EUA.
Tudo isto numa análise de John L. Allen Jr., publicada no “National Catholic Reporter” de 13-08-2010 e aqui traduzida em português.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Somos muitos ou somos poucos?
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Arte aborígene e a Paixão de Cristo
"Aquando de uma viagem à Austrália, fiquei particularmente sensibilizado com a experiência de vida dos aborígenes, não aqueles, hoje praticamente dizimados pelo álcool e pela civilização, mas os que viveram nessas terras antes dos ocidentais aí desembarcarem. Ora, o que faziam eles? No imenso deserto australiano, nómadas como eram, prosseguiam a sua exploração avançando sempre em círculos. Ao cair da noite, capturavam um lagarto, uma serpente, de que faziam a sua refeição e de manhã voltavam a partir. Se, em lugar de avançar em círculo, tivessem prosseguido em linha recta, teriam chegado ao mar onde os aguardava um festim. Em todos os casos, hoje como ontem, a sua arte é feita de círculos que nos evocam uma espécie de pintura abstracta, aliás bastante bela. Um dia, durante essa viagem, chegámos a uma reserva onde havia uma igreja cristã como o seu sacerdote. Este mostra-nos um grande mosaico ao fundo do edifício, onde naturalmente apenas se vêem círculos. O sacerdote diz-nos que esses círculos, segundo os aborígenes, representam a Paixão de Cristo, embora não saiba explicar porquê. O meu filho, então adolescente e sem grande educação religiosa, apercebe-se de que os círculos são em número da catorze. Trata-se, evidentemente, das catorze estações da Via Crucis.
Para eles, o caminho da cruz era representado como um tipo de movimento perpétuo e circular, pontuado por catorze estações. Assim, não podiam desligar-se dos seus próprios motivos, do seu imaginário".
Umberto Eco, pág. 101 de “A Obsessão do Fogo", de Umberto Eco e Jean-Claude Carrière (Difel).
O Papa e os seus botões
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Karl Rahner Quem acompanha este blogue sabe que tem andado por aqui e aqui uma discussão sobre o diabo e outras questões diabólicas. ...