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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

José Diogo Quintela: Sócrates e Jesus


Conclusão da crónica de José Diogo Quintela na 2 (Público) de domingo passado. Leia tudo aqui (só me interessa a aproximação a Jesus).

terça-feira, 11 de junho de 2013

José Diogo Quintela: "Ver no Instagram para crer":

José Diogo Quintela, no seu texto na revista 2 (no "Público" de domingo), "Ver no Instagram para crer":

Antes, se avisasse que ia chegar atrasado por causa de um acidente na auto-estrada, a minha mulher acreditava. Mas agora exige que lhe mande uma fotografia que o prove. (E, com as aplicações que já existem para editar fotografias, chegará o dia em que me vai obrigar a trazer um pedaço do pára-choques acidentado, só para certificar.) Quase dois mil anos depois de Jesus ter admoestado Tomé com o célebre: “Felizes os que creem sem terem visto”, a indústria dos telemóveis dá esta machadada num dos pilares da fé cristã."

domingo, 19 de maio de 2013

domingo, 3 de março de 2013

Considerações papais de Bento Domingues e José Diogo Quintela

Bento Domingues diz que interessa mais o perfil da Igreja do que o do Papa. Escreve no "Público" de hoje:
Será preciso deitar água fria nas preocupações acerca do perfil do futuro eleito. Não porque não sejam importantes, mas ainda é mais importante passá-las para segundo plano. A insistência na configuração do novo Pontífice leva, facilmente, a pensar que basta um bom Papa para ficarem resolvidos todos os problemas.
O texto todo estará por aqui amanhã.

José Diogo Quintela, por seu turno, no mesmo jornal, mas na revista, também faz algumas considerações papais:
Ainda não decidi quem gostaria de ver como próximo Papa. Ou faço como os católicos e analiso os currículos dos candidatos, tento saber o que pensam sobre os temas fundamentais da Igreja e escolho o cardeal mais qualificado - o que me vai dar imenso trabalho - ou faço como os ateus e opto por um preto. 
 É a solução predilecta da esquerda europeia para preencher qualquer vaga que surja no mundo. É preciso um novo Presidente dos EUA? Escolham um preto. Vagou o lugar do Papa? Ponha-se lá um preto. O Le Pen saiu da Front National? Dêem o lugar a um preto. A Miss Universo foi desclassificada por ter implantes mamários? É substituí-la por um preto. Resulta sempre. 
 Face ao benchmarking, é a escolha ideal. Permite um reposicionamento da marca. De uma maléfica multinacional chefiada por um europeu oriundo de uma cultura historicamente colonialista, passa-se para uma simpática ONG liderada por um representante do Terceiro Mundo oprimido. Automaticamente, atacar a Igreja passa a ser racismo.
O texto todo talvez esteja por aqui amanhã.

domingo, 2 de dezembro de 2012

Quando a esmola é de menos, até o santo se chateia


Na "2" de hoje ("Público"). Muito me ri com esta crónica e a nova exegese de Mt 6,3. Este é o humorista português que mais conhece da Bíblia. Provam-no alguns textos aqui postados.

domingo, 4 de março de 2012

José Diogo Quintela: Baixar a Cristas

Na "Pública" de hoje, que é a última, já que a partir do próximo domingo o "Público" passa a ter uma revista chamada "2".

domingo, 16 de outubro de 2011

Jesus e Steve Jobs, segundo José Diogo Quintela

Na "Pública" de hoje. José Diogo Quintela é o humorista português que melhor sabe usar a cultura cristã. Há vários exemplos na etiqueta com o nome do humorista.

domingo, 3 de outubro de 2010

José Diogo Quintela: Quem quer ser miserável?

José Diogo Quintela deve ter andado na catequese até bastante tarde. Por pouco que não foi seminarista – suponho eu. É que é dos humoristas mais conhecedores da cultura católica. O outro, Ricardo Araújo Pereira, foi aluno de jesuítas. Mas parece-me que JDQ conhece mais por dentro as coisas católicas. Para fazer humor sem ofender é preciso conhecer bem. Veja-se a crónica de hoje na “Pública”. JDQ merece ser uma etiqueta.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Teologia aplicada à venda de bugigangas

Na “Pública” de ontem (15-08-2010), José Diogo Quintela aplica o argumento de Pascal às pulseiras que parece que são moda neste Verão. Excerto da crónica “O senhor das pulseiras”:

"(…) Com a cagança que só os hologramas quânticos programados secretamente dão, a Power Balance tem cada vez mais fiéis. Há os que usam porque são especialistas em campos energéticos e os que usam porque se realmente funcionar, óptimo, ficam com a energia calibrada, se não funciona é indiferente e ainda ganham uma pulseira de brinde. No século XVII, o filósofo e matemático Pascal já tinha usado um argumento semelhante. Dizia que entre acreditar ou não acreditar em Deus, vale mais acreditar e viver de acordo com essa crença, porque se Deus na realidade existe, vai-se para o Céu, se não existe, não se perde nada. Onde antes estava em jogo a salvação da alma, agora está o equilíbrio de um campo energético através de uma pulseira, Perde-se em transcendência, mas ganha-se em estilo. É a teologia aplicada à venda de bugigangas".

O blogue Rerum Natura tem dedicado uns textos à patranha das pulseiras, aqui, aqui e aqui.

domingo, 30 de maio de 2010

A Bíblia de José Diogo Quintela

É impressão minha ou José Diogo Quintela é o humorista português que mais conhece a Bíblia? Talvez seja só impressão minha, porque não costumo ler Ricardo Araújo Pereira (na “Visão”) nem os outros colegas do Gato Fedorento (um deles escrevia no “Destak” – ou seria no “Metro”?), nem outros humoristas (João Miguel Tavares faz humor, no "Correio da Manhã", e já tem usado a linguagem de origem religiosa, mas fá-lo como jornalista) .

JDQ usa com frequência a linguagem teológica, bíblica e eclesial. Outro exemplo aqui. Na crónica da "Pública" de hoje remete-se para um episódio do Antigo Testamento, concretamente, o livro do Génesis, capítulo 41.

domingo, 20 de dezembro de 2009

O Concílio de Copenhaga, por José Diogo Quintela


Por vezes aponto aqui a aplicação de termos de origem religiosa a outros contextos e situações. A de hoje vem na revista Pública (do Público) de hoje. Já é habitual o uso da linguagem religiosa por José Diogo Quintela. Haverá quem não goste, mas do que tenho observado, o humorista faz um uso inteligente das referências religiosas. Não dá para escandalizar. E dá para rir. Eu acho.

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...