sábado, 19 de julho de 2014
quarta-feira, 2 de julho de 2014
Eyal, Gilad e Naftali e o outro jovem de quem não se sabe o nome
Hoje, os meninos estão mortos, vítimas de uma cultura de ódio que cresce imparável em toda a região. Israel e todo o mundo judaico choram os seus filhos, porque cada homem, cada mulher, cada criança morta é um pouco do seu próprio coração que se quebra.
Um adolescente palestiniano foi raptado e morto no que se suspeita ser um ataque de vingança pela morte de três jovens israelitas encontrados mortos depois de mais de duas semanas desaparecidos.
Benjamin Netanyahu já reagiu à notícia mencionando um “crime abominável”, pediu uma investigação rápida ao crime e apelou aos israelitas para não “tomarem a justiça nas suas mãos”.A cultura de ódio, com escreve Mucznik, cresce imparável em toda a região, apesar do sinal dos dirigentes políticos com o Papa.
domingo, 15 de junho de 2014
Anselmo Borges: "Jerusalém e Roma"
Artigo de Anselmo Borges no DN de ontem:
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Anselmo Borges: "Francisco no Médio Oriente. «Conseguimos!»"
Texto de Anselmo Borges no DN do último sábado (31 de maio), daqui:
sábado, 11 de maio de 2013
Mulheres de tallit
As mulheres podem finalmente rezar no muro das lamentações usando o xaile ("tallit") que até agora era exclusivo dos homens.
Os judeus ultra-ortodoxos, homens, opuseram-se e, com eles, muitas mulheres. Por lá, aquela espécie de véu significa conquista. Por cá, na Igreja católica, continuam a insistir que a mulher não pode destapar a cabeça para receber a imposição das mãos da ordenação.
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Porcos-espinhos e gorgulho vermelho atacam Vaticano
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Como separar as águas do Mar Vermelho
Nachshon era um rapaz que estava com o seu povo nas margens do Mar Vermelho. Atrás deles vinham os egípcios a persegui-los, em frente estavam as águas profundas e perigosas. Quando Moisés instigou Israel a avançar tiveram medo e hesitaram. Mas Nachshon deu um pulo e foi só então que as águas se separaram.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Manuscritos do Mar Morto online
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
"Deus não é mesmo cristão. Felizmente"
domingo, 9 de janeiro de 2011
Bento Domingues: Novo ano no horizonte do Vaticano II
Bento Domingues no "Público" de 9 de Janeiro de 2011: "A marca do Vaticano II não é feita só pelas viragens que fez, mas pelas viragens a fazer para não voltar atrás. O “aggiornamento” é algo que tem de ser continuamente empreendido à luz dos sinais dos tempos em mudança. Esta perspectiva só foi possível porque a Igreja abandonou a ideia de ser o centro de tudo. Foi-se descentrando para Jesus Cristo, para as outras igrejas cristãs, para as outras religiões não cristãs e para o mundo, mas sua riquezas, alegrias e esperanças".
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
5 de Janeiro de 1964. Paulo VI visita a Terra Santa
De 4 a 6 de Janeiro de 1964, Paulo VI peregrinou à Terra Santa. Foi a primeira vez desde Pio VII (Papa de 1800 a 1823; viajou a Paris para coroar Napoleão e esteve preso em Savona e Fontainebleau) que um Papa saiu de Itália. Julgo que foi a primeira vez que um Papa foi à Terra Santa, além de Pedro.
Num sábado, domingo e segunda, o Papa aterrou em Amã, na Jordânia, esteve em Amã e Jerusalém no primeiro dia, seguindo os passos de Jesus na Vida Dolorosa, presidindo à missa no Santo Sepulcro e rezando no Getsémani. No dia 5, esteve em Nazaré, Caná, Cafarnaum, Monte Tabor (tudo na Galileia) e regressou a Jerusalém. Na Jordânia, ainda neste dia 5, um momento histórico de primeira grandeza: encontra-se com o patriarca Atenágoras de Constantinopla. É a primeira vez que o primaz de Roma e o de Constantinopla se encontram desde a tentativa de aproximação das duas igrejas no Concílio de Florença (1439).
No dia seguinte vai a Belém, volta a Jerusalém e fala novamente com ortodoxos e muçulmanos. De Amã regressa a Roma com o epíteto de “Papa peregrino”.
domingo, 12 de setembro de 2010
Camuflar preconceitos
Um outro exemplo dessa linguagem ridiculamente eufemística é chamar aos ciganos “as gentes da viagem” (“les gens du voyage”) ou aos franceses da imigração “les français de la diversité”, o que no fim de contas apenas revela mais preconceito. No final do século XIX, princípios do século XX, para evitar o termo “judeus”, considerado pejorativo, passou-se a chamar “israelitas” aos judeus, o que acabou sendo adoptado pelas próprias comunidades. Que esta “delicadeza” de nada serviu, todos sabemos. Como a história o demonstra, camuflar o preconceito não acaba com ele.
Esther Mucznik
Público, 09-09-2010
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Papá, são judeus que vivem aqui?
Um pequeno israelita viaja pela primeira vez de avião, na companhia do pai. Ao sobrevoarem a Grécia, o miúdo olha pela janela e pergunta:
- Papá, que grande que é! São judeus que vivem aqui?
- Não, meu filho, são cristãos.
- Ah…
Sobrevoando a Itália:
- Papá, e aqui, são judeus?
- Não, meu filho, são também cristãos.
- Ah…
Sobrevoando a França:
- Papá, e aqui, há judeus?
- Não, meu filho, há sobretudo cristãos.
O rapazinho pensa e exclama de seguida:
- Papá, como estão dispersos os cristãos!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Literatura judaica no Teatro D. Maria II
Ainda no "Ípsilon" de hoje:
O Teatro Nacional D. Maria II agendou uma sessão de leitura de de contos e poemas judaicos para a próxima terça-feira, às 19h, no Salão Nobre. A selecção dos textos desta Viagem pelos Grandes Temas da Literatura Judaica, que ficou a cargo de Lúcia Liba Mucznick, "procura dar uma imagem alargada das formas de expressão judaica na literatura, desde a mística ou o folclore de origem cabalística até à realidade actual no Estado de Israel", passando inevitavelmente pela Shoah. Os actores Ana Bustorff, Pedro Lamares e Rui Spranger farão as leituras.
sexta-feira, 26 de março de 2010
26 de Março de 2000. João Paulo II reza no Muro das Lamentações
Numa fenda do Muro, o Papa deixou a seguinte oração:
"Deus dos nossos pais,
Vós escolhestes Abraão e a sua descendência
para levarem o vosso Nome aos gentios:
sentimo-nos profundamente consternados
pelo comportamento de quantos,
no decurso da história, fizeram sofrer estes vossos filhos
e, pedindo-Vos perdão, queremos empenhar-nos
numa fraternidade autêntica
com o povo da aliança.
Amen".
quarta-feira, 10 de março de 2010
10 de Março de 1938. Morre Marie-Joseph Lagrange, op, fundador da Escola Bíblica de Jerusalém
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Já havia uma Chave de Salomão (e outros escriptos)
Os botões do casaco de Dan Brown têm escrito: “S. Georgivs Equitvm Patronvs”, “São Jorge Patrono dos Cavaleiros”. Li numa revista. O que pretende o escritor com isso? Não sei. Mas é curioso.
No dia 18 de Junho, referia aqui que o “símbolo perdido” ou seria um símbolo cristão ou não despertaria tanto interesse. Errei. Parece que o símbolo perdido é a chave de Salomão (não sei ao certo; não li o livro). Estava para ser esse o título do livro. Um símbolo de certo modo pré-cristão. Mas o assunto geral é a maçonaria, que os maçons pretendem que remonte aos pedreiros do templo de Salomão. Será que vai vender tanto como os dois anteriores? Pelo que pude observar em duas livrarias, uma grande e outra de rua, não. Mas os números hão-de dizer da sua justiça.
Sinodalidade e sinonulidade
Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...
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Respondendo a alguns leitores, deixo aqui um artigo de Ariel Álvarez Valdés sobre a distinção, nos evangelhos, entre diabo e demónio. O tex...
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O que aqui vou deixar não é um tratado nem sequer um artigo académico sobre a questão. Trata-se simplesmente de dicas recolhidas de outros...
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Karl Rahner Quem acompanha este blogue sabe que tem andado por aqui e aqui uma discussão sobre o diabo e outras questões diabólicas. ...