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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

26 de Outubro de 1685. Nasce Domenico Scarlatti



Domenico Scarlatti, italiano, nasceu no dia 26 de Outubro de 1685, ano que deu mais dois músicos gigantes: Bach e Händel.


Scarlatti ensinou música à princesa portuguesa Maria Madalena Bárbara, em Lisboa, por volta de 1720, e mais tarde foi para Madrid como maestro da princesa, que se casou com o herdeiro de Espanha. A princesa torna-se rainha e Domenico passa os últimos 25 anos da sua vida em Madrid, onde morre no dia 23 de Julho de 1757.


O melhor de Domenico Scarlatti, filho de Alessandro Scarlatti, são as suas sonatas. Compôs cerca de quinhentas para instrumentos de tecla.


quinta-feira, 28 de julho de 2011

28 de Julho. Morre Vivaldi em 1741 e Bach em 1750

O compositor veneziano Antonio Vivaldi, padre católico de cabelos ruivos, morreu em Viena, no dia 28 de Julho de 1741, aos 63 anos. O compositor alemão João Sebastião Bach, protestante de farta peruca branca e numerosa prole, morreu em Leipzig, passados nove anos. Tinha 65 anos.


A melhor maneira de os recordar é ouvir a sua música. Curiosamente, a do padre fala mais de temas profanos, como a série de concertos “Quatro Estações”. Enquanto a do leigo, ao incluir peças como a “Missa em si menor” e a “Paixão segundo São Mateus”, é do que há de humanamente mais elevado sobre a fé cristã.


Como hoje estou particularmente sonolento, aqui fica, de Bach, a "Cantata do Café" (BWV 211).

terça-feira, 28 de junho de 2011

28 de Junho de 1577. Nasce o pintor Rubens

O holandês Peter Paul Rubens nasceu no dia 28 de Junho de 1577 e morreu no dia 30 de Maio de 1640. Pintor maior do barroco, deu ênfase ao movimento, à cor e à sensualidade. Foi um dos mestres da Contra Reforma, com os seus retábulos nos altares das igrejas barrocas. Consta que um dia afirmou: “A minha paixão vem dos céus, não das musas terrenas”.

 "Elevação da Cruz", na catedral de Antuérpia

"Massacre dos inocentes", na Galeria de Ontário

"Virgem Maria e o Menino adorado pelos anjos", na Igreja de Santa Maria in Vallicella, em Roma. Copiei as três imagens da Wikipedia.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

29 de Novembro de 1643. Morre Monteverdi

Claudio Monteverdi nasceu em Cremona, no dia 15 de Maio de 1576, e morreu em Veneza, no dia 29 de Novembro de 1643.

Compositor maior do século XVII, deixou madrigais, a ópera “L’Orfeo”, por muitos considerada a primeira obra digna desse nome, e, por exemplo, a “Missa in Illo Tempore”, de que se retira o excerto que acima se reproduz.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

22 de Outubro de 1725. Morre o compositor Alessandro Scarlatti

Grande compositor barroco, Alessandro Scarlatti nasceu em Palermo, a 2 de Maio de 1660, e morreu em Nápoles, a 22 de Outubro de 1725. Contribuiu decisivamente para o desenvolvimento da ópera. Compôs uma centena delas.

A sua obra é imensa (oitocentas cantatas, sinfonias, madrigais, motetes, etc.). especialmente apreciadas são as suas missas. Compôs doze.

terça-feira, 23 de março de 2010

23 de Março de 1743. Estreia “O Messias”, de Haendel

No dia 23 de Março de 1743, foi interpretada pela primeira vez a oratória de Páscoa “O Messias” (ou simplesmente “Messias”, como Haendel preferia), em Londres. Diz-se que as pessoas gostaram tanto que se levantaram para aplaudir, no que terá sido a primeira “standing ovation” da história.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

António Vieira: O tempo e o amor

Excerto do "Sermão do Mandato" (1643)

"O primeiro remédio que dizíamos é o tempo. Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo a colunas de mármore, quanto mais a corações de cera! São as afeições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco, que terem durado muito. São como as linhas que partem do centro para a circunferência, que, quanto mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino, porque não há amor tão robusto, que chegue a ser velho. De todos os instrumentos com que o armou a natureza o desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que já não tira, embota-lhe as setas, com que já não fere, abre-lhe os olhos, com que vê o que não via, e faz-lhe crescer as asas, com que voa e foge. A razão natural de toda esta diferença, é porque o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhes os defeitos, enfastia-lhes o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso, quanto mais o amor? O mesmo amar é causa de não amar, e o ter amado muito, de amar menos".

António Vieira

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...