Mostrar mensagens com a etiqueta Amizade. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Amizade. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Certeza

É nas questões em que faltam certezas que se pode experimentar a certeza de uma amizade.

Matteo Ricci, Máxima 26 do seu "Tratado da Amizade"

domingo, 2 de novembro de 2014

Máxima 50 de Matteo Ricci

Os amigos são superiores aos pais pois estes podem não se amar, aqueles não. Quando os membros de uma mesma família não se amam, os laços de parentesco permanecem. Retirai o amor à amizade, e ela não terá mais razão de ser.

Matteo Ricci, máxima 50 do seu "Tratado da Amizade" 

sexta-feira, 26 de julho de 2013

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Numa relação

O crente pode pensar que se encontra numa relação especialíssima com Cristo. Mas não pode considerá-lo como posse sua, nem negar que o não crente esteja também numa relação com o Nazareno.

Étienne Trocmé

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Centro

O cristianismo é uma relação com Deus em Cristo. Cada momento importante da vida eclesial remete-nos sempre para o centro: a relação espiritual com Cristo.

H. Schurmann

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Amizade

Conhecer a amizade de Jesus para os seres humanos foi e continua a ser um dos objetivos capitais da reflexão cristã.

Ladislaus Boros

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Amor de canetas

Como dizer "amo-te" falando de canetas. E todos precisamos tanto de canetas como da tal frase. Veio no "Público" de ontem.


terça-feira, 4 de dezembro de 2012

"Vida de Pi", agora em filme

Estreou há dias, penso que ainda não em Portugal. O filme baseia-se num livro de Yann Martel. Li-o em 2003 (ou 2004? De qualquer maneira, obrigado, José Serra, pelo empréstimo!).

Dos poucos romances que me comoveram realmente. Diz-se que há uma dimensão religiosa no filme, que recupera a pergunta sobre as religiões (lido aqui). Realço que é uma das mais belas histórias de amizade dos tempos recentes.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Tolentino Mendonça: A forma do cristianismo em mudança

Texto de Tolentino Mendonça, na Agência Ecclesia.

O teólogo Karl Rahner escreveu que “A Igreja tem sido conduzida pelo Senhor da história para uma nova época”. Não se trata só de baixas drásticas nos indicadores estatísticos quando se compara a atualidade com aquele que já foi o quadro da vivência da Fé. A questão é bem mais complexa. Talvez o que o nosso tempo descobre, mesmo entre convulsões e incertezas, seja um modo diferente de ser crente, traduzido de formas alternativas nas suas necessidades, buscas e pertenças. Não estamos perante o crepúsculo do cristianismo, como defendem aqueles que se apressam a chamar pós-cristãs às nossas sociedades. Quem não se apercebe que o radical lugar do cristianismo foi sempre a habitação da própria mudança não o colhe por dentro. Mas há eixos que se vão tornando suficientemente claros para que seja cada vez mais um dever os enunciarmos e contarmos com eles. Podem-se apontar três:

Primeiro, os cristãos regressam à condição de “pequeno rebanho”. Com a evaporação de um cristianismo que se transmitia geracionalmente como herança inquestionada, os cristãos voltam a sê-lo por decisão pessoal, uma decisão muitas vezes em contra-corrente, maturada de modo solitário em relação aos círculos mais imediatos de pertença. Já não é de modo previsível que nos tornamos cristãos. Isso acontece e acontecerá cada vez mais como uma opção e uma surpresa.

Depois, à medida que se assiste a um enfraquecimento da inscrição institucional das Igrejas no horizonte da sociedade redescobrimos o valor e as possibilidades de uma presença discreta no meio do mundo. Em tantas situações, nesta diáspora cultural onde estamos semeados, a única palavra verosímil é a do testemunho de uma vida vivida com simplicidade e alegria no seguimento de Jesus.

E, em terceiro lugar, esta grande mudança epocal mostra-nos que precisamos recuperar aquilo que Karl Rahner chama o “santo poder do coração”. Os cristãos são chamados a viver a amizade como um ministério. “Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros como eu vos amei” (Jo 15,17). Há, de facto, uma revelação do cristianismo que só a prática da amizade é capaz de proporcionar. E nisto, o mundo, que pode até perder-se em equívocos sobre os cristãos, não se engana. Mesmo se for um único instante de contacto o que tivermos, tal basta para deixar transparecer uma amizade.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Amizade com a criação

A amizade com a criação é o segredo da vida feliz e como tal é também o fundo adequado sobre o qual projectar os mapas dos nossos caminhos e o plano da vida. (...) A acção de graças abre-nos as portas do jardim da criação.


Carlos G. Vallés, s.j.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Alguém que traduza e publique


Livro sobre amizades entre grandes vultos espirituais: Francisco e Clara de Assis, Teresa de Ávila e João da Cruz, Joana de Chantal e Francisco de Sales, Adrienne von Speyr e Hans Urs von Balthasar, pelo menos estes, pelo que li nas recensões espanholas. E não sei se entre João Paulo II e Wanda Poltawska.

Historia de Amistades Espirituales
Maria Chiapa e Franco Imcampo
San Pablo

quinta-feira, 23 de junho de 2011

A coisa perdida

Maravilhosa história sobre a amizade, a indiferença, a atenção ao diferente. Ganhou o Oscar de curta metragem em 2011. O autor, Shuan Tan, australiano de origem chinesa, tem publicados em português pelo menos dois livros: "Contos dos subúrbios" e "A árvore vermelha". Sítio do autor aqui.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Amizade e desejo de Deus em duas frases de Jacques Maritain

Não existe nada de melhor no mundo do que as maravilhosas amizades que Deus desperta e que são como o reflexo da gratuidade e da generosidade do seu amor.

...

Renunciar a guardar no coração o desejo de santidade, mesmo que ela só seja desejada muito longe, excessivamente longe, mesmo que ela esteja no mal, seria uma última traição para com Deus e para com o mundo.

Jacques Maritain (1882-1973)

quarta-feira, 21 de abril de 2010

João Paulo II e Wanda Poltawska

Na revista "Focus" de hoje (21-04-2010), um artigo sobre a amizade de João Paulo II e Wanda Poltawska. E, já agora, uma foto de 1975, há muito conhecida, do cardeal de Cracóvia com a sr.ª Wanda. Não é propriamente novidade tal amizade. Gostava era de ler o livro em português com as cartas de ambos.



Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...