Mostrar mensagens com a etiqueta Cruzadas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cruzadas. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 13 de maio de 2011

12 de Maio de 1096. Massacre de judeus alemães durante a Primeira Cruzada

Proclamada por Urbano II para libertar os cristãos de Jerusalém e permitir o livre acesso das peregrinações cristãs à cidade santa, por onde passou a Primeira Cruzada aniquilou os não cristãos que se recusavam a converter-se ao cristianismo.

A certa altura, na Alemanha, a cruzada em vez de se dirigir para o sul, avançou para norte, ao longo do Reno. No dia 12 de Maio de 1096, foram massacrados os judeus de Speyer e Worms. Alguns deles refugiaram-se no castelo durante uma semana, até que foram encontrados e assassinados durante a oração da manhã. Em Colónia, porém o arcebispo protegeu parte da comunidade.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

15 de Fevereiro de 1145. Eleição de Eugénio III


Eugénio III (na imagem, estátua em Dijon, França), monge cisterciense de nome Bernardo, foi eleito Papa no dia 15 de Feveriero de 1145 e morreu no dia 8 de Julho de 1153.

Como Papa, Eugénio III teve de enfrentou Arnaldo de Bréscia, um opositor ao poder temporal dos papas, e viveu a maior parte do tempo no mosteiro de Farfa, 40 km a norte de Roma, e três anos em França. Perseguiu os cátaros.

Depois da conquista do Condado de Edessa pelos turcos, convocou a segunda cruzada com Bernardo de Claraval. Luís VII da França e Conrado III do Sacro Império respondem afirmativamente, enquanto os flamengos e ingleses ajudavam Afonso Henriques na conquista de Lisboa (cruzada do ocidente).

Eugénio III foi beatificado em 1872 por Pio IX.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

29 de Julho de 1099. Morre o Papa da primeira cruzada

Urbano II a caminho e no Concílio de Clermont-Ferrand

Urbano II (de nome Otão de Chantillon, 1042–1099) era monge cartuxo e foi papa de 1088 a 1099, defendendo a reforma gregoriana.

Convocou os cristãos para uma guerra contra os infiéis no Concílio de Clermont-Ferrand, em 1095. No início, o pretexto era responder ao pedido de auxílio do imperador bizantino Aleixo I contra os turcos. O Papa esperava que tal ajuda acabasse por restabelecer a unidade entre Oriente e Ocidente, quebrada no cisma de 1054.

Urbano II morreu antes de saber que os primeiros cruzados tinham conquistado Jerusalém, no dia 15 de Julho de 1099, massacrando os judeus, muçulmanos e cristãos que viviam mais ou menos em harmonia no interior das muralhas da “cidade santa”.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Combater as cruzadas, agora no futebol

Notícia do “Telegraph”, replicada em vários sítios, diz que um responsável religioso muçulmano da Malásia aconselha a não usarem equipamentos desportivos com cruzes, diabos e publicidade a bebidas alcoólicas.

«É como se os muçulmanos estivessem a idolatrar e a exaltar os símbolos de outras religiões», disse Nooh Gadot, "conselheiro".


Clubes e países com cruzes são, por exemplo, Portugal, Brasil, Sérvia, Noruega, Barcelona e Inter de Milão (no equipamento alternativo), entre muitos outros. O Manchester tem um diabo com o tridente.

A polémica não é nova. As camisolas do Barcelona estão à venda na Arábia sem a cruz de S. Jorge.


E o Inter de Milão, quando jogou na Turquia, com o equipamento alternativo, contra o Fenerbahçe, foi processado por um advogado turco que não gostou dos “novos cruzados”. Ou melhor, na altura, Dezembro de 2007, as notícias diziam que um advogado tencionava processar o clube num tribunal italiano. Não sei se chegou mesmo a acontecer.

terça-feira, 8 de junho de 2010

8 de Junho de 1191. Ricardo Coração de Leão chega à Terra Santa

Estátua de Ricardo Coração de Leão, em Londres

Ricardo Coração de Leão, imortalizado pelo livro “Ivanhoé”, de Walter Scott, chegou à Terra Santa no dia 8 de Junho de 1191, na Terceira Cruzada, aquela que ficou conhecida como “Cruzada dos Reis”, por terem participado Ricardo Coração de Leão, rei de Inglaterra, Filipe Augusto, rei de França (inimigo do primeiro, mas convencido por ele a participar na Cruzada), e Frederico Barba Ruiva, do Sacro Império Romano Germânico.

Ricardo obteve o título de “Coração de Leão” por ter conquistado Acre, no norte de Israel – o que lhe valeu o estatuto de herói. Não chegou a enfrentar directamente Saladino nem entrou na Cidade Santa, mas negociou o direito de peregrinação para peregrinos desarmados e deu-se por satisfeito.

A crueldade de Ricardo – massacrou prisioneiros, incluindo mulheres e crianças – fez com que a figura do Melek Ric (Rei Ricardo) fosse usada no Médio Oriente para ameaçar as crianças que se portavam mal.

Sinodalidade e sinonulidade

Tenho andado a ler o que saiu no sínodo e suas consequências nacionais, diocesanas e paroquiais. Ia para escrever que tudo se resume à imple...