Mostrar mensagens com a etiqueta séries. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta séries. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Mr. Robot review

Mr. Robot é uma série da USA Network criada por Sam Esmail. Um cyberpunk–thriller drama que junta a contemporaneidade dos movimentos de ciberterrorismo à vontade adolescente de uma revolução que descomponha os paradigmas basilares de uma sociedade de consumo alicerçada numa conspiração mundial. 



Uma das coisas que me cativou nestes seis episódios já disponíveis é a homenagem clara a obras cyberpunk com este travo de ficção científica distópica e politizada. Começando pelo grande paralelismo entre o formato da narrativa com aquele que David Fincher adotou na adaptação do romance de Chuck Palahniuk, Fight Club. O discurso anticapitalista e anti-materialista acompanhado de imagens que retratam um quotidiano cansativo regido pelas regras da banalidade consumista e por um conceito de pueril felicidade, os planos longos e contemplativos, o narrador na primeira-pessoa, a banda sonora a enfatizar o drama tecnológico ou a ironizar com melodias desadequadas ao contexto. É um gosto pessoal, aprecio particularmente as representações satíricas da sociedade. Isto e o facto de que o nosso anti-herói sofre de vários distúrbios psicológicos não identificados (bipolaridade, esquizofrenia?), o que faz com que os subplots em que se introduz e os vários níveis de conspiração possam ou não ser reais – a mesma dinâmica Edward Norton - Tyler Durden. Já no antagonista Tyrell Wellick vi uma sucessão de referências a Blade Runner, American Psycho e Comopolis, um levantamento do estado da arte, um reconhecimento do que já foi feito. Não faz com que a série perca originalidade mas antes ajuda-a a enquadrá-la no seu género e a descrever a sua estética e estilo. 

É verdade que vivemos numa época de revivalismo noir, há um determinado público muito virado para uma estética decadentista, niilista, conspiracionista. Elliot é um ser escolhido para perpetrar uma missão e a sua suposta intelectualmente superior é depreendida pela atitude cínica com que encara o mundo. Digamos que para mim é uma espécie de complexo adolescente em continuidade para justificar as arduidades de adaptação a um meio social aqui considerado amplamente fútil e ingénuo. Acho que muita gente se vai identificar com este tipo de personagem. Nos dois primeiros episódios senti alguma dificuldade em lidar com esta personalidade revoltada contra o capitalismo e o poder instaurado pela política e economia mas que recorre constantemente a clichés para se fazer entender. Se por um lado, Fight Club tinha uma vertente espiritual, da purgação do ser pelo desafeto ao materialismo, em Mr. Robot Elliot coloca o peso em toda a indústria produtiva, muitas vezes atirando em todas as direções, seguindo os padrões de uma rebelião anárquica e anónima aproveitando-se estilisticamente de fenómenos como Anonymous ou as manifestações de Occupy Wall street. A combinação destes elementos é feita com mestria e a personagem de Tyrell Wellick remete-me para um prazer adolescente de um vilão estilizado numa lógica maniqueísta. 

Apesar de alguma resistência ao piloto, ao terceiro episódio senti-me magneticamente atraída pela série e vou certamente seguir. Se me sentir inspirada ainda escrevo aqui mais alguma coisa sobre os meus pensamentos acerca do desenrolar da narrativa. Haja inspiração!    

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

your sense of humour is just like Family Guy





Kyle: You should like that show, your sense of humour is just like Family Guy.
Cartman[explodes] Don't you ever, ever compare me to Family Guy, you hear me Kyle?! Compare me to Family Guy again and so help me, I will kill you where you stand!
(...)
Cartman: Do you have any idea what it's like? Everywhere I go: 'Hey Cartman you must like Family Guy, right?' 'Hey, your sense of humor reminds me of Family Guy, Cartman!' I am NOTHING like Family Guy! When I make jokes they are inherent to a story! Deep situational and emotional jokes based on what is relevant and has a point, not just one random interchangable joke after another!


Um dos melhores episódios meta-série de sempre!



segunda-feira, 22 de novembro de 2010

The Walking Dead

Compreendo perfeitamente o dilema, Lori. Não era exactamente do que estava à espera numa série de zombies... mas também serve. Só faltava mais um bocadinho de escola de actor. Ahh e uns  jump scares uma vez por outra não faziam mal, afinal é uma série de zombies e tal... mais dilema também era bom, e mais banda sonora, definitivamente mais banda sonora... :/

domingo, 31 de outubro de 2010

The Walking Dead

E para este Halloween, mal posso esperar!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

New favorite quote

"I am being dragged into the 21st century, with its meaningless logos and ironic veneration of tyrants." by Mark (4th season of Peep Show) :D

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

sábado, 4 de abril de 2009

[Cdrama]双城变奏



马来西亚姑娘唐音父母双亡,被中国父亲收养,在中国音乐学院学习小提琴。唐音与养父之子章乐青梅竹马,一起在音乐声中长大。在繁忙的学习、生活中,他们之间产生了爱情。一次偶然的机会,他们发现唐音在马来西亚还有一个双胞胎姐妹汀娜。经历了一件件既巧合又离奇的事情后,这一对情侣不仅爱情受到了严峻的考验,在音乐的追求上,也遇到了种种坎坷。最后,在他们锲而不舍的努力之下,事业大获成功,有情人也终成眷属。
+...

terça-feira, 31 de março de 2009

Change - Ending

Takuya Kimura ♥

segunda-feira, 23 de março de 2009

terça-feira, 3 de junho de 2008

Hanakimi




Hana-Kimi, primarily known in Japan as Hanazakari no Kimitachi e (花ざかりの君たちへ, Hanazakari no Kimitachi e? Lit. "For You in Full Blossom") is a shōjo manga series written by Hisaya Nakajo.
The manga was serialized in Japan in Hakusensha's Hana to Yume (Flowers and Dreams), which came out bi-weekly (5th and 20th of every month). This manga series has ended at volume 23 in August 2004 in Japan [with a special ending released December 2004, and a extra special, showing Kayashima's point of view in the story, released in 2007] The final volume is set to be released in the US as of April 2008. An artbook was released in May 2005 in addition to a character book.
Hana-Kimi is published in English under the name Hana-Kimi by VIZ Media. The English title originated from a fan abbreviation of the original Japanese title. (The official US translation, by VIZ Media, ends the title with a he instead of e.)
Hana-Kimi centers around Mizuki Ashiya, a Japanese girl who lives in the United States. One day, she sees a track and field competition on TV, and becomes attracted to one of the high jump competitors, Izumi Sano. She begins to idolize the young athlete and eventually transfers to Japan to attend the same school that Sano attends. There is a catch, however -- Sano attends an all-boys high school, named Osaka Gakuen, and Mizuki must disguise herself as a boy to enter. The majority of the series happens during Mizuki's second year at Osaka (from Volume 4 onwards), although her first year was significant for her being able to remain in Osaka.
A Taiwanese drama based on Hana-Kimi has been produced, titled (direct translation: Hanayō Shōnen Shōjo or, in Mandarin, Hua Yang Shao Nian Shao Nu ('花樣少年少女'). This Chinese title is also the title used by the translation published by Tong Li. A Japanese drama adaptation has also been aired on Fuji TV, titled Hanazakari no Kimitachi e.
A series of three drama CDs has been released in Japanese. Nevertheless, the first CD is not available as a commercial release.
Two of Nakajo's one-shot works are included in the volumes of the series. Thirsty Moon is included in volume 4.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Full House





Han Ji-Eun (Song Hye Kyo) lives in a house called Full House, built by her father. She is an aspiring novelist. One day, two of her friends, for money reasons, trick her and sell her house - when she returns from a vacation, she discovers it has been sold to Lee Young-Jae (비/Bi (Rain)), an actor who has just shot to stardom. Though they don't get along with each other, as she is messy and he has a bad temper and an affection for cleaning, they agree to live with each other and Ji-Eun works as his maid in order to buy her house back. Out of a misunderstanding and Young-Jae's ill-fated try to make the love of his life, Kang Hye-Won (Han Eun Jung) jealous, Young-Jae marries Ji-Eun. They set up a contract for the marriage to last six months. During that time, complications ensue and Ji-Eun and Young-Jae become attracted to each other. Also, Ji-Eun starts to hold a strong bond with Young-Jae's family. However, Young-Jae's bad temper along with the romantic attentions of Yoo Min-Hyuk (Kim Sung Soo), Ji-Eun's handsome and friendly publisher, starts to create a rift between the couple. Young-Jae and Ji-Eun get a divorce and he moves away. When he returns, he realizes that Ji-Eun hasn't married yet and knows that he has fallen in love with her - and she with him. He proposes to her, this time for the right reasons, and finally, they get married the second time and live happily ever after.

domingo, 29 de julho de 2007

SÉRIES

O Lauro António colocou-me um desafio blogista, de correntes, que consiste em passar de blog em blog um pedido relativo a uma temática. Embora me tenha apelidado de séria eu não me importo e aceito o desafio SERIAMENTE sobretudo porque são SÉRIES (eu juro que paro com isto...) !! :O Um beijo para o Lauro (sério, um beijo sério!).
Então... tenho que dizer quais as minhas cinco séries favoritas. Isto é complicado... primeiro porque o termo 'série' define tudo o que seja concebido para ser transmitido pela televisão, com determinada periodicidade... e então nesta categoria eu suponho que as séries de animação também estejam incluindas... Por isso decidi faer algumas secções
Como a animação japonesa é aquela parte importante de mim, não podia deixar de referir
anime:
- Rurouni Kenshin (o clássico, obrigatório, uma saga histórica de samurais, de defensores do bem, de defensores do bem que já foram do mal, de elementos da história do Japão, aquilo que me fazia suportar o palhaço batatinha - de uma forma muito séria - todas as tardes do Verão de 2000)
- Cowboy bebop (jazz e cowboys do espaço com um estilo irresistível, como pedir mais?)
- Ranma1/2 (por ser completamente hilariante)
- Evangelion (pronto...e vocês perguntam-se: é possível seres mais cliché do que isso?)
- Kodomo no Omocha (muita gente confude esta série com marmalade boy...é assim, tem que haver variedade... eu sou uma shoujo girl, sim, qual é o problema? Adorava este trama dramático da miuda apaixonada pelo rebelde da turma e pronto, menos óbvio porque quase ninguém viu esta série em Portugal)
O que é que fica de fora? Lain, Tenchi Muyo, Boogiepop, Excel Saga, Trigun, Paranoi Agent, Beck, Death Note...




Animação - não anime:
- Simpsons (duh!)
- South Park
- Dilbert
- Family Guy
- Dr Catz (alguém viu? isto aparece satirizado em quase todos os anteriores sobretudo devido ao desenho que é muito 'tremido' mas eu duvido que toda a gente perceba a referência)




Séries não animação:
São aquelas que têm surgido mais nos últimos tempos... eu cheguei a ver muitas mas nem sempre acompanhei assim de uma forma muito muito permanente... tipo comecei a ver Lost mas depois perdi-me (isto NÃO É uma piada, por amor de deus), Prison Break, The O.C., CSI, Sex and the City e Desperate Housewifes (eu gosto de séries com gajas completamente fúteis e manipuladoras sem moral... acho giro), Roma, Little Britain, My name is Earl e não esquecendo X-Files, etc etc... o que eu acho bom é que com este surgimento de séries há uma geração de pessoas morangos-com-açucar que cederam totalmente ao vício das séries americanas... como é que essas pessoas depois de verem séries americanas ainda suportam pseudo-ficção nacional? Acho que ultrapassa a minha compreensão... mas pronto, os nossos canais generalistas ainda assim defendem a teoria de que 'temos que dar coisas más às pessoas porque elas são burras sem cultura e nós, televisões, precisamos de audiências'. Acho que aquilo de que não se apercebem é que se derem coisas boas às pessoas elas são capazes de começar a educação do seu próprio gosto...mas parece que isto não dá tanto jeito como isso. Talvez chegue a um dia em os canais generalistas se apercebam que ganham muito mais em passar as séries que compram a uma hora decente em vez de nos espetarem constantemente em horário nobre com a lixeira televisiva diária à qual chamam simpaticamente ficção nacional. Claro que há séries americanas horrorosas, quem vir a Fox ou Fox life de manhã à noite apanha com Ossos e Angel e não sei que mais... mas de uma maneira geral, viva às novas produções...
Vou deixar a minha lista, que vai conter muitos clássicos porque eu sou uma pessoa classicista, não sei... enfim...
- Six Feet Under (depois de muito ponderar acho que é a minha série de eleição)
- Twin Peaks
- The Twilight Zone (de 1959)
- Blackadder (Rowan Atkinson, Hugh Laurie, Tony Robinson - junto a um argumento fabuloso, motivos suficientes!)
- Dr. House (... quando se gosta de Hugh Laurie, gosta-se sempre....)
- Sopranos
- A Familia Bellamy



Enfim, há imensas coisas que ainda tenho para ver, de sugestões que surgem de todos os lados mas não sou uma máquina de ver séries como tanta gente que conheço e por isso só consigo ver algumas de cada vez... de qualquer forma agora chegou aquela parte em que tenho que passar isto para outras pessoas... hummm...

E acho que vou lançar o desafio ao
- kiyoshi (que acho que o mais certo é ignorar-me...)
- Ricardo (porque qualquer post dele vale a pena ler... por ser ele...)
- Daniel (que por acaso fala muito pouco de séries no seu blog e então achei que era interessante saber qual a opinião dele sobre este tema...)
- Matthieu (que é só para ele actualizar o blog assim que tiver net outra vez :D)

O tema é: quais as vossas cinco séries favoritas? (nota: o cinco é aquele número abstracto que ninguém sabe concretizar muito bem...!!)

Um beijo para todos (sim, eu só seleccionei jovens rapazes atraentes de propósito...)