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sexta-feira, 23 de outubro de 2009

recuerdo







Em escavações, provavelmente nos anos 80, algures no Norte de Portugal...
Foto António da Silva Pereira
Obrigado!

sábado, 30 de maio de 2009

Recuerdos: alguns arqueólogos na Praça Maior de Salamanca, um dos nossos locais míticos


Ana, Lurdes, Susana, Sérgio, Lídia e eu


eu e o Gonçalo


Fotos Leonor S. P., 2003


sábado, 1 de novembro de 2008

Ver, tocar - pequena crónica de infantilidades idas


Um dia uns amigos meus trouxeram-me de Espanha uma "prenda" (as pessoas pelam-se por dar prendas) que era uma plaquinha de madeira, com um pequeno furo em cima, para supostamente pendurar na parede.


E tinha escrito:
"Ver é crer.
Mas tocar ainda é melhor"

Na sua ingenuidade simples, na sua marotice adolescente, a plaquinha colocava uma série de interrogações.

De outra vez, plaquinha parecida na qual havia ao centro desenhado o perfil de um buraco de fechadura.
E dizia: "espreite e verá a [nome de uma sex symbol espanhola da altura, creio que uma tal Susana Estrada, seria?] nua, do outro lado"

E com estas e outras ingenuidades se ia a nossa juventude também entretendo.

Hoje, muitos tocam; e, outros, decerto só espreitam, como sempre aconteceu e há-de acontecer.
E aqueles últimos, que julgarão ver? Que lhes dirão as plaquinhas que eles devem ver? Que fantasia estas objectivarão?

Não sei. Vejo muitos andarem numa irrequietude insatisfeita, de grandes unicórnios à busca, arfantes, ou ciclopes, mas com um grande olho cego e dilatado no meio da atenção.

Essa busca não será aquilo a que alguns chamam propriamente a obscenidade?



(Advertência: se por acaso tudo isto não fizer sentido, é do sono... levantei-me às 7 horas de ontem; mas a música que tenho nos ouvidos não me deixa parar)


terça-feira, 16 de setembro de 2008

Há 36 anos, precisamente...


... a 16 de Setembro de 1972


Eu e a Susana casámos em Lisboa, isto é, assinámos o nosso "contrato" (!!) no "Registo Civil" da Av. Guerra Junqueiro, que une a Praça de Londres à Alameda D. Afonso Henriques.
Era uma manhã de sábado.
Foram nossas testemunhas o Eduardo Serrão e a mulher, Ana Serrão, já falecidos.
Estiveram lá os meus pais e a minha sogra, além das minhas irmãs Guida e Isabel.
Eu tinha 24 anos e a Susana 19 (ainda era menor, segundo as leis da altura)


Um beijo para vocês, destes emigrantes reincidentes!

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Foto de cima: visitando um palácio de Marraqueche, 6 de Setembro de 2008