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terça-feira, 21 de outubro de 2008

comboios: seu fascínio




Assinalando a data da primeira viagem de comboio em Portugal (28 de Outubro de 1856)

O Museu Nacional Ferroviário

Apresenta no

Núcleo Museológico de Lousado

- De 28 de Outubro a 28 de Dezembro de 2008 -


ENTRONCAMENTO – Ao encontro da luz
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA DE
JOSÉ CHAMBEL CARDOSO E JOSÉ MANUEL ANTUNES

A estação do Entroncamento como ponto de confluência de vias férreas, local de idas e vindas, recordações de viagens. A nossa Memória e a nostalgia dos comboios.
Uma breve visão de dois fotógrafos sobre os caminhos-de-ferro.

Esta exposição foi inaugurada no dia 18 de Maio de 2008, no Museu Nacional Ferroviário, no Entroncamento, celebrando o Dia Internacional dos Museus, e irá agora entrar em digressão pelos restantes Núcleos Museológicos, começando no Lousado, no dia 28 de Outubro, comemorando a primeira viagem de comboio em Portugal (28 de Outubro de 1856).

Fonte de texto e imagem:
Museu Nacional Ferroviário,
Núcleo Museológico de Lousado,
Estação dos Caminhos de Ferro de Lousado,
De Domingo a Sexta, das 14h às 17h
www.fundacaomuseuferroviario.org.pt

rpereira@fmnf.pt
252153606 / 249130255


Maria Rita Jardim Pereira

Coordenadora Serviço Educativo
Fundação Museu Nacional Ferroviário
Tel: 249130255
Tm: 912173621

domingo, 1 de junho de 2008

Museu do Oriente, em Lisboa: um portento! Alguns "aperitivos" para uma visita

















Museu da responsabilidade da Fundação Oriente, criada em 1988.
Trata-se da adaptação de um edifício portuário do "Estado Novo"
Local: Av. Brasília, Doca de Alcântara (Norte)
Telef. 213585200
e-mail: info@museudooriente.pt
www.museudooriente.pt

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Museu Arqueológico de Florença - Fev. de 2008 - uma digressão rápida entre o antigo e o actual


vai correr tudo bem.



o ateísmo é um monoteísmo.





as pessoas falam muito, e muito alto.





quem convidou foste tu.



manda entrar para o terraço.




chegaste cedo para o jantar, e trazias sombra nos joelhos.




demasiada luz para poder seguir.




simetria assim.




as estátuas imitam sombras; sobram sobre as salas.




a parede ficou encapsulada.



as intersecções às vezes sangram.




finalmente a visita.





talvez lá ao fundo, ao virar.




o reclinar das cores. podemos começar



Fotos e legendas: VOJ

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Florença: Museu Arqueológico - breve digressão -1


















Reconstituição de túmulos etruscos e outros monumentos, jardim.






Um tell, Próximo Oriente.




E
m vez de tratar o museu como um simples repositório de documentos, um espaço de lazer, um local de contemplação estética ou de obtenção de saber, é preciso voltar a devolvê-lo ao seu carácter eminentemente espectral de ARQUIVO ALUCINADO. O museu é o inconsciente.
É o lugar sem lugar do recalcado.

São as águas negras que se agitam sob todas as narrativas míticas.

O museu tem de permanecer como não explicado. Tanta explicação cansa, cansa muito.
O museu é o lugar do enigma posto em cima de uma peanha.

Assim readquire a leveza e a beleza de servir para o olhar cego se passear entre objectos que já não vê, quase sufocado pela atmosfera que já não suporta, num cansaço verdadeiramente excepcional.

O museu é o ASILO MARAVILHOSO, onde esperam todas as figuras à porta da literatura.

O museu é a porta do deserto, onde estão as filas dos que esperam, há séculos, para nele se internar.

Pôr uma legenda num museu é um acto excessivo.
Deixa correr a hemorragia, não estanques o que se esvai até à consumação completa.
Fala com as peças. Não lhes chames cultura material: tem vergonha dessas nomenclaturas.
Deixa viver as criaturas que já morreram a sua nova vida. Circula, deambula, fotografa, aponta e apaga: e sai como se não tivesses visto nada, quer dizer, como se tivesses posto entre os olhos a lâmpada da alucinação.
Cansa, fatiga tanta explicação, tanta coisa óbvia posta numa vitrina, quando é óbvio que é a nossa eternidade que está ali, deitada num caixão.
Deixa descansar. Já se disse tanta coisa e o enigma continua lá. Basta!




Fotos VOJ Fev. 2008 texto voj Maio 2008

quarta-feira, 16 de abril de 2008