Então leia, sff:
Pierre Dardot e Christian Laval
La Nouvelle Raison du Monde
Essai sur la Société Néolibérale
Paris, La Découverte, 2009
Não se fie nos media!
Transferência "(...) A PSICANÁLISE INVENTOU DE FACTO UMA NOVA FORMA DE AMOR CHAMADA TRANSFERÊNCIA." JACQUES-ALAIN MILLER (Lacan Dot Com)
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
terça-feira, 25 de maio de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
sábado, 14 de novembro de 2009
Às vezes, finalmente, aparece um(a) novo(a) autor(a)... e a nossa esperança renasce
Descobri ontem, na FNAC, um livro luminoso. Às vezes a procura incessante, teimosa contra a mediocridade e a mediania, contra a depressão e a preguiça, contra o senso-comum e a miséria mental, tem recompensas. Vale a pena ler o entusiástico prefácio de João Mário Grilo. Fiquei com vontade de conhecer a autora.
Clique nas imagens para ampliar.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Estuques Decorativos – a evolução das formas
Estuques Decorativos – a evolução das formas
de Isabel Mayer Godinho Mendonça
"Dando continuidade ao projecto de divulgação do património do Patriarcado de Lisboa “Arte nas Igrejas de Lisboa”, iniciado em 2008 com a publicação da obra A Talha – Esplendores de um passado ainda presente, o Centro Cultural do Patriarcado de Lisboa tem o prazer de informar que será lançado no próximo dia 14 de Novembro de 2009, na igreja de S. Paulo em Lisboa, o 2º número da colecção, desta vez dedicado à presença dos Estuques Decorativos em igrejas de Lisboa.
Encarados como sinónimo de mau gosto e vistos como uma arte menor, os estuques decorativos foram, durante várias décadas, quase completamente ignorados pela maioria dos estudiosos e responsáveis pelo património nacional. Apesar das perdas irreparáveis causadas por numerosas destruições e restauros desastrosos, permanecem ainda em interiores de muitas igrejas de Lisboa interessantes exemplos desta arte, que permitem assim aferir a qualidade e erudição dos programas decorativos e iconográficos e a extrema perícia dos seus executantes."
sábado, 3 de outubro de 2009
Belíssimo livro de Mário Cláudio... com uma reconfortante dedicatória...
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Saíu publicada a tese de mestrado do André Tomás Santos, um excelente arqueólogo e amigo
"Uma Abordagem Hermenêutica — Fenomenológica à Arte Rupestre da Beira Alta:
o caso do Fial (Tondela, Viseu)
por André Tomás Santos
Resumo
Este trabalho corresponde ao estudo monográfico da estação de arte rupestre do Fial (Tondela, Viseu). Trata-se de uma estação onde se identificaram 79 rochas historiadas, distribuídas por cinco núcleos. Os quatro últimos núcleos mantém entre si relações de intervisibilidade. Entre o primeiro e o segundo núcleo localiza-se um monumento megalítico de grandes dimensões, que é visível a partir de qualquer um deles. Como se discutirá no local apropriado, consideramos que a fase mais antiga de gravação da estação é datável de um período compreendido entre os finais do IV e os inícios do III milénio AC. Para além desta fase, que é a mais bem representada na estação, foi ainda possível inferir-se uma segunda fase, datada do Bronze Final, e uma terceira, de cronologia já plenamente histórica.
Os objectivos últimos do nosso trabalho foram dois: contribuir para uma melhor compreensão da arte rupestre da Beira Alta; compreender a relevância do sítio no contexto dos períodos pré-históricos coevos da sua gravação.
Estes objectivos, em particular o segundo, condicionaram a abordagem adoptada no estudo do sítio arqueológico. Esta foi hermenêutica, porque se entendeu a estação como um tipo de sítio passível de ser lido como um texto, e fenomenológica, porque se considerou que as relações que se vão estabelecendo entre o nosso corpo, a estação e o contexto em volta são elas próprias fontes em si. Fenomenológica e também hermenêutica porque, no seguimento de Heidegger, entendemos o(s) Mundo(s) como sistemas de inteligibilidade (como o é a linguagem) onde se encontra lançado o Ser.
Estes factores condicionaram a própria estrutura da nossa investigação.
O trabalho começa por se debruçar sobre os estudos prévios em torno da arte rupestre da Beira Alta. Seguidamente são aprofundadas as questões teóricas subjacentes à nossa abordagem. Um apartado relativo à metodologia utilizada no estudo da estação fecha a primeira parte do nosso texto. Na segunda parte são descritos o contexto geográfico e cultural em que a estação se insere, as estações pré-históricas da região, o sítio e as rochas decoradas; em seguida é discutida a cronologia da estação. Na terceira parte do trabalho começamos por dissecar a estrutura subjacente à organização do sítio, estrutura essa que subsequentemente procuramos entender no contexto da região durante os períodos em que a estação foi gravada. Na quarta parte começamos por discutir em que medida o estudo da estação contribuiu para uma nova visão sobre a arte rupestre da Beira Alta; em seguida, procuramos avaliar a relevância do Fial no contexto dos períodos pré-históricos em que foi gravado.
As conclusões advindas do estudo da estação, cruzadas com os dados provenientes de outros sítios, permitiram-nos propor uma diacronia para a arte rupestre da Beira Alta, tendo-se identificado quatro grandes fases em que a gravação de rochas terá correspondido a um fenómeno generalizado: uma primeira fase, localizada entre os finais do IV e os inícios do III milénio AC; uma segunda, datada dos finais do III milénio AC; uma terceira, situável na Proto-história Antiga; e uma quarta fase, a que podemos atribuir uma cronologia da II Idade do Ferro.
Considerámos o Fial como um sítio ligado a cultos iniciáticos, próprio de comunidades em que a progressiva divisão social do trabalho terá obrigado a um incremento das práticas cerimoniais que definem as identidades dos elementos que compõem os grupos. A regravação da estação no Bronze Final terá que ver com a apropriação, através da gravação de motivos como os podomorfos, de espaços mais antigos carregados de simbolismo pelas elites coevas. "
Fonte: Archport
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Boa notícia
No Facebook, escreve-me Esperanza Martín:
Enhorabuena!
Archaeology and The Politics of Vision in a Post-Modern Context
ha llegado a todas las librerías en España y ya es muy fácil de conseguir...
Uma boa notícia pela manhã! Gracias!
Enhorabuena!
Archaeology and The Politics of Vision in a Post-Modern Context
ha llegado a todas las librerías en España y ya es muy fácil de conseguir...
Uma boa notícia pela manhã! Gracias!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
domingo, 6 de setembro de 2009
Básico e fascinante... Lawrence da Arábia e o seu mais famoso livro
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Wilfred Thesiger, um clássico sobre os desertos...
Fonte: http://www.amazon.fr/Désert-déserts-Wilfred-Thesiger/dp/2266096567/ref=sr_1_1?ie=UTF8&s=books&qid=1251153290&sr=1-1
Agradeço a Sérgio Pereira ter-me indicado este autor, que por inteiro desconhecia! É bom ainda haver livreiros (raríssimos...) !
Petra
por
Christian Augé e Jean-Marie Dentzer
Poche
Editeur : Paris, Gallimard (1999)
ISBN-10: 2070534286
ISBN-13: 978-2070534289
Fonte: http://www.amazon.fr/Pétra-cité-caravanes-Christian-Augé/dp/2070534286/ref=pd_bxgy_b_img_b
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Boa notícia
A Relógio d' Água, neste momento a melhor editora portuguesa de ciências humanas, acaba de publicar novo livro de Slavoj Zizek, VIOLÊNCIA. Seis Notas à Margem, traduzido de novo pelo meu amigo Miguel Serras Pereira. Uma acção de cultura no meio do deserto! Um autor que não se pode ignorar, deuses meus!
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Debord em pdf e em português
Já existe em formato pdf o livro "A Sociedade do
Espectáculo" de Guy Debord e traduzido para o português
http://www.cisc.org.br/portal/biblioteca/socespetaculo.pdf
Agradeço a AC esta informação.
Este foi um dos livros marcantes do século XX !
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Dos patrimónios naturais
Dos patrimónios naturais
Multiplicam-se as iniciativas camarárias de incitar a população a preservar os hábitos alimentares tradicionais e a procurar no campo aqueles produtos silvestres que faziam as delícias de nossos avós e que, fruto de uma sabedoria ancestral, forneciam ao organismo elementos que o fast food (perdoe-se-me o detestável anglicismo) já não dá.
Recordo que, numa organização do município de S. Brás de Alportel, «perto de uma centena de pessoas percorreram os trilhos da Serra, na manhã fria de domingo, 11 de Janeiro, à descoberta, por entre sobreiros, pinheiros e azinheiros, dos cogumelos escondidos, maravilhosos frutos da terra, cheios de mistério e poder». E que a Câmara Municipal de Portel incitou os seus munícipes «no dia 4 de Abril, vamos pela serra à procura das silarcas, com a bióloga Celeste Silva», iniciativa que a museum anunciou no dia 1; nfelizmente, neste caso, segundo julgo saber, o tempo não estivera de feição, não chovera o bastante e, por isso, as silarcas (apetecíveis cogumelos) não brotaram do solo.
Acabámos de ver ontem, num dos canais da televisão, o elogio dos cogumelos como alimento e, nos tempos de recessão que correm, bom será que, de facto, comecemos a pensar no aproveitamento mais racional dos nossos recursos naturais, nomeadamente no que à nutrição diz respeito.
Por isso saudamos a publicação do livro Tradição e Inovação Alimentar (Dos Recursos Silvestres aos Itinerários Turísticos), organizado pela Doutora Maria Manuel Valagão, que nesse domínio se tem especializado.
Tenho presente a 2ª edição (Dez 2008), de Edições Colibri para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, publicada no âmbito do Projecto «Inovar e valorizar as tradições alimentares enquanto precursoras da conservação da Natureza e do desenvolvimento local em Alcácer do Sal». ISBN: 972-772-655-0.
Assina o prefácio Maria Leal Monteiro, presidente da referida Comissão, que ali tece o elogio da alimentação mediterrânica de que o Alentejo ainda continua a ser paladino, declarando que «Maria Manuel Valagão e a sua equipa souberam entusiasmar-nos ainda muito mais com as qualidades das ervas, deste mundo das ervas, com estes acepipes, que afinal têm vindo a contribuir para a saúde das nossas gentes, nas nossas terras». Uma «abordagem integrada de identificação e reconhecimento da importância do património natural e cultural».
Assinados por diversos investigadores, temos, no livro, os seguintes capítulos: «Plantas da flora local com valor alimentar e aromático»; «Sustentabilidade dos recursos micológicos silvestres», «A secagem, uma forma tradicional de conservação dos alimentos», «As tradições alimentares», «Recursos alimentares e identidades territoriais; uma perspectiva sobre a gastronomia local», «Inovação das tradições alimentares», «Itinerários turísticos. Passeando em torno do ambiente, do património e da gastronomia».
Enfim, 269 páginas, bem ilustradas a cores, que se lêem num regalo!
José d'Encarnação
Multiplicam-se as iniciativas camarárias de incitar a população a preservar os hábitos alimentares tradicionais e a procurar no campo aqueles produtos silvestres que faziam as delícias de nossos avós e que, fruto de uma sabedoria ancestral, forneciam ao organismo elementos que o fast food (perdoe-se-me o detestável anglicismo) já não dá.
Recordo que, numa organização do município de S. Brás de Alportel, «perto de uma centena de pessoas percorreram os trilhos da Serra, na manhã fria de domingo, 11 de Janeiro, à descoberta, por entre sobreiros, pinheiros e azinheiros, dos cogumelos escondidos, maravilhosos frutos da terra, cheios de mistério e poder». E que a Câmara Municipal de Portel incitou os seus munícipes «no dia 4 de Abril, vamos pela serra à procura das silarcas, com a bióloga Celeste Silva», iniciativa que a museum anunciou no dia 1; nfelizmente, neste caso, segundo julgo saber, o tempo não estivera de feição, não chovera o bastante e, por isso, as silarcas (apetecíveis cogumelos) não brotaram do solo.
Acabámos de ver ontem, num dos canais da televisão, o elogio dos cogumelos como alimento e, nos tempos de recessão que correm, bom será que, de facto, comecemos a pensar no aproveitamento mais racional dos nossos recursos naturais, nomeadamente no que à nutrição diz respeito.
Por isso saudamos a publicação do livro Tradição e Inovação Alimentar (Dos Recursos Silvestres aos Itinerários Turísticos), organizado pela Doutora Maria Manuel Valagão, que nesse domínio se tem especializado.
Tenho presente a 2ª edição (Dez 2008), de Edições Colibri para a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Alentejo, publicada no âmbito do Projecto «Inovar e valorizar as tradições alimentares enquanto precursoras da conservação da Natureza e do desenvolvimento local em Alcácer do Sal». ISBN: 972-772-655-0.
Assina o prefácio Maria Leal Monteiro, presidente da referida Comissão, que ali tece o elogio da alimentação mediterrânica de que o Alentejo ainda continua a ser paladino, declarando que «Maria Manuel Valagão e a sua equipa souberam entusiasmar-nos ainda muito mais com as qualidades das ervas, deste mundo das ervas, com estes acepipes, que afinal têm vindo a contribuir para a saúde das nossas gentes, nas nossas terras». Uma «abordagem integrada de identificação e reconhecimento da importância do património natural e cultural».
Assinados por diversos investigadores, temos, no livro, os seguintes capítulos: «Plantas da flora local com valor alimentar e aromático»; «Sustentabilidade dos recursos micológicos silvestres», «A secagem, uma forma tradicional de conservação dos alimentos», «As tradições alimentares», «Recursos alimentares e identidades territoriais; uma perspectiva sobre a gastronomia local», «Inovação das tradições alimentares», «Itinerários turísticos. Passeando em torno do ambiente, do património e da gastronomia».
Enfim, 269 páginas, bem ilustradas a cores, que se lêem num regalo!
José d'Encarnação
domingo, 12 de abril de 2009
Jacques Lacan: talvez o melhor livro que já li sobre este autor...
É um dicionário tão bem feito que se lê como um livro.
Já o citei em várias mensagens anteriores.
Mostra bem a complexidade - iria dizer a monumentalidade - do pensamento de Lacan, que de certo modo foi um gigante da filosofia.
Este dicionário, publicado em 2008 em Paris, baseia-se exclusivamente nos Seminários de Lacan, e concentra-se na sua contribuição filosófica.
Não percebo por que é que Lacan não é mais estudado em Portugal, e como é possível falar de Freud sem falar ao mesmo tempo de Lacan (ou melhor, até julgo que percebo, mas não digo - há que ter muita prudência em matérias em que se é um aprendiz).
Este livro é muito importante no contexto de uma das maiores aventuras em que me terei metido na minha vida, o Curso sobre Pensamento Crítico Contemporâneo que vou começar no próximo dia 20 de Abril, na Faculdade de Letras do Porto, e que continuartá até Junho, absorvendo a maior parte do meu tempo de trabalho, apesar de se tratar apenas de 8 sessões. Mas cada uma delas exigiria ANOS de preparação intensiva!
Se o faço é porque estou absolutamente convencido de que sem se passar por estes autores (e muitos outros, bem entendido) não se vai a lado nenhum, QUALQUER QUE SEJA O NOSSO DOMÍNIO DE ESPECIALIZAÇÃO OU DE TRABALHO.
A Universidade precisa destas iniciativas: a verdadeira renovação está neste tipo de interdisciplinaridade - creio.
Já o citei em várias mensagens anteriores.
Mostra bem a complexidade - iria dizer a monumentalidade - do pensamento de Lacan, que de certo modo foi um gigante da filosofia.
Este dicionário, publicado em 2008 em Paris, baseia-se exclusivamente nos Seminários de Lacan, e concentra-se na sua contribuição filosófica.
Não percebo por que é que Lacan não é mais estudado em Portugal, e como é possível falar de Freud sem falar ao mesmo tempo de Lacan (ou melhor, até julgo que percebo, mas não digo - há que ter muita prudência em matérias em que se é um aprendiz).
Este livro é muito importante no contexto de uma das maiores aventuras em que me terei metido na minha vida, o Curso sobre Pensamento Crítico Contemporâneo que vou começar no próximo dia 20 de Abril, na Faculdade de Letras do Porto, e que continuartá até Junho, absorvendo a maior parte do meu tempo de trabalho, apesar de se tratar apenas de 8 sessões. Mas cada uma delas exigiria ANOS de preparação intensiva!
Se o faço é porque estou absolutamente convencido de que sem se passar por estes autores (e muitos outros, bem entendido) não se vai a lado nenhum, QUALQUER QUE SEJA O NOSSO DOMÍNIO DE ESPECIALIZAÇÃO OU DE TRABALHO.
A Universidade precisa destas iniciativas: a verdadeira renovação está neste tipo de interdisciplinaridade - creio.
sábado, 21 de março de 2009
A Arqueologia do Saber, de Michel Foucault - corrigindo lapso anterior
Como me lembrou um leitor deste blogue (a quem agradeço; tinha-me esquecido porque nunca cheguei a comprar, tendo a edição francesa) há uma tradução portuguesa deste livro, de 2005, pela Almedina, de Coimbra, de cuja página:
http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=3931me permito reproduzir a imagem acima e a seguinte informação sobre o livro:
"A geração de Foucault (1926-1984) é aquela que, no imediato pós-guerra, assiste à proeminência da fenomenologia e do existencialismo nos meios filosóficos e culturais franceses, mas também à omnipresente influência da geração anterior que viveu a resistência, com Jean-Paul Sartre à cabeça. Com os da idade de Foucault, a época é já a da transição entre os últimos anos da reconstrução e os anos brilhantes dos que, discípulos desobedientes daqueles mestres, lhes escapam rumo a um mundo de que o Maio de 68 constituía a grande promessa. Sem esta alusão, sumaríssima, não poderíamos começar a compreender como foi possível à geração de Foucault o desassombro, a obstinação, a alegre ferocidade com que ela dá os primeiros passos na senda de vários "pós": pós-estruturalismo, pós-marxismo, pós-modernidade.
[...] A arqueologia do saber constitui o eixo das problematizações foucauldianas, aquele por onde passam, em filigrana, todos os fios das sucessivas etapas de um pensamento que se procura a si próprio, reactivando objectos de análise e reformulando posturas analíticas."
In nota de Apresentação de António Fernando Cascais
ÍNDICE
NOTA DE APRESENTAÇÃO
I. INTRODUÇÃO
II. AS REGULARIDADES DISCURSIVAS
I As unidades do discurso
II. As formações discursivas
III. A formação dos objectos
IV. A formação das modalidades enunciativas
V. A formação dos conceitos
VI. A formação das estratégias
VII. Observações e consequências
III. O ENUNCIADO E O ARQUIVO
I. Definir o enunciado
II. A função enunciativa
III. A descrição dos enunciados
IV. Raridade, exterioridade, acumulação
V. O a priori histórico e o arquivo
IV. A DESCRIÇÃO ARQUEOLÓGICA
I. Arqueologia e história das ideias
II. O original e o regular
III. As contradições
IV. Os factos comparativos
V. A mudança e as transformações
VI. Ciência e saber
V. CONCLUSÃO"
[...] A arqueologia do saber constitui o eixo das problematizações foucauldianas, aquele por onde passam, em filigrana, todos os fios das sucessivas etapas de um pensamento que se procura a si próprio, reactivando objectos de análise e reformulando posturas analíticas."
In nota de Apresentação de António Fernando Cascais
ÍNDICE
NOTA DE APRESENTAÇÃO
I. INTRODUÇÃO
II. AS REGULARIDADES DISCURSIVAS
I As unidades do discurso
II. As formações discursivas
III. A formação dos objectos
IV. A formação das modalidades enunciativas
V. A formação dos conceitos
VI. A formação das estratégias
VII. Observações e consequências
III. O ENUNCIADO E O ARQUIVO
I. Definir o enunciado
II. A função enunciativa
III. A descrição dos enunciados
IV. Raridade, exterioridade, acumulação
V. O a priori histórico e o arquivo
IV. A DESCRIÇÃO ARQUEOLÓGICA
I. Arqueologia e história das ideias
II. O original e o regular
III. As contradições
IV. Os factos comparativos
V. A mudança e as transformações
VI. Ciência e saber
V. CONCLUSÃO"
terça-feira, 17 de março de 2009
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