Chamar a Lava Jato de “a maior mentira do século” não apaga os bilhões recuperados, as delações, as condenações, as confissões e os esquemas de corrupção revelados ao longo dos anos.
Lula diz que Lava Jato foi “maior mentira do século” no Brasil.
Você disse adeus e foi embora Me deixou pensativo e arrasado Sem dormir alguns dias, endoidado De saudade, pensando no seu fora. Sem saber o que faço mais agora Eu espero aquela ligação, Um e-mail, um “zap”, na ilusão De você perdoar o meu fracasso Porque eu já não sei mais o que faço Pra voltar a ganhar seu coração.
É difícil pensar que nem amigo Posso ser de quem tanto me deu o colo E agora insiste em voo solo Desprezando o que já viveu comigo. Se eu fui pra você qualquer abrigo Em resposta ao colo que me deu Deixe o tempo passar, que serei seu Deixe a vida correr sem brevidade Mas não queira me matar nesta saudade Que só fere e traz dor ao peito meu.
Neste dia 24 de maio, celebramos a proteção, a fé e a esperança trazidas por Nossa Senhora Auxiliadora e Santa Sara Kali, homenageando suas bênçãos, força espiritual e auxílio nas jornadas da vida.
Nossa Senhora Auxiliadora é reverenciada como guardiã e protetora dos fiéis, especialmente em momentos de dificuldades. Suas mensagens inspiradoras destacam fé, amor, esperança e auxílio divino no cotidiano:
* “Feliz Dia de Nossa Senhora Auxiliadora! Que a sua intercessão nos guie sempre nos caminhos da fé, da esperança e do amor.”
* “Que neste dia especial, sintamos sua presença maternal em nossas vidas, nos auxiliando em todas as nossas necessidades.”
* “Que a proteção de Nossa Senhora Auxiliadora esteja sempre conosco, iluminando nossos passos e nos conduzindo ao encontro de Cristo.”
* “Hoje celebramos sua bondade e auxílio, que nos fortaleçam e nos inspirem sempre.”
* “Que sua presença maternal nos console nos momentos de dificuldade e nos encha de esperança e alegria” .
Santa Sara Kali é conhecida como Padroeira do Povo Cigano e dos desesperados, celebrada especialmente no dia 24 de maio na região de Saintes-Maries-de-la-Mer, França. Sua devoção é marcada por história, legendas e tradições orais:
* Guardiã dos viajantes e protetora dos aflitos, sua energia simboliza proteção, fé, abundância e resiliência .
* Considerada ancestral e mãe espiritual pelos ciganos, Sara Kali é invocada para saúde, prosperidade, proteção em viagens, fertilidade, resolução de dificuldades materiais, amor e superação de angústias .
* Histórias relatam que Sara acompanhou as Santas Marias e ajudou a conduzi-las através do mar, oferecendo auxílio e esperança para os perseguidos .
* Sua imagem é tradicionalmente coberta por mantos coloridos, simbolizando proteção e promessas de devoção feitas pelos fiéis .
Nossa Senhora Auxiliadora e Santa Sara Kali , Rogai por Todos Nós Amém 🙏🏻📿 Que Deus e o Anjo 👼 Manakel esteja conosco o dia todo. 🙏🏻 Salve Santa Sara Kali. Opocha
Bailando no ar, gemia inquieto vaga-lume: – Quem me dera que fosse aquela loura estrela, que arde no eterno azul, como uma eterna vela ! Mas a estrela, fitando a lua, com ciúme:
– Pudesse eu copiar o transparente lume, que, da grega coluna á gótica janela, contemplou, suspirosa, a fronte amada e bela ! Mas a lua, fitando o sol, com azedume:
– Misera ! tivesse eu aquela enorme, aquela claridade imortal, que toda a luz resume ! Mas o sol, inclinando a rutila capela:
– Pesa-me esta brilhante aureola de nume… Enfara-me esta azul e desmedida umbela… Porque não nasci eu um simples vaga-lume?
Joaquim Maria Machado de Assis, Rio de Janeiro-RJ, (1839-1908)
Após editar decreto que a oposição classifica como censura às redes sociais, Lula (PT) esteve no programa “Sem Censura”, apresentado por Cissa Guimarães, que recebe R$ 100 mil por mês da estatal EBC.
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Assina decreto de censura e vai dar entrevista num programa chamado “Sem Censura”.
Num é pra rir.
É pra emputecer qualquer cidadão de bem.
Quanto aos 100 mil por mês, é muito pouco.
Pro padrão lulo-petralha, essa minxaria é um tiquinho de nada.
Faz pouco tempo. São passados poucos anos, quando a Summit Entertainment apresentou no Brasil, a obra de ação e ficção científica “O livro de Eli”, dirigido pelos irmãos Albert e Allen Hughes, tendo como protagonista o genial Denzel Washington.
Quem não viu, perdeu uma magnífica obra de entretenimento. O filme é daqueles que nos permite e faz comer vários pacotes de pipocas.
Eis que, quando a cor alaranjada do nascer do dia ouvia o cantar madrugador do galo, e, sem dizer “bom dia” penetrava por todas as frestas que existiam na parede da casa, eu, ainda atordoado, levantava da rede num pulo só, e me dirigia à latada para apreciar e me deixar “lavar” por aquela luz divina. Um bálsamo!
Poucos minutos depois daquele espetáculo que poucos têm o privilégio de ver, café tomado, me punha na estrada longa da vida, caminhando para onde, com certeza desejaria, voltar: a vida.
O sol morno terminava de iluminar o meu rosto, enquanto, com métodos e com obrigações a cumprir, eu caminhava para pegar o sol e trazê-lo para dentro de mim, como se aquela luz fosse egoisticamente só minha.
E não era – “o sol sempre foi e será para todos”.
Uns poucos aproveitam sua luz divina e brilham, espraiando bondade. Fazendo o bem. Iluminando a escuridão de muitas almas caminhantes. Como eu, que insistia em continuar caminhando para pegar o sol.
Não. Eu não sou apenas mais um Eli. Eu sou outro Eli. Diferente dos Elis da vida e com a vontade de escrever o meu próprio livro. Com o nascer do sol de cada dia, e o caminhar que a vida nos permite.
Embevecido pelo caminhar incessante, envolvido pela luz solar que aos minutos que passam muda da cor alaranjada e, com o milagre de todos os dias, se torna incolor. Mas continua nos banhando, lavando e secando para a vida. Para o caminhar que quer apenas pegar o sol e trazê-lo para dentro de si. Egoisticamente.
Agora, o sol se faz sentir pelo calor. Pela intensidade de si mesmo.
Mais uma manhã se foi. O galo desperto já cantou. Agora o som da vida é inaudível. Quase nulo. Mostrando apenas o movimento forte e passageiro das nuvens brancas que, pelo movimento, nos mostra o azul infinito do céu.
Caminho. Eis que chego ao pico onde o caminhar feito me permite olhar o sol, conversar com ele, que, como mais uma bênção de Deus, volta a se alaranjar. Agora, pela cor de despedida daquele dia – mas certamente voltará amanhã e será cumprimentado pelo cantar madrugador do galo.
Aos poucos, aparentemente repetindo o espetáculo matinal, agora ao reverso, o sol vai se escondendo e nos deixando órfãos da beleza repetitiva de todos os fins de tarde.
O fim do dia poético da caminhada
Eu, ungido ou não, conversei com o sol. Como se Ele, o sol, fizesse parte da minha família. Havia ares de intimidade, de proximidade, de confiabilidade…. e de respostas dadas, convincentemente.
Quem sabe, amanhã, quando o galo me acordar e as cores alaranjadas repetirem o espetáculo da invasão pelas frestas da parede, eu volte a tentar pegar o sol. Egoisticamente, e só para mim.
Desço do ponto do qual pude apreciar e conversar com o sol – agora, meu amigo íntimo. Nos envolvemos. Nos aproximamos a ponto de revelar nossos segredos e nossos desejos mútuos.
Eu, de pegá-lo só para mim.
Ele, de me fazer ver e entender, que “o sol é para todos”.
Assim Deus quer e permite.
Por hoje estou convencido. Provavelmente amanhã pensarei diferente.
A volta para a casa
Caminho de volta para a casa. Satisfeito por ter escrito mais uma página do “meu” livro de Eli.
Espero ter o privilégio divino de acordar com o cantar do galo, enquanto me regozijo pela volta.
Amanhã, com certeza o galo canta. Hoje, agora, meu prêmio é a sinfonia rítmica e de paz das cigarras.
Ivo Hélcio Jardim de Campos Pitanguy nasceu em 5/7/1926, em Belo Horizonte, MG. Cirurgião plástico, professor e escritor. Em 2008, a revista New York Magazine chamou-o de “o rei da cirurgia plástica” e a revista alemã Der Spiegel de “Michelangelo do bisturi”.
Filho de Maria Stael Jardim de Campos Pitanguy e do médico Antônio de Campos Pitanguy. Teve os primeiros estudos em Belo Horizonte e cursou medicina na UFMG até o 4º ano e, sem interromper os estudos, foi servir no CPOR-Centro de Preparação de Oficiais da Reserva, do Exército. Em seguida transferiu-se para a Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, onde concluiu o curso, ao mesmo tempo em que servia na Cavalaria dos Dragões da Independência.
Iniciou a formação cirúrgica no Hospital do Pronto-Socorro do Rio de Janeiro, atual Hospital Souza Aguiar. Vocacionado para a cirurgia plástica, inscreveu-se num concurso organizado pelo Institute of International Education e ganhou um bolsa de estudos que o levou aos EUA como cirurgião residente no Bethesda Hospital. Logo foi “visiting fellow” da Mayo Clinic, em Minnesota e do Serviço de Cirurgia Plástica do Dr. John Marquis Converse, em Nova Iorque.
De volta ao Brasil, retornou ao Hospital onde se formou cirurgião e recebeu convite do prof. Marc Iselin, em visita ao hospital, para ser seu “assistant étranger” em Paris. Ficou por 2 anos, período em visitou os serviços de cirurgia plástica dos professores C. Dufourmentel e R. Mouly em Paris e do prof. Paul Tessier em Suresnes. Tal formação foi reforçada com uma bolsa de estudos do British Council, quando frequentou os serviços de cirurgia plástica de Sir Harold Gillies, em Londres; Sir Archibald McIndoe, no Quenn Victoria Hospital e do prof. Kilner, no Churchill Hospital, em Oxford.
Novamente no Brasil, sentiu a necessidade de criar uma Escola e ressaltar a importância social da cirurgia plástica para a classe médica e a população em geral. Criou o Serviço de Queimados do Hospital do Pronto-Socorro e o primeiro serviço de cirurgia de mão e de Cirurgia Plástica Reparadora da Santa Casa. Em seguida assumiu a cátedra de cirurgia plástica da Universidade Católica do Rio de Janeiro e mais tarde a do Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas. Nesta época, com a colaboração dos médicos residentes, pôde tratar de forma abrangente as vítimas do grande incêndio do Gran Circo Norte-Americano em Niterói, despertando a atenção para a importância social da cirurgia plástica.
Em 1963 inaugurou a Clínica Ivo Pitanguy, integrada a 38ª Enfermaria da Santa Casa, permitindo a formação profissional e de ensino. Trata-se de um centro de saúde que atende os mais pobres, abolindo da especialidade seu caráter elitista. A clínica tornou-se um centro de referência nacional e internacional na área frequentada por cerca de 5 000 cirurgiões plásticos, entre fellows e visitantes. Sua clínica/escola mudou os padrões da cirurgia plástica mundial, não apenas pelas técnicas revolucionárias empregadas, mas pela filosofia que permeava. Sob sua orientação, o curso de 3 anos de pós-graduação na PUC/RJ, formou 500 cirurgiões plásticos de mais de 40 países.
Ministrou inúmeros cursos de Cirurgia Plástica no Brasil e no exterior, destacando-se o 1º Curso de Extensão Universitária em Cirurgia Plástica, da então Universidade do Brasil, ministrado no anfiteatro da Clínica Ivo Pitanguy, unindo a iniciativa privada ao ensino público. Organizou o 1º Curso de Cirurgia da Mão, o 1º Curso de Cirurgia Plástica da Academia Nacional de Medicina; os Cursos da Universidade Camplutense de Madrid; o Curso de Cirurgia Plástica do XXIII World Congress of the International College of Surgeons, além de cursos na Universidade de Harvard e Universidade de Paris.
Recebeu diversos títulos e prêmios honoríficos: Philosophiae Doctor Honoris Causa, pela Universidade de Tel Aviv (1986) e Honoris Causa pela UNIRIO (2016), Cidadão Honorário do Rio de Janeiro (1976), Chanceler da Universidade de Paris (1988) e Membro Honorário da Società Medica di Bologna (1988), Humanitarian Award, pela University of Chicago (1984), Prêmio Cultura per la Pace, concedido pelo Papa João Paulo II (1989).
Foi membro titular da Academia Nacional de Medicina, Academia Brasileira de Letras, Academia Brasileira de Médicos Escritores, Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura e várias associações médicas internacionais. É autor de mais de 900 trabalhos publicados em prestigiadas revistas nacionais e internacionais. Deixou mais de 20 livros técnicos publicados, entre os quais a obra Aesthetic surgery of the head and body, eleito o melhor livro do ano (1981), na Feira Internacional do Livro de Frankfurt e livros de memória ou biográficos: Aprendendo com a vida (1993); Cartas a um jovem cirurgião (2009); Vale a pena viver (2014).
Faleceu em 6/8/2016, aos 90 anos, vitimado por um ataque cardíaco. No dia anterior a sua morte estava carregando a chama olímpica dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.