
Temos mais uma batalha nesta quarta-feira na Libertadores da América.
A Universidad de Chile não é de nada, mas precisamos, jogadores, torcedores, entender, de uma vez por todas, que não existe jogo fácil na Libertadores.
Aprendemos a lição, em 1981, quando conquistamos a taça na primeira vez em que a disputamos. Das últimas participações, também sobraram ensinamentos. É preciso estar concentrado o jogo todo.
Com o apoio da massa, que sempre lota o Maraca, precisamos jogar como o time grande que somos, abrindo uma vantagem fundamental para o jogo da volta, quarta-feira que vem, no Chile. Com a aplicação de todos, temos tudo para sair com a vitória.
A sorte está do nosso lado. São Judas Tadeu também.
Vai pra cima deles, Mengo!
Minha pátria é o meu FlamengoBola pra frente, Adriano.
Quem veste o manto sagrado não precisa de seleção brasileira.
Marcelinho: orgulho da Nação
Acompanhar basquete na televisão é muito mais aflitivo do que acompanhar futebol.
O último tempo do jogo entre Franca e o meu Flamengo, nesta terça-feira, em São Paulo, foi de matar um do coração. Cesta a cesta, o placar se alternava, até que a penúltima bola do jogo caiu nas mãos do nosso Marcelinho. A poucos segundos do fim, ele acertou uma bola - m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a - de três pontos e virou o jogo a favor do Mengo, fechando a série contra o time da casa. Estava selada a vitória rubro-negra, em mais um show de um gênio do basquete brasileiro.
Flamenguista assumido, Marcelinho demonstra em quadra todo o prazer de vestir o manto sagrado. Ao lado de seu irmão, Duda, também flamenguista, ele continua a principal arma do meu Flamengo para as finais da edição 2010 do Novo Basquete Brasil (NBB). Lutamos pelo tri brasileiro consecutivo, mas não temos nesta temporada um time tão bom quanto o do ano passado. Apostamos e confiamos em Marcelinho, hoje e sempre orgulho da Nação.