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Alain Goraguer - La Planèt Sauvage - René Laloux 1973


Alain Goraguer - La Planèt Sauvage 1973
(soundtrack)
O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também.
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FAIXA:
1. Deshominisation (II) (0:54)
2. Deshominisation (I) (3:50)
3. Generique (0:44)
4. Le Bracelet (1:27)
5. Ten Et Tiwa (1:46)
6. Maquillage De Tiwa (1:17)
7. Course De Ten (0:53)
8. Ten Et Medor (1:47)
9. Ten Et Tiwa Dorment (0:49)
10. Ten Est Assome (0:46)
11. Abite (0:52)
12. Conseil Des Draags (0:56)
13. Les Hommes - La Grande Co-Existence (1:15)
14. La Femme (2:12)
15. Mira Et Ten (0:44)
16. Mort De Draag (0:52)
17. L'Oiseau (2:28)
18. La Cite Des Hommes Libres (0:51)
19. Attaque Des Robots (2:05)
20. La Longue Marche - Valse Des Statues (2:16)
21. Les Fusees (2:20)
22. Generique alt (2:07)
23. Strip Tease (2:24)
24. Meditation Des Enfants (1:33)
25. La Vieille Meurt (0:46)
Total Time: 35:41




O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também.
O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também. "La Planèt Sauvage" (Planeta Fantástico) é uma animação francesa idealizada por "René Laloux" em 1973, o enredo é muito futurístico, o clima é surreal (lembra as pinturas de salvador dali) e a trilha sonora é muito Progressiva, "Alain Goraguer" foi responsável por todo trabalho musical.
O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também. A história se passa no planeta "Vgam" onde vivem humanoides chamados de "Oms", eles são escravos (ou animais de estimação) dos "Draggs", uma raça de gigantes alienígenas com mais de dez metros de altura, olhos vermelhos e pele azul. O planeta é um lugar indefinido onde os homens parecem insetos aos olhos dos "Draggs". "Terr", um "Om", recebe educação e se revolta contra os gigantes, dominadores no planeta. Assim, os "Oms" rebelam-se e descobrem o ponto fraco dos seus dominadores. Os problemas começam quando "Tiwa", filha de um chefe dos "Draag", adota um pequeno "Om", a que vai chamar "Terr", ao vermos "La Planète sauvage", esquecemos todas as técnicas de cinematurgia e mergulhamos num verdadeiro universo lírico onde tudo tem o seu movimento próprio, o seu estilo autônomo, a sua maravilhosa fantasia.
O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também.
O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também. O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também. 
O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também.




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FICHA TÉCNICA:
Título: La Planèt Sauvage (Planeta Fantástico)
Diretor: René Laloux
Ano: 1973
País: França/Checoslováquia
Roteiro: Roland Topart 
baseado no livro de Stefan Wil "Oms en Série"
VOZES: Jennifer Drake, Eric Baugin, Sylvie Lenoir, Jean Topart 
ARGUMENTO: René Laloux, Roland Topor, segundo obra original de Stefan Wul  
FOTOGRAFIA: Lubomir Rejthar, Boris Baromykin 
SOM: Jean Guérin, Robert Pouret 
MÚSICA ORIGINAL: Alain Goraguer  
MONTAGEM: Hélène Arnal, Marta Látalová 
PRODUÇÃO: O.R.T.F., Argos Films, Ceskoslovens Filmexport, Films Armorial 
VENDAS INTERNACIONAIS: Roissy Films 
DISTRIBUIÇÃO: Argos Films, Magnus Opus (Brasil, DVD)
ESTREIA NA FRANÇA: 06/12/1973
O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também. O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também.



O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também.




O idealizador "René Laloux" (1929-2004) foi desenhista, pintor, marionetista e escritor. Realizador autodidata "Laloux" revolucionou o cinema francês de animação apresentando em 1972 a primeira longa-metragem para um público não infantil, o futurista e visionário "La Planète sauvage". Antes tinha realizado as curtas "Les Escargots" e "Les Temps morts" (1964/65). Sempre no mundo do cinema fantástico, "Laloux" realizou ainda "Les Maitres du temps" (1982) e "Gandahar" (1986). O seu último filme foi a curta "Comment Wang Fo fut sauvé" (1987). O escritor "Stefan Wil" é um dos raros autores de ficção-científica que permite uma forma de adaptação em desenhos animados, ele tem ideias dramatúrgicas muito bonitas e um universo passível de ser expresso graficamente, recomendo também.

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Akinetón Retard


Akinetón Retard 1999
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
Download Free 759,3 mb
FAIXAS:
1. Copenhagen Schtorba (4:15)
2. Primogenia Satiria (8:16)
3. Viaje e Erlebnis (3:43)
4. Blues en Re (7:03)
5. Gansos Patos y Gallinas (8:09)
6. Mamut y Milodones (2:51)
7. Aquelarre Satiri Sarnaz (8:24)
Total Time: 42:43

MEMBROS:
- Estratos Akrias / high saxophone, clarinet and vocals
- Leras Tutas / bass
- Petras Das Petren / Tenor, high & baritone saxophone and vocals
- Bolshek Tradib / drums and vocals
- Tanderal Anfurness / guitar and vocals




Akranania 2002
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
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FAIXAS:
1. Morricoleman (3:28) 
2. Recurrencias (8:37) 
3. Fana Papal y el Monseñor Smegma Nazzi (0:41) 
4. Survector (9:06) 
5. Nimboestrato (3:13) 
6. Soula (10:15) 
7. Dementia Absorbant (12:07) 
Total Time: 47:29

MEMBROS:
- Tanderal Anfurness / guitar 
- Bolshek Tradib / drums
- Estratos Akrias / clarón, High & Soprano saxophone 
- Petras Das Petren / Tenor saxophone
- Lecta Celdrej / electric bass and double bass




21 Canapes 2003
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
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FAIXAS:
1. Akinefrón (3:14) 
2. Hawai (2:05) 
3. Enfermas enfermas (1:26) 
4. La vida rota (2:17) 
5. La farsa gold (1:26) 
6. Farmacologías (2:34) 
7. Muertos cargando adobe (1:04) 
8. La farsa platinum (0:48) 
9. Potenzia (1:36) 
10. Desiertos de lagos transparentes (3:12) 
11. Señorita depresión (2:31) 
12. Pilotos de califont (1:36) 
13. Oruro's (1:08) 
14. Cocodrilos con Martini (1:55) 
15. Mosaicos (2:59) 
16. Obseso y convulso (0:43) 
17. Bipolarextea (2:49) 
18. Descargas (2:27) 
19. La vida rota karaoke (2:11) 
20. Transparencias de lagos desertos (3:14) 
21. El influenciódromo (0:59) 
Total Time: 42:27

MEMBROS:
- Tanderal Anfurness / guitar, keyboards, bass, teteras
- Estratos Akrias / Tenor, Alto, Soprano saxes, clarón
- Bolshek Tradib / drums
- Lectra Celdrëj / contrabass
- Yyuck Celasnog / percussion
- Petras Das Petren / Tenor saxophone
- Edén Carrasco / Alto saxophone
convidados
- María José Bergman / vocals
- María Paz Grandjean / vocals
- Doctor Octava / slide
- Plagalis Perek / cello
- María José Valenzuela / violín




Akinetón Ao Vivo 2005
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
Download Free 759,3 mb
FAIXAS:
CD 1 (54:01)
1. Morricoleman (3:50) 
2. Primogenia Satiria (10:24) 
3. Pilotos de Califont (2:00) 
4. Blues en Re (8:51) 
5. Viaje a Erlebnis (3:48) 
6. Cansancio (9:58) 
7. Pana Fanal (1:45) 
8. Mamut y Milodones (4:58) 
9. Copenhaguen Schtorba (8:27) 
CD 2 (52:02)
1. Survector (4:19) 
2. Potenzia (4:04) 
3. Senorita depresión (2:48) 
4. Cocodrilos con Martini (2:58) 
5. Akinefrón (4:18) 
6. Cadencia Urmana (5:24) 
7. Hawai (3:29) 
8. Oruro's (2:12) 
9. Fana Papal y el Monsenor Smegma Nazzi (0:43) 
10. Nimboestrato (3:30) 
11. Gansos, patos y gallinas (9:39) 
12. Dementia Absorbant (8:38) 
Total Time: 1:46:14

MEMBROS:
- Bolshek Tradib / drums
- Edén Ocsarrak / Soprano & Tenor saxophone, vocals
- Estratos Akrias / Soprano & Tenor saxophone, vocals
- Lectra Celdrëj / electric bass
- Tanderal Anfurness / electric guitar, vocals




Cadencia Urmana 2006
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
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FAIXAS:
1. Cadencia Urmana (4:57)
2. Levitando (5:46)
3. Piel Estática (6:09)
4. Caldopatías (3:31)
5. Mujer de Otoño (3:20)
6. Ansiedade (2:40)
7. Ron Pimiento (5:27)
8. Roces Matutinos (3:21)
9. Flagelo (3:58)
10. Sei Blok (6:12)
Total Time: 45:43

MEMBROS:
- Estratos Akrias / Soprano E Tenor saxophone
- Bolshek Tradib / drums
- Tanderal Anfurness / electric guitar
- Lectra Celdrëj / electric & acoustic bass
- Edén / Alto E Tenor saxophone, Dr. Sample
convidados
- Minjaveh Ve / trumpet
- Fuentes del César / trombone
- Dj Vaskular / scratch




Azufre 2015
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
Download Free 759,3 mb
FAIXAS:
1. Jason Torelli (3:40)
2. Come on Lenny (3:59)
3. La Vida Rota (3:29)
4. Azufre (5:48)
5. Afrobó (4:08)
6. Chévere (3:59)
7. Loop (7:00)
Total Time: 32:09

MEMBROS:
- Tanderal Anfurness (Vicente García-Huidobro) / guitars, vocals
- Estratos Akrias (Leonardo Arias) / tenor and soprano sax, bass clarinet
- Bolshek Tradib (Cristián Bidart) / drums
- Edén Ocsarrak (Edén Carrasco) / alto and tenor sax
- Jay Michel Adams (Jaime Concha) / electric bass




"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento 
para o tratamento do mal de parkinson. 
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como 
"Soft Machine" e "Magma", recomendo.
"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo."Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.

"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.
DISCOGRAFIA:
álbuns de estúdio
1999 - Akinetón Retard
2002 - Akranania
2003 - 21 Canapes 
2006 - Cadencia Urmana
2015 - Azufre
ao vivo
2005 - Akinetón Ao Vivo (CD duplo)
DVD
2007 - Sentido Común



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"Akinetón Retard" é um excelente quinteto chileno que utiliza guitarra, baixo, bateria e uma dupla de saxofonistas, formada em outubro de 1994 por "Vicente García-Huidobro", "Leonardo Arias" e "Pablo Araya", estudantes de música da Universidade do Chile. A banda é caracterizada pela constante busca de novas sonoridades dentro do ambiente progressivo, jazz e Zeulh, muito influenciados por "King Crimson" e até mesmo pelo "KC Projekts", desempenham uma forma agressiva de prog angular e moderno, com pitadas de jazz fusion e música experimental chilena. Seu nome vem de um medicamento para o tratamento do mal de parkinson.  Sua obra conta com cinco álbuns de estúdio, um ao vivo (CD duplo) e um DVD, a banda já realizou turnês promocionais pela Europa, além de Japão e China. Em seus shows realizam uma performance que inclui vídeos e gravações, com efeitos sonoros de vários tipos, uma musicalidade eclética e virtuosa que combina rock progressivo, jazz e ritmos latinos, com técnicas de composição vindas da música clássica moderna. A sonoridade também é comparada à de bandas como "Soft Machine" e "Magma", recomendo.

A Cor do Som


A Cor do Som 1977
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
Download Free 260,4 mb
FAIXAS:
1. Arpoador (4:34)
2. Na Onda Do Rio (4:19)
3. Tigresa (3:04)
4. De Tarde Na Liberdade (3:45)
5. A Cor do Som (3:21)
6. Sambavishnu (3:21)
7. Espírito Infantil (2:10)
8. Bodoque (3:23)
9. Conversando é Que A Gente Se Entende (2:23)
10. Odeon (2:39)
11. Pique Esconde (3:15)
Total Time: 36:41

MEMBROS:
-Armandinho: guitarra, guitarra baiana e vocal
-Dadi: baixo, violão e vocal
-Mú Carvalho: teclados e vocal
-Gustavo Schroeter: bateria 
convidados
-Ary Dias: percussão
-Joãozinho: percussão
-Nenen: percussão




A Cor do Som ao vivo no 
Montreux International Jazz Festival 1978
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
Download Free 260,4 mb
FAIXAS:
1. Dança  Saci (2:59)
2. Chegando Da Terra (5:06)
3. Arpoador (10:51)
4. Cochabamba (6:50)
5. Brejeiro (3:40)
6. Espírito Infantil (2:22)
7. Festa Na Rua (2:48)
8. Eleanor Rigby (3:48)
Total Time: 38:50

MEMBROS:
-Armandinho: guitarra baiana
-Dadi: baixo
-Mú Carvalho: teclados
-Ary Dias: percussão
convidados
-Aroldo Macedo: guitarra baiana
-André Macedo: surdo




Frutificar 1979
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
Download Free 260,4 mb
FAIXAS:
1. Frutificar (5:10)
2. Abri A Porta (4:36)
3. Assanhado (3:35)
4. Suingue Menina (4:06)
5. Itacimirim (2:49)
6. Beleza Pura (4:15)
7. Pororocas (3:39)
8. Ticaricuriquetô (3:32)
9. Viver Pra Sorrir (2:05)
10. Frutificar (II) (3:14)
Total Time: 37: 41

MEMBROS:
-Armandinho: guitarra, guitarra baiana, bandolim acústico e vocal
-Dadi: baixo, violão e vocal
-Mú Carvalho: pianos elétrico e acústico, órgão, sintetizador e vocal
-Gustavo Schroeter: bateria e percussão
-Ary Dias: percussão
convidados
-Nivaldo Ornelas: sax soprano
-Luis Brasil: craviola
-Márcio Eymard: violoncelo
-Bernardo Bessler: violino
-Mauro Senise: flauta
-Ricardo Pontes: flauta
-Celso Woltozowel: flauta
-Paulo Roberto: piston
-Márcio Montarroyos: piston
-Maurílio da Silva Santos: piston
-Antonio Pereira: trombone
-Joãozinho: percussão
-Brás: oboé
-Carlinhos da Mocidade: percussão
-Testa: percussão
-Maria Aparecida: vocais
-Maria Rita: vocais
-Maria Helena: vocais) 
-Orquestra de Cordas WEA




"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso".
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental.
Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello).
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
O espetáculo gerou o CD e DVD 
"A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, 
por este disco. 
A banda segue fazendo 
apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.
DISCOGRAFIA:
1977 - A Cor do Som
1978 - A Cor do Som ao vivo no Montreux International Jazz Festival
1979 - Frutificar
1980 - Transe Total
1981 - Mudança de estação
1982 - Magia tropical
1983 - As quatro fases do amor
1984 - Intuição
1985 - O som da Cor
1986 - Gosto do Prazer
1996 - A Cor do Som ao vivo no Circo
2005 - A Cor do Som Acústico, CD e DVD

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1977 - A Cor do Som / 1978 - Ao Vivo em Montreux / 1979 - Frutificar
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"A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas."A Cor do Som" é um grupo brasileiro que mistura rock, ritmos regionais, jazz, música clássica e progressivo, se criou a partir do séquito dos músicos que acompanhavam "Moraes Moreira" após a sua saída dos "Novos Baianos". Originalmente esse era o nome da banda instrumental que acompanhava os "Novos Baianos", título sugerido por "Caetano Veloso". A banda surgiu em meados de 1977, formada por músicos experientes no cenário nacional. Experimentando novos padrões de som, valeu-se das vivências anteriores com "Moraes Moreira", "Pepeu Gomes", entre outros, sendo considerado um movimento pós-tropicalista. Em seu primeiro disco homônimo, um auto-intitulado lançado em 1977, tinha como integrantes "Dadi Carvalho" (ex-"Novos baianos" e "Jorge Ben") no baixo, seu irmão "Mú Carvalho" (ex-"A Banda do Zé Pretinho") nos teclados, "Gustavo Schroeter" (ex-"A Bolha") na bateria e "Armandinho Macêdo" ("Trio Elétrico Armandinho", "Dodô & Osmar") na guitarra, bandolim e guitarra baiana. A partir do segundo disco, "Ao Vivo Em Montreux", lançado em 1978, o percussionista (e colega de "Armandinho" na sua outra banda) "Ary Dias" passa a fazer parte do grupo. Misturando rock, ritmos regionais e música clássica, foram convidados por "Claude Nobs" a participar do Montreux Jazz Festival, na Suíça, tornando-se o primeiro grupo musical brasileiro a participar do evento. A apresentação contou com material quase todo inédito e rendeu um disco ao vivo. A partir do terceiro trabalho, "Frutificar", lançado em 1979, passaram a executar músicas cantadas a pedido da gravadora, o que os elevaram a novos níveis de popularidade. Eu particularmente não gosto dos discos deste período em diante, colocarei apenas os 3 primeiros álbuns no download, não recomendo o resto da obra. Após o disco "Mudança de estação", de 1981, "Armandinho" deixa o grupo para seguir com seu projeto anterior e alçar novos rumos em carreira solo. É então substituído por "Victor Biglione", que grava "Magia Tropical", de 1982 e "As Quatro Fases do Amor", de 1983. Em 1984 lançam novamente um disco todo instrumental, intitulado "Intuição", já sem "Victor Biglione" mas com participações de "Egberto Gismonti", "Tulio Mourão" e "Perinho Santana". No ano seguinte, com "Perinho" nas guitarras, lançam "Som da Cor". Em 1987, nova mudança. Saem "Perinho Santana" e "Gustavo Schroeter" e entram "Jorginho Gomes" (ex-"Novos Baianos") na bateria e "Didi" (também experiente, tendo tocado com seu irmão "Pepeu Gomes" e outros) no baixo, levando "Dadi" a assumir as guitarras. Em 1996, o grupo reúne-se com a formação original para gravar o disco "A Cor do Som Ao Vivo no Circo", registrado no Circo Voador, no Rio de Janeiro. Recebem naquele ano o prêmio Sharp de melhor grupo instrumental. Em 2005, com a formação original, o grupo apresentou-se no Canecão, no Rio de Janeiro. O show contou com a participação especial de "Caetano Veloso", "Daniela Mercury", "Moraes Moreira", "Davi Moraes" e o "Coral dos Canarinhos de Petrópolis", além dos músicos "Nicolas Krassic" (violinno), "Nivaldo Ornelas" (sax soprano), "Marcos Nimrichter" (acordeom e teclados), "Jorge Helder" (baixo acústico, violão e baixolão), "Jorginho Gomes" (bateria e percussão), "Marco Túlio" (flauta), "Francisco Gonçalves" (oboé), "Bernardo Bessler" (violino), "Marie Cristine" (viola) e "Marcio Mallard" (cello). O espetáculo gerou o CD e DVD "A Cor do Som Acústico", lançado no mesmo ano com produção musical de "Sérgio de Carvalho". Em 2006, são contemplado com o prêmio Tim de Melhor Grupo, na categoria Canção Popular, por este disco. A banda segue fazendo apresentações esporádicas.

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