Battles – Gloss Drop, Warp Records, 2011, é o mais novo álbum instrumental do grupo, actualmente formado pelo baterista John Stanier (Helmet e Tomahawk),o guitarrista/teclista Ian Williams (Don Caballero e Storm & Stress) e pelo guitarrista David Konopka (Lynx).
Manter o nível de Mirrored, o álbum de estréia, lançado em 2007, era uma tarefa mais árdua após a saída de Tyondai Braxton - seguiu a sua carreira solo.
À primeira vista, a "cutre artwork" da capa do novo álbum dos Battles (Warp Records, a palavra de ordem da arte electrónica de hoje) não augura nada de bom. E o primeiro contacto não ajuda. Os progressos até agora realizados discretamente de Tyonday Braxton, o responsável pela fundação da banda, guitarra, teclados, vocais e, líder nos primeiras dois trabalhos dos nova-iorquinos (o EP 'C / B 'e o aclamado "Mirrored", 2007) é notável.
Referidos por muitos como um dos melhores projectos dos últimos tempos.
Também é notável o baterista John Stanier, desta vez muito mais perto da pista de dança.
A ausência de Tyondai nos vocais acabou abrindo espaço para algumas participações. ‘My Machines’, com a surpreendente colaboração de Gary Numan, 'Ice Cream', com o apoio de Matias Aguayo. Onde havia absurdos vocoders, e montanhas-russas rítmicas, agora temos devaneios tropicais. Uma breve inserção tropicalista em ‘Dominican Fade’ e `Sweetie & Shag´onde a voz da japonesa Kazu Makino (vocalista dos Blonde Redhead) mantém a esperança na segunda parte do álbum.
Finalmente, o disco é diluído em três partes, mas menos atraente, mesmo trazendo o sempre aconselhável Yamantaka Eye (Boredoms).
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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25/05/2011
03/01/2009
BATTLES
Na altura em que os militantes do pós-rock se meteram a fazer outras coisas, o termo caiu em desuso, substituído pela designação “rock instrumental”, os Battles voltam aos fundamentos desta tendência, passado uma década. Por vezes lembram o excelente “Millions Now Living Will Never Die”, dos Tortoise. Em vez de dois baixos, os Battles incluíram três guitarristas. Entre os quatro Battles, John Stanier desenvolve actividade paralela nos Tomahawk, Tyondai Braxton é filho do musico de avant-garde, Anthony Braxton, (o saxofonista de jazz que tocou com a banda noise Wolf Eyes num palco canadiano), Ian Williams guitarra nos Don Caballero e na mais esquizóide das formações, Storm & Stress, e David Konopka passou pelos Lynx.
Mirrored, foi editado 2007.
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