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15/08/2012

PATTI SMITH

O fotógrafo Darren McDonald, a modelo Anna Albrekht e o stylist Bex Sheers produziram um ensaio em homenagem á lendária artista e escritora Patti Smith para a revista Helmet Magazine. O editorial foi divulgado na terceira edição da revista e contou com a ajuda de marcas de Balenciaga, Burberry, Givenchy, Yohji Yamamoto, Chanel e Alexander McQueen para retratar o lifestyle rock’n'roll de Patti. Também conhecida como a “Poetisa do Punk”, é uma das mulheres mais influentes no mundo da música e tanto o seu talento quanto estilo são únicos e foram bem representados nas fotos de McDonald e na interpretação de Anna.

01/05/2012

PATTI SMITH

A cantora Patti Smith anunciou que vai lançar "Banga", o seu décimo álbum de estúdio, no dia 4 de Junho. O trabalho, primeiro de originais desde 2004, terá uma canção em homenagem a Amy Winehouse chamada "This is the girl".

Gravado em Nova York, "Banga" contará com a participação de Tom Verlaine, dos Television, e de Jackson e Jesse Paris, filhos da compositora. Além da canção para Winehouse, a faixa "Fuji-san" também é um tributo às vítimas do tsunami que castigou o Japão no ano passado.
O trabalho mais recente de Patti Smith, "Twelve", disco de covers de artistas como Jimi Hendrix, Beatles, Rolling Stones, Bob Dylan e Stevie Wonder que saiu em 2007.

PATTI SMITH + KEVIN SHIELDS

 O album que Patti Smith, fez com Kevin Shields, guitarrista dos My Bloody Valentine,‘The Coral Sea’, interpretado em 2005 e 2006 ao vivo,  foi lançado em 2008, e tem como base o livro lançado por Patti Smith, em 1996, com o mesmo nome.

 Amizades, especialmente aquelas raras, amizades românticas que tenham um carácter marcadamente mágico, quase nunca são discutidas ou celebradas na arte e na cultura. É verdade que as amizades são mais acerca do fluxo, refluxo, subtileza e perdão, mas é preciso que as nossas amizades sejam com a mesma ferocidade como os  nossos relacionamentos mais ruidosos com a família e amantes.  

Esta atenção é paga pela, normalmente ausente, abundantemente e brilhantemente poeta / cantora punk, Patti Smith, no seu disco de spoken-word, The Coral Sea.

O álbum é o terceiro de uma série de homenagens profundas para o amigo de Patti Smith, companheiro de quarto e musa, o fotografo provocador Robert Mapplethorpe, que morreu de AIDS em 1989.


 Smith lançou um livro intitulado The Coral Sea, em 1996, e uma década mais tarde, em duas ocasiões, em Londres, ela apresentou a versão spoken-word em colaboração com Kevin Shields.

03/04/2012

PATTI SMITH

A exposição “Land 250”, inspira-se no nome da Polaroid de Smith, (gosto da sua simplicidade técnica diz Smith).

Passaram quarenta anos e Patti Smith (n.1946) regressa em 2008, a Montparnasse, ao Boulevard Raspail onde agora fica a Fundação Cartier. Em Nova Iorque, para onde foi viver em 1967, Patti sonhava com Paris. Em Nova Iorque aprendeu poesia e política a ouvir MC5, Jimi Hendrix, Jim Morrison, Bob Dylan. Vivia-se sob o receio da bomba atómica e protestava-se contra a guerra do Vietname. “Não tínhamos praticamente nada, nem Internet, nem telemóvel, nem televisão nem cartões de crédito. Era uma época muito pouco materialista onde as ideias primavam. Os músicos não viviam obcecados com a celebridade. Eu e Robert Mapplethorpe, partilhávamos um quarto minúsculo no Hotel Chelsea.

Encontravamo-nos com Allen Ginsberg, William Burroughs, Greggory Corso, Jimi Hendrix, Janis Joplin, Jim Carrol, Sam Shepard. Era uma época muito estimulante, cada um falava do seu trabalho e discutíamos”, comenta Smith numa entrevista à Art Press. Em 69, Patti realiza o seu sonho, vai viver em Montparnasse, perto de onde é hoje a Fundação Cartier, na cidade onde as ideias primavam:

Patti Smith, Nureyev's Slippers, 1995
“Nos anos noventa, após a morte do meu marido e do meu irmão, comecei a ficar obcecada com alguns dos seus objectos pessoais, muitos objectos parecem ter o espírito da pessoa. Em 1995, no meu quarto no Michigan, tirei a fotografia ás sapatilhas de Nureyev. Coloquei-as de baixo de uma rede de mosquito à luz da manhã. É a minha homenagem a este grande bailarino”,Patti Smith.

Patti Smith, Rimbaud Family Atlas, Rimbaud Museum, Charleville, France, 2004
 "Em Charleville, França, o local onde o poeta Arthur Rimbaud nasceu, tive o privilégio de fotografar os seus pertences que hoje estão num museu local. O seu lenço, utensílios e o seu Atlas. A luz fluorescente era terrível, foi uma experiência difícil. Tirei duas fotografias de Atlas, uma delas nesta página do título, que é muito bonita”, Patti Smith.

 Patti Smith, Virginia Woolf's Bed 2, Monk's House, East Sussex, 2003 “Em Inglaterra em East Sussex, visitei Monk’s House, a casa de Leonard e Virgínia Woolf. Tive acesso ao seu minúsculo quarto. A cama de Virgínia está coberta com uma colcha de linho branco. Estive sozinha no quarto, e só tirei duas fotografias. A luz era fraca, fiquei no quarto durante muito tempo. Pedi-lhe que me ajudasse e ela ajudou-me”, Patti Smith.

 Patti Smith, Percy Bysshe Shelley's Grave, Rome, 2005
“Em Roma, eu e o meu amigo Stefano visitámos a campa de Gregory Corso, que ficava junto à do seu amado Percy Bysshe Shelley. Só tinha uma fotografia, e queria tirar à campa de Corso, mas não senti que ele estivesse ali. “He’s hanging out with Shelley” disse. Tirei então uma fotografia à campa de Shelley. Quando mostrei a fotografia a Stefano, ele apontou para a luz a dançar e gritou “Patti, it is Gregory”. Patti Smith

PATTI SMITH - ROBERT MAPPLETHORPE

Painting of Robert Mapplethorpe and Patti Smith, care of the Robert Mapplethorpe Foundation, now on display at Robert Miller Gallery (photographed by Susan M. Kirschbaum)

PATTI SMITH

Patti Smith nasceu em 30 de dezembro de 1946, em Chicago. Ela iria encontrar uma saída criativa na música depois de ter tentado: a poesia, dramaturgia, performer, pintura ...

 Patti Smith deve ser um dos mais claros exemplos de arte perene na história do rock and roll. Depois activamente perseguindo aquilo que ela chamou de uma "carreira do mal" e lançando alguns álbuns que exemplifica como a música pode ser noise tão organizado ou desorganizado, e ainda ser música,

 Os seus primeiros sucessos como músico veio bem antes de "Horses" (a sua estréia memorável, lançado em 1975). Antes disso, trabalhou como letrista para os Blue Oyster Cult, e essas colaborações foram para resultar num single ouro e discos de platina da sua carreira. Mais importante ainda, deram-lhe a resolução para levar as suas próprias músicas em público.  

The Patti Smith Group foi então formado, e seria a primeira banda punk associada com o mítico clube CBGB a emitir um álbum (bem à frente dos Ramones). "Horses", saiu em 1975 (antecedido pelo excelente non- álbum, single "Hey Joe / Piss Factory"), e fundiu a sensibilidade dos poetas franceses como Baudelaire com alguns dos primieros maneirismos do punk, nunca colocou em fita.  

Os méritos do álbum são apreciados ainda melhor quando percebemos que o seu estilo de escrita já havia atingido essa maturidade por volta de 1972, ano em que ela lançou "Seventh Heaven", uma coleção de poemas, combina e mistura fundindo num só, o simbolismo com a estética American beat, num desafio realizado de  maneira convincente.

 Num mundo sem Google numa cidade do interior dos Estados Unidos, mudou-se para Nova York sem achar lugar numa cidade industrial e com quase nenhuma actividade cultural. Mesmo identificada com o mundo das artes e sabendo que era “uma estranha no ninho”, Patti nunca tinha produzido nada além de poemas que ela julgava incompletos e desenhos inspirados  nos seus poetas de outros séculos. Chegou na metrópole crua, passou fome, frio e dependeu da ajuda de mendigos para sobreviver até encontrar o tipo que ia mudar essa história.

 Robert encontrou Patti por acaso, quando ele mesmo era um menino perdido e sem dinheiro que também não tinha muita idéia do que fazer. Ambos só tinham uma certeza: queriam seriam artistas. Robert  mais conceptual, o amor à arte e adoração pela estética,  Patti mais preocupada com seus sentimentos e de que forma os expressar.

Logo  viram amantes, fazem promessas de união eterna e criam um laço que atravessa todas as fases do amor: paixão carnal, amor, amizade… Mais importante que isso, eles se incentivam a criar e, se não estivessem juntos, provavelmente não produziriam tanta coisa e teriam alcançado o status de ícones de uma geração que lutava para ser diferente e deixar impressa (fotografada, gravada, pintada) a sua marca no intervalo entre Bob Dylan, Jimi Hendrix, Doors e os Punks. Aliás, grande parte das inspirações de Patti para poemas, desenhos e até canções são os artistas que vieram antes dela e que tiveram uma participação essencial na sua formação, como Janis Joplin e Brian Jones.

 Robert e Patti não duraram muito como casal, já que no processo de criação artística,  muitas vezes também é o de autoconhecimento, Robert acabou descobrindo um lado sexual que não conhecia:  o interesse por outros homens. Daí, não só a figura masculina acabou sendo o foco principal do seu trabalho, embora Patti tenha continuado a ser a sua eterna musa e modelo.

Essa relação foi tão singular e única que às vezes fica-se na dúvida se é mesmo não-ficção. Patti consegue por em palavras o clima de intimidade e ligação que só eles tinham, um mundo onde ninguém mais conseguia entrar, independente de quaisquer parceiros que ambos tiveram no decorrer da vida. Até Robert morrer de SIDA.

No livro editado em 2010 "Just Kids" a foto da capa, é o casal Patti Smith/Robert  .

A pioneira do punk rock Patti Smith  recebeu também em 2010 um prémio da indústria musical pelo conjunto da sua obra, em homenagem a seus 40 anos da sua carreira como cantora, poeta, ativista política e pintora.

Patti, 63, recebeu o Founders Award durante um jantar de premiosda música pop, que homenageia compositores e editores das canções mais tocadas em 2009. Ela também se apresentou no evento, que aconteceu em Hollywood.

"Ela ampliou as fronteiras da expressão artística musicalmente e de outras maneiras, inspirando gerações de rockers em todo o mundo", disse Paul Williams, presidente da associação que a premiará, em comunicado à imprensa. "Patti Smith continua a ser uma artista vibrante e prolífica".

Alguns dos homenageados anteriores com o Founders Award incluem, Joni Mitchell, Paul McCartney, Neil Young e Tom Waits.

PATTI SMITH

A cantora norte-americana de punk rock Patti Smith editará um novo trabalho previsto para junho, dedicado a Amy Winehouse, Johnny Deep e às vítimas do Fukushima, no Japão.. Também a falecida actriz Maria Schneider é relembrada numa das canções de "Banga".

Filha de um casal operário de Nova Jersey,  inspirou-se em influências como William Blake, Arthur Rimbaud, Walt Whitman e William Burroughs para dar à revolução frequentemente romantizada um vocabulário cujo ponto alto foi expresso no verso de uma letra que diz  "Jesus morreu pelos pecados de alguém, mas não pelos meus".

A influente cantora e compositora autora e intérprete de Gloria, e Because the Night, uma das performers mais activas na época que Nova York era um efervescente centro da contracultura, rejeita classificações e desdenha especialmente o apelido de "madrinha do punk", anunciou que irá lançar um novo disco, a 5 Junho,  chamado “Banga” ,o décimo primeiro álbum de estúdio.

Gravado no Electric Lady em Nova York, produzido por Patti, e acompanhada pela sua banda— Tony Shanahan, Jay Dee Daugherty e Lenny Kaye, este é o primeiro disco de originais da nova-iorquina desde 2004, ano em que editou “Trampin’”.

Patti, de 65 anos, que está presente no cenário musical desde de 1971, deu uma entrevista recente para o canal americano CBS, o título deste novo álbum é uma referência ao romance “The Master and Margarita”, do escritor e dramaturgo soviético Mikhail Bulgakov,  A música dedicada a Amy Winehouse foi escrita logo após a sua morte e chama-se “This is the Girl”.

 "Amerigo": a abertura melódica  imaginando a viagem de Amerigo Vespucci em 1497 para o Novo Mundo.
 “Nine” é um tema de aniversário para o actor, Johnny Deep.
 “Fuji-san”, nome da montanha mais alta do Japão, é em memória das vítimas do terramoto de Março de 2011 ocorrido naquele país.
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Depois de “Twelve” em 2007, este é o seu 11.º trabalho, “April Fool” é o single de apresentação, fiel ao espírito da época,  e consiste numa parceria com Tom Verlaine.

 Tom Verlaine dos Television, Jack Petruzzelli e os filhos de Smith, Jackson (marido de Meg White) e Jess Paris também aparecem na lista de convidados do álbum.

 Meg White, a baterista dos White Stripes, ficou noiva em 2009, do músico Jackson Smith, filho de Patti Smith com o guitarrista da banda MC5 Fred “Sonic” Smith, morto em 1994.

Liderados por Jack White, os White Stripes surgiram em Detroit em 1997. Apesar dos boatos de que a banda era formada por dois irmãos, registos dão conta de que Jack e Meg foram casados por quatro anos até se divorciarem, em 2000.

15/06/2010

PATTI SMITH + RIMBAUD

Rimbaud, 1973
drawing by patti smith

Patti Smith a madrinha "do punk" mistura de êxtase de poesia em forma livre, rock, e fã de Rimbaud. Magérrima Smith sofreu uma variedade de doenças, 16 anos deparou-se com um livro de Rimbaud numa pilha de livros de bolso reciclados.

Arthur Rimbaud nasceu em 1854 em Charleville, nas Ardenas (França). Dados do colégio dizem que espantou seus professores e colegas de turma no início pela sua genialidade. Poeta do simbolismo francês, um precursor do surrealismo, e um dos criadores do verso livre, escreveu algumas das mais notáveis poesias e prosa do século 19.

Poucas pessoas sabem, mas o poeta com solas de vento, ávido por novas experiências e descobertas, foi também um músico.Infelizmente como muitos dos seus textos, nunca se encontra qualquer vestígio da sua música. Como um adolescente perambulando quase um ano pelas ruas de Paris, foi um dos primeiros a se interessar e falar livremente em imagens e sonhos induzido por drogas. Todas as gerações reconhecem a influência do músico rebelde poeta com a sua alquimia do verbo, vários poetas/ músicos como Jim Morrison, The Doors e Patti Smith citam-no muitas vezes.

Rimbaud escreveu "The Hunt Espiritual", um poema de Verlaine que chamou a sua obra-prima( o manuscrito desapareceu durante a viagem caótica do par).) Logo após o caso abandonou a escrita. Ele ainda não tinha atingido 20 anos.

Aventureiro, errante, bêbado arrogante e grosseiro, amante de Paul Verlaine, traficante de armas, comerciante na Etiópia, a doença obrigou-o a retornar à região das Ardenas e morreu a 10 de Novembro de 1891, em Marselha, após a amputação da sua perna direita cancerosa.

Oh arthur arthur. we are in Abyssinia Aden.
making love smoking cigarettes.
we kiss. but it's much more. azure. blue pool. oil slick lake.
sensations telescope, animate. crystalline gulf. balls of colored glass exploding.
seam of berber tent splitting. openings, open as a cave, open wider, total surrender.

—Patti Smith, from "dream of rimbaud"

20/03/2009

Patti Smith

Patti Smith: Dream Of Life é o resultado de 12 anos de uma intrusão autorizada por parte da câmara de Steven Sebring na intimidade de um dos maiores ícones da música do século XX. Sim, Patti Smith é uma lenda viva e tudo isso; mas Dream Of Life penetra a fundo nas estruturas criativo-mentais da poetisa, música e activista de quem deu à luz álbuns tão brilhantes como Easter e Horses, não deixando de reflectir sobre a faceta mais íntima de Smith, ilustradas por incursões mais do que ligeiras no seu lado humano de esposa, filha e mãe.

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