Pascal Comelade, Pierre Bastien, Jac Berrocal & Jaki Liebezeit - Oblique Sessions,1997
Electronica, Future Jazz, Experimental.
Label: Les Disques Du Soleil Et De L'Acier, EVVA
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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25/11/2010
PASCAL COMELADE
Nos 25 anos desde o seu primeiro álbum " Fluence ", o musico, e compositor catalão Pascal Comelade não comprometeu a sua música ou a sua visão. Começou a fazer covers de rock estranho e easy listening com um piano de brincar. Mais tarde desenvolveu um estilo inconfundível, colaborou com artistas como Michael Nyman, Víctor Nubla (Macromassa), Gavin Bryars, Ricardo Solfa, Robert Wyatt ou Faust, lança o Bel Canto Orquestra,e ainda conta com uma banda de seguidores no Japão, The Pascals.
Não cortejando o mainstream, ainda gosta dos instrumentos de brincar. Integral para o tecido da música francesa, comanda o experimentalismo de Jac Berrocal e Yann Tiersen.
Pascal Comelade já gravou mais de 30 discos, mistura na sua música um monte de influências, italian western, tango, valsa, The Cramps, e Gene Vincent, tocado por pianos, sintetizadores, brinquedos, e mini guitarras.
Começei por ouvir El Primitivismo(1987), há mais de 20 anos. L'Argot Du Bruit (1998) é um dos seus melhores albums.Comelade é invariavelmente um outsider, uma espécie de naïf, que não deixa de ser estranho.As suas raras aparições ao vivo ajudam a promover esta visão, mas a música em si é quase inacessível, e ele é um mestre da melodia e de um humor desconcertante. É justo que escolha para fazer a sua música instrumentos que não são a norma: o serrote musical e piano de brinquedo são os favoritos.
Não cortejando o mainstream, ainda gosta dos instrumentos de brincar. Integral para o tecido da música francesa, comanda o experimentalismo de Jac Berrocal e Yann Tiersen.
Pascal Comelade já gravou mais de 30 discos, mistura na sua música um monte de influências, italian western, tango, valsa, The Cramps, e Gene Vincent, tocado por pianos, sintetizadores, brinquedos, e mini guitarras.
Começei por ouvir El Primitivismo(1987), há mais de 20 anos. L'Argot Du Bruit (1998) é um dos seus melhores albums.Comelade é invariavelmente um outsider, uma espécie de naïf, que não deixa de ser estranho.As suas raras aparições ao vivo ajudam a promover esta visão, mas a música em si é quase inacessível, e ele é um mestre da melodia e de um humor desconcertante. É justo que escolha para fazer a sua música instrumentos que não são a norma: o serrote musical e piano de brinquedo são os favoritos.
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