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21/09/2012

FIONA APPLE

Fiona Apple foi detida ontem num ponto de fronteira em Sierra Blanca, no Texas, o mesmo lugar que Snoop Dogg e Willie Nelson foram presos no passado. Os policias dizem ter encontrado haxixe e um pouco de maconha no autocarro da tourné de Fiona Apple. Acusada de posse, está sendo mantida numa prisão do condado de Hudspeth.

15/07/2012

FIONNA APPLE

Em silêncio editorial desde Extraordinary Machine, álbum de 2005, Fiona Apple regressou aos discos em 2012. Fiona Apple "The Idler Wheel Is Wiser Than the Driver of the Screw and Whipping Cords Will Serve You More Than Ropes Will Ever Do", 2012.

 Fiona cresceu numa família de artistas. A mãe, Diane McAfee é cantora, o pai é o actor Brandon Maggart.Apesar de ser considerada uma compositora excepcional, o piano e a voz de Fiona Apple, são os veículos principais de sua arte.

 A dor, a crueza, o medo, os sentimentos negativos, a ausência de beleza que tenta passar nos seus albums,a resignação da vida de uma pessoa assumidamente sozinha,fazem parte da vida da artista que aprendeu a lidar melhor com ela desde a adolescência. Aos 12 anos, Fiona foi violada por um desconhecido no prédio onde vivia a mãe, facto que deixou marcas profundas na artista, como transtornos obsessivos compulsivos e transtornos alimentares.

Em 1996, editou o primeiro disco, Tidal, o segundo disco com o enorme titulo "When The Pawn Hits The Conflicts He Thinks Like A King What He Knows Throws The Blows When He Goes To The Fight And He'll Win The Whole Thing Fore He Enters The Ring There's No Body To Batter When Your Mind is Your Might So When You Go Solo. You Hold Your Own Hand And Remember That Depth Is The Greatest Of Heights And If You Know Where You Stand. Then You'll Know Where To Land And If You Fall It Won't Matter, Cuz You Know That You're Right", 1999, é um poema que a cantora escreveu em resposta a críticas que lhe foram feitas por causa de uma entrevista dada à revista Rolling Stone.

12/04/2012

FIONNA APPLE

Nascida da cantora Diana McAfee e do actor Brandon Maggart em 1977, Fiona Apple começou a tocar e a escrever canções aos 12 anos, num esforço para elaborar uma infância traumática, que incluiu um violação aos 11.

Fiona a Apple desafiou a categorização ou qualquer carreira fácil, quase correndo o padrão em sentido inverso, abrindo a sua carreira como altamente elogiada, popular alternative singer/songwriter, para a transição de artista de culto. Apple certamente beneficiou da política de portas abertas do rock moderno de meados dos anos 90, seguindo o caminho de cruzamento alt-rock de piano baseados em compositores como Tori Amos, mas a Apple não era uma imitadora de Amos: teve uma ressaca forte em jazz no seu fraseado vocal, nas melodias, teve arranjos mais ricos, e uma tendência mais pop para as suas canções.  

Todas essas coisas ajudaram a sua estreia de 1996, Tidal, a encontrar um grande público, que aumentou consideravelmente na esteira do decadente sugestivo e polémico vídeo para o single "Criminal", de Mark Romanek,- abertamente sexual, um caminho que Apple evita depois, mas fez o truque, ajudando o álbum chegar ao Top Ten e ganhar  um Grammy.

Mas a Apple deixou bem claro quenão era uma provocadora amadora com o seu segundo álbum , When the Pawn Meets the King,- o título inteiro é um poema com 90 palavras, um álbum que aumentou a sua reputação crítica e culto, o que seria os pilares de apoio durante as suas batalhas intensas ao fazer o terceiro  Extraordinary Machine.

 Produzido por Jon Brion, um álbum denso, letrado e melódico, que não coincide com o sucesso comercial do primeiro trabalho, mas aprofunda o seu culto. Apesar de um romance com o diretor Paul Thomas Anderson - que contribuiu para a banda sonora de Magnolia, 1999 - Fionna Apple retira-se dos holofotes, promovendo um elemento de mistério que cresceu ainda mais quando o próximo álbum experimentou uma série de atrasos- corriam rumores de que a Sony rejeitou-o por ser pouco comercial. No ano seguinte, misturas inacabadas vazaram para a Internet e a saga do álbum transbordou para o mainstream, ganhando tinta no The New York Times.A produção começou com Brion, e expandiu-se com o produtor Mike Elizondo.

 Entre dois álbuns, foi em Extraordinary Machine, 2005, que desistiu da famosa produção de Jon Brion para um som completamente diferente nas mãos de megaproductores,  Scott Storch, Scott Stapp, Scotch Storp, e Staph Scars. 


A turné norte-americana de apoio ao próximo álbum na Epic, The Wheel Idler, começa em Junho, e termina no Canadá.

28/02/2012

FIONA APPLE

Fiona Apple adicionou uma outra data na sua recente turné. A aclamada songwriter irá aparecer no New York City Governors Ball Music Festival no dia 24 de Junho. Ela se junta a um grupo de bandas que já inclui, Beck, Passion Pit, Modest Moust, Santigold, e Chromeo, entre muitos outros.

25/05/2011

FIONA APPLE - O ALBUM COM O MAIOR NOME NA MUSICA

Fiona Apple, de nome verdadeiro Fiona McAfee Maggart, é uma cantora, compositora e pianista norte-americanaé que cresceu numa família de artistas, a mãe, Diane McAfee era cantora o pai é o actor Brandon Maggart -os avós maternos pertenciam ao mundo da música e vários dos irmãos envolveram-se no show business.

A cantora já relatou que canta desde que se lembra, de forma natural. O divórcio dos pais possivelmente teve efeitos na vida da artista, que desde jovem, mostrava-se introspectiva e com dificuldades de socialização.Quando tinha 12 anos,foi violada por um desconhecido no prédio da mãe, facto que deixou marcas profundas na artista, como transtornos obsessivos compulsivos. A canção Sullen Girl, do disco de estréia, Tidal fala dessa experiência traumática, "se não se fala de um assunto como esse, ele acaba nos controlar",disse no programa de Howard Stern.

Fiona Apple começou a carreira aos 17 anos, com músicas que misturam jazz e pop alternativo, conquistou um Grammy com Tidal (1996). No mesmo ano do lançamento, o álbum recebeu disco de ouro e um triplo de platina por vender mais de três milhões de cópias. Foi ainda considerado pela revista Rolling Stone, um dos álbuns essenciais dos anos 90. Os destaques foram as faixas Never Is a Promise, Criminal e Sleep To Dream.

As composições têm um teor reflexivo e, de acordo com a cantora são “músicas complicadas sobre temas complicados”.

Com 3 cds lançados, Fiona fez tournés com bandas como os Coldplay e trabalhou com músicos como Johnny Cash, Iggy Pop e Keith Richards.

Em Novembro de 1999 produzido por Jon Brion, foi lançado o seu segundo trabalho, o album que contém o maior nome na historia da musica - " When The Pawn Hits....."

O titulo completo é "When The Pawn Hits The Conflicts He Thinks Like A King What He Knows Throws The Blows When He Goes To The Fight And He'll Win The Whole Thing Fore He Enters The Ring There's No Body To Batter When Your Mind is Your Might So When You Go Solo. You Hold Your Own Hand And Remember That Depth Is The Greatest Of Heights And If You Know Where You Stand. Then You'll Know Where To Land And If You Fall It Won't Matter, Cuz You Know That You're Right".

O enorme título é um poema que a cantora escreveu em resposta a críticas que lhe foram feitas por causa de uma entrevista dada à revista Rolling Stone.

A polémica veio com “Extraordinary Machine”, gravado originalmente em 2002 e chegou às lojas três anos depois.

A demora do lançamento teria se justificado por haver ocorrido uma recusa da editora em o lançar por achá-lo anticomercial. A Sony recusou por falta de um single com potencial radiofónico, o que gerou uma onda violenta de protestos. Fãs de todo o mundo chegaram a organizar uma campanha em favor do lançamento do álbum, intitulada "Free Fiona" chegando até a colocar uma espécie de "tapete" de maçãs na sede americana para sensibilizar os executivos da editora.

O lançamento da versão final do álbum foi bastante atribulado, visto que o produtor original, Jon Brion, fora substituído após completadas as gravações, e então todo o álbum teve que ser refeito. A primeira versão não-oficial, de Jon Brion, ainda pode ser encontrada na rede.

Uma artista que já tem cerca de 5 milhões de discos vendidos no currículo, ataca de novo o topo dos tops, quem conhece a trajectória dela e a relação sempre problemática que ela tem com a fama. No passado, ao mesmo tempo em que era estampada na capa de quase todas as revistas de música e entretenimento dos EUA e da Inglaterra, parecia insistir num discurso que dizia que o conteúdo é mais importante do que a embalagem e as letras mais importantes do que o jogo de imagens.

Desfilava nos tapetes vermelhos do show-business ao lado de namorados famosos (o mágico David Blaine e o cineasta Paul Thomas Anderson), ao mesmo tempo que se mostrava bastante ofensiva, raivosa e desajeitada em relação ao mundo das celebridades e ao sucesso popular.

Se desfazia em lágrimas numa série de entrevistas, demonstrando uma certa fobia de estar ali, à mostra, sendo continuamente julgada, criticada e notada; ao invés de se fingir de perfeitinha, como fazem algumas pop-stars, demonstrava sem nenhum pudor as suas neuroses, os seus traumas e as suas histerias, inclusive contando abertamente o caso da violação aos 12 anos de idade e histórias sobre suas sessões de psicoterapia.

Em 1997, quando foi receber o seu MTV Music Award, fez um discurso que alguns interpretaram até mesmo como niilista ("This world is bullshit!", cuspiu com raiva para milhões de telespectadores), quando era óbvio que ela estava reclamando não contra a vida em geral, mas contra o Mundo MTV das celebridades de plástico. Em entrevista à SPIN, chegou mesmo a prometer o seu suicídio, dizendo que tinha certeza que iria morrer jovem.

Conhecida por longas pausas entre seus cds, a ultima música lançada por Fiona foi “So Sleepy” em Junho 2010. Terá edesistido da música? Entrou numa crise de inspiração incontornável? Vai parar de lançar discos? Se desiludiu com o sucesso e resolveu voltar à vida pacata? .

Existem rumores de um novo álbum para o final de 2011.

04/08/2010

O MAIOR TITULO DE UM DISCO - FIONA APPLE

Aos 17 anos, Fiona decidiu que a música era o caminho que deveria seguir. Desde criança, recebeu treino musical, tendo tido aulas de piano desde os 4 anos de idade.O divórcio(foi namorada de famosos -o mágico David Blaine e o cineasta Paul Thomas Anderson), possivelmente teve os seus efeitos na vida da artista que, desde jovem, mostrava-se altamente introspectiva e com dificuldades de socialização.

Quando tinha 12 anos, Fiona foi violada por um desconhecido no prédio da sua mãe, facto que deixou marcas profundas na artista- transtornos obsessivos compulsivos e transtornos alimentares, que evoluíram para anorexia nervosa.

A canção Sullen Girl, do disco de estréia Tidal fala dessa traumática experiência. Em entrevista ao programa de Howard Stern, à época do lançamento desse disco, afirmou que não tinha problemas para tratar do assunto pois, segundo ela, "se não se fala de um assunto como esse, ele acaba nos controlando ".

Em 1997, quando foi receber o seu MTV Music Award, fez um discurso ("This world is bullshit!"), reclamando não contra a vida em geral, mas contra o Mundo MTV, das celebridades de plástico. Em entrevista à SPIN, chegou mesmo a prometer o seu suicídio, dizendo que tinha certeza que iria morrer jovem.

Em 1999 lança o seu segundo disco, produzido pelo reputado Jon Brion, intitulado "When The Pawn Hits The Conflicts He Thinks Like A King What He Knows Throws The Blows When He Goes To The Fight And He'll Win The Whole Thing Fore He Enters The Ring There's No Body To Batter When Your Mind is Your Might So When You Go Solo. You Hold Your Own Hand And Remember That Depth Is The Greatest Of Heights And If You Know Where You Stand. Then You'll Know Where To Land And If You Fall It Won't Matter, Cuz You Know That You're Right". O enorme título é um poema que a cantora escreveu em resposta a críticas que lhe foram feitas por causa de uma entrevista dada à revista Rolling Stone.

"I'm underwater most of the time, and music is like
a tube to the surface I can breathe through."

FIONA APPLE, entrevista à revista SPIN.

Apartir de 2004, começou a se encher de histórias e boatos a respeito de "Extraordinary Machine": muitos garantiam que o álbum estava finalizado desde Maio de 2003, mas que a Sony havia se recusado a lançá-lo por falta de um single com potencial radiofónico, o que gerou uma onda violenta de protestos dos fãs.

Além de uma campanha na internet organizaram-se protestos frente à sede da editora nos Estados Unidos exigindo que o álbum fosse posto no mercado imediatamente - o que a multinacional se recusou a fazer (pelo menos era o que se contava), aparentemente por um desejo de forçar Fiona a regravar o material ou ao menos tirar da cartola algum hit que repetisse o fenómeno "Criminal"... Todos diziam que havia ocorrido com "Extraordinary Machine" algo bastante semelhante ao que houve com outro famoso álbum recusado pelo mercado fonográfico mainstream por ser anti-comercial - "Yankee Hotel Foxtrot" dos Wilco: o material proibido foi parar à Internet.



Foi somente em 2005, às vésperas do lançamento oficial do álbum, que outra versão da história passou a circular: não era só a Sony que estava insatisfeita com o material gravado, mas a própria Fiona não havia gostado muito as gravações feitas com o produtor Jon Brion (trabalhou, com Brad Mehldau, Rhett Miller, Rufus Wainwright, Eleni Mandell, Robyn Hitchcock, Evan Dando, Aimee Mann, Elliott Smith, compositor de bandas sonoras, Best Score Soundtrack Album, nomeações de um Grammy pelo seu trabalho em 1999 de Magnolia, e Eternal Sunshine of the Spotless Mind, em 2004 ), contratando Mark Eliozondo para regravar "Extraordinary Machine" quase na íntegra.

"You say you'll never let me fall

from hopes so high

But 'never' is a promise

and you can't afford to lie"

Ou

"I lie in an early bed thinking late thoughts

Waiting for the black to replace my blue

I do not struggle in your web

Cause it was my aim to get caught"

Ou

"Honey, I don't feel so good, don't feel justified

Come on put a little love here in my void"

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