O filme francês «Amour» (Amor) – estreou na passada semana em
Portugal - um drama sobre os desafios do amor entre um casal de idosos,
conquistou a Palma de Ouro da 65ª edição do Festival de Cinema de Cannes, em França, venceu no domingo o prémio de melhor filme da Associação de Críticos de
Cinema de Los Angeles.
"Amour", protagonizado por
Jean-Louis Trintignant, Emmanuelle Riva, e Isabelle Huppert, conta com
ainda no elenco com a atriz portuguesa Rita Blanco, que faz de porteira
no edifício onde habita o casal que é o centro da história.
Dois octogenários levam ali uma existência tranquila que se altera quando a mulher sofre um acidente vascular-cerebral.
Mas o filme com o maior número de prémios foi «The
Master», um drama sobre a igreja da Cientologia que venceu em quatro
categorias, incluindo melhor realizador para Paul Thomas Anderson.
«Amour», do austríaco Michael Haneke e vencedor da Palma de Ouro no
Festival de Cannes, também recebeu o prémio de melhor actriz para a
francesa Emmanuelle Riva.
Além deste filme, também
vão estrear em Portugal outras longas-metragens exibidas em Cannes:
"Cosmopolis" de David Cronenberg, "Vouz n'avez encore rien vu", de Alain Resnais, "Holy
Motors", de Leos Carax, e "De Rouille et d'Os", de Jacques Audiard.
A internet é hoje em dia o reflexo daquilo que somos para o bem e para o mal. Eu criei este blogue com o objectivo de falar sobre a cultura pop - musica, cinema, livros, fotografia, dança... porque gosto de partilhar a minha paixão, o meu conhecimento a todos. O meu amor pela música é intenso, bem como a minha curiosidade pelo novo. Como não sou um expert em nada, sei um pouco de tudo, e um pouco de nada, o gosto ultrapassa as minhas dificuldades. Todos morremos sem saber para que nascemos.
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10/12/2012
23/03/2010
MICHAEL HANEKE
Vencedor da Palma de Ouro de Cannes com O Laço Branco, a destreza do director Michael Haneke em colocar em xeque a banalização da violência em Funny Games. O critico de cinema do New York Times chamou-lhe " um espetáculo macabro da crueldade insensata" e "pornografia de sangue e dor". Ao denunciar a estetização da violência, como já o havia feito em O Vídeo de Benny, questiona a pretendida inocência do espectador-cúmplice, por meio de uma sucessão de momentos de emoção e análise, levando-o a tomar consciência do seu próprio papel.
Há um título que se pode aplicar aos filmes, de Haneke “Guerra Civil” – não necessariamente da forma como a conhecemos mas a guerra diária que se passa entre nós- a saúde de uma sociedade por aquilo que se passa atrás de portas fechadas.
O Laço Branco (2009)
Violência Gratuita (2007)
Caché (2005)
Professora de Piano, A (2001)
Violência Gratuita (1997)
O Vídeo de Benny, (1992)
O Sétimo Continente, (1989)
Há um título que se pode aplicar aos filmes, de Haneke “Guerra Civil” – não necessariamente da forma como a conhecemos mas a guerra diária que se passa entre nós- a saúde de uma sociedade por aquilo que se passa atrás de portas fechadas.
O Laço Branco (2009)
Violência Gratuita (2007)
Caché (2005)
Professora de Piano, A (2001)
Violência Gratuita (1997)
O Vídeo de Benny, (1992)
O Sétimo Continente, (1989)
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