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01/07/2017

PRIMAVERA SOUND 2017


NUNO CALADO+ADOLFO LUXURIA CANIBAL dos MAO MORTA





MAKE-UP in Primavera Sound  10-6-2017


Eu (me agarrado ao braço de Ian Svenonius .. para o ajudar a subir...) o Nuno Calado, a  Marta Abreu, antiga baixista dos grupos Voodoo Dolls, e o lider da banda alternativa Portuguesa Mao Morta... o  Adolfo Luxuria Canibal, antes do concerto começar, enquanto faziam a montagem do palco, por onde andava, Ian Svenonius, e a banda... e como a frente do palco ainda não estava ocupada, nós posicionamos logo mesmo em frente, na primeira fila.... por onde o Ian Svenonius subia pela grade, para se colocar em cima do publico.


Adolfo Luxúria Canibal (Luanda, 25 de dezembro de 1959), de nome de baptismo Adolfo Augusto Martins da Cruz Morais de Macedo, é um advogado, músico e poeta português.

Adolfo Luxúria Canibal nasceu em Luanda, Província Ultramarina de Angola. Cresceu entre Vieira do Minho e Braga e em 1978 mudou-se para Lisboa, para estudar Direito.

Viveu em Lisboa de 1978 até 1999, onde, após terminar o curso de Direito, exerceu a advocacia e a consultoria jurídica.

 Na qualidade de especialista em Direito do Ambiente foi orador convidado em diversos congressos e seminários, portugueses e estrangeiros, e professor em cursos de formação, de pós-graduação e de mestrado. Integrou de 1993 a 1999 um Grupo de Peritos Jurídicos da Convenção de Berna, junto ao Conselho da Europa, em Estrasburgo.

No final de 1999 foi habitar para Paris, cidade onde praticou diversos misteres, como tradutor, actor de figuração, gerente comercial, jornalista, cronista, voz para telemóveis, estudos de mercado, crítico musical ou gestor liquidatário de sociedades cinematográficas. No final de 2004 regressou a Braga e à consultoria jurídica, cidade onde reside actualmente.

Entre 1979 e 1982 Adolfo Luxúria Canibal esteve casado com Eva Machado, bisneta do antigo Presidente da República Bernardino Machado, com quem teve uma filha, Isabel Sofia, nascida em Braga em fevereiro de 1980.

 Isabel Sofia vive em Cork, na Irlanda, desde 2007, tendo feito o doutoramento em engenharia alimentar na Universidade local, mas de 2012 a 2014 habitou em Chicago, nos EUA, onde em maio de 2014 nasceu o seu filho Leonardo, primeiro neto de Adolfo Luxúria Canibal.

Este, entre 1993 e 2004, viveu maritalmente com a cineasta francesa Mariana Otero, com quem teve o segundo filho, Mateus, nascido em Lisboa em julho de 1997 e que, desde 1999, habita em Paris, com a mãe.

 Actualmente Adolfo Luxúria Canibal vive com Marta Abreu, antiga baixista dos grupos Voodoo Dolls e Mão Morta e gestora hoteleira, proprietária do restaurante japonês Hocho.

Letrista e vocalista do grupo Mão Morta, desde 1984, depois de ter fundado e exercido igual função nos grupos Bang-Bang (1981), Auaufeiomau (1981-1984) e PVT Industrial (1984). De 2000 a 2009 integrou o grupo francês Mécanosphère, como vocalista.

 Participou ainda como vocalista ou letrista em diversos discos e espectáculos de mais de uma dezena de grupos e artistas portugueses e estrangeiros, como Pop Dell'Arte, Clã, Moonspell, WrayGunn, Houdini Blues, Jorge Palma, Pat Kay & The Gajos, Steve Mackay, Mark Stewart ou Hilmar Orn Hilmarsson.

Encenou e actuou em performances e espectáculos multimédia como Rococó, Faz o Galo (1983), Dos Gatos Brancos que Jazem Mortos na Berma do Caminho de Ferro (1983), Labiu e a Pulga Amestrada (1984) e Müller no Hotel Hessischer Hof (1997), ou foi apenas actor, como em Maldoror (2007), encenado por António Durães.

Foi também actor em teatro, na peça Eis o Homem! da companhia Mundo Razoável, encenada por Marta Freitas (2013). Foi ainda autor de espectáculos de spoken word, a solo (1999) ou com António Rafael (desde 2004), sob a designação de Estilhaços.

Concebeu, com João Martinho Moura e Miguel Pedro, a performance de arte digital Câmara Neuronal para a exposição FrameArt da Capital Europeia da Cultura - Guimarães 2012. Participou na concepção colectiva e actuou, com os Mão Morta, José Mário Branco, Fernando Lapa, Amélia Muge e Pacman, no musical Então Ficamos..., espectáculo de comunidade de encerramento da Capital Europeia da Cultura - Guimarães 2012 encenado por António Durães.

Com António Rafael concebeu, gravou e interpretou ao vivo a banda sonora para a instalação The Wall of Pleasure do artista plástico Tiago Estrada na Rooster Gallery, em Nova Iorque (2013).

Ainda com António Rafael e Miguel Pedro compôs e actuou no musical Chão, um espectáculo de comunidade, com a participação de 70 mulheres de Paredes de Coura, encenado por João Pedro Vaz para o décimo aniversário da companhia de teatro Comédias do Minho.

Concebeu a colectânea de bandas bracarenses À Sombra de Deus, tendo realizado, com Berto Borges, o seu primeiro volume À Sombra de Deus - Braga 88, editado pela Câmara Municipal de Braga, e, com Miguel Pedro, o quarto volume À Sombra de Deus IV - Braga 2012, editado pela Capital Europeia da Juventude - Braga 2012. Em 2002 criou, com António Rafael e Miguel Pedro, a editora independente Cobra, tendo editado vários discos de Mão Morta e de artistas como Anger, Erro!, Houdini Blues, Fat Freddy, Jazz Iguanas, Umpletrue, Mundo Cão ou At Freddy's House.

Participou como actor nos filmes Gel Fatal, de António Ferreira, e O Dragão de Fumo, de José Carlos de Oliveira, e concebeu, com João Onofre, o filme de videoarte S/título (мій голос), exibido no 19.º Festival Internacional de Cinema - Curtas de Vila do Conde. Em 2012 foi objecto do documentário Fado Canibal, realizado por Timóteo Azevedo.

Escreveu textos diversos para jornais e revistas, como a Vértice ou a 365, e foi, de 2000 a 2004, correspondente do jornal Blitz. Teve uma coluna de opinião no semanário O Independente (1999) e manteve, de 2001 a 2004, uma crónica semanal na rádio Antena 3 e, de 2008 a 2010, uma crónica quinzenal na revista Vidas do diário Correio da Manhã. Desde janeiro de 2011 tem uma rubrica mensal na revista Domingo do mesmo diário e desde janeiro de 2014 uma crónica quinzenal no semanário Sol.

Editou os livros Rock & Roll, Estilhaços, Estilhaços e Cesariny e Todas as Ruas do Mundo e escreveu o prefácio para uma edição de Os Cantos de Maldoror, do Conde de Lautrèamont. Foi autor de uma súmula sobre a história do Parque Nacional da Peneda-Gerês e de um ensaio ecocrítico sobre os romances de Valter Hugo Mãe.

Criou com o fotógrafo e artista plástico Fernando Lemos o livro-objecto Desenho Diacrónico, editado no Brasil por ocasião da inauguração da sua exposição retrospectiva Lá e Cá, na Pinacoteca do Estado de São Paulo. Traduziu Heiner Müller (1997) e Vladimir Maiakovski (2006).

Foi considerado, em 2003, pelo semanário Expresso, como uma das cinquenta personalidades vivas mais importantes da cultura portuguesa.

Em 2011, nas Comemorações do Centenário da Universidade de Lisboa, foi um dos 100 ex-alunos convidados para proferir uma palestra no ciclo 100 Lições, a que deu o título Profissão: Diletante. Da Música à Conservação da Natureza.

Nuno Calado apresenta o programa de radio Indigente, há mais de 15 anos... o som mais alternativo e atual da rádio, na Antena 3, de segunda a quinta-feira, entre as 23h e as 24h.
Atua como locutor e produtor de rádio na Antena 3 e comentarista da SIC Radical.

The Make-Up was an American post-punk band from Washington, D.C. formed in 1995, consisting of frontman Ian Svenonius on vocals, James Canty on guitar and organ, Steve Gamboa on drums, and Michelle Mae on bass guitar.

The Make-Up were joined in late 1999 by a fifth member, Alex Minoff (of the groups Golden and Extra Golden),[2] who played guitar with the group until the band's dissolution in early 2000.
The Make-Up combined garage rock, soul, and a self-styled liberation theology to make a new genre they called "Gospel Yeh-Yeh".

This style led to an emphasis on live performances and interaction between the band and their audience, incorporating the audience into the performances as a "fifth member", creating what one reviewer described as ""highly energetic and participatory live shows".

Ian Svenonius is American musician and singer of various Washington, D.C.-based bands including Nation of Ulysses, The Make-Up, Weird War, XYZ, Chain and Gang...

PRIMAVERA SOUND 2017

Eu vi o concerto dos MAKE-UP!  na primeira fila .... mesmo em frente ao palco, junto com o Adolfo Luxuria Canibal (e a esposa) e o Nuno Calado, duas das pessoas mais conhecidas em Portugal no meio musical.
 O Nuno por ser um dos melhores radialistas Portugueses...apresenta o som mais alternativo e atual da rádio, na Antena 3, de segunda a quinta-feira, entre as 23h e as 24h.
O seu programa o Indiegente, já tem mais de 15 anos.

Adolfo Luxúria Canibal lider da banda Portuguesa,de Pós-punk, Death rock, Noise rock, Rock alternativo, Mao Morta (nasceu em Luanda, 25 de Dezembro de 1959), de nome de baptismo Adolfo Augusto Martins da Cruz Morais de Macedo, é advogado, músico, e poeta português.

Em Outubro de 1984, Joaquim Pinto assiste em Berlim a uma actuação dos Swans. No final do concerto encontra Harry Crosby, baixista da banda nova-iorquina, que lhe diz que ele tem cara de baixista. Pinto regressa a Braga, compra um baixo e, em Novembro desse ano, forma os Mão Morta, com Miguel Pedro na guitarra e Adolfo Luxúria Canibal na voz.

Os Mão Morta estreiam-se ao vivo, em Janeiro de 1985, no Porto, no Orfeão da Foz.

Já tocaram pelo mundo inteiro e fizeram a primeira parte de grandes bandas.... O ano de 1987 ficou marcado pela devastação do Cinema Império, em Lisboa, quando os Mão Morta, integrados no cartaz das Jornadas do Império,  juntamente com os americanos Gun Club.

Aquando do lançamento do LP, Mao Morta, um novo jornal de música, o BLITZ, posicionava-se mais atento à cena independente e em Outubro de 1988 fizeram a primeira parte dos britânicos Wire, no Pavilhão Infante de Sagres, no Porto,

Em Dezembro fazem as duas primeiras partes, no Pavilhão Carlos Lopes em Lisboa e no Teatro Rivoli no Porto, do australiano Nick Cave com os seus Bad Seeds.


PRIMAVERA SOUND 2017












Miguel, Flying Lotus, Arab Strap

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