Todas as boas recordações me trazem saudades...e são tantas! As duas...
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sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Rua da Saudade...
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Recordações de Infância
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
quarta-feira, 18 de abril de 2012
Washington DC
LIEBSTER BLOG
Este selo está a ser atribuído a blogs com menos de 200 seguidores com o objectivo de divulgar os seus trabalhos e aumentar o número de visitas aos mesmos.
Agradeço do fundo do coração à Diana Tavares e ao CR por me acharem merecedora desta distinção...
Vou dar seguimento ao desafio e atribuir o selo a mais cinco blogs dos quais gosto muito.Estes devem depois repetir o procedimento: postar uma fotografia e atribuírem o selo a cinco blogs do seu agrado.
Aqui vai a lista dos cinco :
- http://zezekarlos.blogspot.pt/ do Zekarlos
- http://inbetweenlight.blogspot.pt/ da Iris
- http://existeumolhar.blogs.sapo.pt/ da Manu
- http://lacorrilha.blogspot.pt/ da Lacorrilha
- http://riscosnomacro.blogspot.pt/ do Yanneck
- http://inbetweenlight.blogspot.pt/ da Iris
- http://existeumolhar.blogs.sapo.pt/ da Manu
- http://lacorrilha.blogspot.pt/ da Lacorrilha
- http://riscosnomacro.blogspot.pt/ do Yanneck
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Wasshington DC
quarta-feira, 7 de março de 2012
RECORDAÇÕES DE TI...
Eu hoje fui apenas lembranças que se perdem no tempo mas nunca nas memórias do meu coração. Eu hoje perdi-me dos anos de vida que me competem, de todas as minhas funções e atribuições. Despi-me da minha pele de mulher adulta e aninhei-me de novo no teu colo, mãe...aninhei-me com os meus irmãos, como sempre fizemos enquanto viveste e subi novamente aos píncaros da felicidade absoluta, apanágio daqueles que ainda não sabem que ela não existe para sempre.
Eu hoje chorei por esses momentos mãe, mas em outros dias rio e percorro com firmeza as centenas de quilómetros de amor que me deixaste como herança. E faço esse caminho sozinha ou acompanhada, consoante a minha vontade ou as necessidades dos outros, porque esse bem que me deixaste é suficientemente grande e poderoso para eu poder assim caminhar... chorar nuns dias e rir nos outros e prosseguir com a certeza que essa dádiva se prolongou no tempo, se espalhou em mim e eu a espalho naturalmente por todos aqueles que de uma maneira ou de outra, fazem parte da minha vida.
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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
FLORES DE JANEIRO - III
Hoje, em especial para a minha querida cunhada LURDES (1964-2010), que sei que as receberá de mãos estendidas e com um sorriso nos lábios ... esteja ela onde estiver.
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
sábado, 8 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quarta-feira, 15 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Hoje vou dormir mais cedo
só para sonhar que eras
muitas nuvens
e um mar sereno
e que vinhas em pés de areia
velar o meu sono e o meu descanso
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sábado, 4 de junho de 2011
Fazem-me falta estes meninos de olhares ávidos e brilhantes. Fazem-me falta os abraços apertadinhos, de rompante, a qualquer hora do dia. Fazem-me falta as correrias que paravam repentinamente à porta da Biblioteca, porque naquele lugar não se faz barulho, para que se possam ouvir as histórias que os livros contam... Fazem-me falta estes meninos, ainda em estado de pureza primordial, onde a fartura nem chega sequer a ser uma miragem e ainda existe espaço para tudo o que a curiosidade natural consegue açambarcar. Fazem-me falta as perguntas, aquelas perguntas que me deixavam a pensar o dia todo...
- Rute, os livros crescem?!...
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Vou assim caminhando...
...em passo lento invisível
de braço dado com o silêncio
até lá à frente ao virar da curva...
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domingo, 1 de maio de 2011
- Dia da MÃE -
Fotografo : Desconhecido
Hoje, ainda mais do que nos outros dias, sinto em cada cantinho de mim a ausência da minha mãe. Foi o meu 1º grande amor, fez sempre parte da minha vida, esteve presente em todos os momentos importantes pelos quais passei e ainda mais presente nos meus momentos difíceis. E foi assim, quase num piscar de olhos que partiu, há já tanto tempo!...Ficou aquela dor insuportável, aquele peso constante que quase nos impede de respirar, o espanto, a incredulidade...Depois com o tempo serena a dor, apazigua-se a tormenta e vêm as memórias dos tempos felizes, as recordações dos risos partilhados, dos odores da praia, onde passávamos dias inteiros juntas...Com o tempo vem também a certeza que nunca nos chegámos a separar realmente, que dentro de mim ficou a sua presença e a força da sua força e do seu amor, que era imensamente grande e abrangente. As saudades, essas, vêm todos os dias...
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
terça-feira, 5 de abril de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
Destino...
Percorrer
este chão
este chão
que me leva
até ao mar
até ao mar
é uma viagem
de sentido único
desta minha
alma desinquieta
que procura
desta minha
alma desinquieta
que procura
tactear
com todo
o corpo
o caminho
para o
infinito...
com todo
o corpo
o caminho
para o
infinito...
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
Carta (Esboço)
"Lembro-me agora que tenho de marcar um
...encontro contigo, num sítio em que ambos
nos possamos falar, de facto, sem que nenhuma
das ocorrências da vida venha
interferir no que temos para nos dizer. Muitas
vezes me lembrei de que esse sítio podia
ser, até, um lugar sem nada de especial,
como um canto de café, em frente de um espelho
que poderia servir de pretexto
para reflectir a alma, a impressão da tarde,
o último estertor do dia antes de nos despedirmos,
quando é preciso encontrar uma fórmula que
disfarce o que, afinal, não conseguimos dizer. É
que o amor nem sempre é uma palavra de uso,
aquela que permite a passagem à comunicação ;
mais exacta de dois seres, a não ser que nos fale,
de súbito, o sentido da despedida, e que cada um de nós
leve, consigo, o outro, deixando atrás de si o próprio
ser, como se uma troca de almas fosse possível
neste mundo. Então, é natural que voltes atrás e
me peças: «Vem comigo!», e devo dizer-te que muitas
vezes pensei em fazer isso mesmo, mas era tarde,
isto é, a porta tinha-se fechado até outro
dia, que é aquele que acaba por nunca chegar, e então
as palavras caem no vazio, como se nunca tivessem
sido pensadas. No entanto, ao escrever-te para marcar
um encontro contigo, sei que é irremediável o que temos
para dizer um ao outro: a confissão mais exacta, que
é também a mais absurda, de um sentimento; e, por
trás disso, a certeza de que o mundo há-de ser outro no dia
seguinte, como se o amor, de facto, pudesse mudar as cores
do céu, do mar, da terra, e do próprio dia em que nos vamos
encontrar, que há-de ser um dia azul, de verão, em que
o vento poderá soprar do norte, como se fosse daí
que viessem, nesta altura, as coisas mais precisas,
que são as nossas: o verde das folhas e o amarelo
das pétalas, o vermelho do sol e o branco dos muros"
Nuno Júdice
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
ficar muda num silêncio quieto
de quem procura escutar e sentir de novo
o calor dos risos e dos carinhos partilhados
os primeiros que ouvi e que senti na pele
aqueles que se tatuaram em mim e
se perpetuaram por contágio e repetição
aqueles que se tatuaram em mim e
se perpetuaram por contágio e repetição
ensinando-me a alegria de rir e de acarinhar
como terapia do meu dia-a-dia
como terapia do meu dia-a-dia
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