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quarta-feira, 5 de abril de 2017

UHF - À Flor da Pele

01. Rua do Carmo
02. Rapaz Caleidoscópio
03. Nove e Trinta
04. (Anjo) Feiticeiro
05. Modelo Fotográfico
06. Rola Roleta
07. Geraldine
08. Ébrios (Pela Vida)
09. Quem Irá Beber Comigo? (Desfigurado)
10. Noite Dentro



À Flor da Pele é o primeiro álbum de estúdio da banda portuguesa UHF (António Manuel Ribeiro - vocal, guitarra e teclado, Carlos Peres - baixo e vocal de apoio, Renato Gomes - guitarra e Zé Carvalho - bateria). Lançado em Junho de 1981 pela EMI. É considerado pelas editoras como a "Bíblia do Rock Português",uma referência para todas as bandas de Portugal.

sábado, 26 de março de 2016

UHF

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01. Nem Bem Nem Mal
02. Só Pelas Ruas
03. Trem da Ilusão
04. Sem Fronteiras
05. Juventude Brasileira
06. Rock 90
07. Animal Racional
08. Luz e Fé
09. Curto Discurso
10. Você Saca de Cara
11. Paisagem do Mundo



Em 1983 Zé Brasil e Silvia Helena fundam o UHF. A estréia é na "Fábrica do Som" com Tadeu Jungle da TV Cultura no Teatro do Sesc-Pompéia. Em 1987 a família roqueira muda para Rio Claro, São Paulo. Tocam na Capital, Interior e Litoral paulista em teatros, bares, night-clubs, ginásios, clubes e danceterias. Participam e são premiados em festivais da Capital e do Interior. A última apresentação do UHF em São Paulo é no programa "Boca Livre" com Kid Vinil, também da TV Cultura, no Teatro Franco Zampari em 1989. Ainda em 89 lançam o LP "UHF" pela gravadora "Natural Records" gravado no Estúdio Master em São Paulo.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Zé Brasil & Delinquentes de Saturno

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01. Borocoxô
02. Maya
03. Big Brother
04. Louco de Rock
05. Victor
06. Paranóia
07. Passarinho Rock and Roll


Roqueiro Zé Brasil está de volta com os Delinquentes de Saturno Álbum é dedicado a Victor Leite e conta com uma seleção de rockers paulistanos, entre eles, Rolando Castello Jr., Akira S. e uma das primeiras gravações de Edgard Scandurra O cantor, compositor, baterista e ‘agitador’ Zé Brasil diz que é um ‘tudista’ por religião e tem o rock and roll como sua yoga. Sua nova investida, a banda Delinquentes de Saturno, é formada também por gente que crê no ‘tudismo’, como ele explica: “são rebeldes sonhadores, inconformados com a ‘borocoxonia’ dos terráqueos. Delinquentes porque são outsiders, rockeiros underground, que mesmo no planeta de origem combatiam a caretice e apatia dos saturnianos. Acho que a ‘normalidade’ do sistema Big Brother, nosso Admirável Mundo Novo, não está produzindo bons exemplos, ao passo que a nossa ‘delinquência saudável’ só produz alegria e animação, emanadas pelo nosso rock naif espiritual”. A ‘delinquência saturniana’ é um estado de espírito. Por isso mesmo, a formação da banda é mutante.

Além do “comandante supremo” Zé Brasil dependendo da música ou da viagem pode contar com gente como os guitarristas Edgard Scandurra e Xando Zupo, Rolando Castello Jr (Patrulha do Espaço), uma das lendas da bateria no Brasil, Renato Coppoli (baixista e guitarrista que também masterizou o CD no Audio Freaks Studio), o produtor, arranjador e músico Cláudio Erlam (Le Chat Studio), e a cantora Silvia Helena, parceira de Brasil na vida e em sua outra banda Apokalypsis. Entre as músicas, destaque para Borocoxô, rock com levada setentista e letra de ‘brincadeira com pitada de verdade verdadeira’. Big Brother é uma súplica à normalidade, pelo equilíbrio, pela vida enfim. Sobressaem o baixo de Geraldo Vieira, recheado de harmônicos e a instigante guitarra de Julio Manaf. É dedicada a Júlio Barroso (1953-1984), músico e poeta da geração pós-punk. A balada progressiva Victor trata delicadamente da falta que faz um amigo e companheiro de banda, o baterista Victor Leite (1955-1993), que integrou bandas como Ira!, Ultraje a Rigor, Gang 90 e Muzak. O poema em inglês, de Marcos Delduque, motivou a música de Zé Brasil, o arranjo de Cláudio Erlam e o inspirado solo do guitarrista Xando Zupo (do Pedra). A faixa-bônus Paranóia, composta em Paris, é uma gravação histórica ao vivo da primeira fase dos Delinquentes de Saturno, em 1982. Traz Silvia Helena cantando, Victor Leite na bateria, o baixista Marcos Delduque e o guitar-hero Edgard Scandurra (IRA!).

O projeto gráfico é do designer e músico gaúcho Rafael Cony. Zé Brasil é compositor, intérprete, músico e produtor desde 1970 no Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, França e Espanha. Fundou o Apokalypsis em 1974, que foi a revelação do rock paulistano em 1975. Desde então trabalha com a cantora Silvia Helena, sua mulher e parceira artística. Criou vários grupos (Space Patrol, UHF) com conhecidos artistas do rock brasileiro como Arnaldo Baptista (Mutantes) e Billy Forghieri (Blitz). No início de 2013, lançou o CD Cabelos Dourados com o grupo Apokalypsis (Natural Records), puxado pela canção título, dele e de Arnaldo Baptista, e é claro, inspirada na doce figura setentista de Rita Lee.

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Apokalypsis - 40 Anos

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Anos 1970

01. Liberdade
02. Homo Sapiens
03. Amanhã
04. Andrômeda
05. Foi em 66
06. OVNI
07. Voz dos Tambores
08. Estrada
09. Vamos Salvar a Terra

Anos 2000

01. Cabelos Dourados
02. Big Brother
03. Neverland
04. Psicodélico Blues
05. Afrodite
06. Louco de Rock
07. Arca de Noé Cósmica
08. Foi em 66
09. 70 de Novo
10. Pot-Pourri 1975

Bonus Ao Vivo 2013

01. Andrômeda
02. Cabelos Dourados
03. 70 de Novo



O Apokalypsis foi fundado em 1974 e tem duas fases: a setentista (1974-79) e a atual desde 2005. Em 1975 foi considerado a revelação do Rock Paulistano e participou de todos os eventos emblemáticos daqueles tempos: Festival de Iacanga, Banana Progressiva, Rock da Garoa (Maracanzinho), shows no TUCA, Aquarius, Bandeirantes, TVs, rádios, etc ... Fazia parte da turma prog junto com o Terço, Som Nosso, Terreno Baldio, Mutantes. No final de 1975 estava gravando o primeiro LP quando se dissolveu. Zé Brasil conheceu Silvia Helena, gravaram um compacto simples e voltaram com o Apokalypsis em 1977. Em 1978 foram para Londres e em 1979 fizeram o farewell show em Woolwich. Depois iniciaram a gravação do compacto duplo Brazilian Wave lançado em 1980 pela Natural Records na França e em 1981 na Espanha, Inglaterra e Brasil. Em dezembro de 2005, incentivada por jovens fãs que redescobriram a banda, é lançada pela Natural Records uma pequena tiragem do Cult/CD 1975 com um show ao vivo gravado por Pena Schmidt no Teatro Bandeirantes que obtêm uma ótima repercussão de público e crítica. A partir de julho de 2006 o Apokalypsis volta a se apresentar ao vivo promovendo o Movimento 70 de Novo.