INGREDIENTES:
1¹/² xícara (chá) de arroz integral
1 pé de floretes de brócolis bem lavados
1 tomate grande sem pele picadinho
5 copos de água
1 colher (sopa) de azeite
Sal a gosto
Fonte:http://www.remedio-caseiro.com/beneficios-dos-brocolis/
| Ficou mesmo uma delícia! Lindo, maravilhoso! |
| Fonte:FolhaOnline |
A farinha de coco é uma opção muito saudável e recomendada por nutricionistas para adicionar no preparo de receitas, principalmente se o objetivo é diminuir o consumo de carboidratos.
Gente super indico essa receita, ficou simplesmente divina! O pão ficou macio, umido e super cheiroso. Boa sorte!
Ingredientes:
1/2 xícara de farinha de coco
1 xícara de aveia em flocos finos
1/2 xícara de farinha de arroz integral
1 xícara e 1/2 de leite vegetal morno (eu usei de soja)
3 ovos inteiros
2 colheres (sopa) de azeite de oliva ou óleo de coco
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de fermento biológico em pó
1 colher (chá) chimichurri (se tiver) ou orégano
1 colher (chá) de sal
4 castanhas de caju quebradinhas
3 castanhas da Pará cortadinhas
Esses biscoitinhos ficam simplesmente fantásticos. Uma delícia, um sabor irresistível.
Ingredientes:
500 g de farinha de trigo
300 g de margarina
1 gema
1 colher (sopa) de água
1 pacote de creme de cebola
sal a gosto
1 ovo batido
Modo de preparo:
Numa tigela coloque 500 g de farinha de trigo, 300 g de margarina, 1 gema, 1 colher (sopa) de água, 1 pacote de creme de cebola e sal a gosto e misture bem até formar uma massa homogênea.Pegue pequenas porções da massa, faça bolinhas e coloque numa assadeira. Aperte as bolinhas com a ponta de um garfo, pincele 1 ovo batido e leve ao forno médio pré-aquecido a 160°C por +/- 40 minutos. Retire do forno e deixe esfriar. Tome cuidado para não queimar. Ele fica corado na parte debaixo.
DICA: Você pode modelar a massa em formato de empadinha, rechear e assar a 180° C por 40 minutos.
O grupo de alimentos que não contém glúten são as frutas, vegetais e carnes, já que não possuem essa proteína em sua composição. Além disso, existem algumas farinhas que podem ser utilizadas para substituir a farinha de trigo ou de centeio no preparo de pães, biscoitos e bolos, por exemplo, assim como alguns produtos em que é indicado que são "sem glúten".
Esses alimentos sem glúten são importantes para as pessoas que possuem doença celíaca, intolerância ou sensibilidade ao glúten e também para pessoas com autismo, já que essa proteína pode causar inflamação no intestino e sintomas como diarreia e dor abdominal, dificultando a absorção de alguns nutrientes.
No entanto, todas as pessoas podem se beneficiar ao diminuir o consumo de alimentos que contém glúten, já que são carboidratos que causam inflamação, inchaço e desconforto abdominal.
Todas as frutas;
Todos os legumes, vegetais e tubérculos como inhame, mandioca, batata e batata doce;
Carnes, ovos, mariscos e peixes;
Feijão, ervilha, lentilha e soja;
Farinha de arroz, mandioca, amêndoa, coco, alfarroba, quinoa e ervilha;
Arroz, milho, trigo sarraceno e quinoa;
Maisena (amido de milho);
Goma de tapioca;
Fécula de Batata
Polenta
Sal, açúcar, chocolate em pó, cacau;
Gelatina;
Óleos e azeite de oliva;
Frutos secos como amêndoas, nozes, castanha, amendoim e pistache;
Leite, iogurte, manteiga e queijos.
Existem também outros alimentos sem glúten que podem ser comprados facilmente em lojas de produtos naturais como pão e macarrão, por exemplo, mas neste caso o rótulo do produto deve indicar "alimento sem glúten" ou "gluten free" para poderem ser consumidos.
A farinha de milho e a aveia podem conter traços de glúten, já que esses alimentos podem ser processados em lugares em que a farinha de trigo, centeio ou cevada também são processados. Por isso, é muito importante ler o rótulo dos alimentos antes de comprá-los, não só desses produtos, mas de qualquer produto industrializado.
Além disso, no caso das pessoas celíacas, a aveia deve ser consumida sob a orientação de um nutricionista, porque apesar de não conter glúten, em alguns casos foi observado que o organismo pode criar uma reação imune contra as proteínas da aveia, o que pode piorar a crise.
Como fazer uma dieta sem glúten
Uma dieta sem glúten consiste em eliminar uma série de alimentos e preparações que contenham farinha de trigo, cevada ou centeio, incluindo bolos, bolachas, biscoitos ou pão, por exemplo. Veja outros alimentos que contém glúten.
Essa dieta é muito utilizada por pessoas que possuem intolerância ao glúten e cuja finalidade é diminuir a inflamação do intestino para aumentar a absorção de nutrientes e, por sua vez, aliviar os sintomas gastrointestinais como diarreias e dor abdominal, que são comuns nessas pessoas. Saiba mais sobre a dieta sem glúten e quando é indicada.
No entanto, a dieta sem glúten também está sendo implementada com o objetivo de perder peso, já que a sua utilização implica na eliminação de farinhas refinadas e de alguns carboidratos que favorecem o aumento de peso. Seja qual for o motivo, é importante que para realizá-la, um nutricionista seja consultado, pois assim é possível garantir que todos os nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo sejam consumidos.
Fonte: https://www.tuasaude.com/alimentos-sem-gluten/
Uma das grandes riquezas do ser humano é ter o poder de escolhas e de mudar quando quiser. Não somos permanentes. Quando nos tornamos conscientes de que a maneira como levamos a vida e como nos alimentamos pode prejudicar gravemente a nossa saúde física e emocional, é hora de virar a chave do automático e traçar estratégias a fim de reverter esse quadro. Não é uma luta fácil, mas a vitória é muito prazerosa. Dietas restritivas e sem embasamento devem ficar fora deste plano. Por isso, contarcom especialistas, como nutricionista, endocrinologista, nutrólogo, psicólogo e personal trainer, pode ser um fator determinante na hora de assumir o controle e fazer escolhas inteligentes para adquirir novos hábitos de saúde.
Reflita:
Qual a sua relação com a comida? Quais tipos de alimento está colocando no seu prato? Como se sente após cada refeição feita por impulso? Substituições inteligentes. Conheça os alimentos para comer sem culpa! Além de opções deliciosas, existem alimentos que promovem saúde do começo ao fim, atuando na prevenção de doenças, auxílio em tratamentos, combate ao envelhecimento precoce, melhora no sistema imunológico e na qualidade de vida. Podemos e devemos comê-los felizes da vida, sem aquele sentimento deculpa quando fazemos escolhas ruins ou em excesso.
Separamos aqueles com “superpoderes” que merecem o protagonismo na sua alimentação.
Confira:
– Mix de castanhas (amêndoas, nozes, amendoim, do Pará, de Caju): práticas, gostosas, fontes de gorduras boas e que trazem sensação de saciedade, as oleaginosas são excelentes opções na hora do lanche da manhã ou da tarde;
Os probióticos são bactérias benéficas que vivem no intestino e melhoram a saúde geral do organismo, trazendo benefícios como facilitar a digestão e a absorção de nutrientes, e fortalecer o sistema imunológico.
Quando a flora intestinal está em desequilíbrio, o que acontece após o uso de antibióticos ou quando não se tem uma alimentação saudável e equilibrada, o intestino acaba sendo povoado por bactérias ruins, que não ajudam o sistema imunológico e deixam o organismo susceptível a doenças.
Para que servem os probióticos
Os principais benefícios dos probióticos incluem:
Combater e prevenir doenças intestinais como colite, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn e inflamação intestinal;
Combater doenças como câncer, candidíase, hemorroidas e infecção urinária.
Melhorar a digestão e combater a azia;
Combater a prisão de ventre e a diarreia, regulando o trânsito intestinal;
Aumentar a absorção de nutrientes, como vitamina B, cálcio e ferro;
Fortalecer o sistema imunológico, por aumentar a produção de células de defesa chamadas macrófagos;
Impedir a proliferação de bactérias ruins no intestino;
Ajudar a digerir a lactose, especialmente em pessoas com intolerância à lactose;
Prevenir problemas como obesidade, colesterol alto e hipertensão;
Prevenir alergias e intolerâncias alimentares;
Ajudar a melhorar o humor, uma vez que foi identificada uma relação direta entre o equilíbrio da flora intestinal com uma diminuição de doenças como a depressão e a ansiedade;
Ajudar no tratamento do autismo, isso porque alguns estudos indicaram que o uso de probióticos pode ter impacto não são a nível gastrointestinal, mas também a nível comportamental, melhorando a habilidade de concentração e escuta.
Uma flora intestinal saudável e rica em probióticos começa a ser formada desde o nascimento, especialmente quando o bebê nasce por parto normal e quando é amamentado com exclusividade durante o início da vida.
Alguns alimentos são ricos em probióticos naturais. Alguns exemples desses alimentos incluem:
Iogurte natural: são a principal e mais fácil fonte de probióticos no mercado, mas também existem versões de iogurtes com sabor que mantém as bactérias benéficas vivas;
Kefir: é um produto fermentado com levedura e bactérias que fica semelhante ao iogurte, mas possui um teor mais elevado de probióticos. Veja mais sobre o kefir;
Leite fermentado: são produtos especiais que geralmente contêm Lactobacillus adicionados pela indústria, sendo o Yakult o mais famoso;
Kombucha: uma bebida fermentada feita principalmente a partir do chá preto;
Produtos orientais à base de soja, legumes e verduras, como Miso, Natto, Kimchi e Tempeh, que podem ser comprados em lojas especializadas;
Chucrute: é feito a partir da fermentação das folhas frescas do repolho ou da couve;
Picles: para fazer esse alimento, os pepinos são colocados em água e sal, deixando fermentar por um tempo;
Levedura natural: é um cultivo composto por leveduras e bactérias que são naturalmente encontradas no ambiente, e que pode ser utilizado na preparação de diversos produtos, como pães, tortas e bolos.
Além desses alimentos, alguns queijos também podem possuir cultivos vivos de microrganismos com propriedades probióticas, sendo importante ler a etiqueta nutricional para confirmar a presença das bactérias.
Para manter a flora saudável, aconselha-se o consumo de pelo menos 1 alimento fonte de probióticos por dia, especialmente durante e após o uso de antibióticos, que acabam destruindo a flora intestinal saudável também.
Conheça mais sobre os alimentos probióticos no vídeo a seguir:
2. Suplementos de Probióticos
Além dos alimentos, os probióticos também podem ser consumidos na forma de suplementos em cápsulas, líquidos ou sachês, que devem ser diluídos em água ou sucos naturais para serem consumidos. Alguns exemplos são o PB8, Simfort, Simcaps, Kefir Real e Floratil, e podem ser encontrados em farmácias e lojas de produtos nutricionais.
Existem vários tipos de suplementos, que incluem entre 1 até 10 tipos diferentes de probióticos. O mais importantes normalmente são:
Bifidobacteria animalis: ajuda a fortalecer o sistema imune, além de ajudar na digestão e no combate a bactérias transmitidas por comida contaminada;
Bifidobacteria bifidum: estão presentes no intestino delgado e grosso, ajudando na digestão dos lacticínios;
Bifidobacteria breve: estão presentes no intestino e no trato vaginal e ajudam a combater infecções por bactérias e fungos;
Bifidobacteria longum: é um dos tipos de probióticos mais comuns no intestino e ajuda a eliminar toxinas do organismo;
Lactobacillus acidophilus: é talvez o tipo mais importante que ajuda na absorção de vários nutrientes, além de combater infecções e facilitar a digestão. Os L. acidophilus também estão presentes na vagina, ajudando a combater infecções;
Lactobacillus reuteri: estão presentes especialmente na boca, estômago e intestino delgado, sendo importantes contra a infecção por H. pylori;
Lactobacillus rhamnosus: estão presentes no intestino e podem ajudar a combater rapidamente casos de diarreia, especialmente quando se viaja para outros países. Também pode ajudar a tratar a acne, eczema e a infecção por Candida sp.;
Lactobacillus fermentum: ajudam a neutralizar produtos e toxinas liberadas durante a digestão, melhorando o ambiente para o crescimento da flora intestinal;
Saccharomyces boulardii: ajuda a tratar a diarreia causada por antibióticos ou a diarreia do viajante.
Quanto maior a diversidade de probióticos, assim como o número de bactérias dentro de cada comprimido, melhor será o suplemento, pois facilitará o desenvolvimento mais rápido de uma flora intestinal saudável.
Como consumir: o recomendado é que o suplemento tenha entre 2 e 10 bilhões de bactérias ativas, sendo importante ler a etiqueta nutricional do produto, que deve indicar a quantidade de microrganismo por dose e qual a bactéria, isso porque é importante escolher a que seja melhor de acordo com a situação que deve ser tratada.
É recomendado fazer uso do suplemento durante 4 semanas e no caso de não haver melhora durante esse período, o ideal é experimentar outro suplemento. Os probióticos devem ser ingeridos antes ou logo após uma refeição, para que os alimentos ajudem as bactérias a sobreviver ao ácido gástrico e a chegar até ao intestino, onde podem se multiplicar mais facilmente.
É importante lembrar que o consumo de probióticos na forma de suplementos ou de alimentos ricos nessas bactérias, também é importante manter uma alimentação saudável ricas em fibras, pois as fibras são os principais alimentos para os probióticos, favorecendo sua sobrevivência no intestino.
Crianças podem tomar probióticos?
De acordo com vários estudos científicos, os probióticos podem trazer vários benefícios para as crianças, principalmente no caso de diarreia, cólicas intestinais intensas ou condições mais específicas, como doença inflamatória intestinal, por exemplo.
No entanto, ainda não existe evidência que suporte o uso diário de probióticos em crianças, especialmente porque não se conhecem os possíveis efeitos colaterais a longo prazo. Dessa forma, o recomendado é que a criança tome o probiótico apenas durante alguma situação em específico e com a orientação de um pediatra, que deverá indicar o tipo de probiótico mais adequado, assim como a dose.
Ainda assim, é possível incluir os probióticos de forma natural na alimentação da criança sem causa efeitos secundários, através da ingestão de iogurte com bífidos ativos, por exemplo.
Diferença entre Prebiótico e Probiótico
Enquanto os probióticos são bactérias saudáveis que povoam o intestino, os prebióticos são fibras que servem de alimentos para os probióticos e que favorecem a sua sobrevivência e proliferação no intestino.
Alguns exemplos de prebióticos naturais são aveia, cebola, alho, banana verde e biomassa de banana verde, por exemplo.
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