Mostrar mensagens com a etiqueta Sons do Atlântico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Sons do Atlântico. Mostrar todas as mensagens
12 maio, 2014
Chambao, Ricardo Ribeiro e Diabo na Cruz no Festival Sons do Atlântico
O Festival Sons do Atlântico está de regresso, com concertos de Vicente Amigo, Chambao (na foto), Ricardo Ribeiro, Diabo na Cruz, Souls of Fire e Kumpania Algazarra, entre outros. O comunicado: «
Festival Sons do Atlântico
Ferragudo Lagoa Algarve
22 a 24 de Maio 2014
O Festival Sons do Atlântico, voltou em 2014 com uma nova localização e novas datas. O Festival vai decorrer de 22 a 24 de Maio, na bela vila piscatória de Ferragudo, Lagoa, Algarve.
Neste ano de 2014 em que o executivo da Câmara Munícipal de Lagoa dedicou ao mar, o Festival Sons do Atlântico ganhou uma nova envolvência e procurou incorporar no conceito de festival de world music, além da descoberta de novas realidades culturais e musicais a reaproximação da população ao mar e às actividade smarítimo-económicas.
Estando o mar tão presente na cultura gastronómica e económica desta região, merece ser celebrado e desta forma no festival além da vertente musical, iremos ter uma componente gastronómica e uma amostra representativa das actividades marítimas.
Contamos com a presença de pescadores da pesca tradicional com as suas lides e de operadores de marítimo-turisticas com as suas ofertas das belezas da costa Algarvia.
Este ano o Festival Sons do Atlântico apresenta um cartaz bastante eclético, contandocom dois palcos no recinto, um dedicado a novos projectos emergentes do panorama nacional e a projectos regionais e o outro que irá contar com nomes como:
Dia 22 deMaio: Ricardo Ribeiro (fado) e Diabo na Cruz( PALCO 1)
Al- Fanfare, Silvia Nazário (Bossa e outras Novas) (PALCO 2)
Dia 23 de Maio: Souls of Fire e Chambao (Espanha) (PALCO 1)
Os Artesãos da Musica OrBlua I.Rick DJ (roots/dub/revival) Palco 2
Dia 24 deMaio: Vicente Amigo (Espanha) e Kumpanhia Algazarra,
Mawtas do Namibe, Luis Galrito e os Canto Livre, Batida Balcanica.
22 de Maio Palco 1
Ricardo Ribeiro
Conviveu com o Fado desde muito novo,ouvindo grandes fadistas da época que se tornaram as suas referências: Fernando Maurício, Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Manuel Fernandes, Adelino dosSantos (Guitarra) e José Inácio (Viola) entre outros.
A partir de 2001 recebe convites paraparticipar em festivais nacionais e internacionais de música: “Alu-Casa daatriz Maria Casares”, “Badasom”, “Vocal Jazz Festival Crest”, “Festival deGuitarra de Córdoba”, “Festival de Guitarra de Santo Tirso”, entre outros.
Em 2004 foi editado pela CNM –ColeçãoAntologia o seu primeiro álbum com o nome “Ricardo Ribeiro”, que conta com acolaboração do guitarrista José Manuel Neto, Jorge Fernando e Marino deFreitas. Participou no “Tributo a Amália Rodrigues” –da editora WorldConection, no mesmo ano.
Aolongo destes anos, tem participado nos discos de nomes grandes da MúsicaPortuguesa como: Rui Veloso, Simone de Oliveira, Pedro Joia, Rão Kyao, João Gile Carlos do Carmo.Colaborou nos espetáculos de homenagem aos grandes fadistasFernando Maurício, Fernanda Maria, Argentina Santos, Rodrigo e Anita Guerreiro.
Em2013, Ricardo editou pela Warner Music Portugl “ Largo da Memória”, quarto cd esucessor de “Porta do Coração”, que em 2012 chegou a Disco de Ouro. Este novocd do jovem fadista recebeu os mais rasgados elogios por parte da críticaespecializada e do público.
Emfevereiro deste ano, Ricardo Ribeiro viajou a Nova Iorque e com Pedro Jóiaesgotou o Elebash Center, do Cuny Graduate Center, em plena 5ª Avenida. Estaparceria foi escolhida para o World Music Series desta instituição.
RicardoRibeiro. Uma das maiores vozes do panorama musical!
http://www.ricardoribeiro.pt/ http://www.youtube.com/user/RicardoRibeiroTV www.myspace.com/ricardoribeirofado
22 deMaio Palco 1
DIABO NA CRUZ
VIDA DE ESTRADA
Os Diabo na Cruz são a harmonia perfeita entre o rock‘n roll e a tradição popular portuguesa! Formados pelo músico independenteJorge Cruz, os Diabo na Cruz incorporam também músicos experientes comoBernardo Barata, João Pinheiro, João Gil, Manuel Pinheiro, Sergio Pires. Esteforte alinhamento aperfeiçoou a fórmula de combinar uma base de rock ‘n rollcom a tradição oral portuguesa bem como instrumentos populares. O resultado éum som único que irá certamente inspirar outros músicos portugueses a arriscar!
Vida de Estrada é sobre avida portuguesa na actualidade, por um lado, e sobre o Diabo na Cruz, poroutro. É sobre as vidas que todos levamos, sobre o que nos ocupa, o que nosdistrai, o que nos consome. Mas é também o nosso regresso, enquanto Diabo naCruz, à nossa vida que é a Vida de Estrada.
Toda a gente precisa de umescape. Toda a gente precisa de encontrar um motivo que seja só seu, precisa dese sentir livre, de se sentir capaz. Para nós, no Diabo na Cruz, esse motivo éesta banda, esta paixão pelo país e pela sua musicalidade. Às portas doterceiro disco, o motivo é também o privilégio de partilharmos esta música compúblicos tão distintos, de sensibilidades tão díspares.
Regressamos à Vida deEstrada para nos reencontrarmos com os nossos seguidores, para nosapresentarmos a quem ainda não nos conhece e para anunciar que podem contar comum álbum em 2014 recheado daquilo que o Diabo na Cruz sabe fazer.
www.diabonacruz.com/ https://www.youtube.com/watch?v=u_pTxVY3s60https://www.youtube.com/watch?v=cHY75iTborA
23 de Maio - Palco 1
Souls ofFire
A história de Souls of Fire conta já commuitos capítulos ao longo de 10 anos de existência. Com os primeiros encontrosem 2000, a vontade de dar maior voz ao reggae nacional levou o grupo a formaruma banda. Desde o início, até ao presente, os anos foram passando, assim comovários membros, amigos, lugares e muitas palavras que se traduziram emaprendizagem. Todos deixaram a sua marca e contributo, e assim se construiu umcaminho com base na partilha de música e palavras de união.
Com3 álbuns editados (Comunicar-2006, Subentender-2009 e Pontas Soltas-2012),Souls of Fire trazem na bagagem muitos concertos por todo o país e a sorte deter tido encontros com as maiores influências da banda, tais como: The Wailers,Alpha Blondy, I Jahman, Groundation, Ponto de Equilíbrio, Skatalites, DonCarlos, The Gladiators, Black Uhuru, Natiruts, Gentleman, entre muitos outros.
Hoje,Souls of Fire mantêm a chama acesa com a fé e a persistência de que todos osdias são bons para escrever um novo capítulo.
https://www.facebook.com/soulsoffire http://www.soulsoffire.pt
23 de Maio Palco 1
Chambão
Pode um clássico como “Ai estás tu”, soar completamente novo?
Aresposta afirmativa é uma das inúmeras surpresas que encerra, o álbum 10 Años Around The World, album de aniversário em queo grupo Chambao, revê e renova o seu reportrio, mais emblematico com remixese colaborações de artistas derenome celebrando dez anos de carreira.
Cumprida uma decada desde a explosão com o que veio a ser chamado, flamencochill, uma decada em que o grupo malaguenho, desenvolveu uma musica unica, quemarcou a tendencia no panorama musical espanhol. Passando fronteiras e alcançandoreconhecimento internacional.
É um novo capitulo de uma banda que emergio noprincipio da passada decada, e queapartir de 2005, é liderada porLamari.
Em 2002 estrearam com o album Flamenco chill ondeDaniel Casañ, Eduardo Casañ y Henry Takkenberg ajudaram na criação e produção deste estilo. Mas o nome do primeiro album era uma definição do estilo da mistura de flamencocom musica electronica e chill out, que renova os conceitos musicais da época.
Em 2003 ela lança o seu primeiro album a solo,“Endorfinas en la mente” com a produção de Bob Benozzo que tambem participa no album Pokito apoko (2005), é com ele que Lamari continua seu projecto a solo.
O seu trabalho seguinte Con otro aire (2007), buscou influencias em sons etnicos sem renunciar à sua forte raiz Mediterrânica. Em 2009 lançou Chambao En el fin del mundo um albumgravado ao vivo no glaciar Argentino Perito Moreno, construido com melodias cativantes que se misturam com toquesde poesia.
Em 2012 lança o album Chambao um album que capta oespirito do grupo em toda a sua riqueza de sons.
São dez anos de grande musica que agora se extende aeste album lançado em 2013. Mais Chambao que nunca.
http://www.chambao.es/en/home.php
24 de Maio Palco 1
Vicente Amigo
Vicente Amigo é hoje um dos grandes mestres da guitarra flamenca.
Em 2013 lançou seu sétimo álbum, "Terra", que apresenta o músico Cordovan de uma forma mais global e menos virado para o flamenco ortodoxo, mas sempre cominspiração e virtuosismo que o caracterizam.
Rodeado por músicos de alto nível e membros do Dire Straits e banda de música britânicacelta Capercaillie. Álbum produzido por Guy Fechner.
Ele é considerado um dos artistas mais virtuosos no activo de sua geração. Pesquisador incansável das possibilidades estéticas e sonoras da guitarra flamenca. A sua música agrada a todos.
Em 1988,ele decidiu começar sua carreira solo, faz a sua apresentação no FestivalNacional del Cante de las Minas de la Unión, vencendo o primeiro premiodo concurso de guitarra ‘Bordón minero’.
A sua consagração como a primeira figura de guitarra flamenca acontece em maio de1989, vencendo por unanimidade, o concerto de guitarra Prêmio Ramón Montoya no XII National Flamenco Art Córdoba.
A partirdaí, é incrível a sua progressão e reconhecimento dentro e fora do país, dentroe fora do flamenco.
Em 1991, compartilha com Paco de Lucia a apresentação do seu trabalho de flamenco "Legends of theGuitar" nos principais festivais internacionais. Com seu trabalho sologanhou vários prêmios, incluindo o prêmio de flamenco 'Music Awards' ou umGrammy em 2001 por "Cidade de Ideias".
Nadiscografia de Vicente Amigoencontramos "De mi corazón al aire" (1991); "Vivenciasimaginadas" (1995) ; "Poeta" (con la Orquesta de Córdoba y orquestaciónde Leo Brouwer, originalmente llamado "Concierto flamenco para un marineroen tierra" inspirado en la obra de Rafael Alberti; "Ciudad de lasideas" (2000) y "Un momento en el sonido" (2005), y “Paseo deGracia” (2009).
Estescd’s e a estética musical não só no palco, mas de toda a equipe fez o seupúblico ser muito variado, tanto em idade e gosto musical ou tradição.
https://www.facebook.com/VicenteAmigooficial
KUMPANIA ALGAZARRA
Ede repente, a música desce à rua e a festa acontece!
Estasonora algazarra vagueia pelas músicas dos cinco continentes, transformando ossons em que toca numa festa ambulante, ao estilo das fanfarras europeias.Saltimbancos, filhos da estrada e do vento, músicos em folia permanentesubmergidos num cocktail de música animada, as suas combinações de notasmusicais formam um rendilhado de culturas, onde estão presentes, de formaconjugada ou separada, os sons balcânicos, árabes, latinos, africanos, o ska,o funk e o hiphop, entre outros.
OsKumpania Algazarra surgem em 2004 pelas ruas de Sintra, inspirados pela energiada folia e boa disposição, e levam consigo um percurso bastante animado.Nesse mesmo ano já estavam a tocar no palco principal do Festival Andanças ea fazer vibrar por quem lá passou.
Em2005 gravam o seu primeiro EP e daí partem à aventura. A caravana animaPortugal de lés-a-lés e inclusive parte para o desconhecido mundo exterior,passando por Espanha, Itália e uma tournée na Eslovénia.Entretanto era altura de deixar um legado dos anos passados na estrada e eisque surge em Fevereiro de 2008 o lançamento do seu primeiro trabalho deoriginais com nome homónimo. Ainda em 2008 vencem o Mercè a Banda, concursointernacional de bandas de rua das Festas de La Mercè, em Barcelona.
Daísaltam para os grandes palcos na Festa do Avante, Optimus Alive, SuperBock SurfFest, Sudoeste, Festival de Músicas do Mundo de Sines e muitos mais. A nívelinternacional passam por países como Espanha, Holanda, Bélgica, Inglaterra,Suíça, entre outros. Em 2010, foram convidados para representar Portugal nosEncontros Culturais de Língua Portuguesa no Rio de Janeiro.
Pelocaminho, muitos são os DJ e produtores interessados em misturar esta algazarrae surge a ideia de fazer o Kumpania Algazarra Remix (2010), ou seja, asmúsicas do primeiro CD remisturadas em vários estilos. Xoices, Inner G, Womanin Panic, Ovelha Negra, Sam the Kid, Beat Laden, Yanus e os Breakfast Djs fazempura alquimia, transformando o som orgânico da Kumpania em algo fresco paranovas pistas e novas danças.
Apassagem pelo Festival de Músicas do Mundo de Sines em 2011 ficou marcada pelolançamento de um EP ao vivo, lançado pela Optimus Discos.
Palco 2
al- fanfare WORLD STREET MUSIC BAND
abertura do festival dia 22 de Maio
no centro da vila e no palco
WORLDMUSIC ( BALKAN BRASS, KLEZMER & OTHERS )
AAl-Fanfare. O que é!? Pois bem, basicamente é uma banda musical de animação derua, composta por sopros e percussão, cujos músicos são profissionais eamadores originários da região algarvia, Baixo-Alentejo e até da distanteRepública da Moldávia.
Opropósito!? Ora, é simples - animar todo o tipo de eventos culturais epopulares através de distintos géneros sonoros, desde temas do panoramaTRADICIONAL / FOLK ao universo da DIXIELAND, POP-ROCK, SONS LATINOS, MÚSICA DEDANÇA, COMERCIAL, BALKAN BRASS, enriquecidos com muito improviso, movimento,interação, originalidade e folia.
Silvia Nazário Quarteto com o
projecto Bossa & Outras Novas dia 22 de Maio
Bossa & Outras Novas
SilviaNazário quarteto
A fiel BossaNovae os seus encantos e encontros,
com a origem, com asinfluências, coma essência :
O mar, o Sol, o Céu... Osom, desdeJobim aos Índios Suruís.
Não esquecendo os novoscompositoresque continuama a alimenta-la,
pois mais que um estilo, éummovimento...
Balanço é o temperoprincipal desta bossasempre nova.
SilviaNazário - Voz
VictorZamora - Piano
ClaudioKumar- Guitarra Acústica
Os Artesão da Musica dia 23 de Maio
Os Artesão da Musica dia 23de MaioArtesãos da música: 3 artesãosde diversas partes do país criaram um projeto musical em que tocam repertóriotradicional com instrumentos feitos por eles. Sarroncas, rabecas do diabo,violas de lata ocarinas canas rachadas.
ORBLUAACTUAM DIA 23 DE MAIO UMA DAS BANDAS QUE VAI REPRESENTAR O ALGARVE ESTE ANO
OrBlua éum projecto criado em 2011 com músicos provenientes de diferentes universosmusicais. Em palco 3 músicos utilizam uma panóplia de instrumentos, acústicos,tradicionais, étnicos, para recuar no passado, viver o presente e imaginar ofuturo. Um espaço onde se cruza o tradicional, o contemporâneo e oexperimentalismo.
Comum reportório de temas originais, os OrBlua conseguiram criar uma sonoridadeúnica que cheira a Algarve, a mar, a serra, a mediterrâneo, a Europa, a mundo.E também uma sonoridade que recolhe cheiros, cores, histórias, memórias,paisagens e sonhos.
orblua@yahoo.com| www.facebook.com/orblua |www.youtube.com/user/orblua
Formação:
InêsGraça – voz, bouzouki, guitarra, baixo, concertina, canarachada, violoncelo
NunoMurta – cabaça de água, adufe, darbouka, glockenspiel,percussões variadas
CarlosNorton – voz, gaita de foles, gralha, banjo, harpa, bodhrán,piano, melódica, concertina,
duduk,sanfona, loop station RB
Mwatas do Namibe musica de Angola dia 24 de Maio
“Mwatas do Namibe” .... Duo formado pelos MúsicosZé Manel Martins(Voz/Violão) e João Ferreira(Percussão); Ambos naturais daCidade do Namibe/Angola, com vastopercursoMusical, integraramdesde1976váriosprojectos na área da Lusofonia e World Music;
A proposta dos “Muatas do Namibe” traduz-se numaviagem Musical pelos diferentes e interligados ritmos da Lusofonia (Bossa,Samba, Baião,Fado,Corridinho, Morna,Coladeira etc... em especial a Rebita,Semba, e Kilapanga de Angola; Interpretam alguns dos mais importantescompositores Lusófanos assim como vários originais da autoria de Zé ManelMartins incluídos nos CDs Angola Brasil, Brisas, Lundar, Atlântico e TugaMwangolê.
LUÍSGALRITO E OS CANTO LIVRE DIA 24 NO FESTIVAL SONS DO ATLÂNTICO
LUÍS GALRITO
É um Cantautor, que escreve sobre assuas preocupações, perspectivas de olhar o Mundo e sobre o sentido da Vida e o Amor. Escreve canções desde os 15 anos de idade, a sua principal influência sãoos cantores acústicos, onde a Guitarra, a Poesia e a Voz são protagonistas.Trabalhou em vários projectos nos mais variados estilos musicais, quer seja comtemas de sua autoria, ou de grandes cantautores portugueses, tais como JoséAfonso, Adriano Correia de Oliveira, José Mário Branco, Fausto, entre outros.Nos seus registos discográficos constam músicos tais como: Kalu (Xutos &Pontapés) e Luís Jardim (Produtor que assinou parte da produção do seu projectoa solo).
Um excelente espectáculo cantado em português, detributo a Zeca Afonso e Adriano com temas originais de Galrito.
AS NOITES DO SONS DO ATLÂNTICO VÃO ACABAR EM FESTA AQUI ESTÁ O 1º DJ SET ANUNCIADO BATIDA BALKANICA DIA 24 DE MAIO
★ Maio 2012 - BATIDA BALKANICA nasce em Portugal, na forma de um portal de ligação entre todos os artistas, amantes, fanáticos e simpatizantes das sonoridades mais eufóricas da história da Música: Música da Europa de Leste ou Balcânica!
★ Fevereiro 2013 - Em parceria com a RÁDIO KÁSET, é criada uma transmissão pioneira em Portugal, estritamente dedicada ás sonoridades Balkanicas e seus "companheiros de armas.
★ Março 2013 - Batida Balkanica tem a sua estreia marcada em formato DJ set, recheado de unreleases, jingles e mashups.
Uma selecção refinada do melhor da Balkan Fusion Music de todo o Mundo...
★ Abril 2013 - É criada a loja online "Batida Balkanica Record Shop" com distribuição e envios para todo o Mundo - a primeira loja Portuguesa especializada em Balkan & Gypsy Music
https://www.facebook.com/pages/Batida-Balkanica-Record-Shop/195545710569044
★ Maio 2013 - Durante 30 dias celebrámos o nosso 1º aniversário - como não podia deixar de ser, foi festa à tzigani: rija, prolongada e com muita música e diversão.
Ao longo do mês, a caravana andou por Lisboa com as mais diversas actividades com 7 eventos incluindo uma actuação ao vivo no Meo Out Jazz. Live Shows, Performances, DJs, Mercado Justo, Cinema e um video streaming em directo do coração da cidade para todo o Globo, fizeram parte da celebração.
★ Julho 2013 - Batida Balkanica actua no maior Festival de Músicas do Mundo de Portugal - FMM Sines. Em formato DJ set com Convidados Especiais, faz uma apresentação que envolveu a Música, a Dança e as Artes Performativas. Com certeza irá ficar na memória dos milhares de pessoas que assistiram.
04 julho, 2010
Sons do Atlântico, Bons Sons, Intercéltico de Sendim e Povo que Lavas no Rio Águeda: o Verão 2010 Tem Tudo!
Ora bem! Há tanta informação para dar (e tanta outra que fica de fora!) que temos que ir por partes...

Parte 1:
SONS DO ATLÂNTICO (5, 6 e 7 de Agosto, Porches, Lagoa)
Os tuaregues malianos Tinariwen que actuam no FMM de Sines a 30 de Julho participam, uma semana depois, no Festival algarvio Sons do Atlântico, que se realiza este ano entre os dias 5 e 7 de Agosto, no promontório de Nossa Senhora da Rocha, Porches, Lagoa.
Os tuaregues malianos terão a companhia no primeiro dia (quinta-feira, dia 5) do guineense e lisboeta Kimi Djabaté que inaugura esta edição do Sons do Atlântico.
Na sexta-feira, dia 6, encontra-se duas distintas vozes nacionais. A algarvia que Viviane que funde fado com tango e uma das mais interessantes novas vozes do fado: Carminho (na foto).
No sábado, dia 7, o Sons do Atlântico encerra com a fanfarra sintrense Kumpania Algazarra e com o cabo-verdiano Tito Paris.(Fonte: Crónicas da Terra)
Nota: Não está aqui em cima, mas o Clube Conguito (DJs António Pires e Rodrigo Madeira) encerra o Sons do Atlântico com um set que tem por mote provisório - e provisório porque se calhar vamos mesmo acelerar até cair! - "Devagar se vai ao Lounge" :)

Parte 2:
BONS SONS (20, 21 e 22 de Agosto, Cem Soldos, Tomar)
Neste ano o BONS SONS faz a festa da multiculturalidade com Princezito (Cabo Verde), Melech Mechaya, Drama & Beiço e Terrakota. Explora, transforma as linguagens da música portuguesa com Danças Ocultas (na foto), Diabo na Cruz, Dazkarieh, Diabo a Sete ou com o consagrado Fausto. Celebra manifestações vivas do património musical português com Adufeiras de Monsanto e Cantares Alentejanos de Serpa. Brinda-nos com momentos mais acústicos com os concertos de Norberto Lobo, Dead Combo, Lula Pena e B Fachada, e alarga as noites com os DJ’s com Nuno Coelho, MissBoopsieCola e BlackBambi.
Mas há mais! Para além dos concertos ao ar livre, estarão disponíveis outras formas de vivência da música e da aldeia. Falamos de espectáculos de dança, música para bebés, exposições de artes gráficas, projecção de curtas-metragens, feira das marroquinarias, entre outras propostas.
Bilhetes à venda: Sede do SCOCS em Cem Soldos, Turismo de Tomar, Fnac, Ag. ABREU, Worten, C.C. Dolce Vita, Megarede, El Corte Inglês (Lisboa e Gaia) e em www.tickeline.sapo.pt / Reservas: 707 234 234.
Bilhete diário: 6€*
Bilhete geral: 10€*
*Com acesso gratuito ao Parque de Campismo.

Parte 3:
FESTIVAL INTERCÉLTICO DE SENDIM (30 e 31 de Julho, Sendim, Terras de Miranda)
...porque a folk merece um festival assim!
Para iniciarmos uma nova década de celebrações musicais intercélticas em terras de Sendim, na finisterra mirandesa de Trás-os-Montes, a opção fundamental da programação recaiu maioritariamente sobre jovens formações musicais provenientes de distintas geografias ibéricas apostadas em contribuir, com as suas múltiplas propostas, para se alargarem as margens expressivas da música de matriz folk dos nossos dias.
Interessaram-nos sobretudo aqueles projectos que olham o futuro a partir das raízes e que se acercam das encruzilhadas não para se instalarem no conforto dos limites mas antes para descobrirem o sortilégio da partilha intercultural.
Arrancamos com uma afirmação de vontade de tocar e de reinventar a música portuguesa de raiz tradicional (Diabo a Sete), detemo-nos nas seduções das rotas do contrabando cultural que recusa as fronteiras que não raro ignoram contextos de afinidades com seculares origens (Xarnege; na foto) e logo mais acabamos rendidos à sedução de um grito interno que se afirma como expressão actual de uma respiração cultural que resgata das memórias a essência vital do presente (Mercedes Péon). Nas transumâncias destes dias (re)descobrimos quão reconfortantes são as rotas da interculturalidade (Uxu Kalhus), porventura hesitando entre os apelos das terras e os chamamentos das costas de renovadas navegações (Garma), mas com a certeza de que longa vida da Oysterband é um poderoso tónico para a folk dos nossos dias e de sempre.
No final das viagens que propomos bastar-nos-á a confirmação de uma daquelas certezas (ou verdades?) que adoptamos como princípio orientador da saga em terras de Sendim: quem não semeia o progresso faz morrer a tradição.
Cumpram-se, pois, as celebrações sendintercélticas em 2010 sob o signo da (re)descoberta permanente dos sons que fazem vibrar o cristal de um tempo que queremos viver com a máxima plenitude intercultural. Acreditamos - continuamos a acreditar! - que esta é a grande verdade do Festival Intercéltico de Sendim - Terras de Miranda.
PARQUE DAS EIRAS
€ 12,50 por noite
30 Julho
22h30: Diabo a Sete (Portugal)
23h30: Mercedes Péon (Galiza)
00h30: Xarnege (Euskadi/Gasconha)
31 Julho
22h30: Uxu Kalhus (Portugal)
23h30: Oysterband (Inglaterra)
00h30: Garma (Cantábria)
CONCERTOS PARALELOS
Oficina de Danças Tradicionais (Uxu Kalhus)
31 Julho: 16h00 - Local: Largo da Igreja
Gaiteiricos Mirandeses
31 Julho: 18h00 - Local: Largo da Igreja
Animação de Rua: Gaiteiricos Mirandeses
31 Julho: 21h30 - Desfile: Largo da Igreja/ Parque das Eiras
BARDOFOLK
Poções mágicas para todas as sedes....
Parque das Eiras: 30 e 31 de Julho e 1 de Agosto...
OUTRAS ACTIVIDADES
Curso de Iniciação à Língua Mirandesa
Salão dos Bombeiros Voluntários
31 Julho: 10h30/12h30 - 15h00/19h00
1 Agosto: 10h30/13h00
Passeio Pedestre: La Ruta de ls Celtas
31 Julho - Saída: Junta de Freguesia: 9h00
Lançamento de Livros e Discos
31 Julho: 11h30 - Local: Balões da Cooperativa Ribadouro
Homenagem ao Gaiteiro da Póvoa Delfim de Jesus Domingues
31 Julh0: 16h00 - Local: Casa do Pauliteiro
Pintura de Luís Ferreira: Um Artista Sendinês
Local: Casa da Cultura de Sendim
30/31 Julho e 1 Agosto: 15h00/20h00

Parte 4:
POVO QUE LAVAS NO RIO ÁGUEDA (Águeda, 16 e 17 de Julho)
O imponente espectáculo inter-associativo que Águeda constrói, a cada ano, sobre as águas do seu rio, tem nova edição em 2010. Um musical exuberante, contemporâneo e visual, inspirado no repertório musical de todos os tempos dedicado ao imaginário ribeirinho: “Povo Que Lavas no Rio Águeda” (na foto: Mário Abreu/d'Orfeu 2009). A 16 e 17 de Julho de 2010, na antiga piscina fluvial, terá lugar mais um evento para a história cultural de Águeda.
[ler apresentação integral em http://povoquelavasnorioagueda.blogspot.com/]
POVO QUE LAVAS NO RIO ÁGUEDA
2 únicas apresentações: 16 e 17 Julho 2010, 22h00
lotação máxima de 1200 lugares por noite
BILHETES À VENDA
preço único 3€
na Câmara Municipal de Águeda
na Biblioteca Municipal Manuel Alegre
nas Piscinas Municipais de Águeda
no Agitágueda (a partir de 3 Julho)
Parte 1:
SONS DO ATLÂNTICO (5, 6 e 7 de Agosto, Porches, Lagoa)
Os tuaregues malianos Tinariwen que actuam no FMM de Sines a 30 de Julho participam, uma semana depois, no Festival algarvio Sons do Atlântico, que se realiza este ano entre os dias 5 e 7 de Agosto, no promontório de Nossa Senhora da Rocha, Porches, Lagoa.
Os tuaregues malianos terão a companhia no primeiro dia (quinta-feira, dia 5) do guineense e lisboeta Kimi Djabaté que inaugura esta edição do Sons do Atlântico.
Na sexta-feira, dia 6, encontra-se duas distintas vozes nacionais. A algarvia que Viviane que funde fado com tango e uma das mais interessantes novas vozes do fado: Carminho (na foto).
No sábado, dia 7, o Sons do Atlântico encerra com a fanfarra sintrense Kumpania Algazarra e com o cabo-verdiano Tito Paris.(Fonte: Crónicas da Terra)
Nota: Não está aqui em cima, mas o Clube Conguito (DJs António Pires e Rodrigo Madeira) encerra o Sons do Atlântico com um set que tem por mote provisório - e provisório porque se calhar vamos mesmo acelerar até cair! - "Devagar se vai ao Lounge" :)
Parte 2:
BONS SONS (20, 21 e 22 de Agosto, Cem Soldos, Tomar)
Neste ano o BONS SONS faz a festa da multiculturalidade com Princezito (Cabo Verde), Melech Mechaya, Drama & Beiço e Terrakota. Explora, transforma as linguagens da música portuguesa com Danças Ocultas (na foto), Diabo na Cruz, Dazkarieh, Diabo a Sete ou com o consagrado Fausto. Celebra manifestações vivas do património musical português com Adufeiras de Monsanto e Cantares Alentejanos de Serpa. Brinda-nos com momentos mais acústicos com os concertos de Norberto Lobo, Dead Combo, Lula Pena e B Fachada, e alarga as noites com os DJ’s com Nuno Coelho, MissBoopsieCola e BlackBambi.
Mas há mais! Para além dos concertos ao ar livre, estarão disponíveis outras formas de vivência da música e da aldeia. Falamos de espectáculos de dança, música para bebés, exposições de artes gráficas, projecção de curtas-metragens, feira das marroquinarias, entre outras propostas.
Bilhetes à venda: Sede do SCOCS em Cem Soldos, Turismo de Tomar, Fnac, Ag. ABREU, Worten, C.C. Dolce Vita, Megarede, El Corte Inglês (Lisboa e Gaia) e em www.tickeline.sapo.pt / Reservas: 707 234 234.
Bilhete diário: 6€*
Bilhete geral: 10€*
*Com acesso gratuito ao Parque de Campismo.
Parte 3:
FESTIVAL INTERCÉLTICO DE SENDIM (30 e 31 de Julho, Sendim, Terras de Miranda)
...porque a folk merece um festival assim!
Para iniciarmos uma nova década de celebrações musicais intercélticas em terras de Sendim, na finisterra mirandesa de Trás-os-Montes, a opção fundamental da programação recaiu maioritariamente sobre jovens formações musicais provenientes de distintas geografias ibéricas apostadas em contribuir, com as suas múltiplas propostas, para se alargarem as margens expressivas da música de matriz folk dos nossos dias.
Interessaram-nos sobretudo aqueles projectos que olham o futuro a partir das raízes e que se acercam das encruzilhadas não para se instalarem no conforto dos limites mas antes para descobrirem o sortilégio da partilha intercultural.
Arrancamos com uma afirmação de vontade de tocar e de reinventar a música portuguesa de raiz tradicional (Diabo a Sete), detemo-nos nas seduções das rotas do contrabando cultural que recusa as fronteiras que não raro ignoram contextos de afinidades com seculares origens (Xarnege; na foto) e logo mais acabamos rendidos à sedução de um grito interno que se afirma como expressão actual de uma respiração cultural que resgata das memórias a essência vital do presente (Mercedes Péon). Nas transumâncias destes dias (re)descobrimos quão reconfortantes são as rotas da interculturalidade (Uxu Kalhus), porventura hesitando entre os apelos das terras e os chamamentos das costas de renovadas navegações (Garma), mas com a certeza de que longa vida da Oysterband é um poderoso tónico para a folk dos nossos dias e de sempre.
No final das viagens que propomos bastar-nos-á a confirmação de uma daquelas certezas (ou verdades?) que adoptamos como princípio orientador da saga em terras de Sendim: quem não semeia o progresso faz morrer a tradição.
Cumpram-se, pois, as celebrações sendintercélticas em 2010 sob o signo da (re)descoberta permanente dos sons que fazem vibrar o cristal de um tempo que queremos viver com a máxima plenitude intercultural. Acreditamos - continuamos a acreditar! - que esta é a grande verdade do Festival Intercéltico de Sendim - Terras de Miranda.
PARQUE DAS EIRAS
€ 12,50 por noite
30 Julho
22h30: Diabo a Sete (Portugal)
23h30: Mercedes Péon (Galiza)
00h30: Xarnege (Euskadi/Gasconha)
31 Julho
22h30: Uxu Kalhus (Portugal)
23h30: Oysterband (Inglaterra)
00h30: Garma (Cantábria)
CONCERTOS PARALELOS
Oficina de Danças Tradicionais (Uxu Kalhus)
31 Julho: 16h00 - Local: Largo da Igreja
Gaiteiricos Mirandeses
31 Julho: 18h00 - Local: Largo da Igreja
Animação de Rua: Gaiteiricos Mirandeses
31 Julho: 21h30 - Desfile: Largo da Igreja/ Parque das Eiras
BARDOFOLK
Poções mágicas para todas as sedes....
Parque das Eiras: 30 e 31 de Julho e 1 de Agosto...
OUTRAS ACTIVIDADES
Curso de Iniciação à Língua Mirandesa
Salão dos Bombeiros Voluntários
31 Julho: 10h30/12h30 - 15h00/19h00
1 Agosto: 10h30/13h00
Passeio Pedestre: La Ruta de ls Celtas
31 Julho - Saída: Junta de Freguesia: 9h00
Lançamento de Livros e Discos
31 Julho: 11h30 - Local: Balões da Cooperativa Ribadouro
Homenagem ao Gaiteiro da Póvoa Delfim de Jesus Domingues
31 Julh0: 16h00 - Local: Casa do Pauliteiro
Pintura de Luís Ferreira: Um Artista Sendinês
Local: Casa da Cultura de Sendim
30/31 Julho e 1 Agosto: 15h00/20h00
Parte 4:
POVO QUE LAVAS NO RIO ÁGUEDA (Águeda, 16 e 17 de Julho)
O imponente espectáculo inter-associativo que Águeda constrói, a cada ano, sobre as águas do seu rio, tem nova edição em 2010. Um musical exuberante, contemporâneo e visual, inspirado no repertório musical de todos os tempos dedicado ao imaginário ribeirinho: “Povo Que Lavas no Rio Águeda” (na foto: Mário Abreu/d'Orfeu 2009). A 16 e 17 de Julho de 2010, na antiga piscina fluvial, terá lugar mais um evento para a história cultural de Águeda.
[ler apresentação integral em http://povoquelavasnorioagueda.blogspot.com/]
POVO QUE LAVAS NO RIO ÁGUEDA
2 únicas apresentações: 16 e 17 Julho 2010, 22h00
lotação máxima de 1200 lugares por noite
BILHETES À VENDA
preço único 3€
na Câmara Municipal de Águeda
na Biblioteca Municipal Manuel Alegre
nas Piscinas Municipais de Águeda
no Agitágueda (a partir de 3 Julho)
06 agosto, 2009
Sons do Atlântico com Deolinda, Sara Tavares e Caravan Palace
O Sons do Atlântico - que tem como cenário o promontório da Sra. da Rocha, em Lagoa, Algarve - arranca hoje, dia 6, com concertos de Danae (Portugal/Cabo Verde) e Deolinda (Portugal). Nos dois dias seguintes do festival sobem ao palco, dia 7, os Kilema (Madagáscar) e Sara Tavares (Portugal/Cabo Verde) e, no dia 8, Dites 34 (França), Caravan Palace (França; na foto, de Sebastien Bartoli), havendo ainda uma sessão de DJ por Raquel Bulha, com José Carlos Fernandes a acompanhar com desenhos e pinturas em tempo real.
Etiquetas:
Caravan Palace,
Danae,
Deolinda,
Dites 34,
José Carlos Fernandes,
Kilema,
Raquel Bulha,
Sara Tavares,
Sons do Atlântico
11 abril, 2008
Festival Sons do Atlântico - Com Transglobal Underground, Oi Va Voi e... Mayra Andrade
Nem de propósito!! Depois da (óptima) notícia de Mayra Andrade ter vencido o Prémio Revelação dos BBC World Music Awards, eis que surge a confirmação do seu regresso a Portugal para um concerto no Festival Sons do Atlântico, que decorre dias 8, 9 e 10 de Agosto no promontório de N.Sra. da Rocha, em Lagoa, Algarve, e muito bem acompanhada! Num concentrado de excelentes propostas musicais, o Sons do Atlântico apresenta este ano concertos do cantor e compositor açoriano Zeca Medeiros e de Mayra Andrade (dia 8), dos jovens sevilhanos La Selva Sur e do importantíssimo colectivo fusionista anglo-indo-paquistanês Transglobal Underground (dia 9), da folk à portuguesa dos Diabo a Sete e do klezmer revisto à luz das novas músicas pelos Oi Va Voi (na foto). Estaremos lá, claro!
15 agosto, 2007
Sons do Atlântico - A Rainha, os Plebeus e os Infantes
O Sons do Atlântico, no lindíssimo promontório de N.Sra. da Rocha, em Lagoa, é ainda um festival pequeno - em número de assistentes - mas já bastante consistente em termos artísticos e com argumentos suficientes para se impor como mais uma etapa incontornável no roteiro de festivais de Verão da chamada world music. E se, o ano passado, o alinhamento do festival foi mais arriscado e aventuroso - apostando em nomes como Mercan Dede e Mercedes Péon, ambos a assinar concertos de nível altíssimo -, o elenco deste ano, embora alinhando nomes mais consensuais, foi também de altíssima qualidade. A começar logo no primeiro dia, com uma Lura deslumbrante, «animal de palco», a arrancar coros e aplausos de uma plateia cheia, cativando muitos cabo-verdianos e toda a gente das outras nacionalidades. Uma Lura segura, dona de uma voz maravilhosa, boa dançarina, a distribuir bem pelo espectáculo coladeiras, mornas, batuques e funanás, apelando a canções do novo álbum (como o tema-título «M'Bem Di Fora», «Ponciana» ou o lindíssimo «Bida Mariadu») mas também a sucessos mais antigos, como a inevitável «canção de embalar» «Na Ri Na» ou «Vazulina». Foi Lura, sem dúvida, a rainha absoluta do festival. Na noite seguinte, os Macaco, plebeus da Catalunha e de outros lugares, deram outro concerto fabuloso, conquistando toda a gente com a sua garra, alegria, inventividade - uma inventividade imensa que lhes permite misturar como ninguém inúmeros géneros musicais, e de uma maneira que soa sempre consistente, madura, original... Pontos altos do concerto - no meio de muitos mais, entre os quais os coros e coreografias que arrancaram do público em muitos momentos do espectáculo - foram os diálogos do guitarrista, nessa altura no oud árabe, consigo próprio em ecrã, do percussionista, bis (consigo próprio em ecrã), e a banda toda unida numa batucada quando alguém desligou o gerador a meio de uma canção e deixou de haver electricidade no recinto. Outros plebeus em alta, estes irlandeses, os Kíla encerraram o festival com mais uma demonstração de profissionalismo enorme e assinando momentos de altíssima música, quando o bodhran dialogava em alta velocidade com o violino ou as uilleann pipes num molho de folk progressiva - e aqui, a palavra «progressiva» é mais que um elogio! - ou quando aos jigs e reels se juntavam, aqui e ali, alusões à música árabe, à música latino-americana ou quando, como no final, protagonizam uma espantosa aproximação aos espirituais zulus da África do Sul. E, se os concertos dos três cabeças-de-cartaz foram muito, muito bons, os músicos e cantores das «primeiras partes» cumpriram bem o papel de infantes, mais do que de pagens ou acólitos: a cantora guineense Eneida Marta (com um super-grupo pan-africano onde pontifica Ibrahima Galissá na kora) e os seus n'gumbés e tinas; o jovem grupo andaluz Cadencia - ao qual se augura um futuro brilhante! - e o seu flamenco enfeitado de muitas músicas; e os cada vez mais consistentes algarvios Marenostrum, ali reforçados por um quarteto de saxofones que levou a música do grupo para caminhos originais e inesperados. Haja festival!
08 agosto, 2007
Festival Sons do Atlântico - É Já Este Fim-de-Semana!
A edição deste ano do Festival Sons do Atlântico, que decorre em Porches, Lagoa, começa já na sexta-feira. E, para refrescar a memória, aqui fica novamente o programa do festival: dia 10 de Agosto há concertos da luso-cabo-verdiana Lura e da guineense Eneida Marta, dia 11 podemos assistir ao flamenco (e muito mais à volta) dos andaluzes Cadencia e ao concerto do grupo catalão, padrinho da designação deste blog, Macaco, e dia 12 aos espectáculos dos algarvios Marenostrum e dos irlandeses de música «celta» nada ortodoxa Kíla (na foto). O Raízes e Antenas vai lá estar e fica desde já prometida a respectiva reportagem para o início da próxima semana.
16 junho, 2007
Festival Sons do Atlântico - Com Lura, Macaco e Kíla
O Crónicas da Terra, do camarada Luís Rei, está cheio de novidades (passem por lá!). Uma das mais sumarentas é a que se relaciona com a edição deste ano do Festival Sons do Atlântico, em Porches, Lagoa, de 10 a 12 de Agosto. Segundo avança o CdT, a edição deste ano do festival conta com concertos da luso-cabo-verdiana Lura e da guineense Eneida Marta na primeira noite, o flamenco (e muito mais à volta) dos andaluzes Cadencia e do grupo catalão, padrinho da designação deste blog, Macaco (na foto; liderado pelo cantor homónimo) na segunda, e dos algarvios Marenostrum e dos irlandeses de música «celta» nada ortodoxa Kíla, na última noite. A exemplo do ano passado, deve poder contar-se com outros concertos, durante o dia, no recinto do festival - o promontório da capela de Nossa Senhora da Rocha - com bandas portuguesas, exposições, artesanato e muito boa gastronomia.
16 agosto, 2006
Sons do Atlântico - CeltiMouros Aos Pulos na Lagoa
O festival Sons do Atlântico, que decorreu em Lagoa, no passado fim-de-semana, merecia - pela qualidade dos concertos apresentados e pela envolvência do local - muito mais público do que aquele que teve. O local é lindíssimo (na ermida de N.Sra. da Rocha, a cerca de 30 metros do Oceano Atlântico... e a 30 metros na horizontal - é só um «pulinho» e vamos ao banho) e o festival teve dignas actividades paralelas a juntar aos concertos: teatro de rua, uma interessante exposição de gaitas-de-foles, comidas e bebidas variadas, artesanato, cordofones populares portugueses, concertos mais pequenos no palco secundário... O problema é que o promontório da Sra. da Rocha é um istmozinho rodeado por hectares e hectares de hotéis e urbanizações de luxo que dão como resultado um público de festival maioritariamente formado por algumas centenas de turistas bifes de meia-idade que não estão para se levantar das cadeiras e dançar as violentas muiñeiras de Mercedes Peón (na foto), o elegante sufi-house de Mercan Dede ou o zydeco rude de Lisa Haley. Mas que ele e elas mereciam que isso tivesse acontecido, lá isso mereciam...
Na primeira noite, a mais radical renovadora da música galega, Mercedes Peón, deu um excelente concerto em que à música de raiz (galega mas também com mergulhos na música medieval, no flamenco e na música árabe) juntou, quase sempre, uma boa dose de rock, de funk, por vezes de metal. E isto percebe-se bem: o vozeirão de Mercedes, a sua gaita com pedaleira de efeitos vários, a sua técnica de percussão bruta das pandeiretas ou de um estranho instrumento terrivelmente eficaz em termos rítmicos (uma chapa de metal percutida por uma pedra) não se compadeceriam, jamais, com um envolvimento acústico e domesticado. O concerto - maioritariamente dedicado ao seu novo álbum (com destaque para temas como o notável «Neniñué», o delicadíssimo, quase canção de embalar, «Ese Es Ti», e o violentíssimo «Ajrú») - terminou, em encore, com uma versão selvagem do mais antigo «Isué», e com, por fim, algumas dezenas de pessoas a dançar.
Na segunda noite, o turco Mercan Dede (ele que trata das electrónicas, samples, flauta, percussões) deu um espectáculo fantástico onde a sua música - sempre com uma raiz turca, sufi, árabe e, a espaços, indiana e andaluza (uma trompete puxou um dos temas claramente para o flamenco) - namora abertamente com a house, o ambient, o drum'n'bass ou o tecno. E aquilo resulta quase sempre magnificamente bem, embora de vez em quando se sinta alguma facilidade nos arranjos (eu e o Luís, do Crónicas da Terra murmurámos por vezes a palavra «azeite» seguida da frase «...mas este é do bom»). Destaques, ao longo do concerto, para alguns solos cristalinos de quanun (uma espécie de saltério), para um percussionista que faz maravilhas com a darabuka e, obviamente, para uma extraordinária bailarina que, por duas vezes, hipnotizou o público com as danças circulares dos dervixes (a dança sagrada dos sufis, reservada aos homens), em transe absoluto.
Na última noite, a norte-americana Lisa Haley foi ao fundo dos pântanos povoados de crocodilos e cobras d'água da Louisiana para trazer consigo o húmus do zydeco e do cajun: parte rock'n'roll, parte blues, parte jazz, parte música francesa (principalmente no acordeão-gingão), parte folk irlandesa. E tudo lá em cima, com uma energia e uma alegria inacreditáveis. Lisa é um mulherão de voz rouca, bagaceira, e violino (mais, muito mais rabeca) roufenho e incendiário, acompanhada por uns compinchas armados de guitarras Gibson e baixos Fender e também com ar de bons-viventes. Zydeco e cajun a rodos, mais dança do que nas outras noites, apelos à paz no mundo e pelas vítimas do Katrina, algumas piadas de teor alcoólico e uma versão divertidíssima de «When The Saints Go Marchin'In» encerraram, bem, esta edição do Sons do Atlântico.
No palco principal do festival também actuaram, todas as noites, grupos portugueses: os Mu com as suas danças tradicionais europeias, alguns temas novos que não estão no álbum «Mundanças» e muita alegria; a Orquestrinha do Terror com o seu interessante jazz, por vezes etno-jazz, por vezes mais free-jazz, por vezes num interessante exercício de jazz aplicado a imagens em movimento (foram três as curtas-metragens que acompanharam neste concerto); e as Moçoilas, grupo algarvio à capella que teve um concerto em crescendo na última noite, com temas do reportório tradicional algarvio e alentejano mas também de outros lugares, de José Afonso, do GAC, das próprias Moçoilas e de Amélia Muge (um delicioso rap)... e com muitos apartes divertidos nos entretantos.
14 julho, 2006
Sons do Atlântico e L Burro i l Gueiteiro (ou Do Algarve a Trás-os-Montes)
A edição deste ano do Festival Sons do Atlântico, em Lagoa, decorre nos dias 11, 12 e 13 de Agosto e tem uma ementa variada e interessantíssima que inclui actuações dos Mu (Portugal) e Mercedes Peón (a grande renovadora da folk da Galiza), no primeiro dia, Orquestrinha do Terror (Portugal) e Mercan Dede (electrónica em diálogo com a música da Turquia - na foto), no segundo, e, para fechar, as algarvias Moçoilas e grande senhora do zydeco Lisa Haley (Estados Unidos). Bancas de artesanato de vários países e restaurantes internacionais encontram-se também no recinto do festival. Ver o site www.algarpalcos.com
No outro extremo do país, a valorosa iniciativa L Burro i l Gueiteiro (de mirandês para português, se tal for preciso: O Burro e O Gaiteiro) decorre este ano de 31 de Julho a 4 de Agosto, partindo de Vimioso, na aldeia de Caçarelhos, e passando por várias aldeias até chegar a Sendim. Os passeios, de burro e a pé, serão animados com música dos Galandum Galundaina (co-promotores da iniciativa e agora a comemorarem dez anos de actividade musical - parabéns!), Toques do Caramulo, Ginga, Pé na Terra, Tear de Llerena e Sebastião Antunes Trio. Segundo a organização, os objectivos desta iniciativa mantêm-se inalteráveis: «defender o património cultural tradicional (das Terras de Miranda), tendo por símbolos o Gaiteiro e o Burro Mirandês». Ver os sites www.aepga.pt e www.galandum.co.pt
Subscrever:
Mensagens (Atom)