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23 fevereiro, 2012

Helder Moutinho Selecciona... no Vinyl


O fadista Helder Moutinho é o programador do Vinyl -- espaço situado em Alcântara -- para os próximos dias. A selecção é excelente... e assim houvesse muitos mais espaços e programadores. O comunicado:

«A proposta de Helder Moutinho, programador do Vinyl para o mês de Fevereiro, é uma viagem à denominada “Música do Mundo”, reflectindo as viagens, as influências e as culturas mais representativas de algumas regiões do mundo lusófono. Além dos vários concertos com voz que Helder Moutinho programou para o Vinyl, vai haver também concertos instrumentais, por toda a cumplicidade que têm com a “música do mundo lusófono”.


23 | Quinta-feira
Início do Espectáculo: 22h30

ATLANTIHDA

A história dos Atlantihda é contada por seis músicos e uma fadista. Oriundos dos mais distintos géneros musicais, os Atlantihda viajaram pelo mundo da música nacional e internacional, absorvendo várias influências para se encontrarem num projecto que acabaria por ligar a música de raiz tradicional e rural, com aquela que é a nossa música popular urbana: O Fado. Também aqui se encontram a guitarra braguesa, os adufes, as formas, as melodias e os ritmos que todos vieram a adquirir nas suas “Viagens”, mas numa atitude consciente de que se pode fazer música de raiz popular (escrita ou não), usando uma linguagem contemporânea que parte das vivências de músicos dos nossos dias (…) criando assim “Uma canção genuinamente portuguesa”.


24 | Sexta-feira
Início do Espectáculo: 22h30

HELDER MOUTINHO & OS FADISTAS (FADO)

Um Espectáculo de Fado com Arranjos de Daniel Schvetz para uma formação de Guitarra Portuguesa, Viola, Piano, um Quarteto de Cordas e um Contrabaixo. Baseado no repertório do Fadista Helder Moutinho, com alguns temas do panorama musical do Fado, criando ao mesmo tempo uma homenagem a alguns dos grandes interpretes de Fado no masculino.

Arranjos: Daniel Schvetz
Piano: Daniel Schvetz
Guitarra Portuguesa e Direcção Musical: Ricardo Parreira
Viola de Fado: Marco Oliveira
Quarteto de Cordas: Tempus Quarteto de Cordas
Contrabaixo: Miguel Menezes

25 | Sábado
Início do Espectáculo: 22h30


RITINHA LOBO


Ritinha Lobo (na foto) é a mais recente grande voz a emergir da respeitadíssima família Lobo, que leva já cinco gerações a dar à música cabo-verdiana alguns dos seus mais respeitados cantores. E o seu primeiro álbum a solo, “Jóia Creola”, fazendo justiça ao nome, é a revelação de uma autêntica pérola até aqui desconhecida da generalidade dos apreciadores de música. Com produção de Yami, “Jóia Creola” dá-nos a conhecer a esplendorosa voz de Ritinha Lobo, que interpreta aqui temas assinados por alguns dos mais respeitados compositores cabo-verdianos – Paulino Vieira, Orlando Pantera, Boy Gé Mendes e Ramiro Mendes --, originais de Yami e um axé do compositor brasileiro Lula Moreno.

29 | Quarta-feira
Início do Espectáculo: 22h30

COUPLE COFFEE

Norton Daiello (baixo) e Luanda Cozetti (voz) são a essência dos Couple Coffee, duo residente em Lisboa desde 2000 e com quatro álbuns gravados. Lançam em 2010 “Quarto Grão”, primeiro disco de originais e que marca a estreia de Luanda Cozetti como letrista ao lado de Tiago Torres da Silva. No Vinyl, e em duo, os Couple Coffee viajarão pelo reportório dos seus quatro discos - “Puro”, “C´As Tamanquinhas do Zeca”, “Young and Lovely – 50 Anos de Bossa Nova” e “Quarto Grão” – quando se preparam para entrar em estúdio brevemente para a gravação do quinto álbum, voltando às raízes; o diálogo entre o baixo de Norton Daiello e a voz de Luanda Cozetti. Um concerto intimista e arrebatador, a não perder!»

17 agosto, 2011

Festa do Avante 2011 - O Programa Completo


A Festa do «Avante» comemora 35 anos de existência e tem, mais uma vez, uma programação musical bastante apelativa. Dias 2, 3 e 4 de Setembro de 2011, na Quinta da Atalaia, Seixal -- e com a EP a custar 20 euros (até 01/09) e 30 euros (dias da festa) -- sobem aos palcos principais:

Sérgio Godinho (que comemora 40 anos de carreira discográfica)
Trovante (que comemoram 35 anos de carreiura, iniciada exactamente na primeira Festa do Avante)
X-Wife
Xutos & Pontapés
Virgem Suta
The Underdogs
Tim e Companheiros de Aventura
The Poppers
The Happy Mothers
Terrakota
Susana Santos Silva Quinteto
Rock Alentejano (comédia/música)
Ritinha Lobo (Cabo Verde)
Quempallou (Galiza)
Sean Riley & The Slowriders
Pé na Terra
Nuno Dias
Mosto
Mayra Andrade (Cabo Verde)
Mário Alves
Maria Anadon Latin Jazz Quartet
Marco Rodrigues
Luísa Rocha
Luís Rodrigues
La Chiva Gantiva (Colômbia)
L.U.M.E
João Pedro Cabral
Inês Thomas Almeida
Gattamolesta (Itália)
Júlio Resende International Quartet
Expensive Soul & Jaguar Band
David Rovics (Estados Unidos)
Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras
Clã (em conncerto normal e num espectáculo para crianças)
Coro do Tejo
Danças Ocultas
Coro da Câmara da Lisboa
Bela Nafa (Guiné-Bissau)
Budda Power Blues
Ana Paula Russo
Amor Eletro
Camané
Anxo Lorenzo (Galiza)
4uatro ao Sul
Ópera dos 5 Cêntimos
Caminhos do Mar
Che Sudaka (Argentina/Colômbia/Catalunha; na foto)
Daniel Shvetz Tango Trio
Gonçalo Sousa
Gala de Ópera (espectáculo de abertura)





25 abril, 2011

Festim 2011 com Acquaragia Drom, Carlos Nuñez e Ale Moller Band


Vem aí mais um Festim! E com mais um grande programa! Info geral e programação completa aqui em baixo:

"Aí está a 3ª edição do Festim!

O festival intermunicipal de músicas do mundo, vulgo Festim, volta aos palcos da região no próximo Verão, de 3 de Junho a 22 de Julho de 2011, assente numa rede de cinco municípios vizinhos: Águeda, Albergaria-a-Velha, Estarreja, Ovar e Sever do Vouga.

Com uma crescente identificação do festival pelo público nas duas edições realizadas, repete-se a dose, no incontido desejo de, através das músicas do mundo - uma área de paixão nas programações d’Orfeu -, consolidar uma rede de programação cultural à escala regional.

Em 2011, o Festim regressa com uma programação fascinante, uma festiva viagem pela diversidade. O mundo e as suas culturas em sete partidas: este ano há Itália, Cabo Verde, Palestina, Espanha, Brasil, Suécia, Grécia, Senegal, Canadá, México e Chile.

Dos oito grandes nomes desta 3ª edição, quatro são estreias absolutas em Portugal (Trio Joubran, DJ Tudo e Sua Gente de Todo Lugar, Ale Möller Band e Chico Trujillo). Oito grupos, cinco Municípios, vinte concertos, um cartaz único.

Faz teu o Festim!

Programa:


Acquaragia Drom (Itália)

Já todos sabemos que corre um sangue festivo nas veias da música cigana. Agora, imaginem-se os cantos de leste convertidos, ao passar os alpes, em saltarelos e tarantelas tipicamente italianas. É essa a matriz dos Acquaragia Drom, nome histórico da música zíngara em Itália. Na abertura do Festim, uma viagem ao extrovertido e original estilo personalizado por estes músicos de alma cigana.
Sex 3 Jun, OVAR
Sáb 4 Jun, SEVER DO VOUGA


Ritinha Lobo (Cabo Verde)

Ritinha Lobo, herdeira de um sobrenome consagrado na música de Cabo Verde, reflecte o espírito aberto da nova geração de vozes do arquipélago. Começa ainda criança a pisar os palcos, crescendo com o batuque, o funaná e as coladeras. Faz-se mulher e encarna a sensualidade da música caboverdiana. A morna faz parte dela, mas Ritinha abraça a África lusófona no seu repertório, para uma festa das sete partidas em português e em crioulo.
Qui 9 Jun, ESTARREJA
Sex 10 Jun, SEVER DO VOUGA


Le Trio Joubran (Palestina)

O alaúde está para o música árabe como a guitarra portuguesa para o fado. Os três irmãos Joubran são os inspirados herdeiros de uma tradição familiar ligada àquele instrumento. Nascidos na cidade bíblica de Nazaré, os virtuosos Samir, Wissam e Adnan improvisam com absoluta excelência e imprimem uma incomparável intensidade à sua música, ao mesmo tempo que conquistam grande notoriedade internacional. Um concerto deste trio é uma experiência irrepetível.
Sex 17 Jun , ALBERGARIA-A-VELHA
Sáb 18 Jun, ESTARREJA


Carlos Nuñez (Galiza, Espanha)

Carismático e brilhante gaiteiro galego, Carlos Nuñez (na foto) é um dos grandes nomes do Festim 2011. A aura mágica da sua música não é mais que uma certa representação da cultura celta, esse mítico mundo de magos, druidas, dólmenes e menires. Nuñez tem uma obra intemporal e uma carreira que falam por si, sendo ele próprio um ícone internacional da gaita-de-foles, instrumento com cuja magia encantará as plateias do festival intermunicipal de músicas do mundo.
Qui 23 Jun , ALBERGARIA-A-VELHA
Sex 24 Jun, ESTARREJA
Sáb 25 Jun, OVAR


La Troba Kung-Fú (Catalunha, Espanha)

Estes catalães trazem ao Festim a sua bombástica fusão de rumba catalã com ritmos da cumbia ou do reggae, num concerto com sentido único para a festa. La Troba Kung-Fú garante um cocktail explosivo de música para ouvir até dançar! Um concerto de inspiração mediterrânica a partir da cosmopolita e frenética Barcelona. Uma pedalada que só visto!
Sex 1 Jul, SEVER DO VOUGA
Sáb 2 Jul, ESTARREJA
Dom 3 Jul, ÁGUEDA


DJ Tudo e Sua Gente de Todo Lugar (Brasil)

Alfredo Bello, aka DJ Tudo, é um dos mais destacados pesquisadores da tradição musical brasileira. Em concerto, faz conviver samplers de vozes recolhidas por todo o Brasil com o potente som da sua banda. Uns e outros são a sua gente de todo o lugar. Unindo tecnologia e autenticidade, DJ Tudo viaja das capitais do mundo aos quintais do interior. Colagens sonoras de primeiríssima qualidade ou como fazer do Brasil profundo uma festa sofisticada!
Qui 7 Jul, ÁGUEDA
Sex 8 Jul, OVAR
Sáb 9 Jul, SEVER DO VOUGA


Ale Möller Band (Suécia, Grécia, Senegal, Canadá e México)

Ale Möller Band é expressão de uma música étnica transversal a várias culturas do globo. O resultado é mais que um som extraordinário, é a história cultural do mundo contada em notas de música. Virtuoso instrumentista sueco, Ale Möller apresenta na sua banda, literalmente, um músico de cada nação. Tal combinação de tradições, aparentemente distantes entre si, resulta numa colorida e fantástica miscigenação. Uma das estreias absolutas em Portugal desta edição do Festim.
Qui 14 Jul, ÁGUEDA
Sex 15 Jul, OVAR
Sáb 16 Jul, ALBERGARIA-A-VELHA


Chico Trujillo (Chile)

Um concerto de Chico Trujillo é daqueles em que não se pára de saltar. Este colectivo chileno arrasa em cada país por onde passa e chega agora, pela primeira vez, a Portugal. A contagiante fusão de cumbia, rock e ska inclui um cantor louco, uma explosiva secção de sopros, letras de desamor e consciência social e uma irreprimível batida. Com o primitivo desejo de fazer o público dançar, o objectivo da música de Chico Trujillo é a festa. Nada mais apropriado para fechar o Festim 2011!
Qui 21 Jul, ÁGUEDA
Sex 22 Jul, ALBERGARIA-A-VELHA"

Mais informações, aqui.

12 abril, 2011

Odisseia:Portos - Ciclo Lusófono na Invicta


A Praça da Batalha, no Porto, é a partir de dia 15 o palco de um novo ciclo/festival muito apropriadamente intitulado Odisseia:Portos. Todos os pormenores:

"Odisseia: Portos


Antecedendo a realização de um showcase e de um festival de teatro internacional, o Odisseia faz da Praça da Batalha o seu ancoradouro, resgatando-a da costumeira condição de descampado nocturno. Iniciativa realizada com o apoio do Turismo de Portugal, Portos faz desembarcar nas imediações do TNSJ o fado, a música tradicional portuguesa, a percussão e os ritmos africanos, as sonoridades ibéricas, a música popular brasileira – sons da lusofonia que simbolicamente culminam a 25 de Abril.

Todas as músicas de raiz popular e tradicional, não escritas, apesar de representativas de uma região, de uma ideologia ou da vivência dos povos que as interpretam, são o resultado de uma série de influências culturais. Se uma canção, ao ser composta, passa por um processo de crescimento até alcançar toda a sua estrutura, o mesmo acontece com qualquer género musical.

O fado, por exemplo, absorveu influências musicais de várias terras que fazem parte da nossa história, de África ao Brasil, sem esquecer as próprias regiões de Portugal, tornando-se assim uma forma de música popular urbana. Mas também influenciou géneros oriundos dos vários países ligados à lusofonia – das mornas ao samba e ao chorinho, e até a alguma música pop cantada em português.

As cidades portuárias são, sem dúvida, coniventes com a cristalização destas músicas. Em toda a história do nosso país, o mar foi a estrada principal para todas as viagens. Uma Odisseia de encontros, desencontros, cruzamentos e evoluções, que acabaria por nos deixar por herança este caldeirão de culturas que faz parte da alma e da história do mundo português.

Hélder Moutinho


15 Abril, 23:00
Yami (Angola/Portugal)
convidado: Manuel D’Oliveira

Cantor, compositor e guitarrista, Yami nasceu em Angola, mas viveu apenas em Luanda até aos quatro anos. Ainda assim, os sons, cheiros e costumes de África foram-lhe transmitidos pela mãe e vêm ao de cima em Aloelela, disco de estreia lançado em 2007, em que se detectam também influências da música brasileira, da música soul e do jazz. A guitarra de Manuel D’Oliveira vai trazer outras texturas a uma noite que celebra a lusofonia, ponto comum das várias aventuras musicais de Yami.


16 Abril, 23:00
Manuel D’Oliveira (Ibéria)
convidado: Yami

A música tradicional portuguesa e o flamenco constituem a matriz do trabalho de Manuel D’Oliveira, pelo que não é por acaso que o seu disco de estreia, lançado em 2002, se chama Ibéria. O guitarrista empresta a essas linguagens o seu inegável virtuosismo, mas também uma alma a toda a prova, que lhe valeu a admiração (e colaboração) do “mestre” António Chainho. Repetindo uma parceria já encetada, por exemplo, no projecto Muxima, o vimaranense surge em palco acompanhado pelo angolano Yami.



17 Abril, 18:00
Atlantihda (Portugal)
convidados: Paulo Parreira, Pedro Soares

Os Atlantihda reúnem o talento de seis músicos com percursos diversos que definiram o objectivo de criar “uma canção genuinamente portuguesa”. Se a voz poderosa de Gisela João lhe empresta um cunho fadista, a presença de instrumentos como o acordeão, o violoncelo, a viola braguesa e o adufe baralham as contas e proporcionam tonalidades surpreendentes. Os Atlantihda trazem na bagagem um recentíssimo álbum de estreia e “neste espectáculo especifico” a companhia dos guitarristas Paulo Parreira e Pedro Soares.



22 Abril, 21:30
João Afonso (Portugal)
convidado: Ruben Alves

João Afonso conquistou, por mérito próprio, um lugar de relevo entre os cantautores que exploram a tradição musical portuguesa. A participação em Maio Maduro Maio (1994) – disco em que interpretou temas do tio, Zeca Afonso, ao lado de Amélia Muge e José Mário Branco – foi decisiva para o lançamento de uma carreira como compositor e letrista. O premiado Missangas, de 1997, marcou o início de um trajecto que o tem levado a múltiplos palcos nacionais e internacionais. Acompanhado pelo pianista Ruben Alves, o cantor revisitará boa parte do seu repertório.



23 Abril, 21:30
Ritinha Lobo (Cabo Verde/Angola/Brasil)
convidado: Yami

A cabo-verdiana Ritinha Lobo (na foto) vai servir um caldeirão de géneros ligados aos países de língua oficial portuguesa. A vocalista promete evocar o funaná da sua terra natal, o semba de Angola e a música popular brasileira. Para este concerto, Ritinha Lobo convida Yami, colaborador já habitual nos seus espectáculos e ao lado do qual integrou o projecto Muxima, uma homenagem ao Duo Ouro Negro.




24 Abril, 21:30
Ricardo Parreira (Portugal)
convidados: Micaela Vaz, Marco Oliveira, Vânia Conde

Cresceu fascinado por Carlos Paredes, no seio de uma família de guitarristas. Depois de se estrear em 2007 com um disco de homenagem a Fernando Alvim (eterno companheiro de Paredes), Ricardo Parreira editou Cancionário em 2010. O álbum junta à sua guitarra portuguesa as vozes de Micaela Vaz, Marco Oliveira e Vânia Conde, que o vão acompanhar na Praça da Batalha. O fado será a porta de entrada para uma viagem pela música tradicional e popular portuguesa.



25 Abril, 18:00
Amor Electro (Portugal)
convidado: Ricardo Parreira

O desígnio dos Amor Electro é claro: fazer pop em português, conciliando elementos electrónicos com instrumentos como o adufe ou a guitarra portuguesa, que o convidado Ricardo Parreira trará para este concerto. O quarteto vai apresentar Cai o Carmo e a Trindade, a sua estreia em disco, que chega aos escaparates precisamente no Dia da Liberdade. Do alinhamento fazem parte versões de temas históricos da pop nacional, como “Sete Mares”, dos Sétima Legião, ou “Foram cardos, foram prosas”."