Desde o início da sua carreira, Cristina Branco (na foto; de Luís Barros) nunca se deixou prender apenas nas malhas do fado. E surpreendeu, sempre, pelo reportório escolhido para os seus álbuns. Hoje, dia 17, Cristina Branco termina a primeira fase da sua digressão «Abril» no mesmo local em que o álbum homónimo, inteiramente dedicado à obra de José Afonso, nasceu: o Teatro Municipal de S.Luiz, em Lisboa. E, a acompanhar a notícia deste «intermezzo» da digressão, vem outra: no próximo álbum, já em preparação, Cristina Branco volta a surpreender, ao convidar compositores exteriores ao fado para escreverem as canções do disco. Com um mote comum que lhes foi dado pela cantora - o «Tempo» -, estão já arrolados para o álbum temas originais de Sérgio Godinho (letra e música), Jorge Palma (letra e música), Vitorino (letra e música), Pedro Abrunhosa (letra e música), Janita Salomé (música para um poema de Hélia Correia) e, ainda, uma participação do pintor Júlio Pomar (autor da capa?; fica a dúvida). Já a digressão «Abril» volta à estrada em... Maio.
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17 dezembro, 2007
Cristina Branco - As Voltas do Fado (Mudado)
Desde o início da sua carreira, Cristina Branco (na foto; de Luís Barros) nunca se deixou prender apenas nas malhas do fado. E surpreendeu, sempre, pelo reportório escolhido para os seus álbuns. Hoje, dia 17, Cristina Branco termina a primeira fase da sua digressão «Abril» no mesmo local em que o álbum homónimo, inteiramente dedicado à obra de José Afonso, nasceu: o Teatro Municipal de S.Luiz, em Lisboa. E, a acompanhar a notícia deste «intermezzo» da digressão, vem outra: no próximo álbum, já em preparação, Cristina Branco volta a surpreender, ao convidar compositores exteriores ao fado para escreverem as canções do disco. Com um mote comum que lhes foi dado pela cantora - o «Tempo» -, estão já arrolados para o álbum temas originais de Sérgio Godinho (letra e música), Jorge Palma (letra e música), Vitorino (letra e música), Pedro Abrunhosa (letra e música), Janita Salomé (música para um poema de Hélia Correia) e, ainda, uma participação do pintor Júlio Pomar (autor da capa?; fica a dúvida). Já a digressão «Abril» volta à estrada em... Maio.
21 março, 2007
José Mário Branco, Camané, Fausto - Canções Pelo Iraque
Quatro anos depois da invasão do Iraque pelos Estados Unidos e países aliados. Quatro anos depois, com centenas de milhar de civis iraquianos mortos e mais de três mil soldados norte-americanos mortos. Quatro anos depois e a certeza de que naquele país não havia armas químicas nem nucleares nem qualquer ligação à Al-Qaeda. Quatro anos depois e a pena de morte como lei (e não, a pena de morte nunca deve ser admitida nem quando se fala de ditadores sanguinários, como Saddam era). Quatro anos depois e o enriquecimento dos barões da guerra, do petróleo e da reconstrução de edifícios. Quatro anos depois e uma democracia que não é democracia. Quatro anos depois e a divisão do país e o ódio generalizado e uma guerra civil que não se sabe quando acabará. Quatro anos depois e Guantanamo continua (Auschwitz e Gulag dos nossos tempos e da nossa vergonha). Quatro anos depois e com novos alvos do governo norte-americano no horizonte (um dia a Coreia do Norte, outro dia o Irão, outro dia há-de ser um país da América Latina ou de África qualquer). Quatro anos depois, alguns cantores portugueses juntam a sua voz para cantar «Canções Pelo Iraque - Quatro Anos de Ocupação, Quatro Anos de Resistência». É no Cinema S. Jorge, em Lisboa, depois de amanhã (dia 23), com José Mário Branco (na foto, de Lia Costa Carvalho), Fausto, Camané, Luís Represas, Jorge Palma, Pedro Abrunhosa, Paulo de Carvalho e Pacman (dos Da Weasel), com apresentação dos actores Rita Blanco e Jorge Silva Melo. A organização é da secção portuguesa do Tribunal Iraque, cujo site pode ser encontrado aqui.
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