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26 junho, 2013
Med de Loulé 2013 - Todos os Concertos!
O Raízes e Antenas já tinha divulgado o nome de todos os artistas e bandas que vão passar pelos dois palcos principais (Cerca e Matriz) da edição 2013 do Med de Loulé, que começa já depois de amanhã, sexta-feira, e termina no sábado. Hojé é a vez de se saber também os horários de quem toca nesses e nos outros palcos:
«Dia 28: João Pedro Cunha e João Luís Rosa
Palco: MED Classic - Igreja Matriz 19:30
Violino Romântico
O Violino surgiu na primeira metade do séc. XVI, e ainda que a questão da sua origem seja uma das maiores lacunas na história dos instrumentos musicais, rapidamente adquiriu o estatuto – que ainda hoje mantém – de Rei dos instrumentos.
Após o sucesso de 2009 com o duo violiNOacordeão, o violinista João Pedro Cunha regressa ao Festival MED, desta feita com o pianista João Rosa, propondo-se explorar essa reconhecida vertente mais expansiva e calorosa do violino.
Mundopardo
Palco: Bica 20:30
Mundopardo é um projecto musical, natural de Faro, formado por 4 amigos que decidiram continuar a sua aventura musical dos tempos que passaram juntos na versus tuna – Tuna Académica da Universidade do Algarve.
A simplicidade das composições aliada a uma grande riqueza melódica onde sobressai a voz e o jogo de vozes faz dos MundoPardo um projecto que possui já a sua própria identidade e o seu espaço na música portuguesa.
The Burnt Old Man (Act 1)
Palco: Arco 20:45
The Burnt Old Man, é um projecto que foi evoluindo ao longo de diversos encontros entre Rubén (flauta) e Kevin (guitarra), durante as primeiras "sessões" realizadas na capital Andaluza.
O vasto conhecimento musical que estes músicos armazenam, faz com que pretendam evitar o tradicional "set" e "reels", debruçando-se sobre a extensa e rica variedade da cultura musical Atlântica. Assim, começaram um trabalho de recuperação de peças e variações.
Samuel Úria
Palco: Castelo 21:30
Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úriatem ganho notoriedade desde 2008, altura em que, entre edições caseiras e concertos em que apenas se acompanhava pela guitarra acústica, se nos deu a conhecer. Singular na língua materna, singular nas melodias e singular na relação com o público, aos poucos se gerou o culto e assomou a expectativa, consagrando Samuel Úria como o mais interessante cantautor do século XXI português.
Aline Frazão
Palco: Cerca 22:00
Aline Frazão nasceu e cresceu em Luanda, Angola. A jovem cantora e compositora angolana lançou em Dezembro de 2011 o debut “Clave Bantu”, uma edição independente de 11 temas origi-nais, entre eles duas colaborações com os escritores angolanos José Eduardo Agualusa e Ondjaki. “Movimento” é o segundo trabalho discográfico de Aline Frazão, lançado em maio de 2013 (Ponto Zurca/Coast to Coast).
Miguel Araújo
Palco: Matriz 22:45
Miguel Araújo nasceu nasceu no Porto em 1978. Em Maio de 2012 foi lançado o seu 1º álbum em nome próprio, “Cinco Dias e Meio” (EMI). Depois de vários anos ligado à música como criador, músico e autor dos Azeitonas, um dos mais entusiasmantes fenómenos de culto da actual pop portuguesa (“Anda Comigo ver os Aviões”, “Quem és tu Miúda”, etc.), autor de composições para outros artistas (António Zambujo, Ana Moura).
Elisa Rodrigues acompanhada por Júlio Resende
Palco: Convento 22:45
O jazz tem uma nova voz. Se é verdade que Elisa Rodrigues tem vindo a deslumbrar em palco há já algum tempo, o lançamento do seu primeiro disco “Heart Mouth Dialogues” é a confirmação disso. Elisa é capaz de tornar grandes clássicos em temas seus e de reinventar músicas com uma versatilidade impressionante.
OrBlua
Palco: Bica 23:15
OrBlua é um projecto criado em 2011 com músicos provenientes de diferentes universos musicais, para um único propósito - criar uma sonoridade que represente o património nos mais diversos sentidos e orientações. Uma sonoridade que cheira a algarve, a mar, a serra, a mediterrâneo, a europa, a mundo. Uma sonoridade que recolhe cheiros, cores, histórias, memórias, paisagens e sonhos.
Dead Combo
Palco: Castelo 23:30
Os Dead Combo são Tó Trips e Pedro Gonçalves. Formaram-se em 2003 a convite de Henrique Amaro, da Rádio Antena 3, para a gravação de uma faixa “Paredes Ambience”, incluída no CD de homenagem ao génio da guitarra Portuguesa Carlos Paredes, “Movimentos Perpétuos – Música para Carlos Paredes”. Encarnam duas personagens que poderiam ter saído de uma BD: um gato pingado e um gangster.
Tulipa Ruiz
Palco: Cerca 00:00
Nascida em Santos, Tulipa cresceu na cidade mineira de São Lourenço. Seu contato com a música começou cedo, influenciada pelo pai, Luiz Chagas, jornalista e guitarrista da histórica banda Isca de Polícia de Itamar Assumpcão. Na adolescência, a cantora teve um programa de rádio, fez coral e estudou por cinco anos canto lírico com a maestrina Edna de Sousa Neves. Mudou-se para São Paulo, onde estudou Multimeios. Apesar de ter integrado bandas durante a faculdade, tratava a música como hobby ...
Oumou Sangaré
Palco: Matriz 01:15
Oumou Sangaré nasceu em Bamako, no Mali, em 1969. Quando tinha dois anos, o seu pai casou com a segunda mulher e emigrou para a Costa do Marfim, deixando a mãe de Oumou, grávida na altura, e três filhos ainda pequenos. A luta pelo dia-a-dia da família foi uma constante na infância de Oumou. A mãe de Oumou era cantora e a sua principal fonte de rendimentos era o “sumu” (comemorações de casamento e de batizado organizadas pelas mulheres), ou “festas de rua”.
Hugo Mendez "Sofrito"
Palco: Cerca 02:30
Hugo Mendez é DJ, dono de uma discográfica e pesquisador de música na vanguarda do Movimento Tropicalista na Europa.
Dia 29:
Orquestra do Algarve - 4 Estações de Vivaldi
Palco: MED Classic - Igreja Matriz 19:30
Notas ao programa
Embora durante longo tempo tenha sido famoso na Europa enquanto compositor e violinista, perdeu o seu público durante a última década da sua vida. Os últimos dias foram vividos na miséria e, tal como viria a acontecer com Mozart, foi enterrado numa vala comum, e aparentemente as suas partituras condenadas à obscuridade.
The Burnt Old Man (Act 2)
Palco: Bica 20:30
The Burnt Old Man, é um projecto que foi evoluindo ao longo de diversos encontros entre Rubén (flauta) e Kevin (guitarra), durante as primeiras "sessões" realizadas na capital Andaluza.
Bad Luck & Trouble
Palco: Arco 20:45
Os Bad Luck & Trouble são um projeto musical de Faro composto por duas guitarras e voz, que procura explorar as sonoridades oriundas dos blues, do swing e também da música mais contemporânea. Criado no início de 2012, este projeto conta já com um currículo de atuações que lhe tem vindo a proporcionar alguma notoriedade na sua cidade natal.
Dona Gi
Palco: Castelo 21:30
Os Dona Gi são uma banda portuense, fruto de um trabalho de composição de letras e canções originais com fusão de Folk e Fado.
Sílvia Pérez Cruz
Palco: Cerca 22:00
Sílvia Pérez Cruz tem uma voz luminosa, quente, delicada e lindíssima, que combina a improvisação do jazz, a força e o ritmo do flamenco, os melismas do fado e a proximidade da música de bar. A sua versatilidade, que lhe valeu o prémio Altaveu 2009, está patente na diversidade de projetos de música, teatro e dança que protagonizou.
Sofia Vitória & Luís Figueiredo
Palco: Convento 22:45
Sofia Vitória nasceu em Setúbal.
É licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, frequentou o Curso de Piano do Conservatório Regional de Setúbal e actualmente frequenta a licenciatura em Jazz na Escola Superior de Música de Lisboa e a disciplina de Dança Contemporânea na Escola Superior de Dança.
Hedningarna
Palco: Matriz 23:00
Já em 1994, a banda Hedningarna foi votada a "melhor atuação do ano".
Atualmente, apesar de todas as alterações a nível dos membros, da falência da empresa discográfica e de projetos paralelos, o poder dos instrumentos e a magia na música permanecem intactos e genuínos como sempre.
Os Hedningarna surgem com um novo CD e fazem parte dos cartazes de uma série de concertos e festivais para este verão.
Fad'Nu
Palco: Bica 23:15
Poesia, alma e garra. O coração que tem voz de mulher. O aço da corda esticada que vibra. Versão intimista e minimal do fado, raízes alicerçadas na tradição mas caminho aberto e livre de dogmas ou fronteiras.
Kumpania Algazarra
Palco: Castelo 23:30
Esta sonora algazarra vagueia pelas músicas dos cinco continentes, transformando os sons em que toca numa festa ambulante, ao estilo das fanfarras europeias.
Saltimbancos, filhos da estrada e do vento, músicos em folia permanente submergidos num cocktail de música animada, as suas combinações de notas musicais formam um rendilhado de culturas, onde estão presentes, de forma conjugada ou separada, os sons balcânicos, árabes, latinos, africanos, o ska, o funk e o hiphop, entre outros.
Cuca Roseta
Palco: Cerca 00:00
E então, por breves momentos, deixemos entrar a saudável dúvida: o que é que uma fadista, com um primeiro disco celebrado e trabalhado por um produtor planetário – Gustavo Santaollala - , com o peso da verdade que o fado exige e ela entrega : o que fazer para o segundo disco?
A lógica comercial aconselharia um registo pouco aventuroso, onde a zona de conforto se manteria e apenas uma ou duas pistas cantadas poderiam dar indícios de uma evolução.
Anthony B
Palco: Matriz 01:15
Blair cresceu na cidade rural de Clark, na freguesia norte-ocidental de Trelawny, na Jamaica. Na sua juventude, os seus cantores favoritos eram as lendas do reggae Bob Marley e Peter Tosh, músicos que tiveram bastante influência no seu estilo. A influência de Peter Tosh está incontestavelmente presente nas interpretações vocais de Anthony B e na sua atitude revolucionária.
Anthony B abraçou as crenças do movimento Rastafari na adolescência, uma decisão que não foi bem acolhida pela sua família.
Batida DJ Set
Palco: Cerca 02:30
A história de Batida confunde-se com a de Pedro Coquenão. Nasceu no Huambo, cresceu nos subúrbios de Lisboa, de casa em casa, a ouvir histórias de saudade e de um regresso adiado, rodeado de instrumentos na sala e com o rádio no quarto como primeira paixão. Estreou-se aos 18 como locutor na Rádio Marginal, que moldou como estação alternativa, escreveu as primeiras linhas da Oxigénio e, mais tarde, depois de passar pela Voxx e Radar, fundou o colectivo Fazuma.
Mais informações: http://www.festivalmed.pt/»
21 maio, 2013
Oumou Sangaré, Hedningarna e Anthony B no Med de Loulé 2013!
09 fevereiro, 2012
Hugh Masekela, Béla Fleck e Oumou Sangaré no FMM de Sines 2012
Hurra! Já há três nomes -- e que nomes! -- confirmados para a edição deste ano do FMM, que decorre em dois fins-de-semana consecutivos de Julho: de 19 a 21 e de 26 a 28. O comunicado oficial:
«Uma lenda sul-africana, o músico que deu novos horizontes ao banjo e uma das mais importantes cantautoras de África confirmados na edição de 2012 do maior evento português de “world music”.
O primeiro conjunto de confirmações da 14.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo é composto por três dos melhores representantes da música mundial com raízes na tradição.
O norte-americano Béla Fleck é considerado o melhor e mais inovador tocador de banjo da atualidade. Nascido em Nova Iorque em 1958, já aventurou o banjo em composições que vão do bluegrass à pop instrumental, ao jazz e à música clássica, com a sua banda The Flecktones ou em colaborações com músicos dos géneros mais variados. Ganhou 14 Grammys e foi nomeado para 30, sendo o artista nomeado para mais categorias diferentes na história deste prémio.
Uma das mais celebradas e internacionais cantoras e compositoras africanas, Oumou Sangaré (na foto, de Ed Alcock) é originária da região do Wassoulou, no sul do Mali. “Mulheres” (“Moussolou”), o título do seu primeiro disco a solo, gravado em 1989, foi um clássico instantâneo da música africana e um corajoso manifesto pelos direitos femininos, fio de continuidade em todo o seu trabalho, que já inclui a gravação de cinco discos a solo, o mais recente dos quais “Seya”, em 2009, nomeado para um Grammy. Vencedora do prémio de música da UNESCO em 2001, esteve presente no FMM Sines 2007, onde deu um dos concertos mais elogiados da 9.ª edição do festival.
Béla Fleck e Oumou Sangaré apresentam-se no palco do FMM Sines num projeto conjunto. A parceria entre os dois músicos teve início em 2005, quando Béla Fleck levou o banjo de volta às suas origens africanas e colaborou com alguns dos melhores músicos do continente. Dessa experiência resultou o documentário multipremiado "Throw Down Your Heart", vários discos e o projeto ao vivo que faz a sua estreia em Portugal no FMM.
Um dos discos resultantes desta colaboração de Béla Fleck com músicos africanos, "Throw Down Your Heart, Africa Sessions Part 2", com a participação de Oumou Sangaré, ganhou o Grammy para melhor álbum contemporâneo de “world music” em 2011.
UM GIGANTE AFRICANO EM SINES
O trompetista, cantor e compositor Hugh Masekela é um dos nomes históricos da música sul-africana, a par de lendas como Miriam Makeba e Ladysmith Black Mambazo.
Na sua música cruzam-se, entre outras, as tradições africanas e afro-americanas, sendo especialmente marcantes no seu som o jazz bebop, o afrobeat e o funk.
Exilado durante anos devido ao apartheid, a sua canção “Bring Him Back Home”, um apelo à libertação de Nelson Mandela, é um dos hinos da África do Sul moderna.
Ganhou dois Grammys, o primeiro pelo single “Grazing in the Grass”, no final dos anos 60, e o segundo, em conjunto com Mboneni Ngema, pelo disco “Sarafina”, em 1987.
Admirado por artistas e milhões de apreciadores de música de todo o mundo, recebeu o prémio Womex 2011, uma homenagem a uma carreira ímpar onde se junta excelência musical, relevo social e impacto político.
O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo é o maior evento de “world music” realizado em Portugal. A sua 14.ª edição realiza-se nos próximos dias 19, 20, 21, 26, 27 e 28 de julho.
Mais informações:
www.fmm.com.pt
www.facebook.com/fmmsines»
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Oumou Sangaré
28 outubro, 2010
O Mali Continua Cheio de Música!
Antes de mais, um pedido de desculpas aos fiéis leitores deste blog e que continuam a encher a "caixa" de seguidores do Raízes e Antenas: o excesso de trabalho das últimas semanas impediu-me, mais uma vez, de ter uma participação regular -- ou mais ou menos irregular que fosse! - neste blog. Para me compensar e, eventualmente, compensar os leitores, aqui ficam algumas críticas a vários discos de artistas malianos (e ainda uma excelente colectânea) editados nos últimos meses e originalmente publicados na "Time Out". E, a somar, ainda o álbum do projecto AfroCubism, isto é, aquilo que teria sido o Buena Vista Social Club se não tivesse sido só feito com cubanos (e norte-americanos)... São vários bombonzinhos de regresso!
Ali Farka Touré & Toumani Diabaté
"Ali & Toumani"
World Circuit/Megamúsica
Oumou Sangaré
"Seya"
World Circuit/Megamúsica
Amadou & Mariam
"Welcome To Mali"
Because/Megamúsica
Vários
"One Day On Radio Mali"
Syllart/Lusáfrica/Tumbao
Donso
"Donso"
Comet Records/Massala
Ballaké Sissoko/Vincent Segal
"Chamber Music"
No Format/Massala
Idrissa Soumaoro
"Djitoumou"
Syllart/Lusáfrica/Tumbao
Bako Dagnon
"Sidiba"
Syllart/Lusáfrica/Tumbao
AfroCubism
"AfroCubism"
World Circuit/Megamúsica
06 julho, 2007
FMM de Sines - Faltam 15 Dias!
Rápido ponto da situação a quinze dias do início do FMM de Sines: para já, para já, os bilhetes já estão à venda (pormenores no blog do festival, aqui) e há algumas alterações ao programa que é importante referir: a soberba cantora maliana Oumou Sangaré (na foto) substitui os anteriormente previstos Kasaï Allstars, dia 25 de Julho, no Castelo. Outra alteração, se bem que não tão radical, é a de quem acompanha o percussionista indiano Trilok Gurtu no seu concerto (no mesmo dia e a abrir a programação do Castelo): em vez do anunciado grupo italiano Arkè String Quartet, Gurtu será acompanhado por uma formação alargada, multinacional, na interpretação de temas dos seus discos mais recentes: «Remembrance» (2002), «Broken Rhythms» (2004), «Farakala» (2006) e «Arkeology» (2006). E um acrescento não previsto inicialmente: pelas ruas de Sines toca, dias 25 e 26, o Hypnotic Brass Ensemble, grupo norte-americano formado por oito músicos, sete dos quais filhos de Kelan Phil Cohran, trompetista da Sun Ra Arkestra; na ementa trazem jazz, funk, soul e hip-hop. Siga a festa!
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Trilok Gurtu
27 setembro, 2006
World Circuit - Vinte Anos de Encantamento
Há algum tempo, a propósito de «Savane», de Ali Farka Touré, referi que mais dia menos dia iriam aparecer gravações inéditas do génio do Mali... Pois elas aí estão, na colectânea «World Circuit Presents...» - com edição marcada para meados de Outubro -, comemorativa dos 20 anos desta importante editora de world music, que deu a conhecer a muita gente a arte de Ali Farka, dos músicos cubanos recuperados no projecto Buena Vista Social Club (na foto), de Oumou Sangare, Toumani Diabaté, Sierra Maestra e Afel Bocoum, entre muitos outros...
VÁRIOS
«WORLD CIRCUIT PRESENTS...»
World Circuit/Megamúsica
A World Circuit - liderada por Nick Gold, que tem no fantástico engenheiro-de-som Jerry Boys o seu braço-direito - começou por ser uma pequena agência de concertos. Mas quando cresceu como editora fê-lo de uma forma honesta e límpida, dando sempre aos músicos contratados excelentes condições de gravação, patrocinando parcerias frutuosas com outros produtores e músicos (Ry Cooder, Pee-Wee Ellis, Youssou N'Dour...) e abrindo-lhes, muitas vezes, as portas para digressões de sucesso em todo o mundo. Dar os parabéns à World Circuit é pouco. (8/10)
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