Mostrar mensagens com a etiqueta OliveTree. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta OliveTree. Mostrar todas as mensagens

19 julho, 2011

Festival Ecos da Terra Com Dazkarieh, Uxu Kalhus e Velha Gaiteira


O Ecos da Terra III vai decorrer de 18 a 20 de Agosto, em Celorico de Basto. Aqui fica o comunicado:


"A terceira edição do festival “Ecos da Terra”, tal como nos anos transactos pretende divulgar novos conceitos à região de Basto e dar a conhecer o que de bom tem a nossa terra, como a beleza paisagística, a gastronomia, os serviços, o artesanato e as maravilhosas gentes de Basto. Conceitos esses que vão desde a música, passam pela dança e teatro, aos usos e costumes, à arte, aos produtos tradicionais e à natureza.
Em termos musicais, é de nosso interesse promover a música tradicional portuguesa e do mundo, tentando também promover a música tradicional existente na região (Grupos de bombos e ranchos folclóricos). Ainda relacionado com a música, realizar-se-ão demonstrações de vários instrumentos musicais não usuais e danças portuguesas e do mundo.
Desenvolvimento do projecto
Este ano, tal como aconteceu no ano passado, o festival Ecos da Terra terá a duração de 3 dias, realizando-se nos dias 18, 19 e 20 de Agosto.
Mais em concreto, o primeiro dia será numa quinta-feira que servirá como recepção aos campistas e com um concerto no centro da vila celoricense, de forma gratuita para que todos possam usufruir do evento. No fim do concerto, tal como aconteceu no ano passado, realizar-se-á um cortejo até á zona dos bares da vila celoricense.
Para o segundo dia (sexta-feira) durante a tarde, haverá como habitual, exposições de artistas e artesãos da região, assim como workshops de danças e instrumentos tradicionais, para os visitantes aprenderem a bailar e a tocar, e assim estarem mais preparados para a noite de concertos. Durante a noite começarão os espectáculos musicais, com a actuação de quatro bandas.
No sábado de manhã realizar-se-á um workshop de ioga, e para quem estiver interessado em conhecer melhor a nossa terra, poderá fazê-lo através de um passeio pedestre que passará por alguns pontos de grande interesse do nosso concelho.
Durante a tarde, haverá novamente workshops de diversos instrumentos musicais e danças e ainda a III MostrArte, Mostra de Arte organizada para que todas as pessoas possam mostrar tudo aquilo que sabem fazer de melhor. A noite será igualmente dada ao espectáculo musical.
Daremos a conhecer alguns dos produtos regionais produzidos no concelho, assim como algumas das associações recreativas, que esperamos que com iniciativas como estas nunca venham a desaparecer. Aos jovens celoricenses proporcionaremos um fim-de-semana diferente e daremos a conhecer a música tradicional que agora está muito em voga.
Por fim, tentaremos sensibilizar as pessoas para a questão ambiental e ecológica, para tal, tomaremos algumas medidas, entre elas: a separação de lixo no recinto de espectáculos, e o uso de uma caneca alusiva ao festival, de modo a diminuir em larga escala o uso de copos de plástico durante o evento.

A 3ª edição do Festival Ecos da Terra vai ter o prazer de contar com a presença de:

Quinta-Feira, dia 18 de Agosto
Tuttis Catraputtis
Dj Kitchen (Tiago – Roncos do Diabo)

Sexta-Feira, dia 19 de Agosto
Velha Gaiteira
Karrossel
Roncos do Diabo
Uxu Kalhus

Sábado, dia 20 de Agosto
Rakia
Madandza
Dazkarieh (na foto)
Olive Tree Dance

Preços:
Quinta-feira, 18 de Agosto – Concerto Gratuito
Sexta-feira, 19 de Agosto – 13 euros
Sábado, 20 de Agosto – 14 euros
Geral – 20 euros
(Workshops e Campismo Gratuitos)

www.festivalecosdaterra.com"

06 março, 2011

Colectânea de Textos no jornal "i" - XXIII


Afinal o que é a música portuguesa?
Publicado em 28 de Janeiro de 2010

Um comentário de um leitor deste jornal, na sua versão online, ao meu último texto fez-me pensar na seguinte questão (e nalgumas outras, paralelas): afinal o que é a música portuguesa? O comentário, justíssimo!, referia-se à ausência dos Buraka Som Sistema (na foto) na lista das mais relevantes exportações da música portuguesa. Nesta coluna, há alguns meses, eu próprio apontava a saudável ironia que é o facto de os artistas musicais residentes em Portugal mais conhecidos, actualmente, no estrangeiro serem Mariza (que nasceu em Moçambique) e os Buraka Som Sistema (em que apenas um elemento é português e com a própria música do grupo a ser um misto de música angolana, jamaicana e norte-americana). E é aqui que está parte da questão. O que é a música portuguesa? É apenas a música feita por portugueses, cantada em português, com raízes portuguesas (urbanas como o fado ou rurais como os corridinhos ou o cante alentejano)? Deveremos fazer a distinção entre "música portuguesa", "música feita por portugueses" (seja de que género for, desde que os músicos sejam nacionais) e "música feita em Portugal" (feita por portugueses e também por estrangeiros residentes em Portugal)? E onde encaixar aqui os inúmeros estrangeiros, residentes nos respectivos países, que cantam ou tocam fado? Isto é: fazem mais "música portuguesa" a fadista catalã Névoa, os Blind Zero ou o Ricardo Rocha, que toca instrumentais em guitarra portuguesa mas que a leva para outros universos musicais?



Outros caminhos do fado
Publicado em 04 de Fevereiro de 2010

Há variadíssimas colecções de discos de fado. Só para citar algumas, há a do jornal "Público" (que conta a história do fado, com notas importantes de Rui Vieira Nery); há uma mais recente da CNM (Companhia Nacional de Música); "The Best of Fado - Um Tesouro Português", da EMI; as lindíssimas caixas "Divas do Fado" e "Fado sempre! Ontem, hoje e amanhã", ambas da Difference; etc. E haverá, no futuro, a mais aguardada de todas: a edição em CD dos velhos discos de fado (e não só) em 78 rpm, coleccionados por Bruce Bastin, e que será editada, ao que presumo, pela Tradisom. Esta de que falo hoje, "Alma Lusitana", é uma edição conjunta FNAC/iPlay: seis CD que fazem uma viagem global e bastante aliciante por várias décadas de fado, tanto pelos seus cantores como pelos intérpretes de guitarra portuguesa - estão aqui os inevitáveis Carlos Paredes e Armandinho, Alfredo Marceneiro, Tristão da Silva e Carlos do Carmo, Amália Rodrigues, Beatriz da Conceição e Hermínia Silva... E que também surpreende pela quantidade de nomes novos e desviantes que inclui. Um dos CDs - e logo o primeiro da série! - intitula-se, exactamente, "Outros Caminhos", e nele aparecem nomes como A Naifa, Donna Maria ou os Atlantihda (na foto), mas também os Cool Hipnoise, Sam The Kid, Ana Deus (Três Tristes Tigres) ou M-Pex. Noutros CDs estão Pedro Jóia e Catarina Moura (Brigada Victor Jara), com a sua participação em "Fados", de Carlos Saura. Todos a mostrar que há muito fado para além das fronteiras do fado.



Tradição é a transmissão do fogo...
Publicado em 11 de Fevereiro de 2010

Há uma fase de Gustav Mahler que está a fazer uma saudável escola entre a comunidade "trad" portuguesa: "A tradição é a transmissão do fogo, não a veneração das cinzas." E isso reflecte-se na música de muitos dos novos grupos e artistas portugueses. De muitos deles já falei aqui - ainda a semana passada foram referidos nesta coluna vários desvios ao fado -, havendo hoje espaço para mais cinco. Nos seus discos de estreia, o álbum "Dentro da Matriz" e o EP "Electrónica cá da Terra", respectivamente, os Omiri (projecto a solo de Vasco Ribeiro Casais, dos Dazkarieh) e os Charanga mergulham de cabeça na tradição e transformam-na em música absolutamente moderna e actual. Os Omiri vão a várias danças tradicionais europeias e injectam-lhes distorção e heavy-metal, mas também... drum'n'bass. Ao drum'n'bass e a outras tipologias electrónicas vão também os Charanga, estes mais empenhados em recriar temas profundamente portugueses. No seu novo álbum, "Senhor Galandum", os veteranos Galandum Galundaina (na foto) não prescindem da música tradicional transmontana, cantada em mirandês e tocada com instrumentos acústicos, mas também surpreendem quando dão a Hugo Correia (Fadomorse) a remistura electrónica de "Nabos (cun alheiras i bino)". A cantora Claud recria e bem, no seu novo álbum "Pensamento", temas de Sérgio Godinho, Jorge Palma e Trovante. E os OliveTreeDance dão três voltas ao malhão - em "Viva o Malhão", do EP "Urbano Roots" - com didgeridoo e percussões trance!

19 agosto, 2010

Ecos da Terra na Recta Final do Verão


O Ecos da Terra, em Celorico de Basto, começa já hoje. Aqui fica a programação e a notícia, directamente sacadas ao camarada Luís Rei, das Crónicas da Terra.

"Celorico de Basto recebe de 19 a 21 de Agosto mais uma edição do Festival Ecos da Terra com um cartaz de música portuguesa (e não só) variado e consistente.

Além da divulgação musical, o Ecos da Terra, pretende divulgar o que de melhor existe na região de Basto em termos de beleza paisagística, gastronomia, artesanato e, «claro, as maravilhosas gentes» locais.

Programa:

19 de Agosto (Quinta-feira)

Tuttis Catraputtis.

20 de Agosto (Sexta-feira)

Bilan;
Mosca Tosca;
Roncos do Diabo;
Olive Tree Dance.
Workshops/Actividades diurnas:
Aula de Yoga;
Workshop de Danças Tradicionais;
Workshop de Didgeridoo;
Workshop de Percussão;
Workshop de Danças Africanas.

21 de Agosto (Sábado)

Toques do Caramulo;
Uxu Kalhus;
Galandum Galundaina;
Melech Mechaya (na foto).
Workshops/Actividades diurnas
Aula de Yoga;
Workshop de Danças Tradicionais;
Workshop de Danças de Miranda;
Workshop de Fotografia;
MostrArte.

Bilhetes para os concertos
19 de Agosto – Entrada Gratuita;
20 de Agosto – 12 euros;
21 de Agosto – 13 euros;
Passe 3 dias – 20 euros.
Os Workshops e campismo são grátis"

02 dezembro, 2009

Etnias - O Contagiarte Mexe Outra Vez (no Sá da Bandeira)!


O Raízes e Antenas - que tem andado um bocado ao abandono por manifesta falta de tempo (e alguns espirros) do seu autor - regressa para dar conta da nova edição do festival Etnias, uma organização do Contagiarte que, desta vez... decorre no Teatro Sá da Bandeira, no Porto. O comunicado do camarada Osga (programador do festival):

«Chegou o Inverno e como de costume o FESTIVAL ETNIAS!

Pessoalmente fico imensamente feliz nesta época, onde o desconforto do frio nos recolhe, nos faz reflectir no verão que passou, nas noites quentes ao som dos tambores, uma fogueira acesa, aquela dança, aquela viagem...

... e poder transmitir este evento que tanto me preenche como ser humano, é também um convite a todos/as para durante 3 dias reviver e viajar pelas músicas e as danças do mundo num espaço idílico recheado de história que é o Teatro Sá da Bandeira na cidade do Porto!

Em meu nome pessoal, e com todo o apoio dos MU - Associação Cultural, um bem haja a todos!

... 7 dias da semana, 7 notas musicais, 7 vidas do gato, 7 cores do arco-íris, 7 velas do candelabro, 7 os pecados, 7 os cadeados, 7 as maravilhas do mundo, 7 é o número... mágico!

Até breve,
Agradeço toda a divulgação
Hugo Osga


FICA AQUI O PRESS RELEASE DO FESTIVAL:


FESTIVAL ETNIAS

ETNIAS – Festival de Músicas do Mundo
7ªedição / Dez. 2009
Nos dias 10, 11 e 12 de Dezembro o CONTAGIARTE está no Teatro Sá da Bandeira com a 7ª edição do festival de músicas do mundo - ETNIAS

Os ritmos e culturas que não queremos ver perdidos, tesouros da humanidade, traduz-se, para nós, no Etnias, um festival que celebra as sonoridades e danças das culturas de povos do mundo, desejando aproximar-se cada vez mais do propósito da world music, ou seja, promover a harmonia e o entendimento entre culturas.

A programação da edição deste ano assenta fortemente em projectos com sons de raíz africana, mesclados por outros sons como os das Caraíbas, da Índia, do Oriente, Austrália, Cuba, Uruguai ou Brasil. Contudo contempla também projectos direccionados a outro tipo de sons e etnias, como os Karrossel, um recente projecto nascido na cidade do Porto, dedicado à recolha e pesquisa, que ensina danças tradicionais, essencialmente portuguesas, mas também do resto da Europa.

O Etnias celebra também o aniversário do Contagiarte, foi este o evento que abriu as portas a um espaço cultural que se transformou num dos mais emblemáticos da cidade e do país. Durante três dias consecutivos, 10, 11 e 12 de Dezembro, o Contagiarte e o Etnias celebram seis anos de cultura.

QUINTA- FEIRA 10 DEZEMBRO

-KARROSSEL (na foto)
-OLIVETREEDANCE
-DJ OSGA - NOITES FOLK

SEXTA-FEIRA 11 DEZEMBRO

-SEMENTE
-ESCOLA SEMENTINHA
-NAÇÃO VIRA LATA
-DJ GOLDENLOCKS - WORLD MUSIC

SABADO 12 DEZEMBRO

-KILANDUKILU
-WINGA KAN
-TERRAKOTA
-DJ XIBATA -REGGAE, WORLD, DANCEHALL


Programação: Hugo Osga
Direcção de Produção: Ana Saltão
Direcção Técnica Rui Oliveira
Design: Paulo Gomes
Fotografia: Hugo Lima
Produção e Logística: Thomas Gawrisch
Comunicação: Daniela Reis
Técnicos: João P. Jorge e Rui Reis
Produção: Acaro».

Mais informações, aqui.

22 setembro, 2009

d'Orfeu - Vêm Aí Mais Três Festivais!


São logo três, quase de uma vez: o OuTonalidades (em que dezenas de grupos nacionais e galegos visitam muitos locais de Portugal e da Galiza, a começar já no dia 25 de Setembro, decorrendo até 19 de Dezembro); e, em Águeda, O Gesto Orelhudo (festival de música, humor, teatro, mímica...), de 2 a 9 de Outubro, e com outro festival lá dentro, o Festival i, dedicado ao público infanto-juvenil (dias 4 e 5 de Outubro). Os nomes dos participantes nestes dois festivais seguem aqui mais à frente, os do OuTonalidades vão já aqui: Fadomorse (na foto), Som do Galpóm, Taberna Revisitada, Mu, Son+d2, Mistura Pura, Raspa de Tacho, OliveTreeDance, Fases da Lua, Velha Gaiteira, Samasati, A Barca dos Castiços, Pé na Terra, De Outra Margem, Ósmavati, Beatriz Portugal Jazz Quintet, Paul da Silva, Carmen Dor, Banda Potemkin, Uxu Kalhus, Chauffeur Navarrus, Country Dust, Quarteto Sofia Ribeiro, Bukowski Blues Trio?, Aló Django, Coanhadeira, Amar Guitarra, Lamatumbá, Comcordas, Quimera Quinteto, Portrait, Toques do Caramulo, Modulok Trio, Noiserv e Trisonte.


OUTONALIDADES:

«Quando, a 24 de Setembro, arrancar o roteiro de 74 concertos desta 13º edição do OuTonalidades, um mapa imaginário unirá os 24 espaços de música ao vivo que compõem esta grande rede que se estende de Ferrol, no topo norte da Galiza, até Tavira, em plena costa algarvia. A relação transfronteiriça com a Galiza desde 2008, fruto do convénio entre d’Orfeu e AGADIC, veio apurar o modelo do evento coordenado, sempre em franca expansão geográfica, pela associação aguedense.

Um grande evento dedicado ao pequeno formato: assim se entende o OuTonalidades, cada vez mais. Pelas novas oportunidades de circulação que proporciona a dezenas de pequenos grupos e artistas. E pela inigualável bolsa de programação de que beneficia o nicho cultural de espaços de música ao vivo, bares associativos e cafés-concerto que constitui, a cada edição, a rede do OuTonalidades.

Este ano, inscreveram-se 217 grupos portugueses e galegos, dos quais, numa 1ª fase, foram pré-seleccionados 95. Após um longo processo de programação, em função das preferências dos espaços parceiros, o cartaz de 2009 apresenta um total de 33 grupos que farão os 74 concertos do circuito. Em 2009, o evento cresce em número de espaços, de grupos e de concertos programados, tanto em Portugal como na Galiza. A cooperação iniciada em 2008 entre o OuTonalidades e a Rede Galega de Música ao Vivo, circuitos congéneres dos dois lados da fronteira, proporciona agora a presença de 7 grupos portugueses na Galiza e 11 grupos galegos em Portugal, num total de 47 concertos em regime de intercâmbio.

De 24 de Setembro a 19 de Dezembro, durante 13 fins-de-semana, o cartaz vai do jazz ao tradicional, do rock ao fado, do ska aos blues, do experimental às músicas do mundo. A festa e a diversidade são marcas distintivas das programações do OuTonalidades, evento rotativo de música ao vivo que começou por ser, há treze anos, um pequeno circuito local de bares em Águeda, cidade que continua a ser epicentro do circuito agora luso-galaico».

O GESTO ORELHUDO E FESTIVAL I:

«Já é conhecido o programa do 8º Festival ‘O Gesto Orelhudo’, certame de referência dedicado à musicomédia internacional que se realiza em Águeda. Abre com uma estrela mundial - Michel Lauzière - no Cine-Teatro São Pedro e prossegue toda a semana na Tenda do Espaço d’Orfeu. A edição deste ano, de 2 a 9 de Outubro, reserva ainda espaço para o surgimento de um cartaz dedicado ao público infantil e familiar, o Festival i, nas tardes de 4 e 5 de Outubro, com programação non-stop repartida por vários espaços da cidade.

Este ano, são destaques d’ O Gesto Orelhudo a excentricidade musical do canadiano Michel Lauzière, as acrobacias dos musiclowns italianos Teatro Necesario, as incríveis e pouco convencionais marionetas do catalão Jordi Bertran, a irresistível animação de rua dos britânicos The Hot Potato Syncopators, a comicidade musical dos italianos Microband - que regressam este ano -, a delícia do teatro músico-gestual dos Peripécia, o irónico choques de culturas de Africanízate da dupla Carlos Branco / Manecas Costa, a estupenda presença cénica dos norte-americanos Moriarty e a inigualável revolução dos Homens da Luta.

Entretanto, nos dias 4 e 5 de Outubro (domingo e segunda-feira feriado), apresenta-se a mais fresca novidade do calendário cultural d’Orfeu: o Festival i, um evento dedicado ao público infantil e familiar, após as bem sucedidas experiências pontuais de programação para este segmento nos últimos dois anos. O programa do festival i, non-stop em ambos os dias, apresenta a consagrada Companhia do Chapitô, as marionetas do catalão Jordi Bertran, o espectáculo músico-teatral do tubista Sérgio Carolino com a SA Marionetas, o projecto de percussão Crassh, as danças para crianças de Carlos Alves com coros infantis, as novas tecnologias da Miso Music, a excentricidade de Niño Costrini, os chapéus de Oswaldo Maggi, os contos infantis do Pinto Pançudo e ainda, pelas manhãs, duas diferentes propostas artísticas para bebés.

A 8ª edição do Festival “O Gesto Orelhudo”, tal como o novo Festival i, é uma co-produção da d’Orfeu Associação Cultural e da Câmara Municipal de Águeda, com o apoio oficial do Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes, para além de uma imensa série de apoios locais, regionais e nacionais, para um festival que é uma referência temática no país e um dos grandes veículos de projecção cultural exterior da cidade de Águeda».

Programa detalhado d'O gesto Orelhudo, aqui.

Programa detalhado do Festival i, aqui.

Programa detalhado do OuTonalidades, aqui e aqui.

17 setembro, 2009

Chocalhos - A Transumância Celebrada em Alpedrinha


De 18 a 20 de Setembro, Alpedrinha (Fundão) recebe de novo o Chocalhos - Festival dos Caminhos da Transumância, que - entre muitos outros - tem como destaques concertos de Teresa Salgueiro, Foles da Beira, Gnawa Al-Baraka, Dazkarieh, Tok'Avacalhar, Danae (na foto) e OliveTree. O programa completo:

«A transumância uniu, desde sempre, geografias e paisagens, costumes e gentes. Hoje, essa pluralidade, mais do que relembrar as sociedades passadas, assume um valor patrimonial de excelência. Património colectivo que este evento cultural pretende revivificar com um alargado conjunto de iniciativas, cruzando a música pastoril, os produtos locais com as paisagens, a realidade com os sonhos.

Programa

18 Setembro

14h00
"Agora conto eu" – Acção de Formação | Biblioteca Municipal do Fundão

Uma acção de formação para técnicos bibliotecários e outros agentes de educação, com coordenação da contadora de histórias Joaninha de Almeida, técnica de Serviço Educativo da Biblioteca Municipal de Mora e do Fluviário de Mora

19h00
Abertura Oficial | Ruas de Alpedrinha

Desfile dos Zabumbas de Alpedrinha
Desfile de Pifaradas de Álvaro
Desfile do Grupo de Gaitas de Foles "Transumância"
Desfile do Grupo de Gaitas de Foles "Os Carriços"
Desfile do Grupo "Tok'avacalhar"
Desfile do Grupo de Bombos do Alcaide
Desfile de Acordeonistas
Desfile do Grupo "Foles da Beira"
Desfile com os “Ovelha Negra”(inserido no Festival Étnico)

21H00
Animação de rua pelos grupos participantes no desfile | Ruas de Alpedrinha
Actuação da Tuna Académica | Largo Padre Santiago

21H30
Foles da Beira | Largo da Igreja

Grupo de Musica Popular da Casa do Povo | Largo da Fontainha
F. Beira | Capela do Leão

22H00
Concerto - Gnawa Al-Baraka| Largo do Chafariz

Grupo de Música Tradicional de Marrocos
(Inserido no Festival Étnico 2009)

Grupo de Fados| Largo do Salão Paroquial
Acordeonista "Sertório"| Capela do Leão
Cottas Club| Externato Santiago
F. Beira | Rua dos Valadares

22H30
Foles da Beira | Largo da Fontainha
Grupo de Musica Popular da Escola Secundária do Fundão | Largo da Igreja

23H30
Concerto – Dazkarieh | Largo do Chafariz
Dazkarieh é uma banda de rock e de música tradicional formada em Lisboa em 1999. Partiram da ideia de criar música tendo como inspiração várias culturas do mundo.
Cedo cresceram, tornando-se num dos mais activos e originais projectos da música portuguesa, ao aliarem instrumentos de várias proveniências (gaita de foles galega, acordeão, flauta transversal, tin whistles irlandeses, percussão africana, percussão árabe, baixo e guitarra) e vocalizações numa língua imaginária, criada pelo próprio grupo, com o objectivo de tratarem a voz como um instrumento autónomo e equiparável aos outros.
Vasco Ribeiro Casais - Nyckelharpa, bouzouki, gaitas-de-foles, flauta Luís Peixoto – Bouzouki, bandolim, cavaquinho, sanfona Joana Negrão – Voz, gaita-de-foles, adufe, pandeireta André Silva - Bateria Mais informações: www.dazkarieh.com
(Inserido no Festival Étnico 2009)

Acordeonista "Sertório"| Largo do Pelourinho

24H00
Grupo de Fados | Rua dos Valadares

19 de Setembro

11H00
Arruada pelos chocalheiros de Vila Verde de Ficalho | Ruas de Alpedrinha

15h00
Festa da Lã | Alpedrinha

Carda-se e feltra-se um tapete de feltro ao som dos cantares do Alentejo,
com o Grupo Coral Feminino do Alentejo e a Academia Sénior do Fundão.

(Integrada no Festival Escrita na Paisagem) – Colecção B


16H30
Lançamento do livro "Monte da Touca" de Francisco Belo Nogueira | Capela do Leão

18H00
Animação de Rua | Ruas de Alpedrinha

Desfile dos Zabumbas de Alpedrinha
Desfile do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra
Desfile de Pifaradas de Álvaro
Desfile do Grupo de Gaitas de Foles "Transumância"
Grupo de Bombos de São Sebastião do Barco
Desfile do Grupo de Gaitas de Foles "Os Carriços"
Desfile do Grupo "Tok'avakalhar"
Desfile do Grupo de Bombos do Alcaide
Desfile de Acordeonistas
Desfile da Tuna Académica
Desfile da Fanfarra Sácabuxa
Desfile com os “Ovelha Negra”(inserido no Festival Étnico)

18H30
Lançamento do livro de poesia "Cadernos de Areia" de Luis Maçarico e Cadernos da Aldraba | Capela do Leão

21H00
Animação de rua pelos grupos participantes no desfile | Ruas de Alpedrinha

Concerto – Danae | Largo do Chafariz

Danae, ao longo dos últimos anos, foi à procura de sons, imagens, palavras, histórias que conseguiu modular em melodias próprias com as referências mais variadas.
A música torna-se, sob este ponto de vista, uma prática aberta que encontra na troca de experiências uma mais valia para a produção de um trabalho sem rótulos.
As letras e as músicas, da autoria da Danae, inserem-se dentro de um campo de possibilidades criativas de difícil “ajuste” num estilo definido.
O novo projecto musical nasce após a redacção quotidiana de pequenas histórias escritas e vividas. O novo trabalho “ CAFUCA”, vai ser ter lançado em Março deste ano e conta com um formato musical simples mas que não vai deixar ninguém indiferente pela originalidade dos instrumentos envolvidos e pela riqueza e diversidade de sons e influências.
Mais informações: www.myspace.com/danaexdanae
(Inserido no Festival Étnico 2009)

Actuação do Rancho Folclórico da Casa do Concelho de Pampilhosa da Serra | Largo da Igreja

Tuna Académica | Largo do Externato

Acordeonista "Sertório" | Largo do Salão Paroquial

21H30
Grupo de Fados do Fundão | Largo da Fontainha

22H00
Grupo de Bombos de São Sebastião do Barco | Largo da Igreja

22H30
Concerto ”Matriz” - Tereza Salgueiro com Lusitânia Ensemble | Largo do Chafariz

“Matriz é o nome que escolhi para apresentar este projecto em que pretendo partilhar convosco uma experiência musical que nos levará através do tempo e do espaço, tendo como fio condutor as palavras, os sons, as melodias e ritmos de vários autores, épocas e regiões de Portugal.”
“Recuando até ao Século XIII, construiu-se um percurso que visita as cortes palacianas e a tradição dos trovadores, mergulhando na expressão popular mais profunda, que se estende pelo Fado e interpreta autores contemporâneos, em busca da origem, da fonte, da Matriz.”
“Centrou-se a procura naquilo que se mantém e se desenvolve, no próprio respirar dos tempos - a chave e evocação de um universo de costumes, de histórias contadas, de formas de pensar e sentir, de desejos e sonhos, esboços de um carácter português.”
“É para mim uma honra e alegria imensas poder contar com um elenco de músicos extraordinários, reunidos por Jorge Varrecoso Gonçalves – Director Musical do Lusitânia Ensemble – e dispostos a acompanhar-me nesta aventura de levar esta Matriz aos palcos de muitos lugares.”
Tereza Salgueiro

Mais informações:
www.teresasalgueiro.pt

Acordeonista "Sertório" | Largo da Fontainha

23H30
Acordeonista "Sertório" | Rua dos Valadares

24H00
Grupo de Fados do Fundão | Largo do Salão Paroquial

00H30
Concerto – Olivetree | Largo da Fontainha

OLIVETREEDANCE é uma “ode” aos sons da terra e vem dar ênfase à música de dança produzida apenas com instrumentos acústicos: DIDGERIDOO, BATERIA e PERCUSSÃO.
Produzem ideias simples em contextos rítmicos complexos que recordam inspirações vindas do Amor da Fonte Suprema, para ouvirmos e dançar em harmonia nesta Nova Era e elevarmos a nossa consciência contribuindo para o equilíbrio do nosso Planeta e da Humanidade. Com elas vamos ao reencontro dos valores reais do "ser humano", a Paz, a Harmonia, o Amor, a Compaixão, a Liberdade, a Verdade, a Criatividade e sobretudo a Sintonia com a Natureza…

A experiência expandida de OLIVETREEDANCE serve-se da mistura que bombeia Renato Oliveira no didgeridoo percussivo com uma disposição grande da percussão tribal de Tito Silva (congas, djembe, Krin, Berinbau, etc) ao qual se junta a influência contemporânea do kik do Pedro Vasconcelos na bateria, numa linguagem frenética cheia de figuras de estilo bem ao jeito das máquinas da actualidade.

Mais informações: www.myspace.com/olivetreedance

20 de Setembro

08H00
Caminhada com rebanho | Fundão (Praça do Município)

10H30
Arruada pelos Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho | Ruas de Alpedrinha

15h00
Lançamento do Livro " Histórias de um Tapete" | Alpedrinha

O livro “Histórias de um tapete” é contado, ele mesmo sobre um tapete de feltro, pela contadora de histórias Joaninha de Almeida

(Integrado no Festival Escrita na Paisagem) – Colecção B

16h00
Histórias de Chão – Hora do conto | Alpedrinha

Duas histórias sobre o feltro, uma que retrata a produção de um tapete de feltro artesanal e outra que recorre ao mito de Noé e da sua Arca, com a autoria de Regina Guimarães e com ilustrações de Dina Piçarra e Regina Guimarães.

(Integrado no Festival Escrita na Paisagem) – Colecção B


17H00
Desfile | Ruas de Alpedrinha

Desfile dos Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho
Desfile dos Zabumbas de Alpedrinha
Desfile do Grupo de Bombos da Junta de Freguesia do Fundão
Desfile do Grupo de Bombos de Vale de Prazeres
Desfile do Grupo de Bombos das Donas
Desfile do Grupo de Bombos do Souto da Casa
Desfile do Grupo de Bombos Toca a Bombar
Desfile do Grupo de Gaitas de Foles "Os Carriços"
Desfile do Grupo de Chocalhos da Bouça
Desfile do Rancho da Alegria dos Enxames
Desfile de Acordeonistas
Desfile do Grupo "Foles da Beira"

18H00
Animação de rua pelos grupos participantes no desfile. | Ruas de Alpedrinha

21H00
Ruas de Alpedrinha |Animação de rua pelos grupos participantes no desfile
Actuação do Rancho da Alegria dos Enxames | Largo da Igreja
Actuação do Grupo "Foles da Beira" | Largo da Fontainha

21H30
Actuação do Grupo "Foles da Beira" | Largo do Salão Paroquial

22H00
Actuação do Rancho da Alegria dos Enxames | Largo da Fontainha
Actuação do Grupo "Foles da Beira" | Rua dos Valadares
Concerto Clássico | Igreja Matriz»

15 julho, 2009

Andanças - Sob o Signo do Silêncio


Um festival cheio de concertos, bailes, workshops e jam-sessions - entre mil e uma outras coisas - que tem como mote o «silêncio» não é nada habitual. Mas, assim como já nasceram em Portugal dezenas de mini-Andanças, também talvez se torne um hábito, qualquer dia, aprender a ouvir o silêncio que se esconde nas músicas e por entre o ruído. A ideia e o programa do Andanças (embora ainda sujeito a alterações), a seguir:



«BEM-VINDO AO ANDANÇAS 2009! O Andanças é uma rede social in situ: para participar, basta comunicar e deixar-se comunicar. Dedicamos esta edição ao Silêncio esperando que cada um descubra, na Festa, o seu Silêncio e o dos outros.

O TEMA SILÊNCIO
Este ano queremos promover o Silêncio no sentido mais lato possível do termo. Queremos menos poluição sonora, menos poluição visual, menos poluição material, menos resíduos, menos desperdício. Queremos eliminar os ruídos espúrios que nos impedem de ver o essencial da música, do baile, da vida e dos outros. Bem vindos!

COMO SE ORGANIZA A PROGRAMAÇÃO

O Festival Andanças não tem uma maneira de ser vivida, mas imensas. Temos, para isso, 8 espaços de programação, uma diversidade de actividades das 9h às 3h da madrugada, e outras dezenas de actividades como jam sessions, mergulhos nos poços e ribeiras e passeios na serra.

Começa-se o dia com oficinas de aquecimento; de seguida, as tendas acolhem as oficinas de dança até o fim da tarde e acaba-se com massagens. À noite, experimentam-se nos bailes as danças aprendidas ou assiste-se aos concertos.

Outro programa possível durante o dia é a participação em actividades paralelas e para crianças. Propomos uma programação exclusiva ao longo do dia (dança, contos, teatro e outras actividades artísticas).

No Carvalhal tem lugar a programação das Paralelas (oficinas para trabalhar o corpo - circo e expressão dramática - e actividades plásticas, criativas, escritas) e da Fogueira (contos). No Salão assiste-se à programação de filmes, debates, baile e teatro para pais e filhos; na Igreja a conversas sobre o ambiente, salão de música e concertos; no Telheiro a oficinas de instrumentos.

Mais programação: Percursos temáticos nos arredores, animações de rua, desfile de Domingo, e os já famosos Andamentos, Mini Andanças na serra…

MENU: Programação detalhada
BAILES E PALCO ALTO
OFICINAS DE DANÇA
OFICINAS PARALELAS
IGREJA
ESPAÇO CRIANÇA
RANCHOS
ANDAMENTOS
ECO-ANDANÇAS NOVIDADES 2009



BAILES E PALCO ALTO
Para este ano de 2009, haverá um grande número de grupos estreantes no festival quer portugueses, quer estrangeiros. Outros que já não vinham há dois anos regressam ao Andanças.
Estreantes estrangeiros: Zlabya (fr); Les Quintet à Claques (fr); Trio Brisco (it), Hot Griselda (bel); Duo Montanaro/Cavez (fr/bel), Raksedonia (es), Cobblestones (al)
Estreantes portugueses: Magic Folk Pills, Cabaz (na foto), Deu La Deu, Laefty Lo, Ogham, Andarilhos, Uxte.
E os já conhecidos, entre os outros: Naragonia Quartet (bel), Zef (fr), Inquedanzas (gal), Tarentelle Abusive (it), Alafum, Alfa Arroba, Atma, Baileburdia, Mu, Pé Na Terra, Melech Mechaya, Monte Lunai, Olive Tree Dance, King Mokadi, Ventos da Líria, Velha Gaiteira, Mosca Tosca, Fol&ar, Oco, Rabies Nubis, Nação Vira Lata, Roncos do Diabo, Semente, Tanira, Toques de Caramulo, Teresa e Rodrigo Mauricio, João Gentil & Luis Formiga...



OFICINAS DE DANÇA
Eva Azevedo (Escola Sementinha), Paolo Herrera (Andinas), Mariyana Ilieva (Búlgaras), Zé Barbosa (Cabo Verdianas), Umoi Souza (Capoeira), Daniel Peces (Castelhanas), Oscar&Gladys (Chacarera), Carla Gomes (Chamarritas dos Açores), Roger Picken e Sue Wilding (Escocesas), Rita Duarte (Europeias), Erica e Pablo (Forró), Mayuka (Funk), Pétchu (Fusão de Raízes Tradicionais/Kizomba)
Charlotte Bispo (Fusão de danças afro-brasileiras e Oriental), Sofia Franco (Havaianas), XL (Hip-hop), Mirjam Dekker (Holandesas), Ganga Grace (Indianas), Patrícia Vieira (Irlandesas), Monica Sava (Itália do Norte), Abeth Farag (Lindy Hop), Pétchu (Kizomba), Diana Azevedo (Leste), Ana Lage (Minhotas), Elsa Shams (Oriental 1), Crys Aysel (Oriental 2), Ricardo Faria (Salsa para Scottish), Polyanna Jazzmine (Sapateado Americano), Marta Chasqueira (Sevilhanas), Pacas (Street Dance), Oscar&Gladys (Tango Argentino), Juan&Graciana (Tango nuevo), Mirjam Dekker (Turcas & Armenas), Angel Terry (Latinas), Marina Vasquez (Finlandesas).

OFICINAS PARALELAS
A programação de Paralelas no Carvalhal tem a mesma lógica da última edição (2008), existem dois espaços que têm actividades associadas:
- ACTIVIDADES RELACIONADAS COM O MOVIMENTO E ARTES CIRCENSES
Circo em Movimento, Malabarismo e equilibrio, Modelagem de balões, Magia, Lixo com Ritmo, Expressão dramática.
- ACTIVIDADES RELACIONADAS COM AS EXPRESSÕES PLÁSTICAS E CRIATIVAS
Colares em tecido, Cintos com material reutilizado, Escrita Criativa, Construção de didgeridoo, Velas naturais, Artesanato Verde, Reduzir - Reutilizar - Recicl'art.


Nesta edição repensamos as oficinas nos palcos (relaxamento) e tendo em conta o tema "Silêncio" foram criados dois momentos distintos:
MEDITAÇÃO E RELAXAMENTO (Manhã)
Tai Chi Chuan, Dança Circular Sagrada do Coração Único, Dança dos Afectos, Ondas de Respiração, Consciência Corporal e Auto-massagem, Meditação Sufi.
MASSAGEM E RELAXAMENTO (Tarde)
Chi Kung, Massagem Tailandesa Tradicional, Massagem Ayurvédica, Tui Na (Massagem Chinesa), Abraço Terapia, Shiatsu, Segredos do Tantra, O Poder do Erotismo e do Amor, Universo Vibratório.


Fora do Carvalhal, encontra ainda muitas outras actividades:

OFICINAS ECO: Fornos Solares e Cosméticos naturais
FOGUEIRA: Contos com o Marco Luna, Tânia - Camaleão, Barreiro Fernandez, Joana Aguiar, Ana Lage, Encerrado para Obras.
APRESENTAÇÕES E ANIMAÇÃO: Circo em Movimento, Encerrado para Obras, Atropecias, Arte&manhã, Teatrus, Triopuliante.
PASSEIOS E OUTROS: Passeio das Borboletas, Danças Celestes, Visita às Termas, Reencontro da Fraguinha, Santa Cruz da Trapa.
EM DESTAQUE: Acção Sonora "Silêncio! Vamos Escutar Carvalhais": A Binaural propõe uma oficina de paisagens sonoras. Tem o objectivo de preparar uma acção sonora a apresentar ao público do Andanças 09 e consiste no registo de sons da zona de Carvalhais, sua edição, escolha e composição de uma peça sonora de 30 minutos. Será a seguir apresentada no maior número possível de sistemas de som.



IGREJA
Para se refrescar, a Igreja é o ideal! Alem das eco-conversas, logo após o almoço, poderá participar em oficinas de música, apresentações e concertos até as 22 horas.
- Oficina de Adufe, "O que é Harmonia", "Cântigos Sagrados" (Ana Júlia), Tangos, Taças Tibetanas, "Guitarra à Capela" (João Almeida", Pandereitas, Oficina com o Grupo de Trajes e Cantares de S. Cristovão de Lafões.
- Concerto "Dueto de Cordas" (Miguel Guelpi e Maria Corte), Concerto de Taças Tibetanas, Adufeiras de Paúl, InsesunS, Punto sem Nó, Teatro de Bonecos, Peixinho Rosa, Guitarra Portuguesa em Cravo, Winga Kan, Lunduns e Modinhas de Tliquitó, João Gentil, a Presença das Formigas.



ESPAÇO CRIANÇA
O Andanças cuida da curiosidade das crianças com uma programação particular ao longo do dia:

DANÇA: Ana Lage (Dança Minhotas), Grupo da Apelação (Danças Africanas, Samba e Italianas), Rita Bastos (Hip-Hop), Pacas (Street Dance), Rita Rato e Laura Boavida (Um balão também tem sensações), Inês Rego (Dançar com a Natureza e Movimentos do corpo e da alma), Umoi Souza (Capoeira), Mercedes Prieto (Zampadanças), Monica Sava (Danças do mundo).

TEATRO: Agora Teatro (Tamborilando), Triopulante (Sabemos Porque Lemos), Encerrado para obras (Palhaço Troca o Passo), Ana Cris - Raquel Cajão - Nuno Fernandes (Pausas Lendárias da Nossa Terra), O Titeretoscópio - Mini Teatro de Bonecos com Maíra Coelho e Patricia Preiss (O Encantador Encantado / A Equilibrista / Retirantes), Carla Ribeiro - Andreia Ribeiro - Damien Rigal (Teatro Waldorf de bonecos para crianças), Kelly Roberta de Souza Varella (Quixote: as peripécias de um cavaleiro doido), Manu (MANU – Ao Sabor do Vento), Mo de vida - Comercio justo (Teatro de Marioneta).

CONTADORES: Marisa João Tavares da Costa (O Silêncio da Noite), Isabel Silva (Histórias com Marionetas), Ana Manjua (Arte do Conto).

OUTRAS ACTIVIDADES MUSICAIS, PLÁSTICAS E EXPRESSIVAS
Carla Cristina Pita Fernandes (Chiiiuu! - Jogos musicais e sonoros para crianças), Fábio Alexandre Alves fernandes (Sinfonia dos 3 R's - construção de instrumentos musicais),
Sandra Carapau (Oficina de Teatro e Oficina de Construção de Instrumentos), Elsa Sofia Lima Ferreira (Expressão Dramatica), Joana Rita (Pimpidu – Expressão Plástica), Elisa Silveira (Origami, balões, instrumentos), Irene Martins (Macramé e Expressão Plástica), Raquel Oliveira (Música para Bebés), Rute Pinto (Historias para “ver” de olhos fechados: “A Cabra Azul”), Teatrus – Rolando Tavares (Malabarismo), Inês Duarte (Yoga) - e os Bailes para Crianças!



RANCHOS
Sempre presentes, os ranchos participam ao Festival, partilhando o seu conhecimento em Danças Portuguesas. Todos os dias, poderão aprender durante a oficina e bailar à noite.

Grupo de Danças e Cantares da Serra da Gravia (Beira Alta).
Grupo de Danças Raízes Latinas (Rio Gr. do Sul - Brasil).
Grupo Folclórico das Lavradeiras de Meadela (Minho).
Rancho Folclórico S. Tiago de Silvalde - adulto e infantil (Douro Litoral-Sul).
Grupo Folclórico de Portomar - Mira (Beira Litoral).
Rancho Folclórico Os Camponeses de Riachos (Ribatejo).
Rancho da União Cultural e Folclórica da Bobadela (Estremadura).
Grupo Folclórico KUD "IVAN GORAN KOVACIC" (Croácia).
Orquestra Típica e Rancho da S.F.A.A.Coimbra (Beira Litoral).



ANDAMENTOS
Sendo o Festival feito pelos participantes, neste momento o Andanças é o que é devido aos milhares que se reencontram em Carvalhais em cada Agosto. Contudo, estamos cientes de que quando se ganha em variedade e diversidade, algo se perde em proximidade. Os Andamentos vieram em parte repôr essa experiência de contacto mais íntimo com a Natureza e as gentes locais. Dada a experiência positiva das edições passadas, regressam este ano para dar a conhecer três aldeias serranas. Cada Andamento possui um formato semelhante ao Andanças, embora dimensionado à escala e integrando programação local, o que permite participar em diversas actividades e ao mesmo tempo conviver e saborear vivências do Maciço da Gralheira.



ECO-ANDANÇAS NOVIDADES 2009
Quem não sai do Andanças pode usufruir de um momento de mais calma e frescura a seguir ao almoço, debatendo calmamente diferentes perspectivas nas eco-conversas. Este ano, claro, todas dedicadas ao Silêncio: na música ou na poesia, na pessoa ou entre as pessoas. Aguentaremos uma conversa em silêncio? Se não conseguirem, demorem-se antes na relva, convivendo. O importante em todos os casos será viver o momento, é isso estar no Andanças. E não se preocupem se a bateria do telemóvel acabou: peguem numa caneta e escrevam uma carta para casa. Ou enviem um postal para deixar os que lá ficaram invejosos com as paisagens maravilhosas da Região. Este ano será possível comprar selos e enviar cartas dentro da própria aldeia Andanças: parem para escrever o que vos vai na alma!

E se deixarem de encontrar préstimo para o telemóvel, temos um ponto de recolha selectiva para aparelhos eléctricos. Este ponto junta-se a um outro de recolha de rolhas, com o qual o Andanças se soma aos que procuram preservar os montados deste país. Porque o Andanças gosta de promover boas ideias. Como a produção caseira de detergentes amigos do ambiente: continua a ser tão difícil encontrar produtos em que confiemos, que o melhor mesmo é por as mãos à obra. Este ano venha experimentar produzir detergente para a linha de lavagem Andanças! Ou então envolva-se com o tema dos fornos solares e cozinhe o seu próprio almoço com a ajuda do rei-Sol. No Andanças, o tempo dança todo por sua conta».

Mais informações, aqui.

05 junho, 2009

Festival Ecos da Terra - Celorico de Basto, em Agosto


Só tem bandas portuguesas, mas são uma espécie de Selecção A do que de melhor se faz por cá com as músicas de raízes tradicionais (sejam elas portuguesas ou não). E isso é muito bom! O Festival Multicultural de Música Tradicional de Celorico de Basto, ou, resumindo, Festival Ecos da Terra, decorre nos dias 21 e 22 de Agosto, na Quinta do Prado, e inclui concertos, no primeiro dia, dos Roncos do Diabo, Semente, Uxu Kalhus e Mu (na foto, de Hugo Lima), enquanto no segundo actuam os Mosca Tosca, Pé na Terra, Djamboonda e OliveTree (aka OliveTree Dance). Segundo os seus organizadores, o festival tem como «objectivo a divulgação de novos conceitos à região de Basto e dar a conhecer o que de bom tem a nossa terra, desde a beleza paisagística, passando pela gastronomia, ao artesanato e claro as maravilhosas gentes de Basto. Conceitos esses que vão desde a música, passam pela dança e teatro, aos usos e costumes, à arte, aos produtos tradicionais e à conservação da natureza. Em termos musicais, é de nosso interesse promover a música tradicional portuguesa, assim como as mais variadas músicas do mundo. Gostaríamos também de poder oferecer ao público, várias demonstrações/workshops de vários instrumentos e danças, pois o festival irá ter a duração de 2 dias (dia/noite). O local onde o festival terá lugar será ao ar livre numa bonita quinta no centro da bonita vila de Celorico de Basto».

Mais informações, aqui.

07 dezembro, 2008

Festival Etnias - Músicas do Mundo (de Cá) no Contagiarte


Parece que foi ontem, mas o Contagiarte já abriu as suas portas há meia década! E já muito - e de muito bom!!! - se passou por lá. Para comemorar a data, o Contagiarte apresenta mais uma edição do Festival Etnias, no próximo fim-de-semana, com um programa onde se destaca a presença dos OliveTree (na foto), Atlântida (novo projecto de alguns dos nomes ligados aos Frei Fado d'El Rei, Lúmen e Roldana Folk), Madandza e Semente. O programa, completíssimo, aqui em baixo:

«CONTAGIARTE

Espaço de sensibilização, formação e dinâmica culturais


Apresenta


ETNIAS – Festival de Músicas do Mundo

6ªedição / Dez. 2008


Dias 11, 12 e 13 de Dezembro

Evento de comemoração do 5º aniversário do espaço cultural Contagiarte


Os ritmos e culturas que não queremos ver perdidos, tesouros da humanidade, traduz-se, para nós, no Etnias, um festival assente numa programação que celebra as sonoridades e danças das culturas dos povos do mundo. O Etnias celebra também o aniversário do Contagiarte, foi este o evento que abriu as portas a um espaço cultural que se transformou num dos mais emblemáticos da cidade e do país. A edição deste ano conta com os OliveTreeDance (étnico), Atlântida (fusão/worldmusic), Duo Leandro Ferrer e António Dias (jazz manouche), Ma (performance com influências Butoh), Semente (afro), Anaidcram (indiana) e Madandza (afro). Durante três dias consecutivos, 11, 12 e 13 de Dezembro, o Contagiarte e o Etnias celebram em conjunto cinco anos de cultura.


Passados cinco anos, muita coisa mudou. Consolidámos o projecto, conseguimos que, finalmente, ele fosse visto como um espaço de formação, de acolhimento, onde “acontecem coisas”. As pessoas que nos visitam ganharam o estatuto de “ALUNOS”, de “PÚBLICO”. É para isso que cá estamos, para fazê-los participar. Ao fim de cinco anos fizemos deste espaço um ESPAÇO CULTURAL de reconhecimento público. Venham mais cinco!


PROGRAMA


Dia 11, quinta-feira

22h30

MA


Ma significa na língua japonesa, o espaço negativo, entre ou de ligação, onde a dança acontece. Quando sintonizamos o corpo numa determinada frequência, consequentemente obtemos uma ressonância. De acordo com a frequência obtemos ressonâncias diferentes. O mundo, incluindo o nosso corpo e alma, consiste de ondas vibracionais que criam ressonâncias, como ecos. O inimaginável não é um lugar, tão pouco um momento, mas circunscreve-se, como configurações singulares da consciência. Ma é uma aproximação focada no diálogo entre a gravidade e a integração do corpo na imagem e nos sentidos, utilizando a linguagem de dança aérea, butoh, e clown.

Ideia Original Paulina Almeida Música Original Martin Ertl Intérpretes Paulina Almeida e Martin Ertl


Dia 11, quinta-feira

23h30

DUO LEANDRO FERRER & ANTÓNIO DIAS


Uma vez duas velhas raposas juntaram-se para formar um dueto de violões e viajar por um repertório de originais no estilo Jazz Manouche, de originais da autoria de Leandro Ferrer. Este projecto marca também o regresso de Leandro Ferrer aos concertos e ao mundo da música, depois de alguns anos afastado da guitarra, eis que as profusas composições melódicas dos temas apresentados fazem viajar os ouvintes pelo universo do flamenco e do jazz Manouche.


Leandro Ferrer e António Dias violão acústico



Dia 11, quinta-feira

00H15

OLIVETREEDANCE




Com a sua bombástica performance recheada de ritmos tribais étnicos a roçar as sonoridades da dancemusic electro urbana, esta banda não podia ser a melhor para abrir em grande o certame deste ano. Anualmente galardoados pelas suas exibições originais foram no ano de 2008 os NOVOS TALENTOS FNAC e serão graças ao prémio de melhor musica no concurso ROCK RENDEZ WORTEN a banda que entrará na compilação NOVOS TALENTOS WORTEN 2009. Com a união do Didgeridoo Bateria e Multipercussões espera-se, na cave, momentos Underground de folia total. - Vamos Subiiiirr!!!


http://www.myspace.com/olivetreedance


01H00

NOITE FOLK – noite de danças tradicionais europeias conduzidas pelo programador do festival, Hugo Osga.



Dia 12, sexta-feira

22h15

ATLÂNTIDA


O grupo Atlântida nasce como um processo natural da aproximação de músicos influenciados por vários estilos musicais e pelas suas diferentes personalidades.
Deste encontro resulta uma original fusão de géneros com variações a nível do tempo, do estilo e do ritmo com uma dinâmica muito própria. Através da voz, das percussões, das duas guitarras, do baixo acústico, do violoncelo e do acordeão, viajamos ao mundo do Fado na companhia dos acordes do flamenco e os ritmos do tango.


Alexandra Guimarães voz principal João Campos guitarra clássica, flauta e voz
José Flávio Martins baixo acústico e percussões Fátima Santos acordeão Miguel Antas Teixeira guitarra e percussões João Paulo violoncelo e percussões


www.myspace.com/aatlantida



Dia 12, sexta-feira

23h45

SEMENTE


Semente é uma amálgama de influências de África (costa Oeste, de etnia mandinga), Cuba, Brasil e Uruguai, entre outros.


Os ritmos poderosos dos djembés, dununs e tambores de Candombé, as chicotadas vigorosas das congas, as melodias encantadoras do balafon, a folia do samba aliam-se às coreografias étnico-contemporâneas, tornando este um espectáculo de forte carácter visual e sensitivo.


Já passaram por muitos palcos, dos quais se destacam: Festa Vmanize It (Hard Club), PortÁfricas II, “Fazer a Festa” (Palácio de Cristal), Festival Etnias (Contagiarte), Festival Andanças (S. Pedro do Sul), Abertura da Casa da Música, Festas de Valldoreix (Barcelona), Boomfestival, Freedom Fest., Fiestizaje’07 e ’08 (Léon, Espanha), Casa das Artes de Famalicão, Plaza de San Francisco (Canárias), entre muitos outros.


www.myspace.com/sementept


Andrés Tarabbia (Pancho) congas, tambor Chico, djembé, dumbas, cajon, repique, caxixi, claves, efeitos, lagostão, repenique Eva Azevedo fundadora, produção, dança, shekeré, chocalhos Dora Borges dança, shekeré , chocalhos Luís Lopes balafone, bolon, krin, dumbas, djembé, shekeré, choca, chocalhos, efeitos Márcio Pinto dumbas, congas, tambor chico, cabaça, caixa, tamborim, pandeiro, caxixi, shekeré, efeitos Mariana Rute Costa voz, shekeré Paulo das Cavernas fundador, djembé, n’goni, bolon, tama, congas, cuica, tamborim, repenique, bongós, choca, efeitos, voz

Vanessa Fernandes dança, shekeré , chocalhos Bilan voz, baixo, dumbas, efeitos



01h00

INNYANGA – sonoridades afro



Dia 13, sábado

22h15

ANAIDCRAM


Anaidcram já leva anos de pesquisa e viagens a vários países, para sentir e aprender desde a raiz. Tendo um trabalho multicultural, a seu ver, só é possível se houver esta interacção cultural criando um espectáculo, que leva também o espectador a sentir o sabor destas várias viagens, através da musica, dos instrumentos, dos diferentes idiomas usados nos temas ,da riqueza das danças, desde as clássicas às tradicionais, de cerimonias ou da colorida indumentária . Tudo isto cria um espectáculo único, cheio de poesia musical e de movimento.


Marc Planells sitar, alaud ,kangira e canto Ricardo Passos percussão, saz e canto Diana Rego dança

www.myspace.com/anaidcramdance

Dia 13, sábado

23h45

MADANDZA


"Não há música sem prazer, nem há prazer sem música." provérbio Malinké. Madandza é um grupo de percussão e dança tradicional malinké. Fundado em 2004, é um projecto que se baseia na pesquisa e exploração da cultura malinké (cerimónias, rituais e tradições ancestrais da zona oeste de África). Madandza é igualmente reconhecido por desenvolver e colaborar em vários projectos de acção social, de acção educativo/cultural e de acção comunitária com as populações desfavorecidas. ACÇÃO SOCIAL – Madandza tem integrado e desenvolvido projectos direccionados para grupos de risco (crianças e jovens desfavorecidos); na área da gerontologia e na área do ensino especial. ACÇÃO EDUCATIVO/CULTURAL – Estas acções pretendem alertar junto das comunidades locais, para a necessidade do diálogo inter-cultural e do respeito pelas diferentes tradições e estilos de vida. ACÇÃO COMUNITÁRIA – Madandza tem colaborado com diversas organizações de índole social e comunitária (ISU, APPACDM), assim como pretende desenvolver projectos comunitários como o realizado em 2007/2008 designado “Viana-Conakry” ACÇÃO ARTÍSTICA – O grupo é actualmente constituído por 5 músicos, três bailarinas e uma vocalista. Tanto a sua vertente de espectáculo como de animação são reconhecidas pela qualidade musical e coreográfica, pela energia de palco e pela capacidade de expressar simbolicamente sentimentos e valores culturais associados ao império malinké.



Músicos Armando Santos, Pedro Amaro, Zé Puto, Pedro Veloso, Nuno Presa

Bailarinas/ Voz Isa Santos, Rita Santos, Bárbara Gonçalves e Fabíola Fernandes


http://www.myspace.com/madandza


01h00

Fuego & Tumbao – sons latinos



ACTIVIDADES PARA-FESTIVAL


WORKSHOP DE DANÇA CLÁSSICA INDIANA

Professora: Diana Rego

Dias: 15 e 16

Horário: 18h00 às 20h00

Valor: 30€


Odissi é o nome da dança do Este da Índia. Inicialmente esta dança era realizada dentro dos templos de Orissa, como uma das principais oferendas a deus

Odissi é caracterizado pelos seus movimentos suaves e líricos contrastando com outros exactos e precisos. Tem um forte lado feminino, devocional, belo e vasta qualidade expressiva, assim como um intricado trabalho rítmico acompanhado pelo pakawaj drum, que é seguido lealmente pelo “sapateado a pé descalço “ do bailarino.


Esta dança é uma meditação em movimento. O corpoo torna-se uma escultura e dança contando histórias da mitologia hindu. Este curso é de interesse para todo o tipo de bailarino e performer, pois há um forte trabalho de consciência corporal, rítmica e expressiva (teatral).


Exposição de Fotografia

Inaugura dia 9 de Dezembro

22h30

Rota da Seda e Cazaquistão de baixo orçamento


Estas são algumas fotografias que contam a história de uma viagem de quatro semanas que percorre parte da histórica Rota da Seda da Ásia Central, na Quirguízia e no Uzbequistão, e numa parte do Cazaquistão. Passei por lugares míticos, como Tashkent, Samarcanda e Bukhara. Quase todos têm uma história que começa séculos antes de haver qualquer forma mais organizada de civilização na Europa Ocidental. Foram palco de intensas trocas comerciais, culturais e intelectuais entre o Ocidente e o Oriente, que só diminuíram com a descoberta da rota marítima para a Índia pelos portugueses. A era soviética não podia ser mais diferente. O planeamento urbanístico cinzento típico e o culto da personalidade dos líderes deixaram as suas marcas. É em grande parte este contraste que é interessante mostrar.


Joost De Raeymaeker fotojornalista


Sobre o fotógrafo

é um fotojornalista belga residente em Lisboa. Depois de ter tirado um curso superior como músico no jazz-studio em Antuérpia e de ter feito a licenciatura em história na ufsia em Antuérpia, na flup no Porto e na rug en Gent, dedicou-se durante alguns anos à segurança informática como sócio gerente da rsvp consultores associados. Depois destes anos a usar demasiado o seu hemisfério cerebral esquerdo, voltou aos bocados a activar o seu hemisfério direito através de uma paixão dormente, a fotografia. Primeiro dedicou-se à impressão a preto e branco e usou o tempo para aperfeiçoar a técnica fotográfica. Em 2004 dedica-se definitivamente à fotografia, na área do fotojornalismo. Expôs em Portugal, na Irlanda, na Bélgica e publicou em vários títulos nacionais como o expresso (única), grande reportagem, notícias sábado, futebolista, evasões, destak, toportugal, magazine - grande informação, e internacionais como metro, télérama, le monde 2 (frança), tv sorrisi, popʼs (itália), souls, the express (usa) e muitas outras. A sua paixão é desenvolver reportagens de fundo sobre assuntos sociais do nosso tempo, mas ao mesmo tempo não tem vergonha nem medo de fotografar casamentos, baptizados, retratos ou de cobrir eventos.



Para mais informação seguem contactos:

Produção – Ana Saltão 91 604 70 40

Comunicação – Daniela Reis / Ana Saltão 222 000 682 (espaço Contagiarte)

Programador – Hugo Gomes (Osga) 96 244 36 41

contagiarte@contagiarte.pt

Entrada livre no dia 11 de Dezembro, comemoração do 5º aniversário do espaço cultural Contagiarte;

Restantes dias, entrada 2€.»

19 setembro, 2008

Hertha - Ainda Mais Dança no Contagiarte


A terceira edição do festival Hertha - Encontro de Sons e Danças do Mundo volta a ocupar o Contagiarte, Porto, no final deste mês. E, desta vez, com workshops de LuJong, danças ciganas, dança africana tribal, dança clássica indiana, dança cabo-verdiana e didgeridoo, um concerto de taças tibetanas e outro de didgeridoo (por Renato, dos OliveTree), as «Noites Folk» do camarada Osga e um baile de danças tradicionais europeias pelos Bailebúrdia. Aqui em baixo segue o programa completo:

«HERTHA

III ENCONTRO DE SONS E DANÇAS DO MUNDO

25, 26 e 27 de Setembro 2008



PROGRAMA:

Dia 25, Quinta-feira:

16h às 18h – Workshop de LuJong por Ana Taboada

Bióloga, massagista em Terapias Orientais, Professora de Yoga Integral e Lu Jong, Monitora de Workshops & Concertos de Sons Sagrados do Oriente em Taças Tibetanas & Gongos.

Lu Jong é uma expressão tibetana que significa, literalmente, treino (Jong) do corpo (Lu), ou movimento do corpo.
Há milhares de anos atrás, os eremitas, que viviam em remotos lugares nas montanhas, longe de qualquer ajuda médica, sentiram necessidade, de criar técnicas de auto-tratamento, que os ajudassem a equilibrar todo o corpo, trabalhando os vários meridianos, os vários órgãos e os vários membros. Assim, com base nos ensinamentos da Medicina Tradicional Tibetana, que eles possuíam, desenvolveu-se o Lu Jong. Conservado e transmitido nos numerosos mosteiros budistas como uma técnica secreta tântrica da tradição Vajrayana que se ensinava e praticava entre os monges budistas.
Pensa-se, portanto, que suas origens são anteriores ao Yoga e ao Chi-Kung, na tradição Bon (religião xamane indígena do Tibete).

http://anataboada.blogspot.com

18h30 às 20h30 – Workshop de Danças Ciganas/Balkan Beat por Mónica Roncon

Este workshop inspirar-se-á nas danças ciganas dos Balcãs e da Roménia

Não só estudaremos a técnica, mas também e sobretudo, como aplicar esta técnica ao nosso estilo pessoal, realizando exercícios de expressão, improvisação e criatividade, numa procura de autonomia e autenticidade no movimento. Cedo deixaremos as formas, para alterar os seus códigos, transformando-os e criando novas possibilidades de linguagem e comunicação. Tudo isto, num ambiente rigoroso mas lúdico, fiel à perspectiva Duende da vida e da dança, ao som dos mais loucos ritmos dos Balcãs….

www.danzaduende.org

www.madrugada-cigana.com/monicaroncon


NOITE: Concerto de Taças Tibetanas por Ana Taboada

Solo de Dança Cigana por Mónica Roncon.

“Noites Folk”


Dia 26, Sexta-feira:

16h às 18h – Workshop de Dança Africana Tribal por Marc N’Dannou

Marc N’Dannou espalha as Danças Africanas Tribais, nomeadamente as de Togo, á anos por Portugal e Estrangeiro.

Pelas suas classes passaram já inúmeros bailarinos de renome e centenas de pessoas que pretendem sentir e apre(e)nder o calor das Danças Africanas que Marc transporta consigo.

Desta vez é no Porto a oportunidade de dançar e sorrir ao som dos ritmos africanos.


18h30m às 20h30m – Workshop de Dança clássica Indiana – Odissi, por Diana Rego

Odissi é o nome da dança do este da Índia; Inicialmente esta dança era realizada dentro dos templos de Orissa, como uma das principais oferendas a deus.

Odissi é caracterizado pelos seus movimentos suaves e líricos contrastando com outros exactos e precisos. Tem um forte lado feminino, devocional, belo e vasta qualidade expressiva, assim como um intricado trabalho rítmico acompanhado pelo pakawaj drum, que é seguido lealmente pelo “sapateado a pé descalço “do bailarino.

Esta dança é uma meditação em movimento

o corpo torna-se uma escultura e dança

contando as historias da mitologia Hindu

Este curso é ainda de interesse para todo o tipo de bailarino e performer pois há um forte trabalho de consciência corporal, rítmica e expressiva (teatral).


http://dianadi-dance.blogspot.com

www.myspace.com/dianadi_dance


NOITE: Solo de Dança Indiana por Diana Rego.

Selecta Clandestino.



Dia 27, Sábado:

16h às 18h – Workshop de Danças Cabo-Verdianas por Tony Tavares


Foi em Cabo Verde, mais exactamente em São Vicente que António Tavares (na foto) iniciou o seu trabalho na área da dança, como bailarino do grupo Mindel Stars. Com este grupo faz a sua primeira digressão internacional em 1986, passando pela Holanda, Senegal, França e Macau. Em 1991 funda os grupos Crêtcheu e Compasso Pilon, desenvolvendo um trabalho de pesquisa sobre a dança africana e, principalmente, as danças tradicionais cabo-verdianas.

Pouco depois, recebe uma bolsa de estudo do Atelier Mar e vem para Portugal, onde estuda na Escola Superior de Dança e na Escola de Artes e Ofícios do Espectáculo, onde acaba também por leccionar. Além de trabalhar com importantes coreógrafos portugueses - entre outros, com Olga Roriz, Aldara Bizarro, Francisco Camacho, Rui Nunes e José Laginha - desenvolve ao mesmo tempo os seus próprios trabalhos como coreógrafo e bailarino, seguindo uma linha de criação que se poderia designar por afro-contemporânea.

18h30m às 20h30 – Workshop de Didgeridoo por Renato – OliveTreeDance

Renato Oliveira é membro e fundador dos “OliveTreeDance”. Na sua carreira conta já com inúmeras participações com os mais reconhecidos profissionais de Didgeridoo e actuações por todo o mundo.

Reconhecido pelo talento, pela energia e pela técnica, Renato traz neste Workshop um momento de partilha para todos os que quiserem entrar em contacto e comunicar através de um dos instrumentos mais ancestrais que perduram nos nossos tempos.

www.myspace.com/olivetreedance

NOITE: Live Act de Didgeridoo por Renato – OliveTreeDance

Baile de tradição Europeia com os BAILEBÚRDIA


NOTA:

TODOS OS WORKSHOPS SÃO DE NIVEL ABERTO E DIRIGIDOS A HOMENS E MULHERES DE TODAS AS IDADES».

Os workshops podem fazer-se pelo simbólico valor de 30 euros.

Mais informações, aqui e aqui.

18 setembro, 2008

Festival Chocalhos - Alpedrinha Fica Cheia de Música


A edição deste ano do Chocalhos - Festival dos Caminhos da Transumância volta a encher de música as ruas de Alpedrinha. Também com uma forte aposta no teatro e em outras áreas culturais, este festival que começa já amanhã apresenta concertos com os OliveTree, Velha Gaiteira, No Mazurka Band (na foto, de Carlos Daniel Abrunheiro), Milho Verde, Tok’Avacalhar, Tamborinos Muy Gentil e Ishbarian Bagpipes, entre outros. Programa completo, a seguir:

«Chocalhos 2008 - Festival dos Caminhos da Transumância
De 19 a 21 de Setembro em Alpedrinha - Fundão

Programa

A partir de 18 de Setembro | Moagem

[Instalação]
TAPETE DE LÃ DE GRANDES DIMENSÕES

Resultado da oficina de feltro desenvolvida pela Colecção B em co-produção com o Chocalhos - Festival dos Caminhos da Transumância, onde o feltro é utilizado na criação de um tapete de grandes dimensões, envolvendo participantes voluntários e integrando depois uma espécie de dispositivo cenográfico.

Inauguração 18 de Setembro - 21H30

Co-Produção:Colecção B e Chocalhos- Festival dos Caminhos da Transumância
Inserido no Chocalhos 2008-Festival dos Caminhos da Transumância

18 de Setembro | 22h00 | Blackbox da Moagem
19 de Setembro | 14h30 | Blackbox da Moagem (escolas)

[Teatro de objectos]
“OS FIOS QUE A LÃ TECE

A terceira criação da Quarta Parede - Associação de Artes Performativas da Covilhã, “Os fios que a lã tece é um espectáculo concebido a partir do universo da lã, que nos transporta desde os tempos mais remotos do aparecimento da Covilhã e da indústria de lanifícios até ao presente. Os “fios” são os condutores da História e das estórias que marcaram a região e a vida das pessoas “tecidos” neste espectáculo de teatro de objectos. Cada um destes objectos acompanha memórias de vidas, de pessoas, de vivências, que cada um projectou ou projectará de certo nas suas vidas.

FICHA ARTÍSTICA:
Rui Sena_direcção, concepção, desenho de luz, investigação, fotografias
Jeannine Trévidic_performer, investigação, fotografias
Sílvia Ferreira_performer, investigação, fotografias
Joana Marques_espaço cénico e realização plástica dos adereços
Celina Gonçalves_produção
Inês Pombo_assistente de produção, comunicação social
Defski_desenho da banda sonora, recolha de sons
Sebastião Pimenta_concepção plástica das chaminés em barro
Catarina Arnaut_concepção e execução do rebanho
Pedro Rodrigues_fotografia de incêndios
Colaboração de músicos da Banda da Covilhã:
José Eduardo Cavaco_Clarinete
Ricardo Conde_Trompa
Micael Teixeira_Bombardino
Vítor Silva_Tuba
Género: teatro de objectos | instalação
Classificação etária: maiores de 6 anos
Duração: 45 minutos

Nº de pessoas em digressão: 4 pessoas
Produção: Quarta Parede Associação de Artes Performativas da Covilhã

19 Setembro | Concertos – Animação de rua - Tasquinhas

19h00 | ruas de Alpedrinha
Abertura com Zabumbas de Alpedrinha
DESFILE com Pifaradas de Álvaro | Bombos do Alcaide
Tok’Avacalhar | Acordeonistas | Tuna | Velha Gaiteira (gaita de foles)
ISHBARIAN BAGPIPES (gaita de foles) |Rancho Folclórico da Soalheira
Cantares ao desafio
22h00 | Alpedrinha - Largo da Fontainha [Concerto]
NO MAZURKA BAND

20 Setembro |Concertos – Animação de rua - Tasquinhas

10h30 | ruas de Alpedrinha
Arruada pelos Chocalheiros de Vila Verde de Ficalhos
Arruada pelo grupo de Concertinas da Barrenta
DESFILE com Zabumbas de Alpedrinha | Bombos do Alcaide |
Concertinas da Barrenta | Chocalheiros de Vila Verde de Ficalhos
Tok’Avacalhar | Tuna | Rancho Folclórico de Alpedrinha
Cotas Club (Jazz) | Grupo de Música Popular de Alpedrinha | Cantares ao desafio
Grupo de Música Popular de Alpedrinha | Cantares ao desafio
Velha Gaiteira (gaita de foles) | ISHBARIAN BAGPIPES (gaita de foles)
18h30 | Alpedrinha - Capela do Leão
LANÇAMENTO DO LIVRO
“Gardunha: Silêncios de Granito” de Paula Silva
21h30 | Alpedrinha – Capela do Leão
LANÇAMENTO DE CD
De poesia Alentejana de Rosa Dias
“Gardunha: Silêncios de Granito” de Paula Silva
22h00 | Alpedrinha - Largo da Fontainha [Concerto]
MILHO VERDE
24h00 | Alpedrinha - Largo da Fontainha [Concerto]
OLIVETREE

21 Setembro | Concertos – Animação de rua - Tasquinhas

08h00 | Fundão - Alpedrinha
CAMINHADA COM REBANHO
11h00 | Fundão - Alpedrinha
DESFILE DE CÃES DE GADO
Arruada pelos Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho e Concertinas da Barrenta
16h00 | Alpedrinha - Capela do Leão [Colóquio]
CONVERSAS TRANSUMANTES
Dirigidas por Maria João Centeno,
com José Alberto Ferreira (Festival Escrita na Paisagem),
Manuel Sanchez Ambrosio (Festival Pán) e Rui Sena (Quarta Parede)
17h30 | Alpedrinha
DESFILE com: Zabumbas de Alpedrinha | Bombos do Barco
Bombos do Alcaide | Tok’Avacalhar | ISHBARIAN BAGPIPES (gaita de foles)
Chocalheiros de Vila Verde de Ficalho | Grupo de concertinas da Barrenta
Rancho Folclórico | Tuna
21h30 | Igreja Matriz [Concerto]
TAMBORINOS MUY GENTIL».

Mais informações, aqui.

04 agosto, 2008

Viana do Castelo Recebe o Festival M.U.N.D.O.


Mais Umas Noites De Ócio (ou, em sigla reveladora, M.U.N.D.O.) é um novo festival que vai ocupar as noites de 14 e 15 de Agosto em Viana do Castelo, com um programa alargado de, digamos, world music criada e produzida em Portugal. Junto segue o texto de apresentação do festival:

«Sendo um festival de músicas do mundo, pretende ir além da tradicional abordagem étnica, procurando antes a mescla patente em fenómenos musicais oriundos dos mais diversos pontos do planeta que reflectem uma nova urbanidade no quadro desta nossa aldeia global. Portanto, sem pré-requisitos quanto a origens geográficas, mas com exigências na latência de uma nova musicalidade global.

Como que a prová-lo, neste primeiro cartaz, essa globalidade é encontrada exclusivamente no território português. No angolano kuduro produzido em Lisboa que está a conquistar os maiores festivais da Europa, leia-se Buraka Som Sistema. Nas paisagens musicais que os Dead Combo desenham de Alfama ao Velho Oeste. Na revisitação da guitarra portuguesa e de um certo fado que A Naifa (na foto) faz à luz de electrónicas recentes…

E neste particular, numa diversificada paleta que a novíssima música portuguesa está a assumir e que é urgente (re)conhecer. Para além dos Buraka Som Sistema, cabe aqui o furor balcânico/magrebino/jamaicano/africano da fanfarra Kumpania Algazarra, o drum ‘n’ bass a batuques e didgeridoo dos Olive Tree Dance, os ritmos e danças africanos dos Madandza, o regresso da canção popular portuguesa pelos Deolinda e canção pop polvilhada a mundo dos regressados Madame Godard.

No capítulo do djing, o M.U.N.D.O apresenta uma selecção espelho destas diversidades e contágios musicais: Raquel Bulha (Antena 3), Balkan Beats, Selecta Xibata e AeroSoul.


Para além da música, o festival inclui workshops de dança e uma mostra-exposição, a decorrer nos mesmos dias dos concertos, e duas sessões de cinema ao ar livre que se realizam a 11 e 13 de Agosto.

O festival Mais Umas Noites De Ócio realiza-se dentro das muralhas do Castelo de Santiago da Barra, no centro da cidade, encostado à foz do rio Lima e com capacidade para cerca de cinco mil pessoas. Por esta altura, a região de Viana do Castelo é, ela própria, exemplo de multiplicidade étnica e cultural com a afluência de centenas de milhares de turistas nacionais e estrangeiros, emigrantes e imigrantes.


Dia 14

Buraka Som Sistema

www.myspace.com/burakasomsistema

Kumpania Algazarra

www.kumpaniaalgazarra.com, www.myspace.com/kumpaniaalgazarra

Olive Tree Dance

www.olivetreedance.com, www.myspace.com/olivetreedance

Madandza

www.myspace.com/madandza


dj’s:

Raquel Bulha (dj set. Antena 3)

Balkan Beats (dj set)



Dia 15

A Naifa

www.anaifa.com, www.myspace.com/anaifa

Dead Combo

www.deadcombo.net, www.myspace.com/deadcombo

Deolinda

www.myspace.com/deolindalisboa

Madame Godard;

www.madamegodard.com, www.myspace.com/madamegodard


dj´s:

Selecta Xibata (live act)

Aerosoul (live act)


www.mundodafabrica.com

www.myspace.com/festivalmundo


Castelo de Santiago da Barra

Abertura de portas às 20h00

Preços

1 dia: 15 €

2 dias: 20 €



Actividades paralelas:


Cinema ao ar livre

Anfiteatro do Jardim Marginal, 22h00


Dia 11

Buena Vista Social Club, de Wim Wenders


Dia 13

Fados, de Carlos Saura



Dias 14 e 15

Workshops de dança

(africana, oriental, balcânica e folclórica)

Anfiteatro do Jardim Marginal, 17h00


Dias 14 e 15

Projecto Viana-Conakry

(exposição-mostra da expedição que uniu as duas cidades)

Castelo de Santiago da Barra, a partir das 20h00


M.U.N.D.O.

Mais Umas Noites De Ócio


www.mundodafabrica.com

www.myspace.com/festivalmundo».

14 maio, 2008

Moinho do Ananil e Souselas Ethnica - Mais Dois Festivais na Calha


O IV Ananil - Evento Cultural decorre nos dias 13, 14 e 15 de Junho, no Moinho do Ananil, Montemor-o-Novo, com «exposições no interior do moinho, show-room para a exibição de trabalhos em vídeo, concertos de pequeno e grande formato, Live Acts no espaço tenda, performances, instalações/intervenções no espaço e espectáculos do I Encontro de Marionetas de Montemor-o-Novo». Entre os concertos, sessões de DJing e outras intervenções musicais programadas contam-se a Roda do Choro de Lisboa, On The Road, Mikado Lab, Canal Zero , OliveTree (na foto, de Mário Pires, da Retorta), Aerosoul VS Nesta Selecta e os colectivos espanhóis Les Fiestaylers e Bambulé/Mayjaña/Niño Vaudu. Mais informações aqui, aqui e aqui. Por sua vez, a primeira edição do Souselas Ethnica – Encontro de Músicas de Tradição decorre na Casa do Povo de Souselas, dia 25 de Maio, pelas 16h00, contará com concertos da Banda Futrica, dos GTT e d'A Barca dos Castiços (grupo promotor do festival, juntamente com a Casa do Povo de Souselas).

02 outubro, 2007

Festival do Chícharo - Das Leguminosas e... Da Música



O chícharo - não confundir com o chicharro, que é um peixe - é uma leguminosa, assim a modos que entre a lentilha e o feijão (digo eu, que não percebo nada de leguminosas), que durante décadas foi usada como forragem para animais. Recentemente recuperado como iguaria, e bom de comer em novas e inesperadas receitas, o chícharo tem um festival anual a ele dedicado, que decorre em Alvaiázere, este ano nos dias 5, 6 e 7 de Outubro. E um festival que inclui muita música, e da boa: Kumpa'nia Al-gazarra e OliveTree (dia 5); Uxu Kalhus e Semente (dia 6); um espectáculo de danças orientais por Elsa Sham's (na foto), Canto da Terra, Alma Alentejana, Tocándar e Gnawa Bambara (dia 7). Restaurantes em que o prato principal é, claro, o chícharo, um mercado de produtos regionais, exposições, uma feira do livro, outros espectáculos no café-concerto, colóquios, teatro, um encontro de coros, cantares ao desafio, DJs, oficinas de dança, um concerto com o maestro António Victorino d'Almeida, bandas filarmónicas e actuações de rua com a Bandinha de Manique, os Gaiteirus e Alexandre Pring completam o extenso programa do festival. Mais informações aqui.

24 maio, 2007

Arraiais do Mundo e Avis a Rasgar - Dos Bailes Tradicionais ao Reggae, ao Trance e ao Gnawa



Já não têm conto as iniciativas (festivais, encontros de danças tradicionais, etc, etc...) que ocupam o calendário nacional... e ainda bem. Desta vez, a notícia é dedicada ao Arraiais do Mundo, que decorre em Tavira no primeiro fim-de-semana de Junho e ao festival Avis a Rasgar, um mês e meio depois.

Em Tavira, no Algarve, a Associação Pé de Xumbo e a Câmara Municipal de Tavira promovem o Arraiais do Mundo, dias 1, 2 e 3 de Junho, com uma programação que «coloca um ênfase especial nas tradições portuguesas, mas numa vertente virada para o futuro». O programa inclui danças e músicas algarvias com as Moças Nagradas e Velhos da Torre e bailes tradicionais com os grupos Uma Coisa em Forma de Assim, Uxu Kalhus (na foto, de Mário Pires, da Retorta) e Monte Lunai, para além de passeios, oficinas de danças europeias, um mercado e um campeonato de petanca (um jogo tradicional provençal).

Um pouco mais a norte, Avis (no Alentejo) assiste ao festival Avis a Rasgar, nos dias 13, 14 e 15 de Julho, um festival que aposta fortemente no reggae e seus derivados, no rock, no trance e até no gnawa. Localizado nas margens da albufeira do Maranhão, o Avis a Rasgar vai acolher concertos de reggae e derivados e também de rock no Palco Culturas do Mundo - Tony Rebel (Jamaica), Warrior King (Jamaica), Blasted Mechanism (Portugal), Peste & Sida (Portugal), Canãman (Espanha), Ras Issakar Natanja aka de French Lion (França), OliveTree (Portugal), Da Steppers (Portugal) e vários soundsystems -, de trance e «cultura psicadélica» no Open Air Psyart & Humanic Vision - Michelle Adamson (Reino Unido), Ultravoice (Israel), Switch (Israel), Loopus in Fábula (Itália), Nexus (Portugal) e High Pulse (Portugal), entre outros - e de chill-out e outros géneros musicais (como os Gnawa Bambara, de Marrocos) nos Coffee Break Beats, onde também terão lugar workshops de dança, artesanato, medicinas alternativas, yoga, percussão e massagens.

11 abril, 2007

Baba Zula no Festival Islâmico de Mértola



Os Baba Zula (na foto), um dos grupos de ponta da renovação da música turca, são um dos destaques da 4ª edição do Festival Islâmico de Mértola, que decorre nesta vila alentejana de 17 a 20 de Maio. Um Festival que, para além das deliciosas comidas tradicionais mediterrânicas e do animado souk que por estes dias transforma Mértola numa localidade do norte de África, apresenta ainda mais alguns mui aconselháveis concertos, à noite, no Cais do Guadiana. Concertos do projecto In-Canto (com Luísa Amaro na guitarra portuguesa, Miguel Carvalhinho na guitarra clássica, Hugo Tristão na percussão árabe e Joana Grácio, bailarina de dança oriental) e do ensemble Adafina (projecto português que se dedica à música turca e árabe), na primeira noite; do novo Grupo Moulay Sheriff (liderado por este ex-membro dos marroquinos Nass Marrakech) e dos portuenses de trance acústico OliveTree, na segunda noite; da fabulosa cantora iraquina Aida Nadeem e dos já referidos Baba Zula (fazedores de um festivo e excitante híbrido de música tradicional turca, dub, rock e electrónicas), seguidos por uma sessão de DJ de Raquel Bulha, na noite de sábado. Todos os dias, e durante o dia, há também animação musical com Eduardo Ramos (Portugal) e os grupos Boukdir (de Marrocos) e Troupe Chelbi (da Tunísia). Espectáculos de cante alentejano e de violas campaniças, colóquios, exposições, teatro, oficinas e espectáculos de dança oriental, a inauguração do Centro de Estudos Islâmicos e do Mediterrâneo, a apresentação do Museu Virtual «À descoberta da Arte Islâmica» e a noite de Dikra (celebração islâmica aqui aberta à participação de pessoas que não professam essa religião) completam a programação deste festival. Mais informações aqui.