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23 agosto, 2010

E Ainda... Folk em Tregosa e Jazz em Sines


Afinal, e quando se pensava que o Verão já tinha dado as últimas no que concerne aos festivais, ainda há espaço para (pelo menos) mais dois: o Arredas Folk Fest, que decorre em Tregosa, Barcelos, nos dias 3 e 4 de Setembro com os espanhóis Zamburiel (na foto) e os portugueses Ogham e Estica-me as Peles no primeiro dia e um cartaz completamente nacional no segundo: Katharsis, Pé na Terra e Bomboémia. O festival inclui ainda exposições, workshops, artesanato, gastronomia e jogos tradicionais, entre outras actividades. E... o Sines em Jazz, cujo programa oficial segue já aqui em baixo:


"Nos dias 26, 27 e 28 de Agosto, a quarta edição do Sines em Jazz traz alguns dos melhores autores e intérpretes do jazz português ao coração da cidade de Sines.

Organização da Associação Pro Artes de Sines e da Câmara Municipal de Sines, o Sines em Jazz 2010 oferece seis concertos de entrada gratuita no Auditório do Centro de Artes de Sines e duas jam sessions, na cafetaria do Castelo.

A música tem início no dia 26 de Agosto (quinta-feira), às 22h00, com o espectáculo do Quinteto Sara Valente. Formado em 2006, o quinteto constituído por Sara Valente (voz), João Maurílio (piano), Gonçalo Marques (trompete), Nelson Cascais (contrabaixo) e Paulo Bandeira (bateria) trabalha ambientes da história do jazz norte-americano da segunda metade do séc. XX, com alguns temas originalmente instrumentais acrescidos de letras em português.

Às 23h15, tem início o concerto do ensemble flaJAZZados, situado no jazz que vai do pós-bop ao experimentalismo actual através de um repertório maioritariamente original. A inclusão de textos e um narrador dão ao espectáculo momentos inesperados. Alexandre Andrade (trompete), Omar Hamido (sax alto), Francisco Andrade (sax tenor), Pedro Gil (guitarra), Marco Martins (baixo), Sónia Cabrita (bateria), Zé Eduardo (piano e direcção) e Vítor Reia-Baptista (MC) são os artistas em palco.

A noite de concertos de sexta-feira, 27 de Agosto, arranca às 22h00 com Joana Rios, cantora e compositora portuguesa de referência da nova geração, com três discos editados, o último dos quais, “3 desejos”, lançado em Setembro de 2009. Considerada uma das melhores vozes nacionais, Joana Rios é acompanhada por Filipe Raposo (fender rhodes e piano), António Quintino (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria e percussões).

A Joana Rios segue-se, às 23h15, TGB, um trio que aposta numa formação inusual em termos instrumentais: tuba, guitarra e bateria. TGB é composto por Alexandre Frazão (bateria), Sérgio Carolino (tuba) e Mário Delgado (guitarra) e o seu som move-se num terreno próximo de formações clássicas inusitadas da história do jazz e da música improvisada.

Sábado, 28 de Agosto, último dia do Sines em Jazz 2010,começa às 22h00, com o projecto Nelson Cascais “Guruka”. O contrabaixista Nelson Cascais é um dos melhores compositores do jazz contemporâneo e "Guruka", o seu novo disco, é considerado um dos melhores trabalhos portugueses de jazz dos últimos anos. Acompanham-no Pedro Moreira (saxofone), André Fernandes (guitarra), Joäo Paulo Esteves da Silva (piano) e Marcos Cavaleiro (bateria).

O concerto de encerramento, às 23h15, está a cargo de BaBa Mongol, grupo de músicos juntos desde 2001 com o objectivo de integrar tradição e actualidade num colectivo de base jazzística que se propõe interpretar composições originais. Zé Pedro Coelho (saxofone soprano e tenor), Rui Teixeira (saxofone barítono e clarinete baixo), Hugo Raro Andrade (piano), Filipe Teixeira (contrabaixo) e António Torres Pinto (bateria) constituem a formação.

Nos dias 27 e 28 de Agosto, às 00h00, realizam-se jam sessions na cafetaria do Castelo de Sines.

A entrada em todas as iniciativas do Sines em Jazz 2010 é gratuita. Uma vez que o espaço do Auditório é limitado, os bilhetes para os concertos necessitam de reserva, que pode ser feita na recepção do Centro de Artes de Sines ou através do telefone 269 860 080.

O Sines em Jazz 2010 está integrado na operação Dinamização Musical e Artística do Programa de Regeneração Urbana de Sines, co-financiado pelo FEDER no âmbito de candidatura aprovada ao Eixo 2 - Desenvolvimento Urbano - Política de Cidades - Parcerias para a Regeneração Urbana do QREN 2007-2013"

27 outubro, 2008

Festival Musidanças no Tambor Q Fala


A edição deste ano do festival Musidanças decorre no Tambor Q Fala - o espaço do Seixal pertença do Tocá Rufar - nos dias 6, 7 e 8 de Novembro. E com um programa que inclui música e dança, claro, mas também performances, palestras e workshops. Entre concertos de música e dança mais tradicional, no oitavo Musidanças haverá igualmente lugar para o reggae, a soul, a fusão «global», o experimentalismo ou o hip-hop, constando do «cardápio» nomes como os de Mingo Rangel, Guto Pires, Lindu Mona (aka Firmino Pascoal, o mentor do Musidanças), Dama Bete (na foto), Black Bombain, Finka Pé, Atma, Mundo Complexo, Katharsis, Supa, Zuul Nation e Kaja Bucalho, entre outros. Mais informações, aqui.

23 junho, 2008

Festival Musa com Taraf de Haidouks, Babylon Circus e Lyricson


Dias 4 e 5 de Julho, a zona da Praia de Carcavelos vai receber mais uma edição do Festival Musa - agora a festejar dez anos de existência -, evento essencialmente dedicado ao reggae, ao ska e a outras sonoridades que têm na Jamaica o seu local de nascimento, mas com abertura para outras músicas e latitudes. Por exemplo, este ano passa por lá a histórica trupe de ciganos romenos Taraf de Haidouks, ao mesmo tempo que, como vedetas incontestáveis do festival vão lá estar também os franceses Babylon Circus (na foto) - eles que ao reggae e ao ska e ao rock juntam música cigana dos Balcãs, cabaret, valsinhas parisienses, etc, etc... - e o igualmente francês Lyricson, companheiro de Manu Chao e uma das maiores promessas do novo reggae europeu. Isto, ao lado de uma boa selecção de grupos portugueses vindos do reggae... mas não só. E aqui, na íntegra, segue a nota de imprensa com o programa completo do festival:

«MUSA#10 – Dias 4 e 5 de Julho de 2008

Local: Junto à Praia de Carcavelos, Carcavelos
Horário: Abertura de Portas: 18h | Início do espectáculo: 19h
Bilheteira: 1 dia: € 10 | 2 dias: € 12
Bilhetes à venda: Worten, Fnac, Bliss, Lojas Viagens Abreu, Liv. Bulhosa (Oeiras Parque e C.C.Cidade do Porto), Pontos MegaRede, www.ticketline.sapo.pt e no próprio dia no local do evento.
RESERVAS: 707 234 234



Dia 4 de Julho
BABYLON CIRCUS
(SKA REGGAE ROCK - FRANÇA)
INNASTEREO
KATHARSIS
THE RISING SUN EXPERIENCE
SAUMIK


Dia 5 de Julho
TARAF DE HAÏDOUKS
(WORLD MUSIC - ROMÉNIA)
LYRICSON
(REGGAE - FRANÇA)
QUAISS KITIR
TSUNAMIZ
SUPREME SOUL
A.M.O.R.

MUSA 10 ANOS – uma inspiração para um lifestyle sustentável
MUSA um festival inspirador…

A Criativa procura que MUSA seja uma inspiração para causas nobres como o combate à pobreza mundial ou as alterações climáticas, ao mesmo tempo que proporciona uma experiência única de criatividade e entretenimento a todos os participantes.

Este ano, a Experiência MUSA surge com uma nova imagem e uma nova missão. Foi mais além e associando-se à causa dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM) através do Objectivo 2015 – Campanha do Milénio das Nações Unidas (CMNU) criou-se um conceito inovador que reúne muita cultura e música numa experiência de cidadania global que apelará à participação da sociedade civil.

Na sua 10ª edição, o MUSA, além de contar com 8 bandas promissoras portuguesas, irá ter no seu palco, no 1º dia, uma das melhores bandas ao vivo do mundo - Babylon Circus. Para fechar o 2º dia e o Festival, o MUSA irá contar com uma das mais aclamadas bandas de world music em todo o mundo - Taraf de Haïdouks. Nessa noite também iremos ter em estreia absoluta, a solo, no nosso país - Lyricson uma das novas sensações do reggae europeu, a voz inesquecível que acompanhou Manu Chao nas suas digressões de êxito.


AS BANDAS:

» BABYLON CIRCUS
(Ska Reggae Rock – França)
Uma das melhores bandas ao vivo do MUNDO está a caminho do MUSA. Preparados para saltar?

Este ano o MUSA tem o prazer de apresentar no seu cartaz, no dia 04 de Julho, uma das melhores bandas ao vivo do mundo - BABYLON CIRCUS. Esta banda francesa é uma das principais bandas de ska da actualidade e a sua música está fortemente marcada aos elementos punk, rock e aos ritmos da Europa de Leste, onde a componente teatral e circense não é esquecida.
Esta banda abraça a busca de realidades alternativas e de justiça social.
www.myspace.com/babyloncircus


TARAF DE HAIDOUKS
(World Music – Roménia)
Uma missão musical que se manifesta através da qualidade dos seus concertos electrizantes e energia positiva são alguns dos factores que caracterizam esta banda mundialmente conceituada que irá fechar a 10ª edição do MUSA.

As ancestrais tradições musicais dos ciganos «lautari» da Roménia são levadas através das performances espectaculares dos TARAF DE HAÏDOUKS, uma banda composta por onze instrumentistas e cantores entre vinte e setenta anos de idade fazendo bom uso das palavras mobilidade, espontaneidade, diversidade, cumplicidade e despique que caracterizam cada concerto.
O confronto entre gerações provoca a dualidade entre a balada cantada e sentida com a mesma mágoa do blues e as composições instrumentais tocadas a todo o gás, e por tudo isto, esta banda aclamada por todo o mundo, tornou-se na principal embaixatriz da cultura musical da Roménia.
Todo o seu tecnicismo e improviso põem à prova a capacidade de criar empatia em qualquer palco do mundo. Sente-se que a Taraf de Haïdouks precisa do calor do público, como uma acendalha numa fogueira, para entrar em combustão e dar toda a energia e virtuosismo selvagem que têm e não têm.
Receberam um prémio de «Best world music álbum» pela Associação de críticos Alemã e ainda foi feito um documentário sobre a banda, filmado em 1998 pelo realizador francês Guy Demoy.
www.myspace.com/tarafdehaidouksbandofgypsies 


» LYRICSON
(Reggae – França)
Pela 1ª vez em Portugal a solo, o MUSA apresenta a nova sensação do reggae europeu através de Lyricson, convidado da mítica banda ASSASSIN e durante muitos anos a segunda voz de MANU CHAO.

Lyricson é uma das novas vozes a surgir no panorama do reggae europeu. Com uma forte influência de Capleton é dono de um vocal poderoso, o que o torna num talento especial como vocalista de Dancehall.
A sua participação nas tourneés com o mítico grupo francês Assassin e depois como segunda voz de Manu Chao, despoletou em 2004 a sua carreira a solo já esperada à bastante tempo com o álbum ‘Born to Go High’.
Dia 05 de Julho, Lyricson irá fazer jus à sua reputação e iremos assistir a um concerto com um ritmo alucinante.
www.myspace.com/lyricson


» A.M.O.R.
As A.M.O.R. surgiram a 5 de Outubro de 2006, fruto de uma tarde de feriado entediante. Depressa se entusiasmaram com o resultado dos esforços sónicos e com o número de amigos e elogios que agora apareciam todos os dias, via myspace. Foi então que começaram a ter a honra de ouvir a sua música em rádios como a Antena 3 ou a Oxigénio.
Entre concertos, compilações, mixtapes e participações, esticaram o tempo para preparar novas canções, tudo a pensar na realização do sonho de um álbum, que se avista para 2009.
www.myspace.com/amorloveyou


» InnaStereo
Banda formada em Setembro de 2005, por um grupo de amigos com gosto em comum por reggae, dub, rap, ska, estilos estes que influênciam a sua música. Desde muito cedo, começaram a dar concertos onde obtiveram uma boa crítica por parte do público/media. Durante o ano de 2006 tocaram em bastantes locais, na zona de Lisboa, onde tiveram a honra de partilhar os palcos com grandes nomes do Reggae Internacional como Alpha Blondy e David Rodigan. No final do ano de 2006/inicio de 2007, gravaram o primeiro trabalho, intitulado “Radio InnaStereo” que não chegou a sair para a rua. No princípio de 2007 foram forçados a parar, devido à saída de alguns membros. Durante algum tempo procurou-se incessantemente os membros para ocupar esses lugares. Entretanto, a banda continuou a produzir, abdicando de actuações ao vivo, durante esse período. Em Outubro de 2007, com todas as posições repostas, iniciou-se a pré-produção das músicas para o novo EP. O concerto de regresso de Innastereo aos palcos, deu-se em Março de 2008. Brevemente, sairá o segundo EP, neste momento em fase de masterização.
www.myspace.com/innastereo


» Katharsis
Mas o que mais marca nos katharsis é serem voluntariamente inacabados, assumidamente impolidos e perfeitos na sua imperfeição. Estão numa busca incansável pelo que há de mais além, e apesar de terem partido de uma sonoridade reggae, revelaram-se desde logo despretensiosos, descomprometidos e experimentadores. Isto permitiu-lhes viajar musicalmente aos mais refundidos cantos da terra, e às vezes ainda mais além! Com um sentido de humor único passam de uma tenda de circo, para as areias da arábia, cavalgam no faroeste, para se perderem num acampamento cigano… É por isto que a música que ouvimos soa tão singular e genuína como familiar e ancestral – é a música do mundo. O ritmo é frenético, provocador e indignado. É uma revolta contra o compasso vulgar, comodista e inconsequente. É esta revolta que despoleta a transformação do Ser.
www.myspace.com/skatharsis


» Quaiss kitir
Depois de cerca de cinquenta concertos por todo o país, de Porto a Lagos, incluindo presenças em dois dos maiores festivais de música de Portugal, o Festival Sudoeste e o Surf Fest de Sagres, e partilhando o palco com artistas mundialmente conhecidos como Matisyahu, Jimmy Cliff, Alpha Blondie, Xavier Rudd e David Rodigan, os Quaiss Kitir são vistos como uma grande promessa no cenário musical português. Com os seus concertos loucos, frenéticos e suados, conseguiram ganhar um bom nome e imagem junto do público jovem.
Em 2007 lançaram o seu álbum de estreia, ‘Ape Rising’, produzido por Cesco e esperam ansiosamente por todas as oportunidades de levar a sua música ao seu público, e sobretudo, por se divertirem.
www.myspace.com/quaisskitir


» Saumik
A música dos Saumik pode ser caracterizada como uma sonoridade híbrida composta por um lado pela linguagem do rock tradicional - guitarras e baixos com distorção complementadas com ritmos e vozes fortes e alternados -  e por uma parte electrónica e psicadélica fruto da presença dos sintetizadores conjugados com frases de guitarra hipnóticas.
www.myspace.com/saumikband


» Supreme Soul
Com os Supreme Soul, o grupo de Tiago Nobre Dias, João Melo, Susana Nogueira e Pedro Valério, a cena electrónica-pop portuguesa ganha novo fôlego com um toque de nostalgia pelos bons anos 80 vividos em clubes underground e com o ritmo e melodia merecidas que o pop lhe pode reservar.
Pintado com batidas graves e por vezes um tanto ou quanto sombrias os Supreme Soul remetem-nos para um universo de metamorfoses constantes que nos fazem divagar da melancolia à euforia. Com músicas fortes a nível sensorial esta banda deixa-nos com o sabor de veludo na boca e com vontade de nos enrolarmos a ele. Este é o som ideal para quem viveu à séria toda a cena dos clubes dos anos 80 londrinos e que quer recordar ou então perfeito para ser remisturado sem lhe tirar qualquer ponta de essência.
Faz jus às suas raízes...perfeito para levar uma plateia a saltar durante muito tempo!
www.myspace.com/supremesoulmusic


» The Rising Sun Experience
O nome The Rising Sun Experience foi escolhido em homenagem ao guitarrista Jimi Hendrix, pela sua importante influência musical em inúmeras bandas funk e rock.
Esta banda regressa às raízes do rock dos anos 70 e mistura o funk, o grunge, o blues, a electrónica, o estilo progressivo entre outros géneros musicais encontrados também em bandas que sempre os influenciaram, tais como: Led Zeppelin, Black Sabbath, King Crimson, Deep Purple, The Doors, Santana na sua primeira formação, Soundgarden, Miles Davis na sua fase eléctrica, Karlheinz Stockhausen, Simon and Garfunkel.
www.myspace.com/therisingsunexperience


» Tsunamiz
Não há motivos para os Tsunamiz: São um reflexo natural do actual estado de sítio adormecido. Dada a escolha, não hesitariam, também eles, em baixar armas perante a vida fácil, beber a ambrósia do capitalismo e aprender a manobrar o chicote da auto-flagelação popular – Para apressar a descida aos infernos do ser, derradeiro propósito do Homem do sec. XXI. Como um todo, porém, existem como reacção ao culto do dogmático e da superstição, um anticorpo contra a celebração da ignorância, rumo à sua mútua destruição. Não é sequer o asco que os move, é a ininteligível química de se ser quem se é.
Os Tsunamiz são a língua de fogo que há-de lavrar os campos, soterrar de vez os túmulos dos velhos profetas e pôr fim às suas póstumas incursões nocturnas pelas mentes incautas, a devastação que deve preceder um Novo Nascimento. Assim o exige a inocente, risonha sinceridade da lei natural das coisas.
www.myspace.com/tsunamiz».

Ainda mais informações, aqui.