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05 junho, 2014

Med de Loulé - O Cartaz (Quase) Final

Depois de terem sido acrescentado ao cartaz mais quatro nomes de peso -- Debademba (Mali), Nour Eddine (Marrocos), Dino d’Santiago (Cabo Verde/Portugal) e Primitive Reason (Portugal)--, é agora a vez de muitos outros artistas e bandas serem oficialmente anunciados na programação da edição 2014 do Festival Med de Loulé. Ala dos Namorados (na foto), Rarefolk, Octa Push,Ai!, OrBlua, Pelivento e muitos outros juntam-se agora à festa. «Anunciadas mais 23 bandas 11º FESTIVAL MED: CARTAZ QUASE COMPLETO A pouco mais de quinze dias do início da 11ª edição do Festival MED, o cartaz artístico está praticamente completo. A Câmara Municipal de Loulé, promotora daquele que é o maior evento de música da região algarvia, apresenta mais 23 bandas que, de 25 a 28 de junho, vão passar pela Zona Histórica de Loulé. No Palco Matriz surgem agora mais dois nomes, DJ El Gadzé (Portugal) e Octa Push (Portugal), enquanto que estão também confirmados, no Palco Cerca, a Ala dos Namorados (Portugal) e, no Castelo, Ai! (Portugal) e Rarefolk (Espanha). Segundo o próprio, “o DJ set de El Gadzé é servido como uma chávena de chá a ferver, que pode ser bastante excitante ou extremamente relaxante... Ou os dois ao mesmo tempo. Como um chá preto cortado com camomila ou vice-versa. Reggae/Dub, Gypsy/BalkanBeats, Breakz, Swing/Punk, Afrobeat/Latina, Hip Hop Fusion/Jive, Roots/Folk, Chill Out/Lounge, Ska/Funk e muitos Mashups. Mas melhor do que géneros definindo a música é a música, redefinindo os géneros”. O músico já partilhou o palco com grandes nomes da world music como The Skatalites (Jamaica/Estados Unidos), Mondo Cane (Itália) ou Thuvali Mitza (Dinamarca). Um espetáculo a não perder no dia 26, em Loulé. No encerramento da 11ª edição do Festival MED, o Palco Matriz recebe uma das surpresas musicais do ano de 2014: os portugueses Octa Push. Do projeto criado em 2008 nasceu uma fusão de Bashment, Garage e Dubstep, incorporados noutros elementos como Afrobeat, Techno, 2-Step. O resultado dessa sonoridade acaba por criar uma energia eletrizante que busca inspiração na cultura africana. O grupo atuou recentemente no Rock in Rio. A inigualável voz do louletano Nuno Guerreiro, líder da Ala dos Namorados, vai abrir as hostilidades no Palco da Cerca, no dia 26. A banda está de regresso ao ativo após alguns anos e, em Loulé, promete trazer alguns êxitos de uma carreira de mais de duas décadas como “Solta-se o Beijo”, “Loucos de Lisboa” ou “Caçador de Sóis”. Ai! é um projeto que junta os músicos César Prata e Suzete Marques. Reúne pedaços da tradição dispersa na imensidão das memórias. Com a simplicidade que vem da terra, cantam com força e doçura... O grupo sobe ao Palco Castelo, no dia 26. Da Andaluzia diretamente para Loulé, os Rarefolk são uma das revelações em termos de formações de música instrumental mais criativa de Espanha. Com mais de 20 anos de existência e 5 trabalhos discográficos, a banda reinventou-se e criou uma linguagem muito própria. O espetáculo está marcado o último dia do MED, no Castelo. Palcos da Bica e Arco A par dos três palcos principais – Matriz, Cerca e Castelo – as músicas do mundo vão ecoar também nos Palcos Bica e Arco, espaços que pretendem aliar os concertos a áreas de restauração. Localizado num antigo quintalão junto aos Banhos Islâmicos, o Palco Bica apresenta uma programação musical marcada pelos sons alternativos. Este cartaz nasce de uma parceria com o Bafo de Baco, emblemático local de concertos da cidade de Loulé. No dia 26, atuam neste local os portugueses Mundopardo, banda que lançou recentemente o seu álbum de estreia, aos quais se juntam The Miranda’s e A Can-a-Worms. No segundo dia as propostas são Fast Eddie Nelson, com a sua fusão de Blues, Rock, Folk, Bluegrass e algum psicadelismo, numa apologia ao Mississipi, artista que será antecedido em palco por Um Corpo Estranho e Trio Trillar. No encerramento do MED, o grande destaque vai para o projeto Folk-Rock-Indie com influências de Johnny Cash, Bob Dylan ou Bruce Springsteen, Sam Alone & The Gravediggers. Completam o cartaz desta noite Boris Buggarov Band e Daniel Kemish. No Palco Arco, que serve de aquecimento para os grandes espetáculos da Matriz e que nasce de uma parceria com a Casa da Cultura de Loulé, marcam presença no primeiro dia os Cloudleaf, com a suas raízes fortes no post-rock alternativo, e os Pelivento. No dia 27, o louletano Marco Cristovam, com o seu alter-ego Nobre Ventura, leva ao Palco do Arco um projeto musical com as suas referências Folk, Rock, Blues, Grunge, aliadas à Música Tradicional Portuguesa. Segue-se um espetáculo com outro grupo algarvio, os Orblua. No último dia do Festival, os MTM vão incendiar o palco com a sua fusão de sonoridades que reúne em palco guitarra acústica, voz, percussão e didgeridoo. A iniciar a noite estará Ana Rostron & João Caiano. Recorde-se que o cartaz do 11º Festival MED conta ainda com as presenças de Gisela João (Portugal), Mercedes Peón (Espanha), Bomba Estéreo (Colômbia), Celina da Piedade (Portugal), Jupiter & Okwess International (Congo), Turtle Island (Japão), Bombino (Níger), Graveola e o Lixo Polifônico (Brasil), Winston McAnuff & Fixi (Jamaica/França), Jahcoustix (Alemanha), La Selva Sur (Espanha), Batida Balkanica (Portugal), Debademba (Mali), Nour Eddine (Marrocos), Dino d’Santiago (Cabo Verde/Portugal) e Primitive Reason (Portugal). Brevemente serão anunciados os últimos nomes deste cartaz.»

01 maio, 2013

Conexão Lusófona - Em Festival no Próximo Sábado!

O programa é excelente e abrangente! No próximo sábado, dia 4 de Maio, o Pátio da Galé, em Lisboa, recebe concertos de muitos e variados artistas da Lusofonia. Veja-se só o programa: «É já no próximo sábado (4 de maio) que o Pátio da Galé, em Lisboa, receberá a 2ª edicão do festival de música da Conexão Lusófona. No espetáculo, 14 artistas entre novos talentos e nomes já consagrados estarão unidos no palco pela Lusofonia, numa noite que celebra o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura da CPLP, que patrocina esta iniciativa. Após o concerto, a festa continua noite dentro com Dj Set. Bena Lobo Não deve ter sido difícil adivinhar a profissão de Bernardo Lobo. É filho da cantora e violinista Wanda Sá e do cantor, compositor, arranjador e instrumentista Edu Lobo, um dos pioneiros do movimento da Bossa Nova. Bena Lobo, como é conhecido no mundo da música, mistura o pop e o contemporâneo: é uma mistura empolgante e sofisticada de samba, baião, afoxé e xote que caracterizam o seu trabalho e estão presentes nos seus 12 anos de carreira. Tem três álbuns no mercado, entre eles o seu disco de estreia, Nada Virtual, lançado em 2000, e Sábado, produzido 6 anos depois. Bonga Tem uma voz inconfundível, uma história fascinante e uma maneira única de viver a música. Falamos de Bonga Kwenda, um homem que encarna a música popular angolana. O antigo campeão de atletismo é músico desde antes da independência do seu país e, para além de ser a primeira grande estrela musical angolana, foi dois primeiros músicos africanos que a solo pisou diversos palcos mundiais. Natural do Bengo e filho do bairro Marçal, em Luanda, Bonga, sempre prolífico, já lançou cerca de 30 álbuns no mercado e apesar dos seus 70 anos, continua ativo. Boss AC Não se pode falar de hip-hop lusófono sem se mencionar o nome deste grande rapper. Ativo mesmo antes dos tempos da Rapública (1994) e filho de pais cabo-verdianos, também eles criativos, é um dos pioneiros do rap em português e um dos seus maiores impulsionadores. Com cinco álbuns no mercado numa carreira que já ronda os 20 anos, o Boss AC é também conhecido por colaborar com diversos rappers e músicos do mundo lusófono, tais como Gabriel o Pensador (Brasil), Pedro Ayres Magalhães (Madredeus, Portugal), Mariza (Portugal / Moçambique). Dino d'Santiago Chama-se Claudino Pereira mas para os amigos é simplesmente Dino. Em 2008, nos tempos em que ele e a banda eram conhecidos como Dino & The Soulmotion, estreou-se no mercado com o álbum Eu e os Meus, onde Tito Paris, Sam the Kid e Valete foram alguns dos convidados. Em 2009 desenvolveu um projeto com Virgul chamado Nu Soul Family, tendo ganho um prémio MTV pelo caminho. Em tempos atuais, é muito mais ligado às suas raízes. Canta como Dino D’Santiago, em homenagem à ilha do arquipélago de Cabo Verde que viu nascer seus pais. Elisa Rodrigues Esta portuguesa, cuja voz encanta mais que a doçura de menina, iniciou os seus estudos musicais em 1994, ao integrar-se como membro do coro Pequenos cantores do Estoril. Apaixonou-se pela linguagem jazzística aos 15 anos e, em 2007, participou como vocalista num projeto de nouvelle jazz, ELLE. Foi nessa altura que conheceu o pianista Júlio Resende com o qual tem vindo a trabalhar numa parceria brilhante. Seu primeiro disco, Heart Mouth Dialogues, foi lançado em 2011. Prepara atualmente um álbum surpreendente em parceria com o escritor Gonçalo M.Tavares e Júlio Resende. Filipe Mukenga A fazer música desde 1964, Filipe Mukenga é uma das vozes angolanas mas conhecidas mundialmente. Durante a sua brilhante e duradora carreira colaborou com diversos músicos do universo lusófono, incluindo Rui Veloso, Martinho da Vila, Ivan Lins, Paulo Flores e Carlos Burity. É conhecido também pelas suas colaborações com o autor, professor e compositor angolano Filipe Zau. Juntos receberam o prémio Common Ground Music Award em 2008 pela associação Search for Common Ground. Tem quatro álbuns no mercado e é co-autor do hino do CAN 2010, Angola, país de futuro Gapa Músico são-tomense radicado em Portugal, Álvaro Lima Afonso Neto, mais conhecido como Gapa, é muito apreciado na terra que o viu nascer por cantar muitas das suas músicas em forro, o crioulo com base em português que é a segunda língua nacional de São Tomé e Príncipe. Com mais de 30 anos de carreira, Gapa começou a cantar em 1981 com oito anos e notabilizou-se por ser o vocalista principal da banda são-tomense Sangazusa. Em setembro do ano em curso lançará o álbum Fruto da Terra, o seu quarto trabalho discográfico. Karyna Gomes Filha do mesmo país que viu nascer excelentes músicos como Eneida Marta, Dulce Neves, Manecas Costa e Kimi Djabaté, a cantora guineense Karyna Gomes é hoje a vocalista principal da banda Super Mama Djombo. É talvez a mais importante banda guineense, atuando desde 1964. Hoje, poucos dos fundadores da banda continuam vivos, mas incrivelmente, e como prova da sua perseverança, ainda no ano passado fizeram uma tournée pela Europa, onde Karyna cantou ao lado das lendas vivas Zé Manel e Miguelinho N’Simba. Neste momento, prepara seu lançamento a solo. Kay Limak Timorense Lisboeta, Kay Limak vive em Portugal desde 1996. Passou a sua infância e cresceu em Dilí até aos 10 anos de idade. Sua música funde diferentes estilos com características orientais. Delicia-se pelos estilos pop, jazz, e rock, entre vários outros, e para além de guitarrista é também compositor. Sente-se à vontade com vários instrumentos e atualmente faz parte do grupo musical Zurawski Ensemble, um sexteto que mistura características das músicas portuguesa, brasileira e clássica. No Ensemble, Kay toca a guitarra clássica. Micas Cabral Não se pode falar de Micas Cabral sem falar dos Tabanka Djaz, o lendário grupo guineense onde Micas foi o vocalista principal. Autores de ínumeros grandes sucessos que ainda hoje enchem pistas de dança pelo mundo lusófono afora, os Tabanka Djaz foram dos maiores embaixadores culturais do pequeno país irmão do oeste africano. Hoje a disfrutar de uma carreira a solo, Micas Cabral, guitarrista, escritor e produtor, continua igual a si mesmo, com o seu talento para a música popular, fazendo-nos “desconseguir” de ficar quietos quando tocam as suas kizombadas. NBC Fez parte de um dos pioneiros grupos do hip-hop português, o Filhos D’1 Deus Menor. De Torres Vedras mas de descendência são-tomense, NBC faz rap há quase uma década; longe estão os seus primeiros passos no rap tuga, feitos no concurso Oeiras Rap 94. Conta com dois álbuns no mercado: Afro-Disíaco, de 2003, e Maturidade, de 2008. Os dois tiveram grande aceitação por parte dos amantes de hip-hop e música soul no mundo lusófono. Orlanda Guilande É o resultado de uma fusão lusófona: filha de pai moçambicano e mãe portuguesa. Nasceu em Lisboa, um ano antes da independência do país do seu pai. Canta desde os seus 16 anos e sente-se à vontade com gospel, soul e jazz. Foi vocalista principal do grupo de gospel Funky Messengers e Shout!. Já participou em diversos projetos musicais com Sara Tavares, Carmen Souza, Miguel Ângelo e Theo Pas’cal. É comum vê-la em bares e espaços culturais em Lisboa, presenteando-nos com a sua poderosa voz. Quinteto Luso-Baião O nome em si já diz tudo. Composto pelos brasileiros Leandro Bomfim (São Paulo), Enrique Matos (Minas Gerais), Cris Domingos (Paraná), Cícero Mateus (São Paulo) e pelo português André Natanael. O Quinteto Luso-Baião criou uma sonoridade única baseada no distinto som do baião (que nasceu da mistura do fado com o maracatu), adicionando-lhe elementos de côco, samba, reggae e rock. Ativos desde 2010, deliciam o público com a sua música de alta vibração, daquele tipo contagiante que nos faz dançar mesmo sem querer. Selma Uamusse Que bela adição ao panorama musical lusófono. A moçambicana Selma Uamusse (na foto; de João Belard), no ativo desde 2000, atualmente faz parte de diversos projetos musicais, incluindo os Grasspoppers e Cacique ’97 (reggae, afro-beat), Gospel Collective, o Selma Uamusse Nu-Jazz Ensemble e por último a banda Wraygunn (fusão de blues, soul e rock). Detentora de uma voz potente e graciosa, é comum ouvir-la a cantar temas de grandes estrelas mundiais, como Miriam Makeba e Nina Simone. DJ Set Selecta Ayala - É membro fundador do colectivo Riddim Culture Sound desde 2004 e atua nacional e internacionalmente. A selecção perfeita adequada a cada momento e cheia de ritmo é a palavra de ordem. Irmãos Makossa - Paolo e Nelson são uma viagem fervilhante sobretudo por África, mas estendendo-se aos outros continentes. O afrobeat é o estilo favorito. “Music is a weapon” é o seu lema.

09 novembro, 2012

Lisboa Mistura - O Que Aí Vem Este Ano!

Mais uma vez com direcção de Carlos Martins, o Lisboa Mistura 2012 tem mais um belo e ecléctico programa. Veja-se só: «LISBOA MISTURA 2012 23-25 NOV DAZKARIEH / ORELHA NEGRA / KALAF / TCHECA/ DINO D´SANTIAGO/ MACACOS DO CHINÊS / OFICINA PORTÁTIL DE ARTES / FESTA INTERCULTURAL De 23 a 25 de Novembro, sexta a domingo, regressa mais uma edição do Festival Lisboa Mistura no Teatro São Luiz, espaço de encontro intercultural no centro de Lisboa Lisboa Mistura é um acontecimento intercultural que surgiu em 2005, fruto da necessidade de criação de um Fórum Intercultural na cidade de Lisboa e brotou desta maravilhosa oportunidade criada pela diferença e curiosidade. Todos devemos trabalhar para a construção de um ‘espaço’ comum mais democrático. A Interculturalidade é também política na urgência social e cultural de um país ou de uma cidade. Lisboa enquanto cidade geneticamente multicultural é uma efectiva embaixada para quem vem de outros lugares. A vivência e trocas entre culturas e mundos diferentes é tão importante para a harmonização evolutiva da vida conjunta como o talento ou a tecnologia. Todos os anos criamos pontes entre as comunidades que habitam a Grande Lisboa e os públicos de dentro e fora da cidade. Os elencos que temos mostrado, nacionais e internacionais, amadores e profissionais, são uma prova da vitalidade criativa que surge dos encontros e celebrações que a cidade inspira. O Lisboa Mistura virá já no próximo ano para a rua, alargar o seu público, com performances e outras formas de representação da diversidade social e cultural de Lisboa como uma grande ‘praça pública’ do Mundo. O programa deste ano é reflexo da celebração da vida multicultural nacional e internacional com projectos de grande nível performativo e de produção. Projectos como os que trazemos mostram a transversalidade de influências da cultura portuguesa e a riqueza que daí advém. Como sempre, teremos o “Lis-Nave” ( uma actualidade Lisboeta do ano), um naipe de músicos de alta qualidade (desde o nosso convidado do Brasil para fortalecer a ligação entre Lisboa e Natal, até ao lançamento do CD dos Dazkarieh passando pelo magnífico Tcheca - na foto), uma instalação de Kalaf, documentário sobre um projecto comunitário, há ainda espaço para uma mostra de talento jovem, através da apresentação das OPA (Oficina Portátil de Artes). Acabamos o Lisboa Mistura com a incontornável Festa Intercultural com lisboetas do Congo, Brasil, Índia, Cabo-Verde, Japão, Moldávia, entre outros. Este ano descentralizamos o Lisboa Mistura e fazemos uma noite de misturas latinas no MusiBox em pleno Cais do Sodré. Convidamos todos, mais uma vez, a assistir a uma grande peça, com dramaturgias variadas, em que ‘nós’ somos os protagonistas. É um convite irresistível que Lisboa vos faz quando mostra o que de melhor e alternativo perto de nós habita, como os vizinhos que desconhecemos intimamente. Lisboa Mistura é sobrevivência. Carlos Martins» Programa completo: «Lisboa Mistura é um projecto multi-disciplinar e intercultural, apoiado pela Câmara Municipal de Lisboa, e iniciou-se em 2006, integrando projectos nas áreas cultural e social. Com a celebração e o confronto como impulsos, é do cruzamento intercultural que nasce a sua força e caminhos para o desenvolvimento.
 23 Nov, sexta-feira 19h00 - Jardim de Inverno 
CONVERSA INTERCULTURAL A propósito da Instalação “Domingo” de Kalaf realizamos uma conversa sobre o que é para nós a interculturalidade (ou esta forma de vivermos a vida em conjunto) e sobre novas formas de comunicação que ilumine a diversidade de dentro e fora de todos nós. 20h00 - Jardim de Inverno
"DOMINGO"
Apresentação da Instalação multimédia de Kalaf Viver bem que poderia significar não estar preso a nada, a ninguém. Nem a pontos geográficos, nem àquilo que acreditamos não puder viver sem, para que se depure o gosto pelas coisas insignificantes mas que fazem sempre valer a pena o regresso. 21h30 - Sala Principal
 DAZKARIEH Concerto de lançamento de “Eterno Retorno”, o sexto álbum de originais da banda que se mantém fiel à combinação de tradição, electrónica, rock e folk. Quando sobe ao palco, a banda de Joana Negrão e Vasco Ribeiro Casais, prova que o passado e o presente podem coexistir num mesmo momento. 24h00 - Musicbox. Cais do Sodré. www.musicboxlisboa.com COMBO NUEVO LOS MALDITOS | TRIO PINCHADISCOS A noite latina do Musicbox acompanha os trópicos! Integrada no festival Lx Mistura, regressa a musicalidade LATINO Y TROPICAL carregada de cumbia, chicha e latin funk, para nos fazer sentir mais próximos de um Verão imaginário a desfilar trópico abaixo. Seja através do concerto do COMBO NUEVO LOS MALDITOS, seja com o dj set do TRIO PINCHADISCOS (El Mecanico del Amor, Leo Guzman e La Flama Blanca) a viagem pela América do Sul tem paragem nas terras de Enrique Delgado, Lucho Bermudez, Anibal Velasquez e Juaneco, com direito a paragem para Pisco Sour, retomando imediatamente o bailarico que ensina ao corpo novas formas de dançar. 24 Nov, sábado às 16h00 e às 18h00 - Jardim de Inverno OPA - Oficina Portátil de Artes O projecto OPA – Oficina Portátil de Artes – é apresentado mais uma vez no Lisboa Mistura dirigindo-se a jovens dos bairros da Grande Lisboa que desenvolvem projectos performativos em grupo ou individualmente. Numa mistura de culturas e de gerações, este ano o projecto OPA centrou-se na Alta de Lisboa, envolvendo várias Associações, com apresentações de música, teatro e dança. O projecto OPA – Oficina Portátil de Artes – é apoiado pela Fundação Montepio. 17h00 - Jardim de Inverno
 HUMBERTO LUIZ Humberto Luís, nordestino, é um dos melhores músicos do Brasil inteiro. Este fã de Bernardo Sassetti vai tocar no Lisboa Mistura com dois músicos do famoso trio deste último, Carlos Barreto e Alexandre Frazão. Mas musicalmente Humberto tem o seu universo próprio que vale mesmo a pena ser descoberto pela alegria, luz e imaginação que transmite quando toca. O seu ritmo é todo do Brasil, as melodias são do Mundo. 19h00 - Sala Principal 
TCHEKA Autor, compositor e intérprete de toda a sua obra, TCHEKA revela plenamente a versatilidade que caracteriza a sua voz, com a facilidade desconcertante de passar em segundos de uma entoação melancólica, para um registo de sentimento de alegria. A maturidade do seu mais recente disco “Dor de Mar”, concilia uma surpreendente liberdade de escrita, com uma voz cada vez mais enquadrada na sua própria linguagem. 20h00 - Jardim de Inverno
 ORQUESTRA GERAÇÃO 
Exibição do documentário Diogo, Ana, Daniel e Mónica dividem os seus dias entre casa, a escola, as aulas de expressão dramática e os ensaios de música. São jovens que vivem na periferia da Grande Lisboa, onde, até à chegada do projecto Orquestra Geração, o sonho de ser violinista não era de todo comum. 21h30 - Sala Principal 
LISNAVE 2012 3 bandas que fazem da música negra o seu mote existencial. Com abordagens sonoras distintas, DINO DE SANTIAGO o cantor soul, agora de regresso à raiz mais acústica da música de Cabo Verde, MACACOS DO CHINÊS que juntam à sua base electrónia de bass music (grime/dubstep/drum’n’bass/hiphop) a guitarra portuguesa, e ORELHA NEGRA com o seu hiphop instrumental, repleto de referências de um passado cujas influências não se esgotam no jazz/funk dos anos 70, mas em quase toda a música que a partir dessa década, fez dançar os grooveheads deste planeta. 24h00 - Jardim de Inverno Dj Johnny Mesmo para os mais desprevenidos, o nome não passa despercebido. São já 20 anos como dj desde as saudosas festas em clubes mais underground até aos festivais de música mais massivos. Na linha da frente, assitiu “in loco” à evolução da música de dança no cenário português. Os seus programas de rádio - primeiro no RCP e XFM, depois na rádio Marginal e Radio Oxigenio - foram uma das forças propulsoras do movimento drum’n’bass no nosso país. Mas o seu universo musical estende-se muito para além disso: aposta no cruzamento das sonoridades jazz, soul, hip hop, Afro dance Hall reggae com as linguagens mais modernas da música de dança. 25 Nov, domingo 16h30 - Jardim de Inverno
 FESTA INTERCULTURAL Portugal precisa de fazer comunidade. É vital e sente-se em tempos como os que estamos a viver que é uma das causas da enorme confusão que é comunicar. O Lisboa Mistura procura desde sempre estimular este espírito comunitário. Este ano vamos poder ver e ouvir pessoas, a solo ou integrando pequenos grupos amadores ou semi-profissionais, a mostrar os artísticos momentos com que atenuam a melancolia migrada do Japão, Congo, Brasil, Índia, Cabo-Verde, Rússia, Moldávia, entre outros. 
PREÇOS Sala Principal €10 - Bilhete diário €15 - Passe de 2 dias Não acumulável com outros descontos Jardim de Inverno Entrada livre (sujeita à lotação da sala; bilhetes disponíveis a partir das 13h00 no próprio dia) Music Box - entrada livre, sujeita à lotação e válida entre as 23h00 e as 03h00. 
Obrigatório a apresentação do bilhete do São Luiz Teatro Municipal/Lisboa Mistura Descontos 50% Estudantes, menores de 30 anos, maiores de 65 anos, pessoas com deficiência e acompanhante, desempregados, profissionais do espectáculo, funcionários da CML e Empresas Municipais (extensível a um acompanhante)»