Anoushka Shankar - filha e discípula do mestre absoluto da sitar Ravi Shankar - regressa a Portugal para um concerto no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, dia 2 de Junho, com um novo projecto. Acompanhada por Tanmoy Bose (tablas), Ravichandra Kulur (flauta bansuri), Leo Dombecki (piano), Barry Phillips (violoncelo) e Nick Able (tampura), Anoushka irá apresentar o seu novo álbum «Breathing Under Water», editado o ano passado, onde funde ragas tradicionais indianas com sonoridades ocidentais. A seguir deixo a biografia de Anoushka, tal como apresentada no press-release relativo a este concerto: «(Anoushka) nasceu em Londres, em 1981, mas desde os 7 anos passou grande parte do tempo em Nova Deli, estudando sitar e tocando com o pai. Com 11 anos, foi viver para Encinitas, na Califórnia, onde terminou o liceu em 1999. Excelente executante em sitar é igualmente uma pianista clássica particularmente dotada. A sua carreira a solo teve início em 2000 e, desde então, apresentou-se em inúmeros concertos nos EUA, Japão, Malásia, Índia e Europa. Anoushka tem interpretado o Concerto n.º 1, para Sitar e Orquestra, em várias ocasiões, desde a sua estreia com a Orquestra Sinfónica de Londres, dirigida por Zubin Mehta, em 1997. Na qualidade de directora de orquestra, estreou-se com a obra “Kalyan”, de Ravi Shankar (seu pai), num concerto memorável. Aos 27 anos, Anoushka Shankar manifesta já uma profunda compreensão da grande tradição musical indiana. Estudou com o pai desde os 9 anos, começando por tocar num sitar de pequenas dimensões especialmente construído para ela. Com apenas 13 anos, deu o seu primeiro concerto em Nova Delhi, participando no final desse ano na gravação de “In Celebration”, com o pai. Dois anos mais tarde, e na qualidade de maestro, participou com Ravi Shankar e George Harrison, na gravação de “Chants of India”. Em 1998, foi editado o primeiro CD em seu nome, “Anoushka”, que recebeu as melhores críticas. Dois anos depois, gravou “Anourag”, participou no disco “Full Circle: Carnegie Hall 2000” do seu pai e ainda em “Sacred Love” de Sting e, a partir de 2001, com o CD “Live at Carnegie Hall”, disco que foi nomeado para os Grammys, o seu nome fica indiscutivelmente ligado ao dos melhores sitaristas mundiais. É autora de uma biografia pictórica de Ravi Shankar, intitulada “Bapi: Love of my Life”. Depois de 2005, escreveu música para a curta-metragem “Ancient Marks”, gravou “Rise” o seu quarto CD a solo e, no ano passado, editou o disco “Breathing Under Water” que tem recebido excelentes críticas. Anoushka Shankar mostra uma plena compreensão da tradição musical indiana, desenvolvendo com grande criatividade os caminhos traçados por seu pai, sendo já considerada uma das mais importantes e influentes figuras do mundo da música».
Mostrar mensagens com a etiqueta Anoushka Shankar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Anoushka Shankar. Mostrar todas as mensagens
26 maio, 2008
Anoushka Shankar Com Novo Projecto no CCB
Anoushka Shankar - filha e discípula do mestre absoluto da sitar Ravi Shankar - regressa a Portugal para um concerto no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, dia 2 de Junho, com um novo projecto. Acompanhada por Tanmoy Bose (tablas), Ravichandra Kulur (flauta bansuri), Leo Dombecki (piano), Barry Phillips (violoncelo) e Nick Able (tampura), Anoushka irá apresentar o seu novo álbum «Breathing Under Water», editado o ano passado, onde funde ragas tradicionais indianas com sonoridades ocidentais. A seguir deixo a biografia de Anoushka, tal como apresentada no press-release relativo a este concerto: «(Anoushka) nasceu em Londres, em 1981, mas desde os 7 anos passou grande parte do tempo em Nova Deli, estudando sitar e tocando com o pai. Com 11 anos, foi viver para Encinitas, na Califórnia, onde terminou o liceu em 1999. Excelente executante em sitar é igualmente uma pianista clássica particularmente dotada. A sua carreira a solo teve início em 2000 e, desde então, apresentou-se em inúmeros concertos nos EUA, Japão, Malásia, Índia e Europa. Anoushka tem interpretado o Concerto n.º 1, para Sitar e Orquestra, em várias ocasiões, desde a sua estreia com a Orquestra Sinfónica de Londres, dirigida por Zubin Mehta, em 1997. Na qualidade de directora de orquestra, estreou-se com a obra “Kalyan”, de Ravi Shankar (seu pai), num concerto memorável. Aos 27 anos, Anoushka Shankar manifesta já uma profunda compreensão da grande tradição musical indiana. Estudou com o pai desde os 9 anos, começando por tocar num sitar de pequenas dimensões especialmente construído para ela. Com apenas 13 anos, deu o seu primeiro concerto em Nova Delhi, participando no final desse ano na gravação de “In Celebration”, com o pai. Dois anos mais tarde, e na qualidade de maestro, participou com Ravi Shankar e George Harrison, na gravação de “Chants of India”. Em 1998, foi editado o primeiro CD em seu nome, “Anoushka”, que recebeu as melhores críticas. Dois anos depois, gravou “Anourag”, participou no disco “Full Circle: Carnegie Hall 2000” do seu pai e ainda em “Sacred Love” de Sting e, a partir de 2001, com o CD “Live at Carnegie Hall”, disco que foi nomeado para os Grammys, o seu nome fica indiscutivelmente ligado ao dos melhores sitaristas mundiais. É autora de uma biografia pictórica de Ravi Shankar, intitulada “Bapi: Love of my Life”. Depois de 2005, escreveu música para a curta-metragem “Ancient Marks”, gravou “Rise” o seu quarto CD a solo e, no ano passado, editou o disco “Breathing Under Water” que tem recebido excelentes críticas. Anoushka Shankar mostra uma plena compreensão da tradição musical indiana, desenvolvendo com grande criatividade os caminhos traçados por seu pai, sendo já considerada uma das mais importantes e influentes figuras do mundo da música».
Etiquetas:
Anoushka Shankar,
Concertos,
Música de Fusão,
Música Indiana,
World Music
01 agosto, 2006
Nas Margens...
Mais uma selecção de quatro críticas a discos que se encontram nas margens de tudo isto, um bocadinho mais do lado de lá (da pop, das electrónicas, da country...) do que do lado de cá (da chamada world, da folk, etc...): Kad, Anoushka Shankar (na foto), Cibelle e a banda-sonora de «Brokeback Mountain»... Ou como isto anda tudo junto, de mão dada, e as fronteiras até nem têm importância nenhuma.
KAD
«SOCIÉTÉ»
Beleza/Compact
Cantor franco-argelino mistura jazz suavezinho, electrónicas e world. Às vezes bem.
ANOUSHKA SHANKAR
«RISE»
Angel/EMI Music
Filha de Ravi Shankar em mais uma aproximação à sitar-pop.
VÁRIOS
«BROKEBACK MOUNTAIN»
Verve/Universal
CIBELLE
«THE SHINE OF DRIED ELECTRIC LEAVES»
Crammed/Megamúsica
Cantora brasileira põe a voz no microondas e descongela caixinhas-de-música.
Subscrever:
Mensagens (Atom)