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terça-feira, dezembro 04, 2012

Comunicações sobre rádio

Lista de comunicações sobre rádio a apresentar no IV Seminário Internacional de Media, Jornalismo e Democracia, organizado pelo CIMJ, que decorre dias 6 e 7  na Unv. Nova de Lisboa.

Dia 6
- M.S.Sapna (Dept of Communication & Journalism, University of Mysore, Mysore, India): 
Role and Development of Community Radio in India
- Nelson Ribeiro (Universidade Católica Portuguesa): Defender a Democracia elogiando a Ditadura: A Linha editorial do Serviço Português da BBC durante a IIª Guerra Mundial
 - Maria Inácia Rezola (Instituto de História Contemporânea da FCSH-UNL; Escola Superior de Comunicação Social): Media, Jornalismo e Democracia: a Emissora Nacional no processo revolucionário português (1974-1975)
- Luís Bonixe (Escola Superior de Educação de Portalegre/CIMJ): 
Rádios locais e democracia – da hipótese do pluralismo à uniformização do discurso

Dia 7
Diego Weigelt e Brenda Parmeggiani (FCSH/UNL): 
O rádio nos novos meios de comunicação: A nova forma de ouvir dos jovens

 O programa completo está aqui.

quarta-feira, outubro 17, 2012

Rádio e Convergência II

Há no III Congresso Internacional de Ciberjornalismo, universidade do Porto 6 e 7 de dezembro, um painel  preenchido com comunicações dedicadas à rádio.

DIA 7
Convergência e conteúdos I (07/Dez, 10h, Anf. Nobre)

·         “As notícias nos sites de rádio: contributos para a identidade da notícia ciber-radiofónica”, Isabel Reis
·         “O que está na rádio que não é rádio – um estudo sobre os formatos não sonoros nos sites de emissoras de informação portuguesas”, Luís Bonixe
·         “O rádio nos novos meios de comunicação: uma nova forma de ouvir”, Diego Weigelt e Brenda Parmeggiani.


terça-feira, fevereiro 21, 2012

Colóquio sobre rádio na Católica

A Universidade Católica Portuguesa organiza no dia 28 de Fevereiro um colóquio subordinado ao tema "O Meio Rádio e os 75 Anos da Rádio Renascença". Do programa destaco a intervenção de James Curran às 14h30.

14h15 – Sessão de Abertura
Prof. Doutor Manuel Braga da Cruz, Reitor da UCP
Cónego João Aguiar, Presidente do Conselho de Gerência da Rádio Renascença
Prof.ª Doutora Isabel Capeloa Gil, Directora da Faculdade de Ciências Humanas

14h30 – Rethinking the Impact of the Internet in the Digital Era
James Curran, Goldsmiths College, University of London

15h30 – Entre o Analógico e o Digital | Moderação: Rita Figueiras, FCH/CECC
Da Tradição à Modernidade Radiofónica (1961-1969)
Rogério Santos, FCH/CECC
A Rádio Renascença na Transição de Regime: do 25 de Abril ao 25 de Novembro
Nelson Ribeiro, FCH/CECC
With or without you: Rádio e Música
Paula Cordeiro, ISCSP
Éter, web e redes: os Desafios da Informação na Rádio Multiplataforma
Luís Bonixe, IPP

16h50 – Intervalo
17h00 –A Renascença e a Rádio vistas por antigos profissionais do Grupo r/com.
Mesa Redonda | Moderador: José Luís Ramos Pinheiro, Administrador Grupo R/Com. Participantes: João Amaral, Diretor da Leya; Eduardo Oliveira e Silva, Diretor do Centro de Formação da RTP; Fernando Ilharco, Professor da FCH/UCP; Ângela Silva, jornalista do Expresso.

O colóquio vai decorrer na Sala de Exposições (Ed. da Biblioteca) e no final está previsto o lançamento do livro "Os Meus 31 Anos na Rádio Renascença" da autoria de Fernando Magalhães Crespo, com apresentação da obra pelo Reitor da UCP, Prof. Doutor Manuel Braga da Cruz.

sexta-feira, dezembro 23, 2011

Radio Evolution na JJ

O nº 48 da revista JJ do Clube de Jornalistas publica um artigo (pp. 6-11) que assino sobre o congresso ECREA "Radio Evolution", realizado em Braga no passado mês de Setembro.

sexta-feira, setembro 16, 2011

Radio Evolution II

Armand Balsebre é uma das maiores referências para quem estuda a rádio. No Congresso Radio Evolution que decorreu em Braga de 14 a 16 de Setembro (organização: ECREA/Universidade do Minho) fez a defesa do meio radiofónico sublinhando a importância que o som ainda tem num mundo dominado pela imagem.

E foi muito interessante ouvir dizer que a Internet não é uma ameaça para a rádio, pode isso sim representar uma oportunidade para a qualidade e criatividade sonora. É, afinal isso que Sofia Saldanha, vencedora do prémio Best New Artist Award em 2010, faz. Junta sons, bons sons e com eles conta “estórias” muito boas “estórias”. “The Sleeping Fool” é só uma delas. E premiada ainda por cima.

O Congresso serviu também para perceber que aos investigadores da rádio por esta Europa, e alguns fora dela, interessa a mesma temática: como está a rádio a adaptar-se a um novo ambiente mediático dominado pelas plataformas digitais? Muito bem, disseram uns; muito mal consideraram outros; o possível, asseguraram muitos.

Mas o que se sublinha das muitas comunicações apresentadas é, em primeiro lugar isso mesmo: a quantidade. E muitas delas de autores portugueses. Umas que resultam de teses de mestrado, outras de doutoramento, outras ainda de projectos individuais. A rádio está, também do lado académico, bem viva.

Das rádios comunitárias, às universitárias, passando pelas locais, pelo discurso, pelas narrativas, pelas audiências, pela música (muita música!) e pela informação (pouca!) o congresso serviu também para mostrar como o universo radiofónico é vasto e interessante, quase sempre tendo como pano de fundo o digital e a Internet. E, claro, a ameaça ao meio radiofónico, sempre a ameaça…

Mais sobre o congresso aqui:

O futuro da rádio é digital? Sim, mas não só

Radio Evolution

quarta-feira, setembro 07, 2011

Radio evolution

Decorre na próxima semana, entre 14 e 16 de Setembro, na Universidade do Minho o Congresso Radio Evolution, organizado pelo ECREA.

O programa definitivo já está disponível aqui e dele faz parte um conjunto de sessões com investigadores, professores, profissionais nacionais e estrangeiros que vão abordar diversos assuntos relacionados com a rádio, desde as narrativas e redes sociais, passando pelo jornalismo e pelas audiências.

O programa de comunicações é igualmente interessante e extenso.

Contribuirei com a comunicação: Sharing and retweeting sounds: the relationship between radio journalism and social networks.

segunda-feira, abril 04, 2011

Os provedores e o serviço público de rádio

Na última semana decorreu em Sevilha o I Congreso Internacional de Ética de la Comunicación.

O programa do congresso incluiu um conjunto de comunicações relacionadas com o estudo da rádio. Interessante foram as contribuições e testemunhos da rádio enquanto plataforma para a cidadania e educação.

Contribui com uma comunicação intitulada: "A auto-regulação no serviço público de rádio português - o caso do provedor do ouvinte".

Algumas notas:

Com base na análise dos relatórios elaborados pelos dois primeiros provedores da rádio pública portuguesa (José Nuno Martins e Adelino Gomes) verificámos o seguinte:

- O provedor da rádio pública caracteriza-se por ser um provedor de largo espectro. Significa dizer que quem ocupa o cargo debruça-se sobre uma enorme vastidão de temas (programação, informação, questões técnicas, tecnológicas, etc) e de canais de serviço público, incluindo a Internet. Não se trata, pois, de um provedor apenas para a área do jornalismo ou da programação, por exemplo, como sucede noutros países.

- O conceito de serviço público é central enquanto enquadramento para a análise dos temas. Ou seja, quando o provedor recebe uma queixa dos ouvintes em relação a matérias jornalísticas, na resposta, o provedor não invoca com a mesma frequência argumentos sustentados na ética e deontologia do jornalismo, preferindo recorrer às normas que constam do contrato de concessão do serviço público de rádio.

- A acção do provedor, para além de representar um mecanismo de auto-regulação, contribui para a crítica e doutrina sobre o serviço público de rádio. Não raras vezes, o provedor critica o normativo do contrato de concessão sugerindo alterações e propondo outras normas.

- Num ambiente como o português, onde escasseiam estudos académicos sobre a rádio em geral e sobre o serviço público de radiodifusão em particular, o papel do provedor representa um excelente contributo para a discussão e reflexão destas temáticas contribuindo para a compreensão do papel de uma rádio de serviço público.

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Para quem investiga a rádio

- Chamada de artigos para o nº 20 da revista Comunicação e Sociedade (Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho) até 30 de Abril. Número temático sobre rádio. Para ver aqui.

- Colóquio "Radios libres, 30 ans de FM : la parole libérée ?" promovido pelo Gr0upe de Recherches et d'etudes sur la radio. Call for papers até 22 de Fevereiro. Mais informações aqui.

quarta-feira, novembro 10, 2010

A abundância dos media e a democracia

Do conjunto muito interessante de comunicações a que assisti no Seminário de Media, Jornalismo e Democracia destaco a ideia que foi transversal a algumas delas e que tem a ver com a perda de influência do jornalismo enquanto fonte de informação para os indivíduos sobre questões políticas.

Essa perda não tem tanto a ver com o papel que muitos atribuem actualmente à Internet e à emergência de formas de parajornalismo que de algum modo poderiam colocar em causa a utilidade do jornalismo enquanto dispositivo de abertura do mundo aos indivíduos.

O que o professor Thomas Patterson nos veio dizer, numa excelente comunicação, é que a abundância de meios de comunicação nem sempre se tem revelado como positivo para a democracia. O professor de Harvard deu o exemplo: antes da múltipla oferta de canais de televisão e da rádio em FM, havia uma hora em que as pessoas viam notícias na televisão, mas agora a essa mesma hora as pessoas têm muitas outras hipóteses. Ou seja, apesar de continuarmos a ver televisão e a ouvir rádio, os interesses têm-se deslocado mais para os programas de entretenimento e menos para os de informação.
Naturalmente que, apesar do entretenimento também poder ter um valor democrático, como fez questão de referir James Curran, a verdade é que se corre o risco de adquirir menos conhecimento sobre os acontecimentos públicos. Patterson referiu mesmo, relativamente ao caso Americano, que os norte-americanos estão cada vez menos informados sobre a política.

Por outro lado, diversas intervenções destacaram o papel do entretenimento na abordagem das questões políticas, não só em séries televisivas (como referiu Curran), como também em programas de humor (Ana Cabrera) que tratando os assuntos de um modo mais leve, acabam por fazer com que as pessoas falem dessas mesmas questões.
Para Patterson, os media noticiosos tendem cada vez mais para as soft news, abdicando de debates e de um tratamento mais aprofundado das temáticas.

Não é muito difícil identificarmos estes mesmos sintomas na rádio informativa portuguesa. Porque também ela desistiu do debate e da troca de ideias nos seus principais horários e porque começa a haver uma tendência para o tratamento da informação segundo uma lógica do entretenimento e até do humor (ex: Governo Sombra na TSF) e por fim, porque apesar da proliferação de rádios por todo o país, a verdade é que a aposta na informação é muito reduzida.

Leitura: Revista Media&Jornalismo que reúne as principais comunicações do Seminário.

domingo, novembro 07, 2010

Seminário de Jornalismo e Democracia


Decorre esta segunda e terça-feira o III Seminário Internacional de Jornalismo, Media e Democracia organizado pelo Centro de Investigação de Media e Jornalismo.
No evento participam como oradores referências na área dos estudos dos media e do jornalismo como Thomas Patterson, Dan Hallin ou Natalie Fenton.

Da lista de comunicações destaco as duas que têm a rádio como objecto de estudo. “O comentário do público e a distribuição editorial temática nos sites de rádio” da autoria de Helena Lima e Isabel e Reis e A cobertura radiofónica de campanhas eleitorais – do som ao multimédia de minha autoria.
O seminário decorre na FCSH da Universidade Nova de Lisboa.

O programa está aqui.

sexta-feira, outubro 08, 2010

A rádio em Portugal e o seu Futuro

A Conferência sobre os 75 Anos da Rádio em Portugal, que decorreu esta quinta-feira em Lisboa, mostrou que o futuro da rádio continua a merecer as mais variadas previsões.
O evento, organizado pela RTP e pela Universidade Lusófona, contou com a participação de vários investigadores e profissionais do meio que, pelo menos num ponto, parecem convergir: o futuro da rádio existe e passará pela Internet. Já quanto aos modelos a seguir, é que as intervenções não coincidiram.
Gerd Leonhard, media futurologista, anunciou a tempestade para a rádio, que para construir moinhos de vento e não conchas (como referiu) terá que modificar o seu modelo comunicacional o que implica, a seu ver, olhar para as redes sociais e sobretudo para a Internet móvel. O telemóvel tem aqui um papel importante para o futuro da rádio. Uma ideia que me pareceu importante, e que mostra como os hábitos de consumo são altamente oscilantes quando se trata de novas tecnologias, é que, segundo Gerd, o download de músicas já não é o mais relevante, mas sim aceder a elas directamente a partir da Internet, através da criação de bookmarks.
Diferente, muito diferente, foi a intervenção de Mário Figueiredo, o novo Provedor da rádio pública. Na sua comunicação, olhou para o passado da rádio, acreditando que modelos como o de programas de autor, o predomínio do som e da estética radiofónica exclusivamente sonora, podem ser ainda armas que o meio poderá usar no futuro.
Os directores de informação das três principais rádios portuguesas com notícias e ainda Emídio Rangel acabaram por protagonizar o debate mais animado a propósito do futuro da informação na rádio.
As intervenções centralizaram-se naquilo que é hoje a relação entre a rádio dita tradicional e a sua presença online no que diz respeito à informação. A rádio é ainda dominante, pois as notícias dos sites são sobretudo as que já passaram na emissão, disse Paulo Baldaia, director da TSF; o consumo de rádio faz hoje parte de um leque variado de opções no campo dos média – ao mesmo tempo que estamos a trabalhar no computador também ouvimos rádio, vincou João Barreiros, director de Informação da Antena 1. Já Graça Franco, directora da Renascença, enfatizou o trabalho que a sua rádio já faz no site: infografias, directos em vídeo, jornal em pdf, sublinhando que a rádio é também tudo isto. Opinião que Emídio Rangel não partilhou, preferindo vincar as características genéticas do meio rádio (rapidez, imediatismo, etc) para referir que se trata de um média que por definição é informativo e que a Internet não tem capacidade para o substituir.
Numa Conferência sobre o Futuro da rádio, teríamos todos ganho com a participação da Média Capital e do sub-sector das rádios locais.

quarta-feira, setembro 22, 2010

Conferência sobre o futuro da rádio

Para assinalar os 75 anos da Rádio Pública em Portugal, a RTP vai organizar no dia 7 de Outubro uma conferência Internacional sobre a "Rádio em Portugal e o seu Futuro", que decorrerá na Universidade Lusófona.

Do programa, destaco o painel destinado a debater o "Futuro da Informação na Rádio" que contará com as participações de João Barreiros, Director de Informação de Rádio da RTP; Graça Franco, Directora de Informação da Renascença; Paulo Baldaia, Director de Informação da TSF e Emídio Rangel.

sexta-feira, março 19, 2010

Eventos sobre rádio

Nos próximos dias decorrem três eventos de interesse sobre a rádio:

- Hoje (dia 19 de Março) decorre um debate sobre as Rádios Piratas em Portugal. Mais sobre o evento aqui.

- No Sábado, estreia o programa sobre a história da rádio intitulado "No Ar". Começa às 18:00 na RTP Memória. Segundo o facebook do programa "terá repetição no domingo à noite e a partir de segunda-feira o programa fica igualmente disponível em on-demand (free)".

- Na quinta-feira (dia 25 de Março) decorre no ISCSP o Congresso "Pós-Rádio: R@dio como Media Social?". O Programa da iniciativa está aqui.

segunda-feira, março 15, 2010

Jornadas da Comunicação

Os alunos do curso de Jornalismo e Comunicação da ESE de Portalegre estão a organizar mais uma edição das Jornadas da Comunicação. Este ano há um tema sobre rádio. Será na quarta-feira e tem por título "Webradio: um novo conceito, um novo rumo?" no qual participarei com Elisabete Pato, chefe de redacção do Rádio Clube Português e Mário Mesquita Borges do site Cotonete.

terça-feira, fevereiro 09, 2010

Congresso de rádio

No dia 25 de Março vai decorrer no ISCSP em Lisboa um Congresso Internacional de Rádio dedicado em particular ao meio radiofónico, música e Internet.

Os pormenores da iniciativa vão sendo conhecidos e no facebook de Paula Cordeiro, que é uma das organizadoras, já está disponível o programa.

Quero destacar o debate 2 por ser aquele que, a avaliar pelos convidados, mais se relaciona com os desafios do jornalismo radiofónico na web.

A convergência multimédia como um desafio técnico e humano.
Case studies da adaptação da rádio à web 2.0
Moderador: António Granado, (FCSH/ Jornal Público)
João Barreiros, Antena 1
Arsénio Reis, TSF
Pedro Leal, Rádio Renascença
Paulo Querido, Jornal Público

A iniciativa é de louvar e vamos aguardando por mais detalhes.

domingo, janeiro 10, 2010

Media, Jornalismo e Democracia

O Centro de Investigação Media e Jornalismo vai organizar em Novembro o III Seminário Internacional Media, Jornalismo e Democracia. O call for papers decorre até 31 de Maio.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Acerto de contas

Outros afazeres têm-me impedido de actualizar o blogue. De tal forma que passei sem dar conta que o Rádio e Jornalismo já existe há 4 anos. Completou-os no dia 3 de Dezembro!!!

Adiante: fiz aqui referência aos Prémios Obciber e agora quero dar os parabéns aos vencedores, em particular aos autores do trabalho Vidas de Silêncio da Renascença.

Ainda em relação às jornadas Obciber quero sublinhar a apresentação de Isabel Reis que tem estudado a utilização do áudio nas peças jornalísticas dos sites das rádios. No evento, a autora apresentou A linguagem radiofónica no áudio das cibernotícias das rádios

sexta-feira, novembro 06, 2009

Congresso online

Decorre entre os dias 12 e 19 de Novembro o IV Congreso de la Cibersociedad - Crisis Analógica, futuro digital, organizado pelo Observatorio para la Cibersociedad. O Congresso tema a particularidade de decorrer exclusivamente online.

Foram apresentadas 400 comunicações que já estão disponíveis.

Há algumas sobre rádio.

terça-feira, maio 19, 2009

APR discute Rádios de Proximidade

A Associação Portuguesa de Radiodifusão vai iniciar uma série de encontros para discutir as Rádios de Proximidade. O primeiro tem lugar no dia 26 no Funchal.
Seguem-se os seguintes: Porto Santo (16 de Junho), Porto (23 de Junho), Lisboa (25 de Junho), Fundão (30 de Junho) e Faro (2 de Julho).

Via Meios e Publicidade.

segunda-feira, abril 13, 2009

A rádio no SOPCOM

Entre os dias 14 e 18 de Abril decorre em Lisboa o VI SOPCOM/VIII LUSOCOM na Universidade Lusófona em Lisboa.

Há várias comunicações que têm a rádio como tema principal. Tentarei dar conta de algumas delas nos próximos dias.

O evento pode ser seguido através do site, do blogue e do twitter.