NOTE: In 1997, this album was re-released under the name "The First Rays Of The New Rising Sun", where the ten tracks were mixed with seven more tracks (!). Sincerely, there are things which I really don't understand at all! Why adulterate something that is perfect? Well, never mind, here you have this Hendrix great last album in its pure and original release.
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domingo, 14 de março de 2021
JIMI HENDRIX: "The Cry Of Love"
NOTE: In 1997, this album was re-released under the name "The First Rays Of The New Rising Sun", where the ten tracks were mixed with seven more tracks (!). Sincerely, there are things which I really don't understand at all! Why adulterate something that is perfect? Well, never mind, here you have this Hendrix great last album in its pure and original release.
terça-feira, 4 de agosto de 2020
terça-feira, 31 de dezembro de 2019
HENDRIX, MILES & COX: "Band Of Gypsys"
Original released on LP Capitol STAO-472
(US 1970, March 25)
Equipment problems had plagued him in past live shows as well, but everything was perfect for the Fillmore shows. His absolute mastery of his guitar and effects is even more amazing considering that this was the first time he used the Fuzz Face, wah-wah pedal, Univibe, and Octavia pedals on-stage together. The guitar tones he gets on "Who Knows" and "Power to Love" are powerful and intense, but nowhere is his absolute control more evident than on "Machine Gun," where Hendrix conjures bombs, guns, and other sounds of war from his guitar, all within the context of a coherent musical statement. The solo on "Machine Gun" totally rewrote the book on what a man could do with an electric guitar and is arguably the most groundbreaking and devastating guitar solo ever. These live versions of "Message to Love" and "Power to Love" are far better than the jigsaw puzzle studio versions that were released posthumously. Two Buddy Miles compositions are also included, but the show belongs to Jimi all the way. "Band of Gypsys" is not only an important part of the Hendrix legacy, but one of the greatest live albums ever. (Sean Westergaard in AllMusic)
The album was only released in the UK three months later, on Track label (2406-002), with another (and horribilis) cover:
sábado, 11 de maio de 2019
JIMI HENDRIX EXPERIENCE: "Axis: Bold As Love" (mono + stereo)
Original released on LP Track 612.003
(UK 1967, December 1)
Lançado no 1º de Dezembro de 1967 no Reino Unido, o álbum chegou ao primeiro lugar dos charts e lá ficou por 17 semanas, sendo elogiado por público e crítica. Nos Estados Unidos foi apenas disponibilizado em fevereiro do ano seguinte e chegou ao terceiro posto rapidamente. A capa, uma representação da deusa indiana Vishnu, foi rejeitada pelo trio desde sempre – a ideia partiu da gravadora aliada aos factos de o psicadelismo e o hinduísmo estarem em alta, no final dos anos sessenta. Os hindus não gostaram e não gostam disso até hoje, pois é, segundo eles, “falta de respeito com a deusa responsável pela manutenção do universo”. O início do álbum é o típico início de um programa de rádio de 1967, só que com as vozes alteradas e vários efeitos de pedal bem estranhos e chamativos ao ouvinte mais atento. O trabalho começa, com música, em "Up from the Skies", faixa que trata sobre vida extraterrestre na terra. O ritmo, um jazz misturado com funk, é capaz de encantar logo de cara pela capacidade em envolver quem ouve em pouco tempo. Difícil parar depois dessa.
O blues pesado de "Spanish Castle Magic" traz o som característico de Jimi Hendrix na guitarra e a batida pesada de Mitch Mitchell na bateria. Ao escrever sobre o passado, quando tocava em bandas semi-amadoras em Seattle, o guitarrista conseguiu dar peso à letra e a recheou com riffs inesquecíveis. Indo para o soul, "Wait Until Tomorrow" é uma das grandes canções de Hendrix por conseguir encaixar as influências do género de maneira a não o descaracterizar por completo e ainda conseguir dar um toque de genialidade à sua maneira. Toda a técnica é mostrada em "Ain't No Telling", em que o trio consegue criar uma bela harmonia para o improviso na guitarra ir conectando os versos e tudo fazer sentido nessa música animada. Outra óptima gravação é "Little Wing", boa para dar uma referência do momento em que a música mainstream estava vivendo em 1967 – muitos efeitos e longas partes instrumentais feitas para deixar quem ouve bem alto. Curta e precisa.
"If 6 Was 9" foi uma das canções que precisou ser regravada e Hendrix nunca ficou totalmente satisfeito com o resultado. Gravada às pressas, a canção é uma das mais inventivas e geniais do rock por simplesmente parecer um quebra-cabeça em que o ouvinte vai montando as peças enquanto a música evolui e, ao fim, tudo faz sentido. Mas precisou passar por todo processo de apreciar cada pedaço e riff de guitarra para entender. "You Got me Floatin'" traz uma atmosfera ótima de R&B ao disco depois de uma canção mais pesada, fazendo muito sentido para abrir o lado B, já "Castles Made of Sand" trata da infância de Hendrix de maneira sublime ao colocar o pé em vários géneros, mas sem exagerar em nada. É o tipo de música que muitos dariam alguma parte do corpo para fazer uma igual. Única canção que não foi composta pelo guitarrista, "She's So Fine" é do baixista Noel Redding e é bem direta ao usar uma instrumentação bem pesada.
A balada "One Rainy Wish" é boa o suficiente para dar a chance de o ouvinte aproveitar e relaxar na audição depois de momentos mais fortes e/ou dançantes, algo bom também para mostrar a capacidade do trio em fazer uma canção simples. Se "Little Miss Lover" recoloca o disco no caminho do blues elétrico, "Bold as Love" é encerramento perfeito para essa obra-prima. Cheia de cores audíveis (escutem, vocês entenderão), ela levou quase 30 tentativas para ficar perfeita – e não ficou, pegaram a primeira parte do take 20 e uniram com a segunda do take 27. Ela tem de tudo e acaba refletindo bem uma geração de músicos e do psicadelismo. "Axis: Bold as Love" é o álbum perfeito para entender algumas coisas: a genialidade de Jimi Hendrix na guitarra, como o trio funcionava muito bem em estúdio e como o Verão do Amor acabou sendo fundamental para entender os jovens e a música daquele período. (in MusicOnTheRun)
Lado A
1 - "EXP" (1:55)
2 - "Up from the Skies" (2:55)
3 - "Spanish Castle Magic" (3:00)
4 - "Wait Until Tomorrow" (3:00)
5 - "Ain't No Telling" (1:46)
6 - "Little Wing" (2:24)
7 - "If 6 Was 9" (5:32)
Lado B
8 - "You Got Me Floatin'" (2:45)
9 - "Castles Made of Sand" (2:46)
10 - "She's So Fine" (Noel Redding) (2:37)
11 - "One Rainy Wish" (3:40)
12 - "Little Miss Lover" (2:20)
13 - "Bold as Love" (4:11)
Gravadora: Track Records
Produção: Chas Chandler
Jimi Hendrix: vocais, guitarra, piano, flauta doce e voz de ‘Mr. Paul Caruso’ em "EXP"
Mitch Mitchell: bateria, glockenspiel em "Little Wing", vocal de apoio e entrevistador em "EXP"
Noel Redding: vocal de apoio, baixo, pedal em "If 6 Was 9" e vocalista principal em "She's So Fine"
Convidados:
Gary Leeds: pedal em "If 6 Was 9"
Graham Nash: pedal em "If 6 Was 9"
Trevor Burton: vocal de apoio em "You Got Me Floatin'"
domingo, 28 de abril de 2019
«…Have You Ever Been To Electric Ladyland..?»
Original Released in 1968, October 16
UK: TRACK 613008/9
US: REPRISE 2RS-6307
Seria, por isso mesmo, o derradeiro album do mítico trio e só dois anos depois é que Jimi conseguiu reunir uma nova banda para produzir outro disco, o “Band of Gypsys”, gravado ao vivo com Billy Cox e Buddy Miles, e editado em 1970 – foi o último album autorizado por Hendrix (“The Cry Of Love”, que encerrou a discografia oficial, já foi editado depois da morte do guitarrista, em 1971, faz hoje precisamente 44 anos). Entre outros temas inesquecíveis (por exemplo “Voodoo Chile” em duas versões diferentes, a mais longa das quais a durar uns bons 15 minutos) o album contém uma das covers mais célebres da história, o electrizante “All Along The Watchtower”, considerada mesmo superior à versão original pelo seu autor, mr. Bob Dylan himself! O single com esse tema chegaria a 5º lugar nas tabelas inglesas, ficando-se pelo 20ª posição na Billboard americana. Todos os restantes singles extraídos do album apenas seriam classificados em Inglaterra, com destaque para “Voodoo Chile (Slight Return)” que chegaria a nº 1 dois anos depois, a 28 de Novembro de 1970. O album, por sua vez, seria nº 1 nos EUA e nº 2 no Reino Unido.
A capa do disco gerou uma grande controvérsia na altura. A ideia de Hendrix era colocar uma fotografia colorida de Linda Eastman que mostrava o grupo rodeado de crianças junto à escultura de Alice in Wonderland em Central Park, tendo chegado inclusivé a manifestar esse desejo junto à editora, a Reprise Records. Como resposta teve uma fotografia (da autoria de Karl Ferris), da sua cabeça, em tons vermelho e amarelo, estampada na capa. Por outro lado, em Inglaterra, e devido a atrasos na remessa do album original, a Track Records produziu uma outra capa completamente diferente (da autoria de David King e Rob O’Connor), com 19 mulheres nuas fotografadas num fundo negro, algumas das quais segurando fotografias de albuns anteriores dos Experience. Alguns dos modelos eram na altura presença habitual nas páginas de revistas como a Mayfair ou a Parade, mas a maior parte delas foram contratadas por 5 libras/hora em bares e clubes de King's Road, Chelsea. A fotografia foi tirada pelo nova-iorquino David Montgomery no seu estúdio de Londres, em Edith Grove. Esta capa, que também desagradou pessoalmente a Jimi (chegou a comentar «it’s mostly bullshit»), constituiu no entanto uma imagem de marca de “Electric Ladyland”, preenchendo na altura todas as fantasias sexuais dos jovens fans e ajudando a criar toda uma aura sensual à volta de Hendrix, que na época era visto quase sempre rodeado por excitantes groupies. Algumas lojas de discos mais puritanas chegaram ao cúmulo de envolver o disco em sacos de papel, como se de uma revista pornográfica se tratasse. Seja como fôr, a capa original inglesa era muito mais apelativa, convenhamos, do que a fotografia desbotada da edição americana. No entanto foi esta última que, muitos anos após a morte de Hendrix foi adoptada (por imposição dos herdeiros) como a oficial em todo o mundo, o que, consequentemente, transformou as cópias da edição original inglesa (um dos meus tesouros mais preciosos) em items muito mais valiosos no mundo dos coleccionadores (a Record Collector atribui-lhe uma cotação base de 800 libras).
Jimi Hendrix's third and final album with the original Experience found him taking his funk and psychedelic sounds to the absolute limit. The result was not only one of the best rock albums of the era, but also Hendrix's original musical vision at its absolute apex. When revisionist rock critics refer to him as the maker of a generation's mightiest dope music, this is the album they're referring to. But "Electric Ladyland" is so much more than just background music for chemical intake. Kudos to engineer Eddie Kramer for taking Hendrix's visions of a soundscape behind his music and giving it all context, experimenting with odd mic techniques, echo, backward tape, flanging, and chorusing, all new techniques at the time, at least the way they're used here. As an album this influential (and as far as influencing a generation of players and beyond, this was his ultimate statement for many), the highlights speak for themselves: "Crosstown Traffic," his reinterpretation of Bob Dylan's "All Along the Watchtower," "Burning of the Midnight Lamp," the spacy "1983...(A Merman I Should Turn to Be)," and "Voodoo Child (Slight Return)," a landmark in Hendrix's playing. With this double set, Hendrix once again pushed the concept album to new horizons. (Cub Koda in AllMusic)
Jimi Hendrix's third and final album with the original Experience found him taking his funk and psychedelic sounds to the absolute limit. The result was not only one of the best rock albums of the era, but also Hendrix's original musical vision at its absolute apex. When revisionist rock critics refer to him as the maker of a generation's mightiest dope music, this is the album they're referring to. But "Electric Ladyland" is so much more than just background music for chemical intake. Kudos to engineer Eddie Kramer for taking Hendrix's visions of a soundscape behind his music and giving it all context, experimenting with odd mic techniques, echo, backward tape, flanging, and chorusing, all new techniques at the time, at least the way they're used here. As an album this influential (and as far as influencing a generation of players and beyond, this was his ultimate statement for many), the highlights speak for themselves: "Crosstown Traffic," his reinterpretation of Bob Dylan's "All Along the Watchtower," "Burning of the Midnight Lamp," the spacy "1983...(A Merman I Should Turn to Be)," and "Voodoo Child (Slight Return)," a landmark in Hendrix's playing. With this double set, Hendrix once again pushed the concept album to new horizons. (Cub Koda in AllMusic)
terça-feira, 5 de dezembro de 2017
JIMI HENDRIX Debut Album
| US cover |
Original released on LP Track 612.001
(UK 1967, May 12)
sábado, 17 de setembro de 2016
terça-feira, 6 de setembro de 2016
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
sábado, 27 de agosto de 2016
quinta-feira, 14 de julho de 2016
HENDRIX FIRST HIT COLLECTION
Original released on LP Track 613004
(UK, April 1968)
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