Mostrando postagens com marcador almofadas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador almofadas. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Com quantas camisetas se faz um jardim?

Fiz um limpa no armário, o filho também e o resultado já era previsível para a dupla adepta do jeans&t-shirts: uma coleção de camisetas velhinhas, algumas de estimação, mas que mesmo com dor no peito precisávamos desapegar. As mais inteiras foram para doação, as outras guardei, sabendo do seu potencial. Como julho é um mês recheado de aniversariantes, ando às voltas com a confecção de presentinhos, um bom motivo para começar a reutilizar os guardados.
Ontem lembrei de uma almofada que fiz para a fofa da tia Dada e revirei o blog atrás dela. Puxei minha orelha pela bagunça dos meus marcadores, mas enfim encontrei aqui. Junto, o tutorial das flores com tirinhas de malha. Arregacei as mangas para reaprender a técnica, mas como aquele espírito anárquico de inventar moda não me abandona, depois de aplicar a primeira rosa, resolvi picotar uma tira amarela, costurei o miolo e nasceu uma margarida.  Depois, com malha cor de laranja, costurei por dentro, fui franzindo e o resultado me lembrou uma camélia. Finalizei o buquê com folhas em verde-mate. 

O bacana desse trabalho é como reconhecemos diferentes tons de uma mesma cor, o que quase sempre passa desapercebido quando vimos as camisetas como vestuário. Mas mesmo com a fartura de opções, confesso ter buscado outra peça no armário para a flor laranja e me contive para não cortar uma blusa cor de rosa ainda bem "usável" (rs).
Outra graça que me encanta nesse reaproveitamento da malha é o  jeito meio "desleixado" da costura que produz formas espontâneas, sempre únicas.

As tirinhas rendem muito, então, vamos lá catar outras ideias para utilizá-las.
Um fim de semana colorido de disposição para descobrir novas possibilidades nas gavetas dos armários e nas gavetinhas do coração. Amém.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Um jardim de crochê

Muitos pontinhos, poucas palavras.

Rosa, amarelo, turquesa, um pouquinho de lilás, verde em dois tons...

Primeiro fiz as flores, depois agrupei-as uma coladinha na outra e contornei com folhas.
E a almofada fez minha sala mais feliz.
Que as boas novidades, mesmo as singelas, repercutam em alegria para todos nós. Amém.

quarta-feira, 21 de março de 2012

Costurinhas pra presentear

Ana, nossa anja da guarda, aniversariou na semana passada. Dias antes, comentou que suas almofadas estavam velhinhas, desbotadas. Fez-se a luz! Tão bom ter gente nova no pedaço para poder escolher um presentinho handmade sem medo de repetir a dose. Às antigas amigas, preciso recorrer à memória para não cometer a gafe de reprisar o presente dos anos anteriores. É um tal de "mandalas já ganhou, fadinhas também, guirlanda no ano passado, caixinha forrada no Natal..." E mesmo que passe e repasse os últimos presentes, às vezes ainda fica uma pontinha de dúvida se não estarei trocando as presenteadas. Mas, parece que tenho acertado, as meninas ficam tão faceirinhas com os mimos exclusivos, feitos com carinho de verdade, atributos tão valorizados por quem recebe algo criado especialmente para si. Ao menos para o "povo da nossa turma", não é mesmo?
Ana mora há poucos meses no nosso coração, mas tão logo chegou conquistou um espaço iluminado nos capítulos do dia a dia que ela, a mãe e eu temos escrito juntas.

Nada mais adequado que um jardim bem colorido para receber nosso coração amarelo e, assim, contar a ela um pedacinho da gratidão por tê-la por perto.

Outra aniversariante de março, companheira da vida toda que faz as vezes da irmã que gostaria de ter, também ganhou uma lembrancinha feita em casa. Para Reja, todo cuidado é pouco para não cair no presente repetido. Mais garantido pensar em alguma costurinha, aventura mais recente. Enquanto corto o tecido, sinto-me assim mesmo, em plena aventura que exige coragem, como todas as outras incursões em terreno pouco conhecido. E para não dar passo maior que as pernas, projetos muito simples são a regra, e ainda assim "dirijo" a mini Janome em marcha lenta.

A bolsa ganhou uma mandalinha, que foi a melhor parte da brincadeira. Adorei quando a presenteada reconheceu a "redonda" assim que abriu o pacote: Uma mandala, que lindo!.

Que as amigas - antigas, novas, próximas, distantes - continuem mobilizando a criatividade e o afeto, uma dupla da pesada contra a monotonia. Amém.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Friiiio e as amigas cancerianas


(Para ver o PAP do bonequinho clique aqui)


Há bem mais de uma semana os gaúchos buscam alternativas para não "encarangar", expressão ressuscitada nesse julho congelante, num misto de humor e uma certa aflição que as temperaturas bem abaixo dos 10 graus têm provocado, até em quem gosta do inverno desde sempre. Sou dessa turma, que espera ansiosa pela temporada de se deliciar com os raios quentinhos de sol, dos blusões sobre blusões, bolsa de água quente na cama, fogãozinho a lenha aceso, banhos bem demorados com água quase escaldante (sei, sei, nada aconselhável para a pele e o cabelo, mas nesse friozão, mais me valem esses minutos de relaxamento). Mas confesso: esse inverno como os de antigamente anda me mostrando sua face pouco romântica, a mais clara delas, que não combina com convalescentes. As dificuldades na rotina de minha mãe, que passou por uma isquemia, aumentaram tanto com esse clima, que adoraria ter uma varinha de condão para trazer à luz uma primavera prematura. Sem o poder da mágica, rastreio a meteorologia em busca de boas notícias, torcendo por dias que amanheçam menos frios e mantenham a temperatura próximas dos 20 graus. Hoje me entusiasmei. De acordo com os homens e mulheres do tempo, isso deverá acontecer na próxima semana. Um alívio, quem diria!
Inverno é tempo tão bom para as manualidades, que quem dera poder me dedicar a elas com a mesma intensidade desse frio histórico. Mas sempre é possível dar um jeitinho para fazer aquilo que supre um pouco da nossa carência de prazer. Então, montei uma super bolsa com materiais de fácil transporte, com lãs, agulhas, linhas, paninhos. É a minha parceirona do dia a dia, já pula no meu ombro e acompanha o vai e volta entre as casas. Mesmo que muitas vezes não consiga fazer mais do que duas carreiras de tricô ou crochê, ou bordar mais que alguns poucos pontinhos enquanto cuido da minha doentinha, é uma garantia de que posso ter alguns minutos de distração, e isso ajuda, e muito, a dar um colorido às horas.


Amigos cancerianos (lunáticos, sensíveis e amorosos de seu jeito que adoro), tenho vários deles, que estão trocando de idade, também dão um empurrãozinho nas pequenas produções. Com data marcada para os presentes, acabo mais comprometida e com maior agilidade. E assim tem nascido alguns mimos para dizer o quanto eles me são especiais.
Aqui, um presente anunciado, para fazer diferente dessa vez. Se a presenteada, que aniversariou no sábado mas ainda não ganhou o abraço nem a declaração de amizade, passar por aqui, aposto na ideia de que o protocolo quebrado possa ser uma maneira inédita de agradá-la.


Minha amiga-irmã de tantos anos é a prova de que o Poetinha sempre tem razão. Nos (re)conhecemos em meio a um grupo grande de trabalho e fomos laçadas pelo afeto que perdura em todas as estações da vida. Um presentão daqueles!
A almofada florida ficou tão alegre! Alegria de viver é o que mais lhe desejo...
... junto com bom humor, que os poás remetem.
Lá longe, no Espírito Santo, outra amiga querida também assoprou velinhas recentemente.
E aquele paninho que mostrei aqui no último post seguiu viagem para sua cozinha que me recebeu com quitutes e carinhos inesquecíveis, coisa que todo bom canceriano tira de letra. Amizade tão próxima nascida pelo mundo blogueiro que dá a ele um sentido maior e faz valer a pena nosso empenho e atenção às nossas casas virtuais.


A terceira canceriana da lista das maiores amigas, bem diferente das duas primeiras, ama o verão, e ama sua casinha de quatro rodas onde passa todo e qualquer tempinho de folga. O cenário campista tratou de reforçar a amizade iniciada pelos filhos, isso há quase 30 anos! Nos últimos meses, tem sido meu porto seguro, atendido com generosidade sem fim todos os meus pedidos de help e comprovado que médicos por verdadeira vocação fazem da profissão uma linda missão de luz.
Imprimi minha gratidão no panô.

Desejei que seus dias felizes sejam multiplicados, e que possamos continuar compartilhando desse amor à simplicidade que as estadas junto à natureza tanto nos proporcionam.
Embalei de um jeito também simples.

A mensagem se estende junto com meu abraço afetuoso a todos que batem à porta do Amém e entram com o coração disposto a aquecer o que temos de melhor: a reconhecer o melhor do outro. Amém!

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Da mala da comadre

Sempre me impressiona, e encanta, os fenômenos que acontecem com aqueles que se conhecem profundamente, pelo direito e pelo avesso, lado A e lado B (fazendo vistas grossas com suas implicações....rs). Entre tantas manifestações do poder dessa intimidade, é quando os amigos viajam que uma delas me faz cafuné no coração: relatam em minúcias cenas e passagens que sabem de antemão me causariam um alvoroço de alegria. Às vezes são detalhezinhos, como uma espécie de árvore, a moldura de uma janela, a textura de um doce. E como num toque de varinha de condão, vivencio a situação como se tivesse participado dela, chegando bem perto do sabor, do cheiro, da vibração da cor, da emoção do momento...

Comadre tem essa capacidade aguçada de me dar carona nas suas andanças. Descreve como só ela lugares, povos, costumes, tudo ricamente detalhado, dispensando até fotos. Adoro ouvi-la, como criança escuta histórias antes de dormir e vai ficando molinha, molinha.... Dessa vez, voltou com a bagagem transbordando de novidades gastronômicas, culturais, religiosas, comportamentais, depois de uma aventura com sua grande família pela Europa. Num intervalo delicioso do cotidiano meio castigado dos últimos meses, em dia de aniversário, emprestei meus ouvidos com muito gosto para os melhores momentos que ela foi pinçando de acordo com meus interesses. Logo de início, tira uma caixa cor de rosa da sacola anunciando que ali morava uma coleção de coisinhas que recolhera para mim pelos trajetos da "expedição". Assim que a vi, vivi mais uma vez a certeza de que grandes amigos promovem o milagre de se apropriar de nossos olhos e fazer escolhas certeiras dos principais nutrientes da nossa alma. E foi assim que a comadre me trouxe a tesoura mais linda do mundo...


O dedal mais charmoso... A latinha de balas mais fofa...
E o São Francisco mais doce.

Na estreia dos presentes, preparei um outro, para uma bela menina que vi crescer e agora usa aliança na mão direita.Sim, querido Quintana, "amar é mudar a alma de casa". A comadre é fera nisso.Que por aqui também os canais do afeto estejam sempre abertos, para irmos mais longe, para estarmos cada vez mais perto. Amém!

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Costurar, bordar, crochetar, recortar, colar...

Eis a receita descoberta ainda criança e desde lá seguida à risca para não "pirar". Na companhia de linhas, agulhas, tecidos, mais fácil fica lembrar que a vida segue mostrando sua beleza, todos os dias, mesmo quando o céu fecha a cortina e aqui embaixo precisamos fazer um esforcinho maior para lembrar que o sol mora sempre lá, soberano, bem no alto, onde nossos olhos nem sempre conseguem ver.
Então, em tempos de aflição com mãe doente, minhas mãos imitam as delas, tão habilidosas, e trabalham para ajudar a descansar a mente e sossegar o coração. E assim nascem, meio que milagrosamente, coisinhas coloridas, um sinal que me alegra e tranquiliza: a receita continua funcionando.
Talvez em busca de aconchego, fiz almofadas. A primeira, uma cena idêntica a que não cansava de desenhar quando menina. Com os recursos da patchcolagem, aplicar formas de tecido é quase uma brincadeira de montar. Ah se aquela menina tivesse um rolo de papel termocolante.... - imagino enquanto costuro.

A outra comecei a crochetar o miolo pela estrada afora, na volta de Garopaba. Depois foi só fazer um fuxico gigante, recheá-lo com manta acrílica e costurar a mandala colorida no centro. Fiz também uns biquinhos de crochê em volta, para modelar melhor a peça e dar um arzinho ainda mais de vovó.
Para completar o canto do crochê, o xale trazido da praia no encosto do sofá e a primeira almofada crochetada aqui. Porque gracinha chama gracinha, a boneca vintage volta e meia recebe a companhia dessa outra fofura, que se encarrega de "enfeitar" as almofadas com seus pêlos branquinhos. Nada que boas sacudidas (nas almofadas! rs) não resolvam.
E a outra metade do coração aquele, que sábado ficou famoso lá no BananaCraft (obrigada, Dani!)? Ganhou outra personagem e a mesma frase para presentear a sobrinha. Para uma alminha-gêmea da minha, pude soltar o freio, abrir as janelas da imaginação, e aí as borboletas e abelhinha voaram em bando para alimentarem-se das ideias da menina-flor. Colhi zínia rosada e lavandas bem cheirosas e amarrei no presente embalado. Acho que a menina-flor aprovou, parece que até a ouvi batendo palminhas lá dentro. E a menina aniversariante, essa fez o mesmo, mas com seus olhos, em piscadinhas de tanta luz!
E enquanto alinhavo o post, a voz que acorda a memória da sabedoria repassada começa a me assoprar fragmentos de uma das mais belas orações, reconhecida assim pela semente mais funda da minha alma. Vou atrás dela e reencontro um tesouro em forma de livro. Uma pausa para mergulhar na força de um jardim. O pequeno livro, O jardineiro que tinha fé, da minha valiosa mestra Clarissa Pínkola Estés, na íntegra você encontra aqui. A oração divido com vocês:


Recuse-se a cair.
Se não puder se recusar a cair,
recuse-se a ficar no chão.
Se não puder se recusar a ficar no chão,
eleve o coração aos céus e,
como um mendigo faminto,
peça que o encham,
e ele será cheio.
Podem empurrá-lo para baixo.
Podem impedi-lo de se levantar.
Mas ninguém pode impedi-lo de elevar seu coração
aos céus — só você.
É no meio da aflição que tantas coisas ficam claras.
Quem diz que nada de bom resultou disso
ainda não está escutando.

(A florzinha singela nascida do considerado inço, numa frestinha de nada de terra na minha escada, é a oração viva, e a ela dou vivas!)
Amém!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Velinhas e almofada...

... para a tia Dada, que comemorou a chegada de mais um trecho da sua trajetória que se aproxima da marca dos 90! em grande estilo, em dois tempos, como merecem os vencedores que entram em campo com determinação de fazer bonito. Bonita celebração no sábado, na Villa A´Assisi, com direito a cupcake-surpresa.
E quem diz que tem tempo feio para quem tem alegria de viver? No domingo, subimos à serra entre nuvens para cantar mais um parabéns e celebrar a grande bênção de tê-la nos inspirando em todos os momentos, torcendo, apoiando, incentivando a cultivarmos...

bons sonhos... pensamentos floridos...
O presente confeccionado com um dos tecidos que ganhei da Cecília e da Helena teve a preciosa colaboração da Susi, do Copy&Paste, que num dos seus achados sempre tão encantadores, mostrou essas rosas feitas com tirinhas de malha de algodão aqui. O PAP é excelente, e mesmo na primeira viagem a marinheira conseguiu um bom resultado. Rápido e fácil, me entusiasmei com a técnica, e quero plantar outras rosas em quadrinhos, bolsas, mantas... (um perigo às camisetas do armário! rsrs). Inspirem-se também!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Sinais de fumaça...

... das chaminés dos fogões e lareiras anunciam que a tão aguardada neve chegou ao Sul, ponto alto do inverno gaúcho, na congelante noite passada. Mais uma vez, o antigo desejo de ver o espetáculo fica dormindo na gaveta dos sonhos, porque se vivo num "eterno domingo" nessa nova rotina mansa, em volta, o "povo" de perto segue com suas agendas lotadas de um sem-fim de compromissos. Quem poderia se dar ao luxo de subir à serra em plena quarta-feira de trabalho?... Então, fico por aqui, feito ostra, plagiando a amiga Taia, rastreando as novidades climatológicas à distância...
enroupada como a chola no meu baú, faltando apenas o chapéu (que me lembrou dessa outra amiga aqui desfilando com um bem parecido)...
e com os pés sobre a bolsa de água quente para ressuscitarem do estado "picolé", vestidos das meias tricotadas há muitos invernos pela amiga Susi. Susi que veio da terra da neve intensa, do fondue, chocolate e canivetes famosos, que ama o verão tropical e garante que nevasca é muito linda como acontece no Rio Grande, por tempo curto, porque mais do que isso é ideia romanceada (será?) vendida nas telas, páginas, fotos... Seriam as violetas-dos-Alpes propaganda enganosa, Su? Viradas do avesso, essas meninas que já nascem "do contra" e logo mudam as regras do jogo, curvando-se e movimentando suas pétalas para o alto em pose de rainhas, enfrentam o frio sem perder a elegância, honrando suas raízes europeias, e me encantam.
Honrando pouco minha origem, "apanho" para fazer um fogo, mas "fumegar" é preciso, mesmo que a neve esteja a 100 km...
mais ainda quando o gás termina já quase madrugada, o botijão reserva está vazio e os pudins para a festa da sobrinha precisam cozinhar... Final feliz para a sobremesa que teve calma, passou a noite em banho-maria e terminou de assar no forno do fogão na manhã seguinte.
Sinais (evidentes) de fumaça, que não me incomodam nenhum pouco, estão por todos os cantos da casa, nas roupas e nas invenções dos últimos dias, como nas almofadas que aquecem a vontade de crochetar, costurar, pintar...
e lembram dos ciclos: a estrela de lã, tão convidativa a um abraço nesse invernão, e a fada de seda (nascida numa fase curta de entusiasmo pelo trabalho "trabalhoso" da pintura em seda e costurada nesta semana), tão suave e geladinha, à espera de um colo no verão. Entre elas, a menina feliz, incorporada de primavera. Todas, devidamente defumadas, incluindo-me (rs)...
e o Bibi, que mesmo com seu casaco de pele, busca refúgio nos lugares mais inusitados, de preferência as sacolas, paixão sua em todas as estações.
E sigo por aqui rezando a mesma reza de muitos gaúchos: Que não me falte lenha, nem teimosia para continuar amando o inverno. Amém! (Aguardo sinais de fumaça daí... rs)