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sexta-feira, 19 de junho de 2020

Para ler - 5

O último livro de Edgar Morin saiu anteontem em França:

Paris: Denoël, 2020

Se não entendermos a pandemia, saibamos tirar daí lições para o futuro.Um pequeno vírus numa cidade muito distante da China desencadeou a agitação do mundo. O choque terá sido suficiente para finalmente consciencializar todos que há uma comunidade de destino? Para desacelerar a nossa corrida frenética pelo desenvolvimento técnico e económico? Eis que entrámos numa era de grandes incertezas. O futuro imprevisível está agora em construção. Asseguremo-nos que será para a regeneração da política, para a proteção do planeta e para uma humanização da sociedade. É a hora de mudar de rumo. (Retirado da Amazon.)

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Mais um livro de Dominique Bona

Paris: Gallimard, 2019

Neste novo livro, que saiu ontem em França, Dominique Bona traça a sua vida de escritora, romancista e biógrafa. Conta-nos a parte escondida das sua biografias e como as construiu: Romain Gary, Berthe Morisot, Gala Dalí, Stefan Zweig, Camille Claudel, Clara Malraux, as irmãs Rouart ou Jeanne Voilier. 
Já li várias biografais de Dominique Bona e tenho no monte a de Jeanne Voilier. Possivelmente lerei um dia este novo livro.


segunda-feira, 16 de julho de 2018

Novidades


A primeira obra de ficção de Bill Clinton, escrita a meias com o mestre dos thrillers James Patterson, e não tenho dúvidas que vai ser um best-seller.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Novidades




Uma novidade editorial que aqui trago em " complemento " às belas séries que a nossa M.R. nos tem apresentado em evocação do Maio de 68.

Le Trait 68, Insubordination graphique et contestations politiques, 1966-1977, Vincent Chambarlhac, Julien Hage e Bertrand Tillier, éditions Citadelles&Mazenod.

domingo, 27 de agosto de 2017

Nas montras de Paris - 24

Paris: Gallimard, 2017
€25,00

A tradução francesa do novo romance de Pamuk, acabada de sair. Quase 700 páginas.
Mevlut Karatas deixou a sua aldeia da Anatólia para se instalar nas colinas que cercam Istambul. Ele vende boza, uma bebida fermentada popular entre os turcos. Mas Istambul cresce e o raki (considerada a bebida nacional da Turquia) detrona o boza. Enquanto os seus amigos ampliam as suas casas e casam, Mevlut continua na mesma. Durante toda a vida, Melvut irá andar pelas ruas como vendedor ambulante, sendo a rua o local privilegiado para ver um mundo em transformação. 
Através de Mevlut e dos seus amigos, Orhan Pamuk descreve o desenvolvimento dos últimos 50 anos  (de 1969 a 2012) da fascinante megacidade de Istambul. Esta Coisa estranha em mim é ao mesmo tempo a cidade e o amor, a história de um homem determinado a ser feliz.
E Didier Jacob entrevista Pamuk em L'Obs.



quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Etgar Keret: Sete anos bons

Há uns anos li O motorista de autocarro que queria ser Deus e amei, como dizei os brasileiros. 

Trad. Lúcia Liba Mucznik.
Porto: Ambar,  2004

Finalmente, amanhã vai ser apresentado no Corte Inglês um novo livro traduzido de Etgar Keret, com a presença do autor. De certeza que este livro me vai fazer companhia numas viagens de Metro.
Trad. Lúcia Liba Mucznik.
Lisboa: Sextante, 2016

«Se um rocket pode cair sobre nós a qualquer momento, que importância tem despejar o lixo? E os pássaros do jogo «Angry Birds», lançados raivosamente contra pobres porquinhos, não lembram terroristas?
Com particular ironia, Etgar Keret relata neste livro histórias de sete anos da sua vida: o nascimento do filho, a terrível história da sua irmã ultraortodoxa e dos seus onze filhos, a trajetória dos seus pais sobreviventes do Holocausto, encontros com taxistas stressados, viagens de avião, noitadas literárias agitadas, ameaças de bombas, a morte do pai.
Um livro extraordinário sobre a vida de hoje em Israel e no mundo, onde o humor e a emoção se combinam com uma boa dose de absurdo.» (Sinopse da editora.)



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

A Natividade com São Francisco e São Lourenço, de Caravaggio



«Uma rapariga, um comissário de polícia, a Máfia e Caravaggio.
«Descrito pelo duque de Nottetempo, seu contemporâneo, como "um brigão, um arruaceiro", o pintor Caravaggio passou uma curta temporada na Sicília em 1609, aguardando o indulto papal para um crime de sangue que cometera em Roma. Nesse período, pintou uma tela que ficaria conhecida por A Adoração e que esteve no Oratório de S. Lourenço, em Palermo, até ser roubada em 1969, ano em que nasceria Antonia Rei. É essa mesma Antonia que, em 1992, testemunha um homicídio perpetrado pela máfia numa praça da cidade, onde é interrogada pelo comissário Salvatore Amato, que acaba por contactar alguns dias mais tarde. Mas não é curiosamente sobre o assassínio que lhe quer falar, antes sobre o roubo do famoso quadro. Oscilando entre épocas afastadas no tempo, entre a história fascinante da pintura d’A Adoração e a da investigação de Salvatore Amato num dos mais violentos períodos da acção da máfia, este romance recorre aos jogos de espelhos que Caravaggio usava nas suas pinturas para atrair ao mesmo vórtice de luz e trevas as vidas de um leque de personagens cativantes, mortas ou vivas, mas todas misteriosamente condenadas ao desencontro.» (Da nota à imprensa da editora)

Pormenor do quadro de Caravaggio.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Novo livro de Vargas Llosa


«Vargas Llosa no tenía título y hace un par de semanas, sin saberlo, salió a la calle a buscarlo. Partió de su casa de Barranco, en Lima, con gafas de sol, un gorro que le tapaba media cara y una gabardina de aires detectivescos. La ruta que tomaría ese día la había fijado, también sin saberlo, en 1952.
«Un recuerdo abrió la compuerta. Era la imagen de los únicos tres meses de bohemia que vivió en su vida. Tenía 16 años y trabajaba como periodista en La Crónica. Algunas noches salía del periódico con los amigos y se iban a la casa de un dibujante al que le gustaban los valses criollos. La casita humilde donde tocaban el cajón y escuchaban y cantaban temas de Felipe Pinglo quedaba en Cinco esquinas. Ese recuerdo, que lo pudo asaltar mientras caminaba, escribía o comía un yogur, lo acompañó durante el día y, luego, trasladado al papel se convirtió en el escenario donde pasan buena parte del día dos de los personajes centrales de la (nueva) novela.» (El País, Madrid, 3 maio 2015)
O escritor contou a mesma história numa entrevista ao Expresso, há pouco tempo.


domingo, 18 de outubro de 2015

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Novidades


O último volume duma trilogia dedicada ao séc.XIX brasileiro e que vendeu milhões de exemplares . O subtítulo é explicativo : Como um imperador cansado, um marechal vaidoso e um professor injustiçado contribuíram para o fim da monarquia e a proclamação da República no Brasil .

terça-feira, 26 de maio de 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Novidades



É hoje posto à venda o novo romance do mais polémico escritor francês. Passa-se na França de 2020, em que o país é governado por uma coligação formada por um partido muçulmano, que quer estabelecer a sharia, e um partido de centro direita .

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Citações



(...) Vejam-se as constantes campanhas filantrópicas a favor da leitura e dos livros, como se estes fossem impermeáveis a odiosas astúcias ( ou, pelo menos, espertezas saloias, como acontece com a edição póstuma do romance inacabado de José Saramago ). Ora, esta fala ruidosa em torno dos livros tornou-se tão poderosa que faz calar toda a crítica. O problema, hoje, não é uma censura que impeça as pessoas de falar, mas a lógica que obriga a falar e institui o ruído. Não é o silêncio que é uma ameaça, mas o ser forçado a falar, sem escolha, sem silêncio. Nada é interdito, mas há aquilo que é difundido para além do visível e do audível. Transpondo isto para a situação da indústria do livro, podemos dizer que são hoje bem visíveis os efeitos nefastos, devastadores, da concentração editorial e, muito especialmente, do controlo que os grandes grupos editoriais detêm sobre todo o circuito de produção, comercialização e difusão dos livros. Não há sector tão " desregulado " como este. E, para corrigir este estado de coisas, nem sequer era necessário instituir, por exemplo, uma autoridade com o poder de decretar que a maneira como foi editado o romance inacabado de José Saramago é inaceitável, na medida em que oculta ao leitor algumas informações que seriam necessárias para ele decidir se deve ou não comprar o livro e que protocolos de leitura é que lhe são exigidos.

- António Guerreiro, no Público de Sexta-feira, 10 de Outubro.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Novidades



Um acontecimento. Parece-me o termo certo para qualificar o regresso do mais famoso detective belga de todos os tempos, não já pela mão da sua criadora, Agatha Christie, mas por Sophie Hannah, romancista e poetisa que conseguiu convencer os ciosos herdeiros. Trinta e nove anos depois, está à venda uma nova aventura de Hercule Poirot, publicada em 50 países e 30 línguas.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Novidades


O novo de D'Ormesson, posto à venda na semana passada . Depois de ter passado o ano de 2013 a lutar contra a doença, o escritor octogenário recuperou o gosto da escrita e eis o resultado.

sexta-feira, 4 de abril de 2014