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sábado, 16 de maio de 2020

Bola de Berlim

Hoje vou tentar comprar uma bola de Berlim sem creme na Espiga Sol em Telheiras. São muito boas, parecem as da praia. Com creme também: o recheio (estilo creme pasteleiro) é bastante comestível, mas eu prefiro este bolo sem recheio.
©Duarte Drago

Segundo a Time out, as melhores bolas de Berlim de Lisboa estão em Alcântara: «Lurdes Esteves é a rainha deste negócio sobre rodas – tem uma carrinha de street food pequenina que estaciona desde Outubro de 2018 em Alcântara, em frente à cervejaria O Palácio. Tem recheios de nutella, kit kat, brigadeiro ou maçã com canela, mas bolas tradicionais com creme de ovo reluzem entre as restantes.»
Nunca experimentei, mas um dia destes vou até lá.

Para a Paula.

terça-feira, 12 de maio de 2020

segunda-feira, 11 de maio de 2020

sábado, 25 de março de 2017

domingo, 15 de março de 2015

domingo, 21 de setembro de 2014

Quotidianos - 133

Anos 1940

O bolo que está a cozer não é de chocolate, é de coco, fruto de que muita gente não gosta. Tive ajuda. :)

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

domingo, 6 de outubro de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Bolo de colher

No domingo fiz este bolo de chocolate, segundo uma receita aqui dada pelo MLV. É muito bom, só o deixei cozer um pouco demais. 
Para a semana talvez o volte a fazer, deixando-o um pouco menos de tempo no forno.
Escolhi, para o servir, este prato da Artis, com desenho assinado Gisèle, dos anos 60 do século passado.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

E o bolo do João


Estava a ver que não conseguia acabar o bolo antes de meia noite, mas ele aqui está. O bolo de aniversário para o cinéfilo João Soares. Parabéns!

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Bolo de colher



Na história dos talheres, a colher está ligada ao povo porque simboliza “a mão com os dedos unidos, assegurando a  concavidade  recetora e natural”. O homem primitivo  utilizava conchas de moluscos para mexer os alimentos durante a sua confeção, antes de começarem a ser fabricadas em osso, pedra e madeira. Do grego “kokhliárion”, a colher já marcava presença nas mesas egípcias e os romanos usavam-nas para caldos, ovos e guisados. Aos poucos foram-se sofisticando, no material e na forma. Maiores para a sopa, menores para a sobremesa. Os ingleses ainda inventaram a “mote spoon” – uma bem pequena, de prata, usada apenas para pescar folhas de chá no fundo da xícara. Surgindo mais recentemente as de café.

Bolo de colher
 4 colheres de sopa de leite
4 colheres de sopa de chocolate em pó
4 colheres de sopa de açúcar
4 colheres de sopa de trigo
3 colheres de sopa de óleo
2 ovos
1 colher de café de fermento


Misturar os ovos, leite, chocolate, açúcar, trigo, óleo e, só então, o fermento. Colocar a massa numa tigela que possa ir ao forno Fazer o teste do palito durante a cozedura e retirar quando este sair sem massa agarrada. Servir quente com uma bola de gelado de natas.