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domingo, 21 de abril de 2024

sábado, 2 de março de 2024

Zorionak, Goretti!


Umas flores de François-Emile Barraud (1899-1934):

Três rosas, 1931
Anémonas, 1933
Natureza morta com lírios, 1934

Desejo-te um dia feliz!

sábado, 10 de junho de 2023

Marcadores de livros - 2592

Umas flores para festejar o 10 de Junho.

Estes lindos marcadores em madeiras, feitos pelo Pini, não ficaram bem digitalizados, pelo que peço desculpa ao artista.
Ver outro aqui.

domingo, 14 de abril de 2019

Marcadores de livros - 1323

Dois marcadores e um postal, da Tate: à esq., Monet - Álamos junto ao Epte, 1891; John Singer Sargent - Cravo, Lírio, Lírio, Rosa, 1885-1886

No Verão de 1891, Monet pintou estes álamos junto do rio Epte, perto da sua casa de Giverny.


Para a Justa.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Marcadores de livros - 900


É todo recortado e parece um cromo antigo.
http://www.officinadartetorre.it/lavorazioni/cartotecnica/iris-2/

Agradeço a quem mo ofereceu.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

O lírio

Lírios de Louis Van Houtte

THE LILY

The modest Rose puts forth a thorn,
The humble sheep a threat'ning horn:
While the Lily white shall in love delight,
Nor a thorn nor a threat stain her beauty bright.

William Blake

domingo, 19 de abril de 2009

Lírio


O Sol hoje brilhou. Este lírio esperava por nós no lago da entrada do restaurante. Aqui fica para recordar.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A inteligência das flores - 2

Lírio, Tulipa e Arruda


maiacarvalho.blogs.sapo.pt/arquivo/Lirio.jpg




olhares.aeiou.pt

«[…] na Primavera, as fêmeas são alternadamente mais compridas ou mais curtas do que os machos. No Lírio, na Tulipa, etc., a esposa, muito alongada, faz o que pode para recolher e fixar o pólen. Mas o sistema mais original e mais fantasista é o da Arruda (Ruta graveolens), erva medicinal, bastante mal cheirosa, […]. Os estames, tranquilos e dóceis na corola amarela, esperam, dispostos em círculo, à roda do grosso pistilo. Na hora conjugal, obedecendo à ordem da mulher, que, aparentemente, faz uma espécie de apelo nominal, um dos machos aproxima-se e toca no estigma; depois, vem o terceiro, o quinto, o sétimo, o nono macho, até ao último que pertença à série ímpar. Em seguida, na série par, é a vez do segundo, do quarto, do sexto, etc. É deveras o amor à disciplina. Aquela flor, que sabe contar, parecia-me tão extraordinária, que eu, primeiro, não acreditei nos botânicos, e desejei verificar mais de uma vez o apego dela aos números antes de ousar confirmá-lo. Verifiquei que ela rarissimamente se engana.»
Maurice Maeterlinck
In: A inteligência das flôres. Lisboa: Clássica Ed., 1918, p. 37