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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Dois em um...
Porque hoje é monday e rainy day. A voz inesquecível de Karen Carpenter para nos consolar.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Bom dia!
Que começa musicalmente com os The Carpenters e esta fabulosa Close To You de 1970. Tantos anos depois, ainda a voz maravilhosa de Karen Carpenter me arrepia. Mas o dia é do irmão: Richard Carpenter, que muitos fãs ainda responsabilizam pelo destino trágico da irmã, faz hoje 64 anos.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
1976 : The Carpenters
A Kind Of Hush, o sétimo álbum dos The Carpenters, foi lançado a 11 de Junho de 1976 e dele se extraiu um single que foi um enorme sucesso, tendo no lado A esta There's A Kind Of Hush (All Over The World ) :
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
sábado, 5 de julho de 2008
Filmes proibidos: Superstar
"Superstar: the Karen Carpenter Story" data de 1987, sendo o segundo filme assinado por Todd Haynes (o realizador de "Far from Heaven/Longe do Paraíso", "Safe", "Velvet Goldmine", "Poison" e, mais recentemente, "I'm not there", o biopic de Bob Dylan).
É um filme que não se pode ver: em 1990, Richard Carpenter garantiu legalmente a sua proibição, por não terem sido garantidos os direitos às canções dos Carpenters que são parte integrante do filme. Os mentideros são mais agressivos, indicando como razões mais próximas a péssima imagem que dão da família Carpenter e da sua influência na morte de Karen aos 32 anos.
Com 43 minutos, o filme é interpretado em grande parte por bonecas Barbie e Ken (facto que segundo os mesmos mentideros, levaria a Mattel a pedir a proibição do filme, mesmo que Richard Carpenter fracassasse na sua intenção), em cenários de miniaturas hiper-detalhadas. O filme é brutal: a título de exemplo, a decisão de lançar Karen na música é apresentada como uma decisão de família para ajudar as ambições de Richard; a reunião com o editor é intercalada com imagens do Holocausto; a dissecação da anorexia nervosa de que Karen padecia é esmiuçada sem qualquer pudor (e torna-se macabramente o personagem principal), com o emagrecimento grotesco da boneca Barbie-Karen a servir de mote; a pressão da família é profundamente sufocante. "Do the Carpenters have something to hide?" pergunta a dada altura Karen ao irmão. Em simultâneo, a banda sonora vai presenteando o espectador com a suavidade das canções dos Carpenters interpretadas por Karen -- e outras canções dos anos 70 (Dionne Warwick -- que tem direito à sua Barbie --, Elton John, ...). Tudo isto sendo dito, é um filme que cria uma simpatia profunda, um enorme carinho por Karen Carpenter, comovente e inesperado, dado o uso algo patético de Barbies e Kens.
Em 2003, a Entertainment Weekly considerou-o um dos 50 filmes de culto da história do cinema. É possível ver excertos no YouTube (por enquanto) e o integral está em Google Movies (por enquanto) em http://video.google.com/videoplay?docid=622130510713940545
Quanto à proibição legal, recordou-me a frase de Akira Kurosawa, "To be an artist means never to avert your eyes."
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